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Quem são os candidatos ao Senado pelo Ceará (CE) nas eleições de 2026

Oito políticos serão candidatos às duas vagas ao Senado pelo Ceará (CE) nas eleições 2026. Os mandatos dos eleitos irão de 2027 a 2035.

Veja a lista completa dos candidatos a senador pelo Ceará (CE) nas eleições 2026:

  • Cid Gomes (PSB)
  • Alcides Fernandes (PL)
  • Capitão Wagner (União)
  • Catarina Matos (UP)
  • Guilherme Theóphilo (Novo)
  • Lino Alves (PCO)
  • Luizianne (Rede)
  • Reginaldo (PSTU)

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As cadeiras que estarão em disputa são as ocupadas atualmente por Cid Gomes (PSB) e Eduardo Girão (Novo). Já o senador Camilo Santana (PT) tem mandato assegurado até 2031 e não disputa o pleito atual.

Cid Gomes (PSB) será candidato à reeleição como senador pelo Ceará (CE) nas eleições 2026, enquanto Eduardo Girão (Novo) compõe a chapa encabeçada por Romeu Zema (Novo) na disputa pela Presidência da República.

Com essa movimentação, o partido Novo oficializou o nome do Guilherme Theophilo (Novo) como candidato ao Senado pelo Ceará (CE) nas eleições 2026. A deputada federal Luizianne Lins (Rede) e o ex-deputado federal Capitão Wagner (União) também estão na disputa.

+JOTA: Quem são os candidatos a presidente da República nas eleições 2026

O primeiro turno das eleições de 2026 será realizado no dia 4 de outubro. Para o Senado, o pleito é decidido em um único turno por maioria simples de votos.

Veja quem são os candidatos a senador pelo Ceará (CE) em 2026

Cid Gomes (PSB)

Natural de Sobral (CE), Cid Ferreira Gomes tem 63 anos e é engenheiro civil. Membro de uma tradicional família política, iniciou a trajetória pública em 1990, quando se elegeu deputado estadual pelo Ceará. Quatro anos depois, em 1994, foi reeleito. Nesse período, presidiu a Assembleia Legislativa do Ceará entre 1995 e 1996. No pleito de 1996, foi eleito prefeito de Sobral, cargo para o qual se reelegeu em 2000. Elegeu-se governador em 2006 e obteve a reeleição em 2010. Em 2015, assumiu o comando do Ministério da Educação no governo Dilma Rousseff. Em 2018, foi eleito senador. Agora Cid Gomes é candidato à reeleição a senador pelo Ceará (CE) nas eleições 2026. O número do candidato Cid Gomes nas urnas é 400.

Alcides Fernandes (PL)

Alcides Fernandes é pastor evangélico e pai do deputado federal André Fernandes (PL). Batizado pela Igreja Assembleia de Deus, iniciou a trajetória religiosa em 1991 quando assumiu o trabalho ministerial no município de Abaiara (CE). Posteriormente, liderou congregações nas cidades de Ipaumirim, Brejo Santo e em sua terra natal, Cariús. Já a carreira política começou em 2018 ao coordenar a campanha de seu filho. Em 2022, filiou-se ao PL e foi eleito deputado estadual no estado. Agora, Alcides Fernandes é candidato ao Senado pelo Ceará (CE) nas eleições 2026. O número de Alcides Fernandes nas urnas é 222.

Capitão Wagner (União)

Natural de São Paulo, Wagner Sousa Gomes, conhecido politicamente como Capitão Wagner, tem 47 anos e é militar da reserva. Formado em segurança pública, foi presidente da Associação dos Profissionais de Segurança Pública do Ceará (Aprospec) em 2011. No ano seguinte, em 2012, elegeu-se vereador de Fortaleza, cargo que ocupou até 2015. Foi eleito deputado estadual em 2014 e deputado federal em 2018. Em 2023, atuou como secretário municipal de Saúde de Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza. Em 2016, 2020 e 2024, candidatou-se à prefeitura da capital, sem ser eleito. Agora Capitão Wagner é candidato a senador pelo Ceará (CE) nas eleições 2026. O número do candidato Capitão Wagner é 445.

Catarina Matos (UP)

Natural de Fortaleza, Catarina da Graça Almeida Matos tem 38 anos e é professora de língua portuguesa. Sem histórico de candidaturas anteriores a cargos eletivos, é militante do Movimento de Mulheres Olga Benário e fundadora da Unidade Popular pelo Socialismo (UP). Agora Catarina Matos é candidata ao Senado pelo Ceará (CE) nas eleições 2026. O número de Catarina Matos nas urnas é 800.

