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Gutenberg Changelog #16 – Gutenberg 7.7 Release, #WPBlockTalk and Block Patterns

Mark Uraine and Birgit Pauli-Haack discuss the release of Gutenberg 7.7 Release, #WPBlockTalk Conference and Block Patterns as well as bug fixes, experiments and what’s in active development. Music: Homer Gaines Editor: Sandy Reed Logo: Mark Uraine Production: Pauli Systems Show Notes / Transcript Show Notes Announcements WordPress VIP webinar: “Build an enterprise newsletter in […]

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Passion projects

Frances Wilson gets implausibly angry about the hypocrisy of Patrick O’Brian; Michèle Roberts makes the case for the forgotten author of the nineteenth century, George Sand; Miranda Seymour turns literary detective to identify a new work by Ada Lovelace. And Roz Dineen fails to be enticed by cakes.


Romans 1 & 2 George Sand; Edited by José-Luis Diaz and Brigitte Diaz

Patrick O’Brian – A very private life Nikolai Tolstoy


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#13 - Marighella, cidades

O apresentador conversa com Mário Magalhães, autor da biografia de Carlos Marighella, recém-adaptada para o cinema, e com a atriz Maria Marighella, neta do líder revolucionário, que atua no filme e trabalha na publicação dos escritos do avô. Em seguida, a ensaísta Bianca Tavolari fala sobre a seção que passa a editar na Quatro Cinco Um, sobre a história, a vida e o futuro das cidades.

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Absolutely worth the hype

Edmund Gordon discusses whether Hilary Mantel's final Cromwell novel lives up to its billing - and whether, at 900-odd pages, it is the right length; Muriel Zagha looks at the female gaze in French cinema, with respect to the new film Portrait of a Lady on Fire; Irina Dumitrescu talks about how to write well, and when to break the rules


The Mirror & the Light, by Hilary Mantel

Portrait of a Lady on Fire, by Céline Sciamma

Why They Can't Write, by John Warner

Writing to Persuade, by Trish Hall

Every Day I Write the Book, by Amitava Kumar  

First You Write a Sentence, by Joe Moran

Meander, Spiral, Explode, by Jane Alison


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#22 – Suco de São Paulo

Dois dias de caminhada pela cidade de São Paulo. Um total de 50 quilômetros percorridos, partindo da Zona Oeste, até a fronteira com São Caetano, na Zona Leste. Dezenas de entrevistados. Histórias surpreendentes que revelam a alma da maior cidade do país.

Pra completar, uma trilha sonora feita exclusivamente com os sons colhidos durante a caminhada.

Ouça no link: https://soundcloud.com/mister-paulada/sets/cantos-escafandristas

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– Ficha técnica:

Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini

Trilha sonora original: Paulo Gama

Mixagem: Vitor Coroa

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RIP George Steiner (e o mistério da música)

George Steiner (Gallimard)
George Steiner (Gallimard)

No início do mês, faleceu o famoso crítico literário, filósofo, ensaísta, romancista e educador franco-americano George Steiner (1929-2020).

Vez ou outra, Steiner privilegiava também a nós, musicófilos, expressando a sua paixão pela música. Em 2010, à ocasião das NEXUS Conferences, no Concertgebouw de Amsterdã (sede da famosa orquestra holandesa), Steiner palestrava sobre o tema: “What’s Next for the West?” (“O Que Vem a Seguir para o Ocidente?”), e encerrou a sua apresentação com um belo discurso sobre o mistério da música. Que um dos maiores críticos literários da atualidade tenha dito que a música lhe parece superior à literatura como “força de uma possibilidade transcendente” não é coisa que Euterpe poderia ignorar e, há algum tempo, postamos uma bela montagem deste vídeo (infelizmente não mais disponível) em nossa página no Facebook.

Compartilhamos agora o vídeo original, portanto, como homenagem ao mestre, com uma tradução logo abaixo por nossa cortesia.

Música, o mistério da música. O que Nietzsche chamou tão corretamente de o mysterium tremendum. O mysterium tremendum do último ato de Tristão [e Isolda], e tantos outros casos: pode ser uma Étude de Chopin, uma frase ou mais em Mozart, que nos fala que há algo além, que paradoxalmente pertence a nós profundamente, mas que de algum modo toca em um significado universal de impossibilidade. Que não somos apenas um conjunto fisiológico eletro-químico e neural, que há mais na consciência do que fiação eletrônica. A música para mim parece, mais do que a literatura, a grande força, a esperança de uma possibilidade transcendente.

