Do the kids – in these times of identity politics – still read Updike? The answer is “probably not”. But should they? Claire Lowdon makes the case; Toby Lichtig discusses Chelsea Manning, the US Army data analyst turned whistle-blower, and a new documentary on her life; Eric Rauchway considers the prevalence of pro-Nazi feeling and policy in 1940s America and beyond
Novels 1959–1965: The Poorhouse Fair, Rabbit, Run, The Centaur, Of the Farm, by John Updike (Library of America)
XY Chelsea, directed by Tim Travers Hawkins
Hitler’s American Friends: The Third Reich’s supporters in the United States, by Bradley Hart
The Unwanted: America, Auschwitz, and a village caught in between, by Michael Dobbs
De grandes leitores para grandes leitores. Para quem tem vontade de ler em qualquer lugar, o tempo todo. Duas sextas-feiras por mês, junte-se a nós no 451 MHz, o podcast da revista Quatro Cinco Um. Uma produção da Rádio Novelo e revista Quatro Cinco Um.
Booktubers são youtubers que falam sobre livros. O nicho está em franco crescimento e tem profissionais dos mais diversos estilos. Alguns se dispõem a fazer resenhas pagas pelo autor do livro ou pela editora. Entre estes, há aqueles que deixam muito claro o que é pago e o que não é, e aqueles que apenas sinalizam discretamente.
Até que ponto essa prática é ética? Como o jornalismo, a crítica e a publicidade têm se relacionado antes e depois do advento das novas mídias e das redes sociais? Como essa relação pode afetar as redações e a sociedade em que vivemos?
*** Confira no Episódio 09 de Escafandro. Assine no seu aplicativo de podcast predileto e ouça de graça***
Jornalista, curador do prêmio Oceanos, apresentador do programa Arte 1 Contexto, foi curador da Festa Literária Internacional de Parati (FLIP), colunista e editor de diversos veículos culturais, entre eles Cult, Folha de S.Paulo e Guia Folha Discos Livros e Filmes.
Editor-executivo de mídias digitais de O Estado de S.Paulo, coordenador do programa de pós-graduação em jornalismo do Insper, professor da FAAP. Foi crítico de cultura em veículos como Bravo! e Veja.
Thea Lenarduzzi on the cultural history of gesture and body language; What is Chaucer to us today? When did he become known as the "Father of English poetry", and what did he get up to when he was not writing rude and memorable poetry? Julia Boffey explains; the Stonewall uprising in New York is remembered as a pivotal moment in LGBTQ rights – fifty years on, Hugh Ryan revisits the history
Books
Dictionary of Gestures: Expressive comportments and movements in use around the world by François Caradec
Silent History: Body language and nonverbal identity, 1860–1914, by Peter K. Andersson
The Stonewall Riots: A documentary history, edited by Marc Stein
The Stonewall Reader, edited by the New York Public Library
Pride: Photographs after Stonewall by Fred W. McDarrah
Love and Resistance: Out of the closet into the Stonewall era, edited by Jason Baumann
TLS contributors – including David Baddiel, Mary Beard, Paul Muldoon and Elizabeth Lowry – give their seasonal reading recommendations; TLS editors wreak havoc and suggest their own. (Visit the-tls.co.uk to read the summer books feature in full.)
A "new" ending to a Nabokov novel and the unregarded first volume of Vasily Grossman's epic, the "Soviet War and Peace"; Rebecca Reich guides us through these and the question of whether the West is paranoid about Russia or vice versa; Laura Freeman joins us to talk about dinner with the Durrells and pond life sandwiches.
Books
Stalingrad: A novel by Vasily Grossman
Vasily Grossman and the Soviet Century by Alexandra Popoff
Animais gigantes, planícies de vegetação esparsa, homens espalhados por grande estruturas urbanas interligadas por estradas amplas. Este cenário, que parece remeter à África ou ao Oriente Médio, ocupou uma região bem mais familiar, hoje conhecida como Brasil.
