VOCÊ TRABALHA COM GEOPROCESSAMENTO COMO SE AINDA FOSSE 1998?

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🚨 Mas ele carrega limitações importantes. Um Shapefile não é apenas um arquivo: normalmente envolve ‘.shp’, ‘.shx’, ‘.dbf’, ‘.prj’ e outros arquivos auxiliares.
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❌ Além disso, os nomes dos campos são limitados a 10 caracteres, há restrições nos tipos de atributos, limitações de tamanho e problemas que podem aparecer com codificação de caracteres. Também não é possível armazenar diferentes camadas dentro do mesmo Shapefile.
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👉🏻 Uma alternativa muito mais moderna é o GeoPackage (.gpkg). Ele permite armazenar várias camadas vetoriais em um único arquivo, além de tabelas e até dados raster, dependendo do uso. Também aceita nomes de campos maiores, tipos de dados mais completos e facilita bastante o transporte e a organização de um projeto.
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📢 Isso não significa que você precisa abandonar o Shapefile. Ele ainda é útil, principalmente quando a compatibilidade com sistemas antigos é necessária. Mas, para novos projetos no QGIS, o GeoPackage costuma ser uma escolha muito mais prática e robusta.
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📍 Conhecer formatos de dados também faz parte de trabalhar bem com Geoprocessamento. Não basta saber abrir uma camada. É importante entender como os dados estão sendo armazenados e quais limitações aquele formato pode impor ao seu projeto.
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