Essa é a razão pela qual é vitalmente importante que nossas crianças tenham acesso, desde a mais tenra idade, a boa música. Eu soo como um velho chato reacionário, e não me desculpo por isso, mas nada me aterroriza mais do que a exclusão de música séria das vidas de milhões de crianças pequenas: a substituição de muitas formas de música pelo horror de barulho ordenado, pelo barbarismo de barulho ordenado, a derrocada ensurdecedora de não deixar uma criança encontrar boa música, de não lhe ensinar um instrumento, se possível, de não lhe ensinar a cantar, se possível.

Houve um tempo na vida diária, no século XIX e começo do século XX na Europa, em que apresentações amadoras eram uma realização natural de pessoas educadas. Não precisava ser muito bom, não precisava ser muito grande, mas era parte de se reunir e estar em contato com aquele mysterium tremendum do transcendental. Se levarem isso embora de nós, estaremos realmente em apuros. Não acho que conseguirão. Durante os piores períodos de despotismo e tirania, pessoas podiam aprender partituras de cor. Mesmo quando a música era proibida, ela ainda podia ser confiada à memória. A música é algo muito difícil de se censurar – sim, ela pode ser interrompida, ela pode ser suprimida, músicos podem ser caçados, e perseguidos, e torturados. Mas, ainda, ela está lá, e sempre o seu estranho mistério permanece.

O Concertgebouw é um lugar para se lembrar dos últimos concertos daquele gênio muito ambíguo, [Wilhelm] Furtwängler. A luz caía regularmente e temos gravações em que você ouve o tiroteio da artilharia russa se aproximando de Berlim. Em uma gravação de Beethoven e uma de Haydn daquele tempo, tocados no escuro, as pessoas na plateia, sabendo que estavam condenadas a um destino horrível…, e não há gravações ou interpretações, que eu conheça, maiores daquela música. Há algo na música que é muito mais forte mesmo nas nossas maiores apresentações, a música em certo sentido nos toca, somos tocados por ela. Isso não significa que haverá consenso sobre os seus significados, não significa que não continuaremos debatendo ferozmente sobre a escolha de um andamento lento de uma sinfonia de Bruckner para marcar a morte do Führer. Temos uma gravação e ela também é fantástica, assim como outras gravações excelentes.

Por muitos e muitos anos, eu tentava entender por que a música não diz “não” em certas ocasiões. Dachau, como vocês sabem, fica nos arredores de Munique, muito próxima, e os trens com as pessoas morrendo dentro deles de sede e de fome a caminho para Dachau costumavam passar não muito longe da sua grande sala de concerto. Nessa sala, [Walter] Gieseking apresentava o seu ciclo de Debussy, e bons críticos dizem que nunca houve uma interpretação superior de Debussy. E a minha pergunta era, para estudantes alemães – e comecei a perguntá-la imediatamente após a Guerra –, para crianças de escolas alemãs, por que a música não disse “não”? – o que é uma pergunta sem sentido. Mas é uma pergunta sem sentido? Ainda não sei a resposta. Poderia a música ter se recusado a ser tocada? É claro que poderia. Poderia ser tocada de modo errado pelo menos? Poderia Gieseking tocar notas erradas pelo menos? Não tocou.

Então o mistério permanece, mas também permanece a forte e urgente esperança de que não deixaremos que nos levem embora essa experiência sobrepujante, esse privilégio de existir, que é a grande música.

Obrigado.

 

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The Mirror & the Light – an extract from Hilary Mantel's new novel

This week the TLS is running an extract from The Mirror & the Light, the long-awaited third and final volume of Hilary Mantel’s Thomas Cromwell novels. In 1538 Thomas Cromwell, Lord Privy Seal, questions Geoffrey Pole, the youngest son of a great family. Pole is accused of conspiring against Henry VIII and attempting to bring back the old religion and reinstate the Pope as head of the Church. (The Mirror & the Light will be published on March 5 by Fourth Estate. The audio book is published by W F Howes and narrated by Ben Miles.)