Achados arqueológicos recentes contam uma história muito diferente da que ficou registrada em boa parte dos livros didáticos. No lugar do “deserto verde” amazônico, que ocupa o imaginário de parte dos brasileiros, havia sociedades fervilhantes, espalhadas em cidades de milhares de habitantes, donas de uma cultura sofisticada e de técnicas agrícolas cujos efeitos ecoam até os dias de hoje.
Que povos eram esses? Por que ainda sabemos tão pouco sobre eles? Como a destruição da floresta impacta os registros que sobraram? Como a arqueologia tem lidado com isso nas últimas décadas, e como pesquisadores enxergam o futuro num governo que vem desmontando as políticas ambientais?
*** Você pode escutar o podcast gratuitamente no iTunes, no Spotify e nos principais aplicativos de podcast ***
Jornalista especializado em ciência, mestre e doutor em Estudos Lingüísticos e Literários em Inglês na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, autor, entre outros, do livro “1499 – O Brasil antes de Cabral” (Harper Collins).
Graduado em História pela Universidade de São Paulo, Mestre e Doutor em Arqueologia pela Universidade de Indiana e Livre-Docente pela Universidade de São Paulo. Professor Titular de Arqueologia Brasileira do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo.
If capitalism is broken, can it be fixed? And can it save the environment? Joseph E. Stiglitz discusses; as we mark seventy-five years since the D-Day landings, William Boyd considers a brilliant new "worm's-eye view" of historical events; a decade after leaving academia for the "wilderness of writing", Stephen Marche returns to report on the troubled field of the humanities
The Future of Capitalism: Facing the new anxieties by Paul Collier
Capitalism: The future of an illusion by Fred L. Block
Money and Government: A challenge to mainstream economics by Robert Skidelsky
Normandy ’44: D-Day and the battle for France by James Holland
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A serrote, revista de ensaios do IMS, tem agora um podcast na Batuta. O primeiro assunto da conversa quinzenal entre o editor Paulo Roberto Pires e o editor-assistente Guilherme Freitas é "Viva!", livro de Patrick Deville sobre o efervescente México do final da década de 1930. Pelo país dos pintores Frida Kahlo e Diego Rivera passaram Trótski (assassinado por um enviado de Stalin), Artaud, André Breton, Malcolm Lowry, John Huston e outros. Pires e Freitas explicam o que havia de tão especial no México da época e o que há de especial no que Deville chama de "romance sem ficção". O escritor francês participa da Flip 2017 e de evento no IMS em 1º de agosto.
Apresentação: Paulo Roberto Pires e Guilherme Freitas
Edição: Filipe Di Castro
Foto: Diego Rivera, Trótski e André Breton no México
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No centenário de Antonio Callado, sua viúva, a jornalista e escritora Ana Arruda Callado, reapresenta no livro "O país que não teve infância" (Autêntica) 86 artigos publicados pelo também jornalista e escritor na revista "IstoÉ" entre 1978 e 1982. Era a época da redemocratização do país, e o artista assumidamente engajado combinava, na coluna “Sacadas”, a ironia habitual com seu olhar crítico e esperança no futuro. Esta, diz Ana Arruda em entrevista a Paulo Roberto Pires e Guilherme Freitas para o podcast da revista serrote, frustrou-se com o tempo. Callado morreu em 1997 “cansado de tudo”. Dizia que o Brasil era “um país inseguro de si mesmo”.
Apresentação: Paulo Roberto Pires e Guilherme Freitas
Edição: Filipe Di Castro
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Em 1957, já com 34 anos, Millôr Fernandes realizou sua primeira exposição. Levou para o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (então apenas uma sala no edifício Gustavo Capanema) desenhos como os que o tornara famoso nas páginas da revista "O Cruzeiro", assinando-se Emanuel Vão Gogo. E, ainda, trabalhos marcantes como o trípico “O enterro de Mondrian”. No podcast da revista serrote, Paulo Roberto Pires recorda a recepção calorosa à mostra, em especial do principal crítico em atividade, Mário Pedrosa. Millôr, porém, não repetiu a experiência muitas vezes, firmando-se como um homem de imprensa, como Pires mostra valendo-se de depoimentos do artista. Em 2016, o IMS realizou a primeira grande retrospectiva da obra gráfica do artista.
