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Câmara e Senado dão andamento a oito projetos que alteram regras de licitação

Oito projetos que mudam as regras de compras públicas avançaram no Congresso neste ano e podem alterar o regime de contratações do Estado. Levantamento do JOTA identificou centenas de propostas sobre licitações em tramitação no Congresso Nacional. Destas, 15 tiveram movimentação em 2026 e oito foram aprovadas em algum colegiado.

Os textos tratam de ampliação de limites para aditivos contratuais, regulamentação de plataformas locais de disputa, pagamento de dívidas tributárias por meio de obras públicas, flexibilização da dispensa de certames na área da saúde e exigência de programas de integridade (compliance) em contratações de estados e municípios.

A definição de margens de preferência para a indústria nacional concentra o maior volume das discussões. O objetivo é facilitar o acesso de empresas brasileiras às compras públicas. Parte dessas matérias avança em caráter conclusivo nas comissões, sem necessidade de análise pelo Plenário. Cinco das oito propostas mapeadas aguardam deliberação na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) ou já foram remetidas ao Senado.

O Executivo não atua de forma uniforme sobre o conjunto. É contrário ao PL 1082/2025, que abre espaço para plataformas locais de licitação, e ao PL 2825/2025, que amplia o limite de aditivos unilaterais. Apoia, com ressalvas, o PL 1252/2023, sobre pagamento de tributos com obras, e o PL 4687/2023, que trata de programas de integridade. Nas margens de preferência, defende que a aplicação seja definida caso a caso, e não fixada de forma obrigatória em lei, por receio de impacto fiscal.

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Veja o que muda em cada um dos oito projetos

  • PL 3558/2025 – Margem de preferência nas licitações públicas 

O que muda:  eleva de 10% para 20% a margem de preferência geral nas licitações públicas e de 20% para até 30% a margem aplicável a bens manufaturados e serviços nacionais resultantes de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) realizados no país. Também permite licitações exclusivas para a compra de bens e a contratação de serviços nacionais em setores considerados estratégicos para o desenvolvimento e a inovação. 

Posição do governo: apesar de ser favorável à elevação das margens, o governo defende que a regra não tenha caráter obrigatório. O entendimento é que a obrigatoriedade poderia restringir opções, encarecer certames e gerar impacto fiscal. Como alternativa, o Executivo quer que o texto apenas autorize a definição das margens em cada processo licitatório. O governo também vê problemas no uso do cadastro da Agência Especial de Financiamento Industrial (Finame), do BNDES, para delimitar quais produtos são nacionais. Hoje, o registro abrange apenas bens de capital, como máquinas e equipamentos, o que deixaria de fora bens de consumo e serviços.

Onde está: passou pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços (CDE), mas ainda precisa passar pela Comissão de Finanças e Tributação (CFT) e pela CCJC.

  • PL 3557/2025 – Margens nas compras estatais

O que muda: semelhante ao PL 3558/2025, o texto permite que as empresas estatais estabeleçam margem de preferência de até 20% para bens manufaturados e serviços nacionais que sigam normas técnicas brasileiras, e de até 30% para produtos e serviços resultantes de desenvolvimento e inovação tecnológica no país.

Posição do governo: a avaliação é semelhante à do PL 3558/2025. O governo apoia a elevação das margens, mas defende que elas não sejam obrigatórias e possam ser definidas em cada processo licitatório.

Onde está: passou pela CDE, mas ainda precisa passar pela CFT e pela CCJC.

  • PL 4133/2023 – Política Industrial do Brasil

O que muda: estabelece a Política Industrial do Brasil, com margem de preferência de 20% para bens manufaturados e serviços nacionais e de 30% para os que atendam a critérios de sustentabilidade ou resultem de desenvolvimento e inovação tecnológica no país. Determina que o Executivo apresente a política ao Legislativo no primeiro ano de cada mandato presidencial, com validade até o primeiro ano do mandato seguinte. A política deve fixar objetivos e metas baseados em indicadores de desenvolvimento socioeconômico, descarbonização, aumento de empregos e agregação de valor tecnológico.

Posição do governo: o texto foi negociado entre o Executivo e a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O governo apoia integralmente o projeto, tendo participado da elaboração por meio do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).

Onde está: o projeto foi aprovado no Plenário da Câmara dos Deputados em  junho. A matéria foi remetida ao Senado Federal, onde será analisada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação e Informática (CCT). Na CAE, o relator é o senador Cid Gomes, que ainda não apresentou parecer.

  • PL 1082/2025 – Plataformas locais de licitação

O que muda: define o Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP) como plataforma centralizadora de atos licitatórios e contratuais, mas abre margem para plataformas locais ao permitir definições próprias de “sítio eletrônico oficial”. A proposta foi gestada pela Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), que defende um comitê gestor, com participação dos tribunais locais, para regulamentar e padronizar o uso de sistemas privados de licitação integrados ao PNCP.

Posição do governo: contrário. Avalia que a medida fragilizaria o PNCP, com divulgação duplicada de editais e outros atos, o que fragmentaria as informações. O Executivo também sustenta que atribuir poder deliberativo aos tribunais de contas locais violaria o princípio da separação de Poderes e a independência funcional — como instâncias de controle externo, não deveriam deliberar sobre diretrizes administrativas e operacionais de atos que depois irão fiscalizar.

Onde está: aprovado em abril na CFT, aguarda análise na CCJC. Se aprovado pelo colegiado, pode seguir direto ao Senado.

  • PL 2825/2025 – Aditivos contratuais

O que muda: eleva de 25% para até 50% o limite de alteração unilateral de contratos pela administração pública em casos de reforma ou recuperação de obra ou de equipamento. A legislação em vigor limita os aditivos unilaterais a 25% e reserva o teto de 50% apenas para reformas de edifícios ou equipamentos. A proposta estende a margem maior a um rol mais amplo de obras públicas, incluindo reconstruções e recomposições de obras viárias e de infraestrutura.

Posição do governo: contrário. Argumenta que uma margem maior premiaria obras com falhas de planejamento, em vez de funcionar como segurança adicional para reformas de prédios antigos e equipamentos.

Onde está: aprovado em abril na CFT, aguarda análise na CCJC. Se aprovado pelo colegiado, segue ao Senado sem passar pelo Plenário.

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  • PL 1252/2023 – Pagamento de tributos com obras

O que muda: autoriza a concessão de crédito tributário ou a quitação de multas administrativas como forma de pagamento pela execução de obras e serviços de engenharia de interesse público. Empresas poderiam abater dívidas tributárias com a entrega de obras. Governo e empresas podem indicar a obra a ser incluída no programa, e um comitê formado por servidores públicos avalia a pertinência e o atendimento ao interesse público, de modo a evitar a quitação de dívidas com obras de interesse exclusivamente privado. Havendo mais de uma empresa interessada, o poder público deve abrir licitação. O recebimento dos créditos ou a quitação das multas fica condicionado à entrega da obra ou de etapas predefinidas.

Posição do governo: favorável, com ressalvas. Uma delas foi atendida: o Senado incluiu limite anual para a concessão de créditos, que não poderá ultrapassar 2% da Receita Corrente Líquida (RCL) do ente federativo ou R$ 2 milhões, o que for maior. O Executivo ainda defende que o uso de créditos tributários dependa de autorização prévia em lei específica do próprio ente, seja União, estado ou município.

Onde está: aprovado pelo Senado em abril, aguarda despacho do presidente da Câmara para as comissões.

  • PL 242/2015 ( PL 3607/2026 no Senado) – Hemoderivados

O que muda: permite que o Sistema Único de Saúde (SUS) adquira medicamentos hemoderivados e de biotecnologia produzidos pela Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) por inexigibilidade ou dispensa de licitação.

Posição do governo: O projeto é apoiado pelo governo, que defende que produtos derivados do sangue humano não devem ser tratados como mercadorias em disputas comerciais voltadas ao lucro privado.

Onde está: aprovado pela Câmara em junho, tramita no Senado desde então, onde passou a tramitar como PL 3607/2026. No momento, a proposição aguarda despacho para as comissões ou votação de um requerimento de urgência já apresentado.

  • PL 4687/2023 – Programas de integridade

O que muda: altera a Lei de Licitações para permitir que estados, o Distrito Federal e municípios exijam programas de integridade em licitações e contratos de valor inferior ao teto federal de grande vulto, hoje em R$ 200 milhões.

Posição do governo: favorável, mas negocia a inclusão de dispositivo que amplie o uso do seguro-garantia com cláusula de retomada, com cobertura de 30%, para obras a partir de 5% do valor de grande vulto, medida voltada a evitar paralisações.

Onde está: aprovado na Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC) do Senado, aguarda votação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

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STJ mantém despesas de capatazia na base do ICMS cobrado em importação

A 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve, por unanimidade, a inclusão das despesas de capatazia na base de cálculo do ICMS devido na importação. O serviço se refere à movimentação e ao manuseio de mercadorias em portos ou terminais alfandegários.