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Guilherme Theóphilo (Novo)

Natural do Rio de Janeiro, Guilherme Cals Theophilo Gaspar de Oliveira tem 71 anos e é militar da reserva. Formado em ciências militares, iniciou sua trajetória nas Forças Armadas na década de 1970. Em 1990, atuou como observador militar da Organização das Nações Unidas (ONU) na América Central. Foi comandante do Comando Militar da Amazônia (CMA) entre 2014 e 2016 e chefe do Comando Logístico (Colog) de 2016 a 2018, ano em que ingressou na reserva. Em 2018, disputou o cargo de governador do Ceará, sem ser eleito. Foi secretário nacional de segurança pública entre 2019 e 2020 e assumiu a liderança executiva do Instituto Combustível Legal (ICL) em 2021. Agora Guilherme Theophilo é candidato ao Senado pelo Ceará (CE) nas eleições 2026. O número do candidato Guilherme Theophilo é 300.

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Lino Alves (PCO)

O engenheiro Lino Alves é candidato a senador pelo Ceará (CE) nas eleições 2026 pelo PCO. Nascido em Exu (PE), Lino Alves é engenheiro de formação e tem 70 anos. Alves declarou não possuir bens ao registrar sua candidatura. Já foi candidato a vereador e a prefeito de Juazeiro do Norte, a vice-governador do Ceará e a deputado federal, mas nunca se elegeu. O número do candidato Lino Alves é 290.

Luizianne (Rede)

Natural de Fortaleza, Luizianne de Oliveira Lins tem 57 anos e é jornalista e professora universitária, com mestrado em comunicação. Foi eleita vereadora da capital cearense em 1996, mandato que exerceu até 2003. Atuou como deputada estadual de 2003 a 2004, ano em que venceu a disputa pela Prefeitura de Fortaleza, administrando a cidade por dois mandatos consecutivos, de 2005 a 2012. Elegeu-se deputada federal em 2014, sendo reeleita em 2018 e 2022. Agora Luizianne Lins é candidata a senadora pelo Ceará (CE) nas eleições 2026. O número da candidata Luizianne nas urnas é 180.

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Reginaldo (PSTU)

Natural de Limoeiro do Norte (CE), Reginaldo Ferreira de Araújo tem 53 anos e é historiador e servidor público municipal. Em sua cidade natal, candidatou-se a vice-prefeito em 2008 e a prefeito em 2012, sem ser eleito. Concorreu a senador em 2010 e a vice-governador em 2018 e 2022, mas não se elegeu. Agora Reginaldo Ferreira é candidato ao Senado pelo Ceará (CE) nas eleições 2026. O número de Reginaldo nas urnas é 162.

Quem são os candidatos a governador de Sergipe (SE) nas eleições 2026

Seis políticos são candidatos a governador do Sergipe (SE) nas eleições 2026. O atual governador, Fábio Mitidieri (PSD), será candidato à reeleição. Além de ter a vantagem de estar com a máquina pública nas mãos, o mandatário reúne apoio de vários partidos, incluindo o Partido Progressistas (PP) e o União Brasil, PSB e Solidariedade. 

Veja a lista completa de candidatos ao governo do Sergipe nas eleições 2026:

  • Fábio Mitidieri (PSD)
  • Dr. Helton (Psol)
  • Emanuel Cacho (PSDB)
  • Ricardo Marques (PL)
  • Taty Cristina de Jesus (DC)
  • Valmir de Francisquinho (Republicanos)

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Nesse pleito, o governador montou uma chapa puro-sangue com o deputado  Jeferson Andrade (PSD) na vice. Apesar de o PSD ter lançado Ronaldo Caiado à presidência, Mitidieri firmou aliança com o Partido dos Trabalhadores (PT) e tem o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Valmir de Francisquinho (Republicanos), ex-prefeito de Itabaiana (SE), é o principal candidato da oposição a governador do Sergipe (SE) nas eleições 2026. 

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O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, com eventual segundo turno previsto para 25 de outubro.

Quem são os candidatos ao governo de Sergipe (SE) nas eleições 2026

Fábio Mitidieri (PSD)

Fábio Cruz Mitidieri nasceu em Aracaju, tem 48 anos e é formado em administração. Filho do ex-deputado estadual Luiz Mitidieri, foi vereador da capital de 2009 a 2012. Nesse período, em 2011, atuou como secretário municipal de Esporte e Lazer. Em 2013, assumiu a Secretaria do Trabalho de Sergipe. Elegeu-se deputado federal em 2014 e 2018. Foi eleito governador em 2022, ao receber 51,70% dos votos válidos no segundo turno. Agora Fábio Mitidieri é candidato à reeleição a governador de Sergipe (SE) nas eleições 2026.

