Our fourth Great Political Fiction is Ivan Turgenev’s Fathers and Sons (1862), the definitive novel about the politics – and emotions – of intergenerational conflict. How did Turgenev manage to write a wistful novel about nihilism? What made Russian politics in the early 1860s so chock-full of frustration? Why did Turgenev’s book infuriate his contemporaries – including Dostoyevsky?
Tomorrow: George Eliot’s Middlemarch Parts 1 & 2
Find out more about Past Present Future on our new website www.ppfideas.com where you can also join PPF+ to get bonus episodes and ad-free listening.
Este episódio é a primeira parte da minissérie Dois Rios.
Uma história que envolve um presídio em uma ilha, uma vila misteriosa, um punhado de pessoas sendo injustamente despejadas, um professor idealista, uma defensora pública engajada, um espertalhão semeador de discórdia, e uma possível conspiração que se aproxima de algumas das pessoas mais poderosas da política brasileira.
Mergulhe mais fundo
O bandido da chacrete: ascensão e queda de um fundador do Comando Vermelho (link para compra)
Escritor, roteirista e produtor cultural. Fundador da Festa Literária das Periferias (Flup) e da Batalha do Passinho. Autor de “O bandido da chacrete”, “Sorria, você está na Rocinha” e “No coração do Comando”.
Doutor em História, professor do departamento de Ciências Humanas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), e diretor do Ecomuseu Ilha Grande.
Doutora e Mestra em Direito Civil pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), professora da FGV Direito Rio, e defensora pública do estado do Rio de Janeiro.
Ficha Técnica
Apoio de edição: Matheus Marcolino.
Mixagem de som: Vitor Coroa.
Trilha sonora tema: Paulo Gama.
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.
Our third Great Political Fiction is Friedrich Schiller’s monumental play Mary Stuart (1800), which lays bare the impossible choices faced by two queens – Elizabeth I of England and Mary Queen of Scots – in a world of men. Schiller imagines a meeting between them that never took place and unpicks its fearsome consequences. Why does it do such damage to them both? How does the powerless Mary maintain her hold over the imperious Elizabeth? Who suffers most in the end and what is that suffering really worth?
Tomorrow: Ivan Turgenev’s Fathers and Sons
Find out more about Past Present Future on our new website www.ppfideas.com where you can also join PPF+ to get bonus episodes and ad-free listening.
Today’s episode on the Great Political Fictions is about Jonathan Swift’s Gulliver’s Travels (1726) – part adventure story, part satire of early-eighteenth-century party politics, but above all a coruscating reflection on the failures of human perspective and self-knowledge. Why do we find it so hard to see ourselves for who we really are? What makes us so vulnerable to mindless feuds and wild conspiracy theories? And what could we learn from the talking horses?
Tomorrow: Friedrich Schiller’s Mary Stuart
Find out more about Past Present Future on our new website www.ppfideas.com where you can also join PPF+ to get bonus episodes and ad-free listening.
In the first episode of the summer daily re-release of our series on the Great Political Fictions, David talks about Shakespeare’s Coriolanus (1608-9), the last of his tragedies and perhaps his most politically contentious play. Why has Coriolanus been subject to so many wildly different political interpretations? Is pride really the tragic flaw of the military monster at its heart? What does it say about the struggle between elite power and popular resistance and about the limits of political argument?
Tomorrow: Jonathan Swift’s Gulliver’s Travels
Find out more about Past Present Future on our new website www.ppfideas.com where you can also join PPF+ to get bonus episodes and ad-free listening.
For our latest counterfactual David talks to historian Thant Myint-U about his grandfather U Thant, UN Secretary General for most of the 1960s and the man who might have ended the Vietnam War before it really got started. How close did U Thant get to bringing LBJ and the Vietcong to the negotiating table in 1964? What ultimately scuppered his chances? And how differently might the Cold War have turned out if he had succeeded?
Sign up now to PPF+ to get ad-free listening and all our bonus episodes: available now a new bonus on Michel Houellebecq’s explosive political fiction Submission www.ppfideas.com
Coming soon: More What Ifs… on WWI, the Russian Revolution and the Fall of the Berlin Wall.
Up next: Fifteen Fiction for Summer from Coriolanus to Hamilton
Ecoansiedade é o termo definido pela Associação Americana de Psicologia para descrever o ‘medo crônico da catástrofe ambiental’ – uma sensação de ansiedade, frustração e pessimismo com o futuro em relação às consequências das mudanças climáticas. O termo está diretamente associado a um discurso de fim do mundo que parece permear notícias mundo afora.