Ao votar, a relatora, ministra Maria Thereza de Assis Moura, afirmou que “a base de cálculo do ICMS importação é definida pela Lei Complementar 87 de 96, à qual a Constituição reservou a fixação da regra matriz do imposto”.

O resultado deste julgamento foi antecipado a assinantes JOTA PRO Tributos em 15/9. Conheça a plataforma do JOTA de monitoramento tributário para empresas e escritórios, que traz decisões e movimentações do Carf, STJ e STF

Segundo ela, a exclusão do valor aduaneiro prevista no Decreto 11.090/2022 “não implica sua exclusão da base de cálculo do ICMS importação”, que abrange as despesas aduaneiras de modo geral.

A ministra concluiu que deve prevalecer a interpretação pelo princípio da especialidade e votou de forma desfavorável ao contribuinte. A turma acompanhou o entendimento.

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A empresa recorreu ao STJ diante da manutenção da cobrança pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (TJRS), que entendeu também que a base do ICMSimportação é mais ampla e pode incluir despesas aduaneiras. Em recurso, a Prometeon Tyre Group defendeu que os gastos também devem ser excluídos da base do ICMS por terem sido retirados do valor aduaneiro usado no Imposto de Importação.

O processo em tramitação é o REsp 2167686/RS.

Who’s on Susanna Hoffs’s List?

On the eve of her residence at Café Carlyle, the Bangles singer dishes on her set list, which includes a Prince song and tracks from her new album, “The List,” inspired by a string of old boyfriends.

The Unknowable Miley Cyrus

The singer has been raunchy, folksy, psychedelic, Disney-clean. On her new album, “Bass Persuades,” she disappears onto the dance floor.

“Our Dear Friend Umar”: How We Uncovered That a Russian Oligarch Bankrolled Donald Trump Jr.’s Wedding

A grid of images that shows: a group photo including Donald Trump Jr., his wife, Bettina Trump, and Russian oligarch Umar Kremlev; Trump Jr. wearing a multicolored Junkanoo headpiece while dancing with his wife; and a screenshot of a Telegram post by Kremlev showing him talking into a camera in front of a wicker chair with a white bow.
Photo collage by ProPublica. Source images: Laura Gordon Photography, Telegram.

My colleagues and I had been digging for days. We’d heard a rumor that a Russian oligarch close to President Vladimir Putin named Umar Kremlev had attended Donald Trump Jr.’s wedding this past May in the Bahamas. But to confirm that, we needed visual proof. 

First, we scoured everything the Trumps had released from the event, held on a pair of private islands. On social media and in the pages of tabloids such as Page Six and Hello! magazine, official photos from the weekend showed an intimate chapel ceremony alongside lavish beach parties. Several photos depicted guests, including Jared Kushner and Eric Trump, and we scanned them all for signs of Kremlev. Still, nothing had turned up yet.

We then turned to Kremlev’s social media profiles on the off chance that he’d posted about the wedding. Incredibly, on Telegram, Kremlev had posted videos over the same weekend as Trump Jr.’s wedding that appeared to be from someplace tropical. In one, a single detail caught our attention: As Kremlev speaks in Russian to the camera, the frame gives a partial view of an outdoor patio setting. It wasn’t palm trees or crystal water we noticed, but the wicker furniture.

A screenshot of a Telegram post by Umar Kremlev shows him talking into a camera in front of a wicker chair with a white bow.
The wicker patio furniture in the background of a video posted by Russian oligarch Umar Kremlev the same weekend as Donald Trump Jr.’s wedding provided a clue as to his whereabouts. Via Umar Kremlev’s Telegram account

The chair and its affixed cushion in Kremlev’s post matched what we’d seen in photos of the private islands elsewhere online, such as the promotional image below:

A set dining table with wicker chairs in a tropical setting.
A promotional photo taken at one of the islands that was the site of Trump Jr.’s wedding events depicted the same wicker patio furniture as seen in Kremlev’s video background.

But of course, we couldn’t hang such a big claim — that this Russian oligarch had attended the president’s son’s intimate wedding weekend — on a wicker chair analysis. The Trump family appeared to be curating the wedding’s visual footprint, and not much seemed to exist outside of its control. 

So when my colleagues Justin Elliott, Brett Murphy, Joshua Kaplan and I finally found a photo that confirmed what we’d been looking for, we were floored. The proof had been hiding in an Instagram gallery posted months earlier by a swimsuit model and friend of the bride, nestled among glamour shots and lifestyle photos.

The sunset group shot on a white sand beach shows wedding guests, barefoot and smiling against a backdrop of palms. One guest throws up a shaka. Front and center is the president’s eldest son and his bride, Bettina Trump, surrounded by close friends and family.

An Instagram post of a group photo shows about 35 people, including Donald Trump Jr.; his wife, Bettina Trump; Ivanka Trump; Jared Kushner; Tiffany Trump; and Russian oligarch Umar Kremlev.
A group photo posted on Instagram by a swimsuit model and friend of the bride shows wedding guests. Instagram

But in the back row, just behind the newlyweds, the top half of a man’s shaved head is visible.

We recognized him instantly: Kremlev.

That photo was at the center of our story this week, in which we revealed that Kremlev secretly bankrolled much of Trump Jr.’s wedding weekend, paying to rent out a private island, among other big-ticket items, according to records reviewed by ProPublica and interviews with three people familiar with the events. The photo also showed two others associated with Kremlev, part of a larger group of Russians whose presence puzzled some attendees. That made their absence from all other official wedding photos all the more noteworthy — especially for a gathering of only 50 or so guests.

A group photo shows Donald Trump Jr.; his wife, Bettina Trump; and Russian oligarch Umar Kremlev. An arrow points toward Kremlev with the words “Don Jr.’s secret benefactor.”
Kremlev is visible in the back of a group photo from the wedding weekend. Laura Gordon Photography via Instagram

The story spread quickly. Within hours of publication, the top Democrat on the House Oversight Committee opened an investigation into Trump Jr.’s relationship with Kremlev, asking for communications between the two and records of “all purchases made for your wedding by foreign nationals.” (Trump Jr. did not respond to a request for comment on the investigation.) It also prompted Bettina Trump to post a joint statement with Trump Jr. on her Instagram, which included even more photos from the wedding weekend.

In response to detailed questions, a spokesperson for Trump Jr. did not dispute the wedding payments from Kremlev. “Umar is a personal friend of Don,” he said. The spokesperson said that Kremlev is “not someone he has a business relationship with.” In a statement, Kremlev’s press office said, “Mr. Kremlev and Mr. Trump Jr have a friendly relationship,” and they first met “a couple of years ago.”

Other than the photo we’ve shared, the images from that weekend remain tightly curated and don’t seem to tell the full story. So we thought we’d share a few examples with the added context from our findings. Sometimes, what — or, in this case, who — isn’t pictured is just as important as what is.

The Setting

An aerial view of tropical islands surrounded by turquoise water.
The island where the reception party was held can rent for about $100,000 per night. Kremlev paid for multiple nights. Little Pipe Cay/Lux Hospitality Bahamas

The weekend festivities were spread across two ultra-exclusive private islands in the Exumas, a chain of storybook Caribbean destinations with white sand beaches and brilliant turquoise water. Islands there have been owned by the likes of Johnny Depp, David Copperfield and LVMH CEO Bernard Arnault. People arrived by helicopter and seaplanes to infinity pools and oceanfront villas. 

The island where Trump Jr. and his bride exchanged vows on Friday was featured in “Pirates of the Caribbean” and “Casino Royale.” (Kremlev was not present for the Friday ceremony, which involved an even smaller group.) 

On a second nearby island, about 10 minutes by boat from where the ceremony took place, a reception party was held. This island can rent for around $100,000 per night, and Kremlev paid for multiple nights. 

The Caribbean-Themed Party

Donald Trump Jr. wears a multicolored Junkanoo headpiece while dancing with Bettina Trump.
The magazine Hello! shared an image of Trump Jr. wearing a Junkanoo headpiece while dancing with his new bride. Laura Gordon Photography via Hello!

On the second night, more guests arrived for a party on the same island where the ceremony took place. The evening was Caribbean themed, with a beachside DJ and a performance by a Junkanoo band. On Instagram, Bettina Trump described the night as “an unforgettable night of pure joy, music, sunset, and dancing barefoot in the sand, surrounded by nothing but love in paradise…It was everything we dreamed of and more… pure magic.”

“Paper Trail” Podcast

Learn more about this story on ProPublica’s podcast “Paper Trail.”

Among the guests was Kremlev, arriving just days after accompanying Putin in China as part of a Russian delegation, according to Chinese state media. (Kremlev’s press office said that he was not part of Putin’s “official delegation” in China.) Kremlev’s ties to Putin and the Russian security services prompted the Ukrainian government to impose sanctions on him personally. 

In their joint statement on Instagram, the couple said that Kremlev paid for the parties on both the second and third night of their wedding weekend, but they drew a distinction between the ceremony itself and the rest of the events. 