+JOTA: Quem são os candidatos a senador por Sergipe (SE) nas eleições 2026

Dr. Helton (Psol)

Natural de Aracaju, José Helton Silva Monteiro, conhecido como Dr. Helton, é médico e servidor público. Atualmente, é presidente do Sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed) e atuou como conselheiro estadual de saúde e membro do Conselho Municipal de Aracaju até 2025. Não tem candidaturas anteriores a cargos eletivos. Agora Dr. Helton Monteiro é candidato a governador do Sergipe (SE) nas eleições 2026 em chapa com a líder social Izaltina Quilombola (Psol).

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Emanuel Cacho (PSDB)

Natural de Aracaju, Emanuel Messias Oliveira Cacho tem 66 anos e é advogado criminalista, com pós-graduação em direito penal econômico. Foi secretário da Justiça e da Cidadania de Sergipe entre 2003 e 2006. Foi eleito suplente de senador nas eleições de 2006. Foi membro, em 2011, da comissão de juristas do Senado Federal responsável pela elaboração do novo código penal brasileiro. É presidente da Federação PSDB-Cidadania no estado. Agora Emanuel Cacho é candidato ao governo de Sergipe (SE) nas eleições 2026 em chapa com Suely Barreto, presidente estadual do Cidadania. 

+JOTAQuem são os candidatos a governador do Rio de Janeiro nas eleições 2026

Ricardo Marques (PL)

Recém-filiado ao PL, Ricardo Marques, 57 anos, é vice-prefeito de Aracaju. Marques é formado em jornalismo pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e era filiado ao Cidadania desde o início de sua vida pública, em 2020, quando se candidatou para vereador de Aracaju – cargo que ocupou de 2021 a 2024. Nas eleições municipais de 2024, Marques compôs a chapa da candidata eleita, Emília Corrêa. Agora Ricardo Marques é candidato ao governo do Sergipe (SE) nas eleições 2026 com o apoio de Flávio Bolsonaro (PL).

+JOTAQuem são os candidatos a governador de São Paulo nas eleições 2026

Taty Cristina de Jesus (DC)

Natural de Aracaju (SE), Tatiana Cristina Santos de Jesus, que adotou o nome de urna Taty Cristina de Jesus, tem 44 anos. Jornalista, palestrante e empresária, também atua como mentora de mulheres. Estreante na política,  Taty Cristina de Jesus é candidata ao governo do Sergipe (SE) nas eleições 2026. É a única mulher na corrida pelo governo de Sergipe e concorre pelo Democracia Cristã (DC), em chapa formada com Simeão Barbosa. O partido não integra coligação com outras legendas.

+JOTAQuem são os candidatos a governador de Pernambuco nas eleições 2026

Valmir de Francisquinho (Republicanos)

Natural de Itabaiana (SE), Valmir dos Santos Costa tem 57 anos. Filho do ex-prefeito Francisco Paes da Costa, conhecido como Francisquinho, adotou o nome do pai e iniciou a trajetória política em sua cidade natal, onde exerceu cinco mandatos de vereador entre 1989 e 2012. Na sequência, elegeu-se prefeito do município em 2012, 2016 e 2024. No pleito de 2022, foi candidato a governador, mas teve os votos anulados pela Justiça Eleitoral devido a uma condenação de abuso de poder político e econômico em 2018. Foi absolvido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no final de 2022 Valmir de Francisquinho deixou o cargo de prefeito em abril de 2026 para ser candidato a governador de Sergipe (SE) nas eleições 2026.

Los migrantes en el discurso periodístico ceutí: ¿víctimas o villanos?

Migrantes marroquíes en las calles de Ceuta el pasado 30 de agosto. RTVE

A lo largo del mes de agosto, Ceuta se ha convertido en el escenario de un episodio migratorio de dimensiones excepcionales. Más de 70 000 personas accedieron irregularmente a la ciudad entre finales de julio y principios de agosto, a nado o bordeando a pie el espigón fronterizo con Marruecos. Durante las semanas siguientes las llegadas, los fallecimientos, la seguridad y la respuesta institucional ocuparon (y siguen ocupando) buena parte de la actualidad local.

En este contexto, la prensa ha desempeñado un papel fundamental a la hora de contar lo sucedido. Para convertir los acontecimientos en noticia, el periodista debe decidir qué cuenta, qué destaca y cómo denomina a los actores implicados. Esto no significa que invente los hechos, sino que todo relato periodístico implica una forma de organizar y presentar la información. Esta cuestión adquiere especial importancia cuando hablamos de migración, porque las palabras y expresiones utilizadas influyen en la imagen que se ofrece de las personas migrantes y de quienes intervienen en estos sucesos.

