Histórias que dão voz e protagonismo às mulheres e investigam as relações delas em família são traços em comum na escrita de Aline Bei e Bruna Dantas Lobato, as convidadas deste episódio. A paulistana Bei explora os conflitos entre quatro gerações de mulheres em seu terceiro romance, Uma Delicada Coleção de Ausências, enquanto Lobato se volta para os laços entre mãe e filha em Horas Azuis, estreia no gênero da premiada tradutora potiguar radicada nos Estados Unidos. Em uma conversa com a jornalista e pesquisadora Paula Jacob, que aconteceu no dia 15 de junho, durante A Feira do Livro 2025, as escritoras falam da presença de filhas, mães e avós em seus livros, recém-publicados pela Companhia das Letras, e ainda da tensão, no caso de Lobato, que é viver hoje nos EUA como imigrante.
O episódio foi realizado com apoio do Ministério da Cultura e tem apresentação exclusiva da Petrobras.
For today’s episode in the history of bad ideas David talks to philosopher Shannon Vallor about the myth that technology can be value free. It’s easy to see why Silicon Valley is so keen on the idea that it’s never the fault of the tech, only of the people who use it. But why do we let them get away with it? Where did this idea come from? How has it also poisoned arguments about gun laws and nuclear weapons? And what can we do to fight it and try to get technology that works with – not against – basic human values?
Out now on PPF+: A bonus episode with historian of religion Alec Ryrie exploring ‘The Age of Hitler’. When did not being like Hitler rather than trying to be like Jesus become the benchmark of moral conduct? And why is that period coming to an end? To get this and all our bonus episodes plus ad-free listening sign up now to PPF+ https://www.ppfideas.com/join-ppf-plus
Bolsonaro pode até estar prestes a enfrentar a justiça, mas o Bolsonarismo e o Golpismo ainda seguem fortes como nunca na mobilização política e social do Brasil. Assanhada pela volta de Donald Trump ao poder, a extrema-direita no Brasil sente o momento promissor para estruturar novas lideranças e avançar com tudo o que podem nas eleições de 2026.
Nesse cenário de disputas é preciso refletir sobre tudo o que vivemos para entender os desafios que se encontram ainda no presente. Essa é a ideia do livro Que Não Se Repita - A quase morte da democracia brasileira, escrito pelo jornalista Eugênio Bucci e lançado agora, em 2025, pela editora Seja Breve. No Pauta desta semana, Andrea Dip conversa com o próprio autor que retoma de maneira reflexiva estes últimos anos turbulentos da política brasileira, diagnosticando onde erramos e onde não podemos errar de novo, de forma alguma.
Ouça o episódio completo.
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PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA
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Quem faz o Pauta:
● Apresentação e entrevista: Andrea Dip ● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira ● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz ● ID Visual: Tayná Gonçalves ● Coordenação de podcast: Sofia Amaral ● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana ● Chamadas e teasers: Ethieny Karen ● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro ● Trilha original composta por Pedro Vituri
contato: podcasts@apublica.org
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O Brasil celebra este ano quarenta anos do fim da ditadura militar, mas o passado recente mostra que o país não está livre de novas rupturas da democracia. Esse é o alerta feito pelo historiador Carlos Fico e pelo jornalista Eugênio Bucci neste episódio, que abre uma temporada especial do 451 MHz com encontros realizados n'A Feira do Livro 2025. Na conversa mediada pela jornalista Flávia Marreiro, da BBC Brasil, os convidados falam de seus livros Utopia Autoritária Brasileira (Crítica), de Fico, e Que Não Se Repita (Seja Breve) e A Razão Desumana (Autêntica), de Bucci, e discutem o cenário político atual e ideias para garantir a longevidade da democracia brasileira.
O episódio foi realizado com apoio do Ministério da Cultura e tem apresentação exclusiva da Petrobras.
For today’s episode in the history of bad ideas David talks to economic historian Marc Palen about monopoly, an idea that has always had its defenders as well as its fierce critics. Why do monopolies arise even in supposedly competitive economies? How did the anti-monopoly movement of Henry George in the late-19th century argue that the monopolists could be taken down? How are those struggles echoed in the fight against Silicon Valley monopolists today? And what has all this got to do with Monopoly the board game?