“Our dear friend Umar very generously hosted two incredible nights of celebrations for us AFTER our wedding. It was an extraordinarily generous wedding gift from a friend, and something for which we were and remain incredibly grateful,” the couple wrote.

The First Dance

A photo of Donald Trump Jr. and his wife, Bettina, kissing on a dance floor.
Kremlev paid for the Sunday night wedding party during which the couple shared their first dance. Kremlev paid for the Saturday night party, too. Laura Gordon Photography via Hello!

On Sunday, the newlyweds shared their first dance to Elvis Presley’s “Can’t Help Falling in Love.” Photos published in Hello! magazine showed the couple on the dance floor underneath disco balls strung up among palm trees. They embraced as guests watched. Bettina Trump wore her wedding dress. The night was nautical themed, complete with a seafood boat buffet, an illusionist and scantily clad dancers in stilettos and sailor outfits.

Lobsters, mussels and other seafood displayed in a boat labeled “Bettina & Don.”
The Sunday night party that Kremlev paid for featured a seafood boat buffet. Laura Gordon Photography via Hello!
A photo of women dancing in revealing sailor outfits.
Scantily clad dancers in stilettos and sailor outfits perform for guests at the Sunday night party, which Kremlev paid for. Laura Gordon Photography via Instagram

The wedding payments came from a Dubai entity affiliated with the International Boxing Association, a scandal-plagued sports group that Kremlev heads. The IBA has been financed by the Russian state-owned energy giant Gazprom. Kremlev picked up the tab for the festivities on Saturday and Sunday.

Kremlev’s press office described him as a businessman and philanthropist, adding, “Mr. Kremlev has never discussed political matters with any of his American friends and acquaintances,” including Trump Jr. It said the boxing organization itself did not incur expenses for the wedding but did not comment on the payments from the Dubai entity.

The Fireworks

A man and woman stand on a beach as fireworks explode above the water.
Trump Jr. and his wife, Bettina Trump, watch fireworks paid for by Kremlev. Laura Gordon Photography via Lewis Miller Design

At the Sunday reception, Trump Jr. and his new wife stood on the beach, gazing out as a barge launched a spectacular fireworks display over the ocean. It was an extravagant cap off the wedding weekend. 

Kremlev picked up the tab for the fireworks display. The company that put it on typically charges around $70,000 for such shows.

There are still lingering questions we didn’t get to the bottom of. Among the most pressing: Why did a Russian oligarch who is close to Putin pay for much of the president’s son’s wedding? What is the nature of Trump Jr.’s relationship with Kremlev, and, importantly, how might it change over time? Frank Montoya Jr., a retired career FBI official who held senior counterintelligence roles, put it this way:

“If I’m paying for your wedding, at some point, you’re going to owe me something.”


Do You Have Information We Should Know About Donald Trump Jr.?

We’re still reporting. If you know anything about Trump Jr., his businesses or his relationship with Umar Kremlev, please get in touch.

Alex Mierjeski


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O futuro do serviço público também estará nas urnas

Quando elegemos presidentes e governadores, não escolhemos apenas representantes políticos. Indiretamente, também participamos da definição de quem ocupará milhares de posições estratégicas na administração pública. São secretários, dirigentes, presidentes de empresas estatais, subsecretários e gestores responsáveis por liderar equipes, administrar recursos, articular instituições e implementar políticas públicas que impactam o dia a dia da população.

Nenhum programa de governo se realiza sozinho. Entre o compromisso anunciado durante a campanha eleitoral e o serviço entregue ao cidadão existe uma extensa cadeia de decisões, pessoas e instituições. Uma boa proposta pode fracassar diante de lideranças despreparadas e equipes sem condições de trabalhar. Da mesma forma, profissionais competentes e instituições sólidas podem melhorar políticas, superar crises e preservar entregas relevantes mesmo em contextos adversos.

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Émile Durkheim, um dos fundadores da sociologia moderna, oferece uma reflexão relevante para esse debate. Para ele, as instituições não apenas organizam a vida coletiva, mas também formam as pessoas que vivem dentro delas. Nas organizações públicas, essa função passa pela gestão de pessoas, que define quem ingressa, quem lidera, como os profissionais são desenvolvidos e avaliados e quais comportamentos são incentivados. Assim, a gestão de pessoas ajuda a formar o tipo de profissional que o Estado produz.

Uma instituição que afirma valorizar resultados, mas distribui posições estratégicas sem critérios, ensina que as competências necessárias para ocupá-las não são determinantes. Um governo que defende a inovação, mas pune qualquer tentativa responsável de fazer diferente, ensina acomodação. Uma organização que fala em diversidade, mas mantém seus espaços de decisão ocupados pelos mesmos perfis, transmite uma mensagem mais poderosa do que qualquer discurso.

O modo como as instituições funcionam pode formar profissionais comprometidos com o interesse público, a cooperação, a integridade e a entrega de resultados. Mas também pode estimular personalismo, medo de decidir e baixa responsabilidade. Por isso, a capacidade dos governos de entregar resultados depende também dos comportamentos que suas instituições produzem e das lideranças escolhidas para conduzi-las.

Apesar de sua importância, essa discussão permanece à margem das eleições de 2026, repetindo um padrão histórico do debate eleitoral brasileiro. Fala-se muito sobre o que os governos pretendem realizar, mas pouco sobre qual a melhor forma de gerir as instituições e, portanto, as pessoas, as equipes e as capacidades institucionais necessárias para transformar propostas em resultados.

Essa lacuna se torna ainda mais preocupante diante dos desafios que os próximos governos enfrentarão, como o avanço da inteligência artificial, as mudanças climáticas, as restrições fiscais, a baixa confiança nas instituições e as desigualdades ainda profundas. Não será possível enfrentá-los com um Estado preparado para o passado.

É essa agenda que o Movimento Pessoas à Frente busca colocar no debate nacional. O Brasil precisa avançar na escolha transparente e baseada em competências de lideranças públicas, apoiar quem assume responsabilidades estratégicas, avaliar resultados e fortalecer equipes. Também precisa ampliar a presença de mulheres, pessoas negras e profissionais de diferentes regiões e experiências nos espaços de decisão.

Profissionalizar a gestão pública não significa retirar a política do governo. Governar é fazer escolhas, estabelecer prioridades e responder democraticamente à sociedade. Os cargos de liderança exigem confiança e alinhamento com o projeto escolhido nas urnas. Mas a confiança não pode ser o único critério. Alinhamento político e capacidade de gestão precisam caminhar juntos.

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Em 2026, deveríamos perguntar aos candidatos não apenas o que pretendem fazer, mas como pretendem fazer. Quais critérios adotarão para escolher seus principais dirigentes? Como formarão suas equipes? Que espaço darão à diversidade? Como irão gerir o desempenho institucional e das lideranças? Enfim, como transformarão compromissos eleitorais em resultados verificáveis.

O voto escolhe um projeto político, mas a qualidade das lideranças, das equipes e das instituições ajuda a definir se esse projeto sairá do papel. Discutir o futuro do Brasil passa centralmente por discutir o futuro de seu serviço público. Um Estado capaz de reduzir desigualdades e oferecer serviços de qualidade começa com escolhas responsáveis e se concretiza com pessoas preparadas, instituições sólidas e lideranças públicas à altura dos desafios do país.

O SUS que vemos depende de uma infraestrutura que pouco discutimos

Setembro é o mês em que o Sistema Único de Saúde (SUS) completa 36 anos. A data é uma oportunidade para reconhecer uma das maiores conquistas brasileiras no acesso à saúde, mas também para discutir o que será necessário para garantir sua sustentabilidade nas próximas décadas.

Quando pensamos no SUS, pensamos em médicos, enfermeiros, hospitais, Unidades Básicas de Saúde, vacinação, consultas, exames e cirurgias. É natural que seja assim. Essa é a face mais visível de um sistema que transformou o acesso à saúde no Brasil.

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Existe, porém, outra estrutura que aparece muito menos nas discussões sobre o SUS e sem a qual nenhum desses atendimentos seria possível.

Por trás de uma cirurgia há instrumentos, equipamentos, implantes e materiais. Um diagnóstico depende de aparelhos, reagentes e tecnologias. Da atenção básica à alta complexidade, existe uma extensa cadeia de dispositivos médicos que precisa funcionar continuamente para que profissionais de saúde possam atender seus pacientes.

É uma infraestrutura que muitas vezes só percebemos quando falta.

Por isso, quando discutimos a sustentabilidade do SUS, não podemos olhar apenas para financiamento e gestão. São questões fundamentais, mas existe também uma dimensão operacional: como garantir que um sistema dessa magnitude tenha acesso contínuo e seguro às inovações necessárias para atender a população?

Hoje, a produção brasileira representa aproximadamente 40% do consumo aparente de dispositivos médicos no país. O indicador considera a produção realizada no Brasil, somada às importações e descontadas as exportações.

