Michael Charuto conta sua vivência com movimento punk, o mundo da luta e sua temporada na tailândia.
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00:00 - Início
05:57 - Juventude no Catete
12:11 - Primeiro emprego em loja de Surf
17:18 - Cansei de apanhar na rua
25:45 - Minha primeira luta
36:56 - Virei treinador de Muay Thai
41:22 - Temporada na Tailândia
01:16:50 - Muay Thai no Brasil
01:29:45 - O legado da Baan Naksu
01:35:53 - O erro e o acerto da minha vida
A proliferação mundial dos sistemas de inteligências artificiais generativas em 2023 quebra um paradigma na história da arte ao tornar a cópia ainda mais elemento de criação. Tudo que está na internet e foi raspado – sem consentimento – por estes sistemas está sendo a base para a criação de inúmeras coisas, de cards de redes sociais a ilustrações, passando por artigos, filmes, livros e músicas. Se já no início do século XX a reprodução técnica tornava a cópia e o “original” não facilmente distinguíveis, o que dirá a partir de 2023, quando as IAs ampliam a reprodução digital e, cada vez mais, a separam de sua materialidade original, que passa a se transformar em mero dado, padrões de números a alimentarem grandes bancos onde não existe mais singularidade, apenas cópia.
Diante disso, qual será o papel da cópia na era da IA Generativa? Estamos em uma investigação para entendermos o papel da cópia (e do desvio) ao longo dos últimos séculos na história da arte.
O projeto Cópia & Desvio é uma série de conferências experimentais/performances sobre o direito para copiar e reutilizar o conhecimento humano. Organizado em quatro atos, o objetivo é apresentar uma narrativa crítica sobre a cópia e sua relação com a política e a sociedade ao longo do tempo.
A primeira se chama “A cópia na era de sua proliferação técnica” e ocorreu ao vivo em 24 de outubro, às 19h (UTC-3).
Rafael Bresciani e Leonardo Foletto vão criar artefatos sonoros e visuais para compor a narração da conferência, centrada nas práticas e reflexões de cópia no século XX, de Walter Benjamin a Lev Manovich, passando por Duchamp, Debord, Warhol, entre vários outros.
A proliferação mundial dos sistemas de inteligências artificiais generativas em 2023 quebra um paradigma na história da arte ao tornar a cópia ainda mais elemento de criação. Tudo que está na internet e foi raspado – sem consentimento – por estes sistemas está sendo a base para a criação de inúmeras coisas, de cards de redes sociais a ilustrações, passando por artigos, filmes, livros e músicas. Se já no início do século XX a reprodução técnica tornava a cópia e o “original” não facilmente distinguíveis, o que dirá a partir de 2023, quando as IAs ampliam a reprodução digital e, cada vez mais, a separam de sua materialidade original, que passa a se transformar em mero dado, padrões de números a alimentarem grandes bancos onde não existe mais singularidade, apenas cópia. É a hiperconexão do E E em vez do OU OU, já que às máquinas não é facultado a possibilidade de fim, mas sim a reprodução contínua e infinita de presente.
Diante disso, qual será o papel da cópia na era da IA Generativa? Estamos em uma investigação para entendermos o papel da cópia (e do desvio) ao longo dos últimos séculos na história da arte, que vai resultar num livro a ser publicado pela SobInfluencia em 2025.
Em paralelo e complementar ao processo de produção do livro, nasceu o projeto Cópia & Desvio. É uma série de conferências experimentais/performances sobre o direito para copiar e reutilizar o conhecimento humano. Organizado em quatro atos, o objetivo é apresentar uma narrativa crítica sobre a cópia e sua relação com a política e a sociedade ao longo do tempo.
A primeira será chamada de “A cópia na era de sua proliferação técnica” e vai ocorrer ao vivo em 24 de outubro, às 19h (UTC-3), gravada e transmitida via Youtube do BaixaCultura.
Rafael Bresciani e Leonardo Foletto vão criar artefatos sonoros e visuais para compor a narração da conferência, centrada nas práticas e reflexões de cópia no século XX, de Walter Benjamin a Lev Manovich, passando por Duchamp, Debord, Warhol, entre vários outros.
The main body is made of cherry wood and the shelf is made of woven rattan.
The top was carved into a tray shape, so it warped quite a bit during processing.
The warping was held down with bolts without interfering with the top's expansion and contraction.
If the top was not warped, it could be used on both sides by simply placing it on the legs without using bolts.