Apresentação: Paulo Roberto Pires
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Está saindo no Brasil o primeiro dos três volumes dos diários de Ricardo Piglia (1941-2017). O escritor argentino preencheu nada menos do que 327 cadernos, utilizados como laboratórios para seus livros. A literatura é tema predominante nos diários, por vezes a partir de registros pessoais, como o do seu primeiro encontro com Jorge Luis Borges. Suas ressalvas a Gabriel García Márquez e Julio Cortázar são outros pontos que Paulo Roberto Pires e Guilherme Freitas destacam neste podcast da revista serrote. Os dois editores leem trechos do volume lançado pela editora Todavia, que trata dos anos de formação do autor. Ele morreu em 2017 vítima de esclerose lateral amiotrófica.
Apresentação: Paulo Roberto Pires e Guilherme Freitas
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Quando a União Soviética se desmantelou, em 1991, um professor colega de Daniel Aarão Reis na UFF (Universidade Federal Fluminense) lhe disse: “Seu objeto terminou”. O historiador pensa o contrário. Ele defende, em entrevista a Paulo Roberto Pires e Guilherme Freitas para o podcast da revista serrote, que os estudos sobre a centenária Revolução Russa estão mais interessantes agora, priorizando aspectos sociais em detrimento do protagonismo do Partido Comunista e de líderes como Lênin, Stalin e Trotski. O papel das mulheres, por exemplo, vem ganhando destaque muito maior.
Aarão Reis está lançando o ensaio "A Revolução que mudou o mundo" e a compilação "Manifestos Vermelhos", com textos russos da época. Sobre o Brasil, ele afirma que a “ameaça comunista”, novamente em voga, é tão anacrônica quanto qualquer desejo de retomar o modelo violento da Revolução Russa.
Apresentação: Paulo Roberto Pires e Guilherme Freitas
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O pernambucano Roberto Machado ainda começava sua carreira de professor na PUC do Rio de Janeiro quando conheceu Michel Foucault (1926-1984). Tornou-se estudioso de sua obra e um dos principais interlocutores brasileiros do pensador francês. No livro "Impressões de Michel Foucault", ele faz um “híbrido entre filosofia e literatura”, como conta a Paulo Roberto Pires e Guilherme Freitas neste podcast da revista serrote. Parte da narrativa são recordações da convivência entre “um jovem professor subdesenvolvido e uma estrela internacional da filosofia”. Machado conta histórias das passagens de Foucault pelo Brasil e traça um personagem gentil, corajoso e que podia ser cruel.
Apresentação: Paulo Roberto Pires e Guilherme Freitas
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O professor de filosofia Eduardo Jardim está lançando o livro "Tudo em volta está deserto" (Bazar do Tempo), no qual reflete sobre a arte na ditadura militar a partir de três fatos marcantes: o romance "Quarup" (1967), de Antonio Callado, o show "Gal a todo vapor" (1971), de Gal Costa, e a poesia de Ana Cristina Cesar na década de 1970. É com esta que se identifica mais, a ponto de brincar na entrevista dada a Guilherme Freitas, da revista serrote: “Acho que eu sou Ana Cristina Cesar”. Para ele, comentando também os dias de hoje, “mergulhar no pensamento e na poesia” pode ser mais efetivo do que dar respostas imediatas a partir do engajamento político.
