O DJ KL Jay, lendário integrante dos Racionais MC's, expandiu sua atuação na noite paulistana com o Katarina Bar, localizado no centro de São Paulo.
Neste vídeo, confira todos os detalhes sobre a proposta do estabelecimento, que une discotecagem de alta qualidade focada em música negra (jazz, soul, funk, trap e rap), coquetelaria autoral e um menu acessível com opções vegetarianas e veganas. Descubra a atmosfera do local, a estrutura com pista de dança no subsolo e como o artista movimenta a vida cultural da capital paulista.
Assista até o final para conferir os destaques do cardápio, a curadoria musical e as informações de funcionamento.
Uma investigação exclusiva do UOL revela como uma estatal federal utilizou um convênio de R$ 35 milhões com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para irrigar uma rede de cabos eleitorais e aliados políticos no Estado do Rio de Janeiro.
Documentos e folhas de pagamento sigilosas obtidos pela reportagem mostram que verbas da PortosRio (antiga Companhia Docas do Rio de Janeiro), destinadas originalmente a estudos científicos e projetos de integração entre portos e comunidades, foram parar nos bolsos de pré-candidatos, ex-assessores, parentes e militantes ligados ao grupo político do ex-prefeito de Belford Roxo, Waguinho Carneiro, e da deputada federal Daniela do Waguinho.
Analisamos os registros de 544 supostos bolsistas pagos pela primeira parcela do contrato e identificamos que mais de 300 possuem vínculos diretos com a classe política. O vídeo detalha casos de pré-candidatos que receberam bolsas acadêmicas de até R$ 150 mil enquanto organizavam eventos de campanha, levavam militantes em ônibus para atos políticos e articulavam entregas de maquinário público na Baixada Fluminense.
Confira as respostas oficiais da PortosRio, da UFRJ, de Waguinho e de Daniela Carneiro sobre as irregularidades apontadas na reportagem.
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As empresas offshores em paraísos fiscais já foram uma das principais opções para ocultar patrimônio e lavar dinheiro. Mas acabaram substituídas por uma teia financeira montada dentro do próprio Brasil, com fundos de investimento, sociedades anônimas e fintechs, explicou a repórter Amanda Rossi, em entrevista ao videocast UOL Prime, apresentado por José Roberto de Toledo.
A nova estratégia foi revelada pelas operações Carbono Oculto e Compliance Zero, da Polícia Federal. No caso da Carbono Oculto, fundos e fintechs teriam sido utilizados para lavar dinheiro do PCC. Já a Compliance Zero mostrou como fundos e sociedades anônimas serviram para ocultar patrimônio e pagar propina no caso do Banco Master.