Isso significa que uma parcela relevante das tecnologias disponíveis no mercado brasileiro é produzida fora do país.

Importar não é um problema em si. Dispositivos médicos fazem parte de cadeias globais altamente especializadas, e a integração internacional é fundamental para garantir acesso à inovação e às melhores tecnologias disponíveis. Não seria razoável imaginar que um país deva produzir absolutamente tudo o que utiliza.

A pergunta que precisamos fazer é outra: qual nível de dependência externa é adequado quando estamos falando de tecnologias essenciais para o funcionamento de um sistema de saúde?

Crises sanitárias, conflitos geopolíticos e interrupções nas cadeias internacionais de suprimentos mostraram que capacidade de abastecimento também é uma questão estratégica. Na saúde, uma ruptura não representa apenas uma dificuldade comercial. Dependendo da tecnologia atingida, pode significar dificuldades para realizar exames, procedimentos ou tratamentos.

O Brasil parte de uma posição importante nessa discussão. Temos conhecimento, capacidade industrial e competência tecnológica para produzir uma parcela ampla das tecnologias utilizadas na saúde.

Isso não significa que tudo deva ser produzido localmente. Em determinadas categorias, a escala ou o volume de demanda podem tornar a fabricação no Brasil economicamente inviável. Mas há outras em que temos capacidade para produzir, inovar e ampliar nossa participação.

É justamente nesse espaço que a dimensão do SUS pode se transformar também em oportunidade.

Por seu tamanho e poder de compra, o sistema público possui capacidade de estimular inovação, investimentos e escala produtiva. As compras públicas podem contribuir para esse processo quando conseguem conciliar eficiência no uso dos recursos com qualidade, desempenho, assistência técnica, segurança de abastecimento e custo da tecnologia ao longo de toda a sua vida útil.

Não se trata de reservar mercado ou reduzir concorrência. Trata-se de reconhecer que política de saúde e capacidade produtiva estão conectadas.

O fortalecimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde oferece ao Brasil uma oportunidade para aproximar essas duas agendas. Se saúde é estratégica para o país, a capacidade de produzir tecnologias essenciais para seu funcionamento também precisa fazer parte do planejamento de longo prazo.

Aos 36 anos, temos muitos motivos para celebrar o SUS e tudo o que ele representa para o Brasil. Mas seu aniversário também deve ser uma oportunidade para discutir aquilo que será necessário para sustentá-lo nas próximas décadas.

Financiamento, gestão, acesso, qualidade e inovação continuarão no centro dessa agenda. Mas precisamos incluir definitivamente nesse debate a infraestrutura que permite que o atendimento aconteça.

Porque o SUS não depende apenas de quanto o Brasil investe em saúde. Depende também de nossa capacidade de garantir, de forma contínua e segura, os equipamentos, materiais e tecnologias que transformam esse investimento em cuidado.

Ninguém entende sua pauta técnica, e a culpa não é do público

Organizações que lidam com temas complexos, como regulação, compliance, políticas públicas e dados técnicos, enfrentam um desafio particular de comunicação: comunicar com precisão técnica sem se tornar incompreensível para quem não é especialista, e sem perder credibilidade ao simplificar demais. É um tipo de erro que não aparece na hora. Aparece depois, quando a mensagem já circulou distorcida ou não circulou de jeito nenhum.

O dilema é muitas vezes parecido: como comunicar algo complexo sem simplificar a ponto de distorcer, e sem ser tão preciso a ponto de ninguém entender? A resposta intuitiva costuma ser “usar linguagem simples”. Mas a realidade mostra que o problema raramente é o vocabulário sozinho. É a ausência de método.

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O erro não é a complexidade do tema. É a ausência de camadas e segmentação da mensagem.

Um dos trabalhos mais citados sobre esse assunto é o artigo de Baruch Fischhoff e Alex Davis, publicado em 2014 na Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS). Os autores mostram que a comunicação técnica falha, principalmente, quando trata todo público como se fosse o mesmo público, sem diferenciar quem está buscando um sinal de decisão rápida (agir ou não agir), quem está escolhendo entre opções já definidas, e quem precisa entender o cenário completo para formar uma posição própria. Cada um desses públicos exige uma arquitetura de mensagem diferente, não apenas uma versão “mais simples” do mesmo texto.

Isso tem implicação direta para quem comunica temas regulatórios. O texto técnico voltado ao especialista/assessor parlamentar, o resumo executivo e a mensagem pública voltada ao cidadão através de estratégia de PR não deveriam ser a mesma informação com adjetivos cortados. São três arquiteturas diferentes, com objetivos diferentes.

A simplificação, por si só, não é a solução. E isso também é dado, não opinião.

Um estudo publicado em 2025 no International Journal of Applied Linguistics (Fernández Silva & Núñez Cortés) testou, em um experimento controlado, o efeito da substituição de termos técnico-administrativos por sinônimos mais transparentes em textos legais na língua espanhola.

O resultado confirmou o que outros estudos já vinham indicando: a compreensão melhora de forma mensurável quando o termo técnico é substituído ou explicado, mas o ganho depende de como essa substituição é feita, não apenas de trocar palavras difíceis por fáceis.

Em outras palavras: linguagem simples não é ausência de precisão. É precisão organizada por camadas de acesso.

Essa distinção importa especialmente para quem comunica em nome de instituições, sejam mandatos, empresas reguladas ou associações setoriais. O impulso de “traduzir para o povo” muitas vezes produz um texto raso, que perde credibilidade técnica sem ganhar clareza real.

O caminho mais eficaz, segundo essa literatura, não é escolher entre precisão e acessibilidade. É estruturar a mensagem em níveis: o dado técnico correto, disponível para quem quer verificar, o resumo de decisão, para quem gerencia, e a mensagem-chave de impacto, para quem só precisa entender o que muda na prática.

Por que isso importa para a reputação institucional? Organizações que comunicam temas técnicos sem essa arquitetura de camadas tendem a cair em um de dois erros opostos: ou soam incompreensíveis, e perdem a atenção do público geral, ou soam vagas demais, e perdem credibilidade com quem entende do assunto.

Os dois erros corroem a reputação, só que em públicos diferentes. Pensando na dinâmica do parlamento: deputados e senadores são bombardeados de informações, estímulos, agendas, pautas. A definição do receptor da mensagem e o enquadramento da narrativa são decisivos para gerar impacto em um ambiente hiperinformacional online e offline.

O método de comunicação em camadas não é sobre disfarçar a mensagem. É sobre reconhecer que a precisão e clareza não competem entre si quando a mensagem é bem arquitetada. Elas só competem quando não existe arquitetura nenhuma.

Dever fiduciário e IA: novos riscos, mesmos princípios

A inteligência artificial entrou nas empresas antes de entrar formalmente em suas estruturas de governança.

Jurídico, financeiro, recursos humanos, marketing e compras já utilizam ferramentas que analisam informações, recomendam decisões, revisam documentos e automatizam atividades antes dependentes de intervenção humana. Agentes de IA passaram também a praticar atos diretamente nos sistemas da empresa.

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Em muitos casos, essa adoção foi descentralizada: cada área contrata ou desenvolve sua própria solução. Aos poucos, a inteligência artificial extrapola a função de instrumento de produtividade e passa a participar do processo de decisão da organização.

Nesse momento, a questão já não é apenas qual tecnologia utilizar, mas quem decidiu que aquela atividade poderia ser apoiada ou executada por IA, quais riscos foram considerados e quais mecanismos de supervisão foram estabelecidos.

Essa é, antes de tudo, uma questão de governança corporativa, que exige olhar não apenas para o resultado de uma decisão, mas também para o processo pelo qual ela foi construída.

O resultado importa. O processo também

A business judgment rule, desenvolvida no direito societário norte-americano e referência também no debate brasileiro, parte de uma premissa importante: uma decisão empresarial não deve ser considerada inadequada simplesmente porque, observada retrospectivamente, produziu um resultado ruim. Administrar pressupõe decidir em ambiente de incerteza.

Por isso, mais relevante do que reconstruir a decisão com informação posterior é analisar como ela foi tomada: se o administrador estava adequadamente informado, se atuou de boa-fé, sem conflito de interesses e a partir de um processo decisório compatível com a relevância da matéria.

Essa distinção se torna particularmente importante quando a inteligência artificial participa da decisão empresarial. Um sistema pode errar. Pode produzir uma recomendação inadequada. Pode não capturar uma variável relevante. Um resultado negativo, isoladamente, não deveria bastar para caracterizar uma falha do administrador.

A pergunta societária mais relevante é anterior: a decisão de utilizar aquela tecnologia foi diligente?

Os riscos relevantes eram conhecidos? Havia mecanismos de validação e de intervenção humana? A administração recebia informações suficientes para acompanhar seu funcionamento?

A inteligência artificial acrescenta uma nova variável à decisão empresarial, mas não elimina os princípios que orientam os administradores. Quanto mais nova a tecnologia, maior a importância de retornar aos fundamentos.