Apresentação: Guilherme Freitas
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Lillian Ross morreu em setembro de 2017, aos 99 anos, consagrada como um dos maiores nomes do jornalismo norte-americano. Começou a entrar nesse time em 1950, quando publicou na "New Yorker" o perfil de Ernest Hemingway. Em seu número 27, a revista serrote reapresenta a famosa reportagem, na qual o escritor aparece um tanto patético, envolto em poses e clichês. No podcast, Paulo Roberto Pires e Guilherme Freitas comentam como o perfil foi feito e por que se tornou uma pequena obra-prima. Também contam um pouco da vida de Ross, que manteve por quatro décadas um relacionamento com o diretor de redação da "New Yorker", William Shawn, que era casado.
Apresentação: Paulo Roberto Pires e Guilherme Freitas
Edição: Filipe Di Castro
Foto: Lillian Ross ao lado de Ernest Hemingway
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Os ciclos de conferências organizados, desde a década de 1980, por Adauto Novaes (e sempre transformados em livros) têm sido fundamentais para gerações de intelectuais e estudantes. O 37º, intitulado Dissonâncias do Progresso, acontece entre 19 de setembro e 23 de outubro no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte e em Brasília. Nesta entrevista a Paulo Roberto Pires e Guilherme Freitas, editores da serrote (revista de ensaios do IMS), ele afirma que estamos vivendo “entre dois mundos”, na passagem de uma civilização para outra. E esta é conduzida pela ciência e pela revolução digital, “no vazio do pensamento”. “A gente não sabe onde está nem para onde vai”, diz ele, que destaca a necessidade de os intelectuais acompanharem a velocidade dos acontecimentos para interferir nos grandes debates do presente.
Apresentação: Paulo Roberto Pires e Guilherme Freitas
Edição: Filipe Di Castro
Foto: Adauto Novaes
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Neste segundo podcast da revista serrote, Paulo Roberto Pires e Guilherme Freitas entrevistam a professora e crítica literária Beatriz Resende, há muito estudiosa de Lima Barreto e sempre por ângulos que evitam o óbvio. Organizadora do recém-lançado
"Impressões de leitura e outros textos críticos", ela destaca aspectos de Lima: o condutor de campanhas como a da defesa das mulheres maltratadas pelos maridos; o escritor consciente do próprio valor, apesar de tão rejeitado; o homem que produziu ternura mesmo após ser “quebrado” no hospício. De certa forma, diz Beatriz, a exclusão definiu o papel de Lima como intelectual: não se tornou um artista oficial nem foi corrompido pela vaidade.
Apresentação: Paulo Roberto Pires e Guilherme Freitas
Edição: Filipe Di Castro
Foto: Beatriz Resende
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The Omani novelist Jokha al-Harthi and the translator Marilyn Booth won this year's Man Booker International prize for fiction in translation, for the novel Celestial Bodies, an account of three sisters living in the village of al-Awafi in an Oman on the brink of change. A couple of days after the announcement, at Waterstones book shop in Piccadilly, the winners spoke to the Turkish novelist Elif Shafak about the novel, Arabic culture and modernisation, translation, and women’s wisdom.
Anna Katharina Schaffner on the cultural history of fat and fat phobia; the TLS's travel editor Catharine Morris on why Paris will always be disappointing, the solitude of open spaces, and the problem with "Victor" the archetypal travel writer; an extract from the 2019 Man Booker International prize-winning Celestial Bodies by Jokha al-Harthi, read by the novel's translator Marilyn Booth
Books
Fat: A cultural history of the stuff of life by Christopher E. Forth
The Truth About Fat by Anthony Warner
Fearing the Black Body: The racial origins of fat phobia by Sabrina Strings
We’ll Never Have Paris, edited by Andrew Gallix
The Solace of Open Spaces by Gretel Ehrlich
Heida: A shepherd at the edge of the world by Steinunn Sigurðardóttir and Heiða Ásgeirsdóttír, translated by Philip Roughton
Where the Hornbeam Grows: A journey in search of a garden by Beth Lynch
The Cambridge History of Travel Writing, edited by Nandini Das and Tim Youngs
Celestial Bodies by Jokha al-Harthi, translated by Marilyn Booth