Coming on Saturday on PPF+: A bonus episode with historian of religion Alec Ryrie exploring ‘The Age of Hitler’. Why did not being like Hitler rather than trying to be like Jesus become the benchmark of moral conduct? And why is that period now coming to an end? To get this and all our bonus episodes plus ad-free listening sign up now to PPF+ https://www.ppfideas.com/join-ppf-plus
Next time on The History of Bad Ideas: Value-free Tech
Neste episódio raro, temos um encontro raro entre duas gerações da luta comunista no Brasil. De um lado, Sr. Wilson do Nascimento Barbosa, 84 anos, ex-preso político, parceiro de Marighella e uma verdadeira enciclopédia viva da resistência. Pela primeira vez, ele revela histórias inéditas da ditadura e da militância negra.Do outro lado, Jones Manoel, historiador, professor, mestre e doutorando em Serviço Social e comunicador popular, Jones representa a juventude que segue acreditando e construindo um projeto de transformação social.E no centro da mesa, Mano Brown e Semayat Oliveira propõe o que poucos têm coragem de fazer: um papo reto sobre comunismo e socialismo, sem linguagem acadêmica, sem filtro, pra quebrar as barreiras que afastam o povo da história e da política. Uma aula popular com alma, memória e visão de futuro. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Today’s bad idea is one that started out as satire and ended as a political slogan. David talks to historian of ideas Ben Jackson about meritocracy and its origins in Michael Young’s book The Rise of the Meritocracy published in 1958. Young foresaw a populist revolt against the meritocratic elite in the year 2034. Was his vision prophetic? Why did politicians like Tony Blair embrace a concept that Young thought was antithetical to a fair and just society? And who are the winners and losers from meritocracy today?
O Dia do Orgulho LGBTQIAP+ é comemorado mundialmente em 28 de junho como um marco na luta por direitos, justiça social e políticas públicas. Mesmo com alguns avanços, a comunidade segue enfrentando retrocessos, agravados por desigualdades estruturais, especialmente quando se trata de identidade de gênero. Essa é uma realidade vivida de forma ntensa por pessoas intersexo, ou seja, aquelas que nascem com características sexuais (genitais, hormonais ou cromossômicas) que não se enquadram nas definições tradicionais de masculino ou feminino.
Para falar sobre o tema, o Pauta Pública desta semana recebe Carolina Iara, mestre em Ciências Sociais, ativista dos movimentos negro e LGBTQIAP+, e a primeira mulher travesti intersexo a exercer um cargo de covereadora pela Bancada Feminista do PSOL, em São Paulo, eleita em 2020. Carolina compartilha sua experiência como pessoa intersexo submetida a cirurgias forçadas ainda na infância, analisa como o Brasil continua invisibilizando e violentando essa parcela da população e discute as contradições dentro da própria esquerda em relação às pautas de gênero, refletindo sobre os caminhos para uma política verdadeiramente coletiva e emancipatória.
Ouça o episódio completo e não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública nas plataformas de áudio.
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Ter horror de escrever mas, ao mesmo tempo, reconhecer o prazer que há em descobrir as palavras como coisas incríveis. Neste episódio, o convidado é o grande poeta mineiro Francisco Alvim, que em uma rara entrevista a Paulo Werneck e Bruna Beber não deixa escapar nem suas mais íntimas contradições como autor. Referência desde os anos 70, quando se tornou expoente da poesia marginal, Chico acaba de lançar uma nova edição da antologia Francisco Alvim: Oitenta Anos (Quelônio). Na conversa, ele repassa a sua trajetória, suas múltiplas influências e ainda compartilha lembranças familiares que moldaram seu caso de horror e prazer com a literatura. O episódio foi realizado com apoio da Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais. Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
... thinking about tomorrow. This week, Michael Caines on a musical inspired by a classic album; and Toby Lichtig talks to Mike Berners-Lee about the future of cliimate action at the Guernsey Literary Festival.
'Sterophonic', by David Adjmi, Duke of York’s Theatre, until October 11
'A Climate of Truth: Why We Need It and How to Get It', by Mike Berners-Lee
For today’s episode in the history of bad ideas David talks to cultural historian Tom Wright about charisma, a term that often feels essential for understanding modern politics but which ends up obscuring far more than it explains. How did an old idea from Christian theology get used to explain the hold that political leaders have over crowds? Why is it so important not to confuse charm with charisma? What has made a word from early twentieth-century social science ubiquitous on twenty-first-century dating sites? And if Trump hasn’t got charisma, then what has he got?
Out now on PPF+: A bonus bad ideas episode in which David and Dan Snow talk about all sorts of ‘decisive battles’ that weren’t what they seem: Yarmuk, Hastings, Agincourt, Trafalgar, Warsaw 1920, Stalingrad, and more. To get this and all our bonus episodes plus ad-free listening sign up now to PPF+ https://www.ppfideas.com/join-ppf-plus
Next time on The History of Bad Ideas: Meritocracy
Salve rapa, salve massa!No episódio de hoje, Mano Brown recebe o historiador, sociólogo e professor Joel Paviotti, uma das vozes mais afiadas quando o assunto é segurança pública, crime organizado e as raízes sociais da violência no Brasil. Pesquisador e criador do canal Iconografia da História, Joel fala sobre a formação de facções, o papel do Estado na construção do crime organizado e as falhas de um modelo punitivista que mira sempre os mesmos corpos. Com base em dados, vivência acadêmica e muita pesquisa de campo, ele ajuda a entender o que está por trás das manchetes e por que é impossível falar de segurança sem falar de desigualdade. Dá o play e vem conferir esse papo necessário. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Este episódio explica como as milícias cresceram, evoluíram e se tornaram uma parte do que é o Rio de Janeiro, e analisa como isso se relaciona com o restante do Brasil.