Uma lei de 1976 diante da IA

A Lei das S.A. é de 1976 e, naturalmente, não menciona inteligência artificial. Mas leis societárias estruturantes não antecipam cada tecnologia: estabelecem princípios e padrões de conduta amplos o bastante para orientar os administradores quando o ambiente empresarial se transforma.

O artigo 153 estabelece o dever de diligência dos administradores; o 154, que suas atribuições sejam exercidas no interesse da companhia; e o 158 afasta sua responsabilidade pessoal por atos regulares de gestão, mas os obriga a responder pelos prejuízos que causarem com culpa ou dolo, ou com violação da lei ou do estatuto. A mesma lógica alcança as sociedades limitadas (artigos 1.011 e 1.016 do Código Civil).

Não é necessário criar um novo “dever fiduciário de inteligência artificial”. O desafio é compreender como os deveres existentes se manifestam quando sistemas tecnológicos passam a influenciar decisões antes tomadas exclusivamente por pessoas.

Essa leitura também afasta um equívoco: não se pode exigir que conselheiros e diretores dominem tecnicamente modelos de linguagem ou algoritmos.

Diligência não significa saber programar; significa, porém, compreender suficientemente a utilização que a companhia está fazendo da tecnologia para avaliar seus riscos, questionar seus limites e estabelecer estruturas proporcionais de supervisão.

Há uma diferença evidente entre utilizar IA para resumir um documento interno e para conceder crédito, selecionar pessoas ou definir preços. Governança de IA não deveria significar tratar todos os casos de uso da mesma maneira: o nível de controle deve acompanhar o nível de risco.

O conselho não opera a tecnologia

Nos termos do artigo 142 da Lei das S.A., cabe ao conselho de administração fixar a orientação geral dos negócios e fiscalizar a gestão dos diretores.

O papel do conselho não é escolher cada ferramenta ou aprovar cada caso de uso de inteligência artificial, o que seria confundir supervisão com gestão operacional.

O papel do conselho é assegurar que exista uma arquitetura de decisão e controle compatível com a relevância dos riscos assumidos pela organização.

Alguns usos de IA poderão permanecer no nível operacional; outros demandarão validação de jurídico ou compliance, aprovação da diretoria ou, pela sua materialidade, supervisão do próprio conselho.

A questão central não é levar a IA ao conselho, mas definir quando ela precisa chegar até ele.

A CVM já opera com lógica de riscos e supervisão

No Ofício Circular Anual SEP 2026, a área técnica da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) trata a política de gerenciamento de riscos do Formulário de Referência (Resolução CVM 80) como um conjunto de regras estabelecidas pelos administradores para mitigar ou controlar riscos, com identificação dos órgãos e comitês responsáveis.

Quanto aos controles internos, a companhia deve informar se e como sua eficiência é supervisionada pela administração.

O Ofício ressalta que cabe à administração julgar quais riscos são relevantes e como mitigá-los, inclusive riscos emergentes.

Não há obrigação autônoma de tratar inteligência artificial como categoria própria de risco, mas a lógica regulatória é relevante.

O Formulário exige a apresentação dos fatores de risco materialmente relevantes, em lista exemplificativa. Novos riscos não deixam de existir apenas porque a tecnologia que os originou é nova, e a crescente dependência de sistemas de IA pode entrar nesse radar.

A legislação de IA aproxima os dois mundos

O PL 3.060/2026, apensado ao PL 2.338/2023 (marco legal da IA, aprovado pelo Senado e em análise na Câmara), trata de deveres dos administradores de pessoas jurídicas privadas no uso de IA.

O texto propõe política institucional aprovada pelo órgão de administração, inventário dos sistemas, avaliações de impacto e revisão humana. Trata-se de projeto em tramitação, e não de obrigação vigente.

Independentemente do desenho adotado, a inteligência artificial começa a ser tratada expressamente como matéria de governança e de responsabilidade dos administradores.

A discussão, portanto, não pode ficar restrita à área de tecnologia. Mas levá-la para a governança tampouco significa impedir a companhia de assumir riscos ou inovar.

Governar não é impedir o risco

Boa governança de inteligência artificial não significa eliminar risco, assim como boa administração nunca significou eliminar risco empresarial. A própria business judgment rule reconhece que administrar envolve escolhas, incerteza e possibilidade de erro.

O papel da governança é outro: assegurar que a organização saiba quais riscos está assumindo, quem possui autoridade para assumi-los e como serão acompanhados. Isso vale para uma aquisição e, cada vez mais, para a decisão de atribuir uma atividade a um sistema de IA.

Quanto maior a parcela da decisão apoiada pela tecnologia, mais importante se torna a qualidade do processo que levou a organização a utilizá-la.

O conselho não precisa conhecer cada algoritmo; precisa saber se a organização criou mecanismos adequados para identificar usos relevantes, estabelecer alçadas, monitorar riscos e reagir quando necessário.

No fim, talvez essa seja a pergunta que melhor conecta inteligência artificial e Direito Societário: não apenas o que a tecnologia decidiu, mas quem decidiu que ela poderia decidir.

Na previdência complementar, não há benefício sem reserva

Proteger o participante de um plano de previdência complementar não significa apenas reconhecer direitos individuais. Significa também assegurar que o pagamento de um benefício hoje não comprometa os recursos destinados a ele próprio e aos demais participantes amanhã. Em um sistema construído para atravessar décadas, a proteção individual e a sustentabilidade coletiva não são objetivos opostos. Uma depende da outra.

Essa lógica, embora pareça evidente, nem sempre é devidamente considerada quando os conflitos previdenciários chegam ao Judiciário. Diferentemente de uma empresa que responde por suas obrigações com patrimônio próprio, uma entidade fechada administra recursos constituídos pelos participantes e patrocinadores para finalidades específicas. Qualquer decisão que altere a destinação desses valores ou imponha uma obrigação sem o custeio correspondente produz efeitos que ultrapassam as partes diretamente envolvidas no processo.

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A proteção jurídica, portanto, não pode se limitar ao direito individual examinado isoladamente. Precisa considerar a estrutura contratual e atuarial que sustenta o plano, a origem dos recursos e os compromissos assumidos com toda a coletividade. Ignorar essa dimensão pode produzir uma solução favorável em um caso concreto, mas criar desequilíbrios e retirar segurança de outros participantes que confiaram suas economias ao mesmo sistema.

Essa foi uma das principais reflexões trazidas pelo ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), durante a palestra magna do 21º Encontro Nacional dos Advogados das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (ENAPC), realizado no final de agosto, em Brasília. Ao apresentar a evolução da jurisprudência do STJ, o ministro destacou que a confiança do participante deve ser protegida sem que isso signifique sacrificar a solvência e o equilíbrio atuarial dos planos.

Noronha foi especialmente direto ao abordar situações de desequilíbrio financeiro. Segundo destacou, não existe “milagre” capaz de resolver um déficit atuarial sem custo. Quando uma obrigação é criada ou ampliada sem a correspondente fonte de custeio, a conta não desaparece. Ela será paga pelo aumento das contribuições, pela redução de benefícios ou pela utilização de recursos destinados a outras obrigações.

Essa constatação pode parecer estritamente financeira, mas traduz uma questão jurídica essencial. O artigo 202 da Constituição Federal estabelece que o regime de previdência complementar deve ser baseado na composição de reservas que garantam o benefício contratado. Não se trata de uma recomendação administrativa, mas de um dos fundamentos constitucionais do sistema.

A previdência complementar fechada funciona por meio da acumulação de recursos ao longo do tempo. Cada benefício prometido precisa encontrar correspondência nas contribuições realizadas e nas reservas formadas para seu pagamento. Por isso, decisões que reconhecem vantagens sem indicar a respectiva fonte de custeio não criam novos recursos. Apenas transferem o custo para alguém que não assumiu aquela obrigação.

É justamente essa relação entre benefício, reserva e fonte de custeio que está no cerne da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 1025, em tramitação no Supremo Tribunal Federal. Proposta pela Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), a ação questiona decisões judiciais, especialmente do STJ, que permitiram a utilização de reservas de determinados grupos de participantes para pagar benefícios vinculados a outros grupos, cujos recursos se tornaram insuficientes. São as chamadas submassas, que podem ser administradas pela mesma entidade e até integrar um mesmo plano, mas possuem direitos, obrigações, patrocinadores e reservas próprios.

A segregação desses recursos não é uma formalidade contábil. É o mecanismo que assegura que as contribuições feitas por um grupo sejam utilizadas para cumprir os compromissos assumidos com aquele mesmo grupo. A entidade fechada administra esse patrimônio, mas não é sua proprietária e não pode dispor livremente dele para cobrir obrigações estranhas à finalidade para a qual foi constituído.

Quando as reservas de uma submassa se esgotam, recorrer ao patrimônio de outra não recompõe o equilíbrio do sistema. Apenas desloca o déficit. O benefício assegurado a um grupo passa a ser financiado pelos participantes de outro, que contribuíram para obrigações diferentes e confiaram que seus recursos permaneceriam protegidos.

