Normal view

Revolução feminista no Irã

Em setembro de 2022, a morte de uma jovem no Irã foi o estopim para uma revolução contra a opressão e o autoritarismo. Jina Mahsa Amini, 22 anos, foi presa e agredida pela Polícia da Moralidade porque estava com o véu, obrigatório a todas as mulheres, posto de maneira que foi considerada incorreta. Em seu funeral, a família fez um apelo: “não nos deixem sozinhos”. Ali nasceu a poderosa revolução feminista iraniana, sob o lema “ jin, jiyan, azadi” — termo de origem curda — que significa mulher, vida, liberdade.Esse canto atravessou fronteiras e se transformou em símbolo global de resistência.

Neste episódio, conversamos com a pesquisadora, professora e escritora iraniana Firoozeh Farvardin, que reflete sobre como a morte de Jina acendeu uma revolução que continua viva e conectada a outras lutas sociais e políticas em disputa no Irã. Ela também fala sobre a vida em estado constante de alerta após os recentes doze dias de ataques entre Israel e Irã, com apoio dos EUA, que em junho deixaram milhares de mortos.

Ouça o episódio e compartilhe sua opinião sobre esse tema nos comentários. Não se esqueça que você também pode doar qualquer valor para apoiar o nosso jornalismo independente. Saiba mais em apoie.apublica.org

====

PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA

====

Quem faz o Pauta: 

● Apresentação e entrevista: Andrea Dip
● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira
● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz
● ID Visual: Tayná Gonçalves
● Coordenação de podcast: Sofia Amaral
● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana
● Chamadas e teasers: Ethieny Karen
● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro
● Trilha original composta por Pedro Vituri

contato: podcasts@apublica.org

Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.
Contamos com seu apoio!

💾

#160 Guiné-Bissau, Bahia, travessia — Bianca Santana e Ernesto Mané

Neste episódio, os escritores Bianca Santana e Ernesto Mané apresentam seus novos livros que narram a busca pela identidade, ancestralidade e o sentimento de pertencimento enquanto reconstroem a trajetória de familiares que deixaram a terra natal. No romance Apolinária (Fósforo), a paulistana Santana mistura memória e ficção para resgatar a história da avó materna, que migrou do interior da Bahia para São Paulo nos anos 50. Já em Antes do Início (Tinta-da-China Brasil), o paraibano Mané, diplomata de carreira, narra sua viagem à Guiné-Bissau para conhecer a família do pai, refletindo sobre suas raízes africanas. Na conversa, os dois autores falam das semelhanças entre seus livros e suas jornadas pessoais de reconhecimento.

Apoio confirmado: Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais

Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451

💾

❌