El lingüista Teun A. van Dijk ha estudiado ampliamente este fenómeno. Una de sus propuestas más conocidas es el llamado “cuadrado ideológico”, que ayuda a explicar cómo el discurso puede presentar de manera diferente al grupo con el que nos identificamos –“nosotros”– y a otros grupos que percibimos como externos –“ellos”–. En los discursos sobre inmigración, esta distinción puede situar a la sociedad receptora en el primer grupo y a las personas migrantes en el segundo.

Según los trabajos de Van Dijk, esta forma de presentar a unos y otros puede manifestarse de varias maneras: se pueden destacar aspectos negativos de “ellos”, asociándolos con la ilegalidad y la falta de adaptación, mientras se resta importancia a aspectos positivos como sus aportaciones sociales o económicas.

Del mismo modo, pueden destacarse aspectos positivos de “nosotros”, relacionados con la solidaridad, la tolerancia o la ayuda, y atenuarse otros negativos, como el racismo, la discriminación o los prejuicios.

El análisis de las noticias

Para analizar el discurso de la prensa ceutí, examinamos las noticias publicadas entre el 30 de julio y el 31 de agosto en la sección “Frontera” de dos periódicos locales: El Faro de Ceuta y Ceuta Actualidad. Al revisar las expresiones que aparecen con mayor frecuencia, encontramos “entrada masiva”, “crisis migratoria” o “atención humanitaria”.

El análisis cualitativo muestra que las personas migrantes no aparecen representadas siempre de la misma manera. Por una parte, encontramos formulaciones relacionadas con el desbordamiento y la amenaza. Por ejemplo: “Es el reflejo de lo que siempre se ha llamado invasión. ¿Cómo va a soportar Ceuta esta presión?”“.

En este caso, términos como "invasión” o “presión” ponen el foco en el impacto de la llegada de miles de personas y presentan a los migrantes como un colectivo numeroso que desborda la ciudad.

Sin embargo, en las mismas noticias también encontramos expresiones que acercan al lector a sus circunstancias individuales: “Algunos han rebuscado entre contenedores de basura en busca de algo que comer” o “Hay chicos que quieren volver y niños que preguntan por sus madres”.

Las personas son las mismas, pero cambia la forma de mostrarlas: ya no aparecen únicamente como parte de un grupo que llega y desborda la ciudad, sino como personas con hambre, miedo y vínculos familiares.

En otras noticias, la atención se centra en las consecuencias humanas de la migración, como en el siguiente ejemplo: “Existe otra realidad que crece con el paso de las horas: la de las familias que desconocen qué ha ocurrido con sus seres queridos después de que intentaran cruzar a nado o por vía marítima hasta la ciudad autónoma”.

En este caso, el foco deja de estar en el grupo y se acerca a las personas y a sus historias: personas desaparecidas y familiares que esperan noticias. Estos ejemplos muestran que los migrantes no aparecen siempre de la misma manera en la prensa ceutí. En ocasiones se presentan como una colectividad que cruza, presiona o desborda y, en otras, como menores, familias o personas concretas en situaciones de vulnerabilidad.

Una realidad con muchos protagonistas

Dicho lo anterior, nuestro análisis muestra algo más. La entrada irregular no es el único foco de las noticias publicadas por ambos periódicos, ni los migrantes son sus únicos protagonistas. Durante el mes de agosto aparecen de forma recurrente otros temas: la gestión de la frontera, las relaciones entre España y Marruecos, las exigencias a los responsables políticos y las reacciones de los propios ceutíes.

Esta variedad de asuntos muestra que las críticas no se concentran en un único actor. En las noticias analizadas aparecen distintos protagonistas a los que se responsabiliza de determinados problemas o actuaciones. Así, encontramos referencias a cargos políticos, a la actuación de las autoridades marroquíes y a comportamientos incívicos de grupos de la propia ciudad.

Los datos y el análisis de los dos periódicos locales muestran, por tanto, una realidad más compleja que una simple división entre dos grupos enfrentados. Preguntarnos si los migrantes son únicamente “víctimas” o “villanos” puede dejar fuera buena parte de esta complejidad: los distintos actores que intervienen, las responsabilidades que se les atribuyen y las diferentes situaciones que conviven en un mismo acontecimiento.

El análisis de las noticias muestra precisamente que la forma de presentar a los distintos protagonistas cambia según el aspecto de la realidad en el que se pone el foco. Así, víctima y villano no son tanto dos respuestas como dos formas posibles de mostrar una realidad mucho más amplia.

The Conversation

Realicé un periodo de prácticas de 3 meses en el periódico mencionado Ceuta Actualidad (en 2018).

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