É nesse ponto que a defesa da sustentabilidade coletiva ganha seu sentido mais concreto. Não há proteção verdadeira quando o direito reconhecido a um participante é financiado pelas reservas constituídas para garantir o futuro de outro. Tampouco há justiça em preservar uma obrigação por meio da redução da segurança patrimonial de pessoas que não participaram da relação que a originou.

A previdência complementar é facultativa, contratual e sustentada pela confiança. Participantes precisam confiar que as contribuições feitas ao longo da vida estarão disponíveis no momento da aposentadoria. Patrocinadores, por sua vez, precisam de previsibilidade sobre as responsabilidades assumidas. Se obrigações puderem ser transferidas entre grupos sem previsão contratual e sem a correspondente reserva, essa confiança será inevitavelmente abalada.

O problema ultrapassa, portanto, os interesses das entidades envolvidas nos processos que deram origem à ADPF. A possibilidade de compartilhamento compulsório de reservas afeta todo o modelo multipatrocinado e multiplano, justamente aquele que permitiu ampliar a eficiência da gestão e o alcance da previdência complementar fechada no país.

A discussão também mostra por que a segurança jurídica foi um dos temas centrais do 21º ENAPC. Consolidar a previdência complementar como política de Estado exige regras estáveis, decisões coerentes e respeito às bases constitucionais do sistema. Sem isso, perde-se a capacidade de planejar no longo prazo, formar poupança previdenciária e atrair novos participantes e patrocinadores.

Ao julgar a ADPF 1025, o Supremo terá a oportunidade de afirmar que sustentabilidade atuarial e proteção dos participantes fazem parte da mesma garantia constitucional. Preservar a independência patrimonial das submassas não significa negar direitos. Significa impedir que o reconhecimento de um direito produza, como consequência, a violação do patrimônio previdenciário de terceiros.

Na previdência complementar, a solidariedade existe dentro dos limites estabelecidos pelos contratos, pelos regulamentos e pelas reservas constituídas. Não pode ser presumida entre grupos independentes nem criada posteriormente para compensar recursos que deixaram de ser aportados. Afinal, proteger o participante é também assegurar que a reserva formada para o seu benefício continuará pertencendo ao futuro que ele planejou.

Quem são os candidatos a deputado federal pelo Piauí (PI) nas eleições 2026

Mais de 2,7 milhões de eleitores estão aptos a votar nos 164 candidatos a deputado federal pelo Piauí nas eleições 2026. A votação será realizada em 4 de outubro.

Por lei, a quantidade de cadeiras destinadas a cada estado é definida com base no tamanho de sua população no último Censo em relação ao número de vagas existentes na Câmara. O Piauí elege 10 candidatos a deputado federal.

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A eleição de deputados federais funciona de forma distinta da escolha de presidente, governadores, prefeitos e senadores, que são eleitos pelo sistema majoritário. Para o posto de deputado federal, utiliza-se o sistema proporcional. Nesse modelo, entram na conta os votos de todos os candidatos ao cargo pelo mesmo partido ou federação, assim como os votos dados diretamente à legenda, ou seja, quando o eleitor digita somente os dois números do partido, sem indicar um candidato.

+JOTAQuem são os candidatos a presidente da República nas eleições de 2026

O total de votos determina quantas vagas cada partido ou federação terá direito a ocupar. Para essa distribuição, é utilizado o quociente eleitoral, que determina quantos deputados cada sigla ou federação poderá eleger. O cálculo é feito com base na divisão dos votos válidos no estado pelo número de cadeiras disponíveis. Legendas que não alcançam o quociente não elegem representantes.

+JOTAQuem são os candidatos a senador pelo Piauí (PI) nas eleições 2026

A eleição dos deputados federais é realizada no dia 4 de outubro, no primeiro turno. O segundo turno, apenas para governador e presidente, se necessário, está marcado para 25 de outubro.

+JOTA: Quem são os candidatos a governador do Piauí (PI) nas eleições 2026

Confira quem são e quais são os números dos candidatos a deputado federal pelo Piauí (PI) em 2026