Mas quais são os caminhos para lidar com a ideia de fim dos tempos? Rita Von Hunty vem ao Pauta desta semana para nos ajudar a refletir sobre o desamparo e a ansiedade do fim do mundo. Professora, artista e estudante de psicanálise, Rita Von Hunty discute a importância de se pensar em estratégias de enfrentamento não apenas para a crise climática, mas também para as crises sociais e políticas, além da necessidade de nos unirmos na construção de um futuro que não perpetue o modelo de vida que nos envenena, destroi e mata. O episódio está imperdível.
Relacionado ao tema, convidamos você também a acompanhar, a partir de 22 de agosto, o Bom Dia Fim do Mundo, videocast da Agência Pública, realizado em parceria com a TV PUC. Serão programas semanais para discutir as diversas crises que afetam o mundo e o nosso dia a dia.
Quem faz o Pauta:
● Apresentação: Andrea Dip e Clarissa Levy|| ● Produção: Ricardo Terto e Stela Diogo || ● Pauta e Entrevista: Andrea Dip e Clarissa Levy || ● Roteiro, Edição e Mixagem Final: Ricardo Terto || ● Artes e ID Visual: Tayná Gonçalves || ● Coordenação de Redes Sociais: Karina Tarasiuk || ● Publicação site e transcrição: Ana Alice e Raphaela Ribeiro || ● Trilha original composta por Pedro Vituri ||
Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.orgou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org. Contamos com seu apoio!
Today’s episode explores one of the big counterfactuals of twentieth-century American politics: David talks to historian Benn Steil about how close the ultraliberal Henry Wallace came to being FDR’s running mate in 1944 and successor as president in 1945. How near did Wallace get to making it onto the ticket at the 1944 Democratic National Convention? Who or what stopped him? What would his presidency have meant for the Cold War and the nuclear arms race? Was getting President Truman instead a missed opportunity or a lucky escape?
Sign up now to PPF+ to get ad-free listening and all our bonus episodes: coming very soon a new bonus on Michel Houellebecq’s explosive political fiction Submissionwww.ppfideas.com
Next time: What if… the Vietnam War had ended in 1964?
For our second episode on big historical counterfactuals, David talks to world historian Ayse Zarakol about how the East might well have risen to global dominance before the West. What if the key revolutions of the modern world – political and industrial – had happened in Asia first? What if there had been an Iranian Napoleon? And how much of our understanding of modern history is based on the biases of hindsight?
Sign up now to PPF+ to get ad-free listening and all our bonus episodes: 24 bonuses per year for just £5 a month or a £50 annual subscriptionwww.ppfideas.com
Next time: What if… Henry Wallace had become American President in 1945?
Os vazamentos do WikiLeaks, organização comandada pelo ativista, programador e jornalista Julian Assange, abalou a história do jornalismo e marcou um dos eventos geopolíticos mais significativos da história.
A jornalista e fundadora da Agência Pública, Natalia Viana, trabalhou na análise de 250 mil documentos da diplomacia dos EUA, no vazamento que ficou conhecido como Cablegate, que escancarou para o mundo como os Estados Unidos atuavam para espionar e influenciar a soberania de outros países com interesses próprios.
Mais de uma década depois, Natalia revisita as experiências que teve sendo a única jornalista brasileira no QG do WikiLeaks e analisa a influência global dessas revelações até os tempos atuais em seu novo livro, "O Vazamento - memórias do ano em que o WikiLeaks chacoalhou o mundo" lançado pela Editora Fósforo em 2024.
No Pauta, Natalia detalha suas motivações para contar esta história, curiosidades sobre o trabalho de proporções até então inéditas, algumas das descobertas mais impactantes do WikiLeaks incluindo a interferência dos EUA na política brasileira e faz uma reflexão sobre o machismo que enfrentou ao ser uma jornalista mulher com a história que todo mundo queria contar.
Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.orgou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org. Contamos com seu apoio!
O que separa (ou aproxima) um bom poema de uma boa piada? A resposta está nesta conversa repleta de bom humor e lirismo entre os poetas Gregório Duvivier e Bruna Beber. Com mediação de Fernando Luna, jornalista e colunista da Quatro Cinco Um, os dois falaram sobre seios, omoplatas, São Paulo, poesia, amor e sacanagem, e também sobre as amarras do algoritmo e a liberdade proporcionada pela rima e pela métrica. Além disso, os dois lêem versos de seus poemas sob as bênçãos de Oswald de Andrade. Episódio foi realizado com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura.
To kick off our new series on counterfactual histories David talks to the geneticist and science writer Adam Rutherford about whether ‘What Ifs’ make sense in science. If one person doesn’t make the big discovery, will someone else do it? Are scientific breakthroughs the product of genius or of wealth and power? And how might the world have been a completely different place if the Haber-Bosch process had not been developed in Germany in 1913?
Sign up now to PPF+ to get ad-free listening and all our bonus episodes: 24 bonuses per year for just £5 a month or a £50 annual subscriptionwww.ppfideas.com
Next time: What if… the French Revolution had happened in China?