Com a desculpa de combater a criminalidade durante os anos 60, policiais começaram a formar equipes para matar criminosos (ou supostos criminosos) das periferias e subúrbios. O primeiro destes grupos a se tornar conhecido foi a Scuderie Le Cocq, formada em 1964 por doze policiais que decidiram “fazer justiça” com as próprias mãos. A população gostou da ideia, e os grupos de extermínio cresceram.
Esses grupos, hoje conhecidos como milícias, evoluíram e se modificaram com o tempo. Hoje, o leque de serviços é maior, e matar deixou de ser a única atividade comercial. O dinheiro pode vir do monopólio do gás, da TV a cabo, e da segurança, por exemplo. Milicianos cobram taxas de comerciantes e até de moradores, e o não pagamento delas é motivo para a violência.
De acordo com levantamento feito pelo Instituto Fogo Cruzado e pelo Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense (Geni/UFF), o número de áreas dominadas por milicianos cresceu 387% entre 2006 e 2021. Atualmente as milícias são o maior grupo criminoso do RJ, e são responsáveis por metade dos territórios sob controle do crime organizado. Não parece que há escapatória – a expansão pode até ir além do Rio.
Jornalista, pós graduada em Criminalidade e Segurança Pública pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Fundadora do Instituto Fogo Cruzado e cofundadora do The Intercept Brasil.
Tenente coronel da reserva da Policia Militar do Estado de São Paulo. Bacharel em direito, mestre em Direitos Humanos pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). Membro da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo. Autor do livro “O Guardião da Cidade”.
Ficha técnica
Edição: Matheus Marcolino.
Mixagem de som: Vitor Coroa.
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari
Produção, direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
In today’s episode about the power of bad ideas, David talks to historian and podcaster Dan Snow about the myth that wars are settled on the battlefield. Why are we so drawn to the idea of the decisive military showdown? Is Napoleon to blame? What are the forces that actually settle military conflicts? Plus: were Abba really so wrong that Waterloo won the war?
Out tomorrow: A bonus episode in which David and Dan explore a range of battles to see what got settled and what didn’t: Yarmuk, Hastings, Agincourt, Trafalgar, Warsaw 1920, Stalingrad. To get this and all our bonus episodes plus ad-free listening sign up now to PPF+ https://www.ppfideas.com/join-ppf-plus
O que a população palestina está sofrendo na Faixa de Gaza só pode ser chamado por um nome: genocídio. Para analisar esse conflito e as consequências para região e para o mundo, o Pauta Pública desta semana recebe o jornalista palestino Ramzy Baroud. Colunista, escritor e colaborador em diversos veículos, Baroud relata que parou de contabilizar seus familiares mortos quando já havia perdido 56, incluindo sua irmã, uma médica assassinada por um drone israelense enquanto tentava salvar vidas.
Ele lembra que os crimes de Israel são conhecidos há décadas e, mesmo com a intensificação nos últimos 600 dias, ainda há certa cumplicidade da mídia e dos governos ocidentais em silenciar essa realidade “e ainda assim, seguem fornecendo armas, apoio político e legitimidade [...] estamos lidando com psicopatas que perderam a própria humanidade,” afirma.
Ouça e compartilhe esse episódio para que ele possa chegar ao maior número de pessoas.
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Today’s bad idea is ‘genius’, the label that has enabled all sorts of terrible behaviour through the ages. Writer and broadcaster Helen Lewis explains how and why the idea of genius gets misapplied to people and things that just aren’t. Why are geniuses meant to be tortured? Why are individual geniuses prized over the collaborations that lie behind most innovations? Why do we think that people who are brilliant at one thing will be good at everything else? Plus, David makes the case for Dickens as a bona fide genius.
The Genius Myth by Helen Lewis is out from today wherever you get your books https://bit.ly/3FSAKda
David’s new 20-part series Postwar – about the 1945 general election and the making of modern Britain – is available now on BBC Radio 4 and BBC Sounds. https://www.bbc.co.uk/programmes/m002d8v1
Next time on The History of Bad Ideas: The Decisive Battle w/Dan Snow