Nome Urna Partido/Federação Situação Partido
AINOAN SOUSA MOBILIZA Concorrendo 3303
ALAN OSÓRIO REPUBLICANOS Concorrendo 1099
ALBERTINO RIBEIRO NOVO Concorrendo 3003
ALEX CABELO MOBILIZA Concorrendo 3322
ALEXANDRE SOUSA PODE Concorrendo 2014
ALINE NASCIMENTO AVANTE Inapto 7077
ALINE NASCIMENTO AVANTE Concorrendo 7077
ALINE TEIXEIRA MDB Concorrendo 1580
ANA BRITO FEDERAÇÃO PSOL REDE (PSOL e REDE) Concorrendo 5090
ANA FIDELIS REPUBLICANOS Concorrendo 1012
ANA LINA NERES PDT Concorrendo 1233
ANDRÉ MESQUITA FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA (PSDB e Cidadania) Concorrendo 4555
ANDREIA VIANA DEMOCRATA Concorrendo 3535
ANGELA DO POVÃO MOBILIZA Concorrendo 3313
ANGELO CARVALHO MISSÃO Concorrendo 1414
ANTONIO CACHORRO FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTA (União e Progressistas) Concorrendo 1144
ANTONIO DE DEUS DC Concorrendo 2727
ANTÔNIO DE PÁDUA CARNAÚBA FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA (PSDB e Cidadania) Concorrendo 4566
ARI HILTON NOVO Concorrendo 3020
ARTÊNIO DO AXÉ PDT Concorrendo 1273
ÁTILA LIRA FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTA (União e Progressistas) Concorrendo 1110
AUGUSTO FERREIRA UP Concorrendo 8000
CAPITÃO FABIO ABREU REPUBLICANOS Concorrendo 1010
CARLIR CARCARA DC Concorrendo 2755
CARMELITA CASTRO FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA (PT, PCdoB e PV) Concorrendo 4313
CASTRO NETO MDB Concorrendo 1515
CEL. ELIZETE FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA (PT, PCdoB e PV) Concorrendo 1377
CICERO ROMÃO MOBILIZA Concorrendo 3325
CLAUDIA COSTA MISSÃO Concorrendo 1445
CLEITON POPULAR PL Concorrendo 2255
CORONEL NAJRA PSD Concorrendo 5593
CRISTIANO FOLHA DA FARMÁCIA FEDERAÇÃO PSOL REDE (PSOL e REDE) Concorrendo 1800
DANIEL COSTA FEDERAÇÃO PSOL REDE (PSOL e REDE) Concorrendo 5022
DARA NETO UP Concorrendo 8080
DEDÉ ALDENICE FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTA (União e Progressistas) Concorrendo 4410
DEISE JACIELE NOVO Concorrendo 3023
DELEGADA ANAMELKA MDB Concorrendo 1501
DELEGADO CHARLES FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA (PT, PCdoB e PV) Concorrendo 4321
DENILSON SILVA DC Concorrendo 2799
DEUSIMAR “O TERERÊ” PSD Concorrendo 5511
DEUZELIA MARIA PCO Concorrendo 2911
DOUTORA ELISVANIA RODRIGUES REPUBLICANOS Concorrendo 1044
DR. FRANCISCO FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA (PT, PCdoB e PV) Concorrendo 1313
DR. GILBERTO MOREIRA PODE Concorrendo 2000
DR. MAURÍCIO SOARES PL Concorrendo 2200
DR. RIBAMAR BANDEIRA MDB Concorrendo 1500
DRA. DANIELLE PESSOA PODE Inapto 2026
DRA. KARINE BONFIM NOVO Concorrendo 3022
ELISDALVA LOPES MISSÃO Concorrendo 1420
EMANOEL PAIVA FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTA (União e Progressistas) Concorrendo 4411
EMILY SANTOS PL Concorrendo 2222
ENEIAS MORAES MOBILIZA Concorrendo 3347
ENFERMEIRA VÂNIA CARVALHO FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTA (União e Progressistas) Concorrendo 1123
ENFERMEIRO ANTONIO NETO MDB Concorrendo 1512
ENGENHEIRO PEDRO MONTEIRO DEMOCRATA Concorrendo 3525
ERIVAN COSTA NOVO Concorrendo 3075
ERIVAN LIMA PL Concorrendo 2232
EUNICE ROCHA FEDERAÇÃO PSOL REDE (PSOL e REDE) Concorrendo 5070
FÁBIO JÚNIOR AVANTE Concorrendo 7007
FABRICIO LOIOLA REPUBLICANOS Concorrendo 1011
FLÁVIO NOGUEIRA FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA (PT, PCdoB e PV) Concorrendo 1312
FLORENTINO NETO FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA (PT, PCdoB e PV) Concorrendo 1310
FRANCISCA PROTETORA DEMOCRATA Concorrendo 3517
FRANCISCO SOUSA DC Concorrendo 2700
FRANZÉ SILVA FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA (PT, PCdoB e PV) Concorrendo 1331
GEORGIANO PSD Concorrendo 5555
GERALDIN FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTA (União e Progressistas) Concorrendo 4444
GIL PARAIBANO FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTA (União e Progressistas) Concorrendo 1100
GIORDAN MENESES MISSÃO Concorrendo 1433
GISELE SANTOS DC Concorrendo 2738
GRAZIELE OLIVEIRA FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA (PSDB e Cidadania) Concorrendo 4532
GYSELLE CAJUÍNA FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTA (União e Progressistas) Concorrendo 1112
HEDILENE NASSIL AVANTE Concorrendo 7070
HILDER MONÇÃO PSD Concorrendo 5566
IRMÃ CALINA LOPES AVANTE Inapto 7013
IRMÃ CALINA LOPES AVANTE Concorrendo 7013
IRMÃO VELOSO FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA (PSDB e Cidadania) Concorrendo 4522
IRMÃO ZÉ LUIS MDB Concorrendo 1522
ISRAEL OLIVER MISSÃO Concorrendo 1477
JACIRA MACEDO MISSÃO Concorrendo 1401
JADYEL REPUBLICANOS Concorrendo 1000
JAIR SAMPAIO DC Inapto 2788
JEFFERSON CARVALHO NOVO Concorrendo 3030
JÉSSICALINE MOBILIZA Concorrendo 3320
JESUS RODRIGUES FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA (PSDB e Cidadania) Concorrendo 2333
JOAQUIM SARAIVA FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA (PSDB e Cidadania) Concorrendo 2377
JOTINHA FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTA (União e Progressistas) Concorrendo 1155
JULIANA RODRIGUES FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA (PSDB e Cidadania) Concorrendo 2345
JULIO ARCOVERDE FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTA (União e Progressistas) Concorrendo 1111
JÚLIO LEITE PDT Concorrendo 1200
JÚNIOR PIAUÍ MISSÃO Concorrendo 1444
LALÁ NOVO Concorrendo 3000
LAMBERTINY PCO Concorrendo 2929
LAURA NASCIMENTO PSD Concorrendo 5588
LEÔNIDAS DC Concorrendo 2773
LIAMARA ALENCAR PL Concorrendo 2211
LÍVIA MARA PDT Concorrendo 1222
LIVIA OLIVEIRA PSD Concorrendo 5544
LUCAS BARBOSA FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA (PSDB e Cidadania) Concorrendo 4567
LUCY DA SILVA NOVO Concorrendo 3021
LUZIA ALVES FEDERAÇÃO PSOL REDE (PSOL e REDE) Concorrendo 1818
MÃE LÚCIA DE IANSÃ FEDERAÇÃO PSOL REDE (PSOL e REDE) Concorrendo 5050
MAGNO SOARES REPUBLICANOS Concorrendo 1013
MAJOR COSTA ARAÚJO PL Concorrendo 2252
MÁRCIA ARAÚJO PDT Concorrendo 1234
MARCOS AURELIANO MOBILIZA Concorrendo 3330
MARCOS AURÉLIO MDB Concorrendo 1511
MARCOS CANGURU AVANTE Concorrendo 7011
MARCUS KAUAN MISSÃO Concorrendo 1400
MARIA SOARES PODE Concorrendo 2022
MAURICIO DE SOUSA MOBILIZA Concorrendo 3333
MAYARA LEÃO FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA (PSDB e Cidadania) Concorrendo 4545
MERLONG SOLANO FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA (PT, PCdoB e PV) Concorrendo 1333
NAIANE ALGARVES FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA (PSDB e Cidadania) Concorrendo 4517
NANDO DO LAR DO NANDO PSD Concorrendo 5520
NATANAEL VIDA BOA PL Concorrendo 2233
NEUMA CAFÉ PSD Concorrendo 5533
ODIR SANTANA NOVO Concorrendo 3077
ORLANDO MATIAS MOBILIZA Concorrendo 3321
PASTOR RINALDO DEMOCRATA Concorrendo 3555
PASTORA DIANA CARVALHO REPUBLICANOS Concorrendo 1022
PAULO LUSTOSA DEMOCRATA Concorrendo 3577
PAULO MOURÃO PL Concorrendo 2277
PEREIRA SÁ NOVO Concorrendo 3031
PR. JOSIMAR CARVALHO NOVO Concorrendo 3011
PROF LEONIDAS QUARESMA REPUBLICANOS Concorrendo 1036
PROF MANOEL LIBRAS DEMOCRATA Concorrendo 3545
PROFESSOR ADÃO DC Inapto 2777
PROFESSOR CALEBE TEMPORAL PODE Concorrendo 2077
PROFESSOR MARCOS AURÉLIO AVANTE Concorrendo 7000
PROFESSOR MARCOS AURÉLIO AVANTE Inapto 7010
PROFESSOR XIMENES AVANTE Concorrendo 7080
PROFESSOR ZENIVAN AVANTE Concorrendo 7088
PROFESSORA SANDRA RAMOS PODE Concorrendo 2020
RAISSA PROTETORA FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA (PT, PCdoB e PV) Concorrendo 1322
RIBAMAR CABRAL FEDERAÇÃO PSOL REDE (PSOL e REDE) Concorrendo 5000
ROGÉRIO LINGO LINGO PL Concorrendo 2210
RÔMULO AUGUSTO MDB Concorrendo 1544
SAMANTHA CAVALCA FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTA (União e Progressistas) Concorrendo 1122
SAMARA OLIVEIRA AVANTE Concorrendo 7099
SARAH MENEZES MDB Concorrendo 1516
SARGENTA BENEDITA DEMOCRATA Concorrendo 3502
SARGENTA GALIANA MOBILIZA Concorrendo 3399
SARGENTO ETNIEL ANCHIETA PSD Concorrendo 5577
SARVIA MDB Concorrendo 1510
SÍLVIO BRITO PSD Concorrendo 5569
SOCORRO DA MADRE TEREZA PDT Concorrendo 1207
SOCORRO MEDEIROS PL Concorrendo 2244
SUBTENENTE OLIVEIRA DEMOCRATA Concorrendo 3500
TATIANA CRUZ DC Concorrendo 2722
TOMAZ TEIXEIRA REPUBLICANOS Concorrendo 1001
VAGUIM PDT Concorrendo 1212
VALDIVINO FOFÃO MOBILIZA Concorrendo 3355
VALTEVI BARROS AVANTE Concorrendo 7022
VENÂNCIO MDB Concorrendo 1555
VICENTE NOGUEIRA DEMOCRATA Concorrendo 3544
VIGILANTE WALMIR SALVADOR FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA (PSDB e Cidadania) Concorrendo 4511
WESLEY FRANÇA DEMOCRATA Concorrendo 3508
WESLEY LEÃO FEDERAÇÃO PSOL REDE (PSOL e REDE) Concorrendo 5030
WILMA CARVALHO FEDERAÇÃO PSOL REDE (PSOL e REDE) Concorrendo 5077
WILSON MARTINS PSD Concorrendo 5500
ZÉ SANTANA FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA (PT, PCdoB e PV) Concorrendo 1311
ZEFA DC Concorrendo 2710
ZENAIDE LUSTOSA FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA (PT, PCdoB e PV) Concorrendo 1344

Quem são os candidatos a deputado federal pelo Rio Grande do Norte (RN) nas eleições 2026

Mais de 2,66 eleitores potiguares estão aptos a eleger 8 dos 111 candidatos a deputado federal pelo Rio Grande do Norte (RN) nas eleições 2026. 

O número de cadeiras a serem disputadas é fixado por lei e leva como referência o tamanho da população do estado no último Censo dividido pela quantidade de cadeiras na Câmara. O mínimo de vagas para o cargo de deputado federal é de 8 e o máximo é de 70. Rio Grande do Norte tem 8 vagas, o piso. 

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A escolha para o cargo ocorre de maneira diferente da eleição para presidente, governador, prefeito e senador, que seguem o sistema majoritário. Para deputados federais, é adotado o sistema proporcional, em que são somados os votos de todos os candidatos a esta posição pelo partido ou federação, além dos votos direcionados diretamente à legenda, ou seja, quando o eleitor não escolhe um candidato específico, mas digita os dois números partidários.

+JOTAQuem são os candidatos a presidente da República nas eleições de 2026

Dessa forma, cada partido ocupa um determinado número de vagas na Câmara de acordo com esse volume geral de votos. O quociente eleitoral é o que define quantos deputados cada sigla ou federação irão eleger. Ele é o método utilizado para distribuir as cadeiras e é obtido por meio da divisão do número de votos válidos em cada estado pelo número de vagas em disputa. Se uma legenda não atinge o quociente, não elege representantes.

+JOTAQuem são os candidatos ao Senado por Rio Grande do Norte (RN) nas eleições 2026

Os candidatos a deputado federal serão eleitos no dia 4 de outubro, em turno único. Eles não participam do segundo turno, marcado para 25 de outubro.