Enquanto Paris recebe os melhores atletas do planeta para mais uma edição dos Jogos Olímpicos, um grupo de bilionários planeja outro tipo de competição, numa iniciativa que parece coisa de ficção científica. Uma Olimpíada onde a dopagem é liberada.
Essa é a ideia dos Jogos Aprimorados (Enhanced Games), que devem ser realizados em 2025. A iniciativa gerou comoção entre médicos e esportistas, e levanta questionamentos sobre os princípios dos esportes, sobre a saúde dos atletas, e sobre os impactos na medicina como um todo.
A partir dessa iniciativa distópica, este episódio fala sobre dopagem e antidopagem: por que a dopagem é proibida? O que acontece com um atleta que se dopa? Será que todos os recordes mundiais seriam batidos se os atletas se dopassem livremente?
Médico esportivo e maratonista. Foi presidente da Autoridade Antidopagem de Portugal e consultor internacional da UNESCO para a Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD).
Something different for our last episode on the Great Political Fictions as this time David talks to the person who wrote it: Tim Rice, the lyricist of the epic musical about the life of Eva Peron, Evita (co-written with Andrew Lloyd-Webber). Where did the idea for such an unlikely subject come from? Why has it struck a chord with politicians from Thatcher to Trump? What does it say about the relationship between celebrity, populism and power?
Sign up now to PPF+ to get ad-free listening and all our bonus episodes – including a new bonus episode on Philip Roth’s The Plot Against Americawww.ppfideas.com
Next time: Adam Rutherford on counterfactual science to kick off our new series on ‘What Ifs…’
Elon Musk, o bilionário com diversos negócios pelo mundo, acumula não apenas fortuna, mas também controvérsias pela maneira como negocia seus interesses e transita pela política internacional. Uma das figuras mais comentadas deste início de século, Musk também vem ganhando destaque na mídia brasileira.
Afinal, o que o bilionário que pretende ajudar o homem a colonizar Marte pode querer com o Brasil?
Neste episódio, recebemos Jack Nicas, chefe da sucursal brasileira do New York Times, para discutir estes e outros temas. Nicas lidera toda a cobertura do veículo na América do Sul e escreveu reportagens que revelam a atuação de Musk como parte dessa "constelação da extrema direita no mundo". Ele aborda também a presença da Starlink na Amazônia e a aproximação do bilionário com o bolsonarismo no Brasil.
Saiba mais sobre Elon Musk e seus interesses controversos neste episódio. Além disso, você pode colaborar com a nossa campanha para investigar os negócios do Elon Musk no Brasil. Basta acessar apoie.apublica.org e escolher como apoiar financeiramente nosso trabalho. A partir de 20 reais mensais você consegue nos ajudar a investigar, de forma totalmente independente, os negócios de Musk no país.
Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.orgou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org. Contamos com seu apoio!
This week, Philip Ball assesses the anxiety about AI - and provides some reassurance; and Jane Robinson on Emily Davies, the woman who founded Girton College, Cambridge.
'Moral AI: And how we get there', by Jana Schaich Borg, Walter Sinnott-Armstrong and Vincent Conitzer
'The AI Mirror: How to reclaim our humanity in an age of machine thinking', by Shannon Vallor
'Robots and the People Who Love Them: Holding on to our humanity in an age of social robots', by Eve Herold
'The Atomic Human: Understanding ourselves in the Age of AI', by Neil D. Lawrence
'Emily Davies and the Mid-Victorian Women's Movement', by John Hendry
David talks to the writer and broadcaster Helen Lewis about Harper Lee’s To Kill A Mockingbird (1960), one of the most widely read and best-loved novels of the twentieth century, and in the twenty-first century increasingly one of the most controversial. Is the book an attack on or an apology for Southern racism? How does its view of race relate to the picture it paints of class and caste in 1930s Alabama? And what on earth are we to make of the recently published prequel/sequel Go Set A Watchman? Plus we discuss Demon Copperhead, JD Vance, and more.
Sign up now to PPF+ to get ad-free listening and all our bonus episodes – including a new bonus episode on Philip Roth’s The Plot Against Americawww.ppfideas.com
Our free fortnightly newsletter will be out tomorrow, including more to read, watch and listen to about To Kill A Mockingbird – just sign up here https://linktr.ee/ppfideas
The writer and political philosopher Lea Ypi talks about the impact on her of Henrik Ibsen’s The Wild Duck (1884), which she first read when she was eight – thinking it was a children’s book (it isn’t!) – and has been returning to ever since. A play about family and betrayal, idealism and disappointment, temptation and self-destruction, is it also a parable about the illusions of politics? And how might it shake a person’s faith?
Sign up now to PPF+ to get ad-free listening and all our bonus episodes – coming soon a special bonus episode on Philip Roth’s The Plot Against Americawww.ppfideas.com