+JOTA: Quem são os candidatos a governador do Rio Grande do Norte (RN) nas eleições 2026

Confira quem são e quais são os números dos candidatos a deputado federal pelo Rio Grande do Norte (RN) em 2026

Nome Urna Partido/Federação Situação Partido
ABEL FARIAS NOVO Concorrendo 3030
ABIMAEL COSTA MISSÃO Concorrendo 1400
ADELITA OLIVEIRA DC Concorrendo 2799
ADRIANA ALBUQUERQUE AVANTE Concorrendo 7077
AILTON RAMOS POR K PSB Concorrendo 4010
ALANNA BEATRIZ MISSÃO Concorrendo 1447
ALEX KROOS FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA (PSDB e Cidadania) Concorrendo 4508
ALEXANDRE RAMOS MOBILIZA Concorrendo 3350
ANA CLARA GURGEL MISSÃO Concorrendo 1444
ANGELITA DA VILA MOBILIZA Concorrendo 3335
ANNE BEZERRA FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA (PSDB e Cidadania) Concorrendo 2323
APOLLIANE SOUZA AVANTE Concorrendo 7010
ARAPUÁ DE MACAU PSB Concorrendo 4055
ATAANDRA ABRANTES FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA (PSDB e Cidadania) Concorrendo 4588
BENES LEOCÁDIO FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTA (União e Progressistas) Concorrendo 4444
BIA DO MLB UP Concorrendo 8000
BIANCA NEGREIROS FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTA (União e Progressistas) Inapto 4445
BRISA FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA (PT, PCdoB e PV) Concorrendo 1313
CABO DEYVISON PL Concorrendo 2288
CAMILA ATÍPICA NOVO Concorrendo 3022
CARLA DICKSON PL Concorrendo 2211
CARLOS ENFERMEIRO FEDERAÇÃO RENOVAÇÃO SOLIDÁRIA (PRD e Solidariedade) Concorrendo 2500
CINTIA MAIA PDT Concorrendo 1212
CORONEL BRILHANTE PL Concorrendo 2244
CRISTIANI ARTESÃ FEDERAÇÃO RENOVAÇÃO SOLIDÁRIA (PRD e Solidariedade) Concorrendo 7732
DANI RIBEIRO FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTA (União e Progressistas) Concorrendo 4400
DANIEL RIZZI NOVO Concorrendo 3055
DAVI RODRIGUES JR. PDT Concorrendo 1277
DÉBORAH SUELLEN FEDERAÇÃO RENOVAÇÃO SOLIDÁRIA (PRD e Solidariedade) Concorrendo 7717
DIRETOR DILSON LIMA NOVO Concorrendo 3003
DR DANIEL NOVO Concorrendo 3044
DR. BERNARDO FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA (PT, PCdoB e PV) Concorrendo 4300
DR. ESTÁCIO PDT Concorrendo 1233
DR. SALOMÃO MISSÃO Concorrendo 1411
DRA GLEUCE LEITE PSB Concorrendo 4013
DRA ROSEMARIA FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA (PSDB e Cidadania) Inapto 4566
DRA. DALILA VETERINÁRIA NOVO Concorrendo 3033
ED RODRIGUES FEDERAÇÃO PSOL REDE (PSOL e REDE) Concorrendo 5088
ERMINIO FELIX PSB Concorrendo 4040
FAUSTINO FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTA (União e Progressistas) Concorrendo 4455
FELIX SANTOS MISSÃO Concorrendo 1477
FLAVIO LUIZ FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA (PSDB e Cidadania) Concorrendo 4512
FRAN BARBEIRO FEDERAÇÃO RENOVAÇÃO SOLIDÁRIA (PRD e Solidariedade) Concorrendo 2544
FRED BRAGA FEDERAÇÃO RENOVAÇÃO SOLIDÁRIA (PRD e Solidariedade) Concorrendo 7777
GABI TRAJANO PL Concorrendo 2277
GABRIEL BOTELHO MISSÃO Concorrendo 1401
GABRIEL NUNES AVANTE Concorrendo 7012
GARIBALDE LEITE FEDERAÇÃO RENOVAÇÃO SOLIDÁRIA (PRD e Solidariedade) Concorrendo 2570
GENERAL GIRÃO PL Concorrendo 2210
HELIA LIMA PSB Concorrendo 4011
HUDSON TOURINHO AVANTE Concorrendo 7070
IGOR FERNANDES MISSÃO Concorrendo 1441
IGOR RAYAN MISSÃO Concorrendo 1455
IGOR ROCHA FEDERAÇÃO PSOL REDE (PSOL e REDE) Concorrendo 5098
ÍRIS DE GÓIS DC Inapto 2777
JEAN RODRIGUES DC Inapto 2710
JOÃO MAIA FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTA (União e Progressistas) Concorrendo 1111
JOHN KENNETH FEDERAÇÃO RENOVAÇÃO SOLIDÁRIA (PRD e Solidariedade) Concorrendo 7722
JUNINHO SAIA RODADA PL Concorrendo 2200
KARINE DA VILA MOBILIZA Concorrendo 3309
KEROLAYNE FERREIRA FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA (PT, PCdoB e PV) Concorrendo 6565
LEILA MAIA FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTA (União e Progressistas) Concorrendo 1144
LILIAN CYNTHIA AVANTE Concorrendo 7044
MAGNO REIS MOBILIZA Concorrendo 3312
MARLEIDE CUNHA FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA (PT, PCdoB e PV) Concorrendo 1300
MINEIRO FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA (PT, PCdoB e PV) Concorrendo 1333
MOACIR J. BARROS PSB Concorrendo 4012
NAGILA DINIZ FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTA (União e Progressistas) Concorrendo 4477
NALBA DA SAUDE MOBILIZA Concorrendo 3310
NARDE SANTOS FEDERAÇÃO RENOVAÇÃO SOLIDÁRIA (PRD e Solidariedade) Concorrendo 2555
NATÁLIA BONAVIDES FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA (PT, PCdoB e PV) Concorrendo 1311
NAXSON PALHARES PDT Concorrendo 1213
NEGA DE NENEM BORGES FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA (PSDB e Cidadania) Concorrendo 4555
NINA PL Concorrendo 2233
ODON JUNIOR FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA (PT, PCdoB e PV) Concorrendo 1345
OMAR NOGUEIRA AVANTE Concorrendo 7000
PALHAÇO  FUXIQUINHO AVANTE Concorrendo 7011
PASTOR JÚLIO NETO DC Concorrendo 2711
PASTORA VERONICA FEDERAÇÃO PSOL REDE (PSOL e REDE) Concorrendo 5055
PATRÍCIA CASTRO PDT Concorrendo 1255
PATRICIA FERREIRA MOBILIZA Concorrendo 3323
PAULINHA GALDINO FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTA (União e Progressistas) Concorrendo 1122
PAULO OVÍDIO FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA (PSDB e Cidadania) Concorrendo 2345
PEDRO CHE PDT Concorrendo 1200
PEDRO FILHO PL Concorrendo 2255
PEDRO HENRIQUE PSB Inapto 4044
PHILIPE DO VAT FEDERAÇÃO PSOL REDE (PSOL e REDE) Concorrendo 5044
PROFESSOR EDVALDO JÚNIOR PDT Concorrendo 1244
PROFESSORA CLARICE DC Concorrendo 2730
PROFESSORA SÂMELA PDT Concorrendo 1230
RAMA CUNHA FEDERAÇÃO RENOVAÇÃO SOLIDÁRIA (PRD e Solidariedade) Concorrendo 2512
RAPHAEL FERREIRA NOVO Concorrendo 3000
RAPOSINHA FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA (PT, PCdoB e PV) Concorrendo 6513
RAQUEL LOVAN PSB Concorrendo 4088
RICHARDSON NOVO Concorrendo 3001
ROBINSON FARIA FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTA (União e Progressistas) Concorrendo 1155
RODRIGO ALADIM FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA (PSDB e Cidadania) Inapto 4567
SAMARA TORRES MOBILIZA Concorrendo 3322
SARGENTO GONÇALVES PL Concorrendo 2222
SARGENTO MELQUISEDEC DC Concorrendo 2722
SUSAPE AUGUSTO PDT Concorrendo 1234
SUYANE VARELA NOVO Concorrendo 3010
THABATTA PIMENTA FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA (PT, PCdoB e PV) Concorrendo 4343
VANUZIA FEDERAÇÃO PSOL REDE (PSOL e REDE) Concorrendo 5013
VICTOR HUGO UP Concorrendo 8080
VITOR MARQUES AVANTE Concorrendo 7022
VIVIANE AVELINO MISSÃO Concorrendo 1414
WENDER ANDRADE MOBILIZA Concorrendo 3333
WINDSON XUXU MOBILIZA Concorrendo 3324
XEXEU DE NATAL DC Concorrendo 2724
ZÉ PEIXEIRO FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA (PSDB e Cidadania) Inapto 4545

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