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West Side Storyless

James Shapiro, the author of Shakespeare in a Divided America, discusses the history of West Side Story, the most popular and successful Shakespeare musical of all time, and Ivo van Hove's flawed Broadway adaptation; Toby Lichtig reviews Tom Stoppard's new play Leopoldstadt and talks us through a selection of Jewish-focused pieces in this week's issue of the TLS; David Horspool, the TLS's history editor and a keen consumer of audiobooks, tells us what he has been listening to this month


West Side Story, directed by Ivo van Hove

Leopoldstadt by Tom Stoppard, Wyndham's Theatre, London, until June 13


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#12 - Cinema, psicanálise, poesia, carnaval

O diretor de Bacurau Kleber Mendonça Filho e a psicanalista Maria Rita Kehl falam sobre cinema, psicanálise, cultura, crítica, Brasil e outros temas no primeiro bloco. Em seguida, o apresentador Paulo Werneck e o repórter Chico Felitti conversam com o poeta Ismar Tirelli Neto. Por fim, Rafael Freitas da Silva comenta sobre seu livro O Rio Antes do Rio, que inspirou o enredo da Portela em 2020.

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Vanilla sex in Pompeii

Rebecca Langlands on lessons learnt in the only known ancient Roman brothel; Caroline Moorehead reviews Elena Ferrante's latest novel; Rory Waterman reads a new poem, "Defences" ("'Crikey!' you say. 'It’s gorgeous!'...")


Books: 

The Brothel of Pompeii: Sex, class, and gender at the margins of Roman society, by Sarah Levin-Richardson 

La vita bugiarda degli adulti, by Elena Ferrante


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#21 – Robôs, bactérias e o futuro da humanidade

Em 1974 um bioquímico da universidade de Stanford chamado Paul Berg desenvolveu uma tecnologia que permitia inserir o DNA de um vírus de macaco numa bactéria. O vírus SV40 causava câncer em ratos de laboratório. E a bactéria em questão, a E. Coli, era uma das mais abundantes no intestino humano.

A descoberta assustou o mundo científico. E se essas bactérias mutantes escapassem para os laboratórios, de lá para o mundo e de repente a humanidade se visse às voltas com uma pandemia de câncer?

Diante disso, a comunidade científica resolveu fazer algo raro: parar tudo para pensar.

No ano seguinte, cientistas do mundo todo se reuniram na Califórnia para o evento que ficou conhecido como Conferência de Asilomar, onde foram definidas boa parte das regras que ainda hoje regem a ética da biotecnologia.

Desde então, várias outras tecnologias, igualmente impactantes, foram descobertas. Algumas delas, como a inteligência artificial, podem modificar profundamente nossas relações sociais, políticas e econômicas. Mais do que isso, podem alterar profundamente a essência da nossa espécie.

Quais são essas tecnologias? Como lidamos com ela até aqui? Que impactos reais podemos esperar nos próximos anos, décadas ou séculos? Como será o futuro se pudermos escolher as características dos nossos bebês?

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– Entrevistados do episódio:

Lídia Zuin

Jornalista, pesquisadora, professora e futuróloga.

Beny Spira

Professor livre-docente da Universidade de São Paulo, associado ao Laboratório de Microbiologia do Instituto de Ciências Biomédicas. Biólogo, possui doutorado em genética molecular pela Universidade de Tel-Aviv e pós-doutorado na Universidade de Sydney.

Marcelo Leite

Jornalista especializado em ciência, colunista da Folha de S.Paulo, doutor em Ciências Sociais, autor dos livros ‘Promessas do Genoma’ e ‘Ciência: Use com Cuidado’.

– Mergulhe mais fundo

E.T., Saudações (revista Piauí)

Dançando no escuro (revista Piauí)

Autor de ‘Homo Deus’ mapeia as graves implicações da tecnologia

Roda Viva com Yuval Harari

– Ficha técnica:

Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini

Trilha sonora original: Paulo Gama

Mixagem: Vitor Coroa

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One process for burnishing fine clay plaster; this is wet burnishing, where clay is dampened first, then the creamy clay that comes to the surface is compressing into any micro-pores in the surface. This particular example is a pedestal sink that I burnished over a dozen times using this method. The result is a very smooth tight surface. The sink bowl is coated with as much hardening oil as it would absorb (I use linseed stand oil) to repel water.

Can't go on. Go on.

Is it the best of times or the worst of times to be a satirist? Madeleine Brettingham, a writer on the BBC's News Quiz, joins us to discuss; Toby Lichtig on a new production of Endgame and the constraints imposed on Samuel Beckett adaptations; founded in the 1960s, the Oulipo was – and remains – a group of writers and scientists striving for "potential literature". Anna Aslanyan considers the movement's legacy


March of the Lemmings: Brexit in print and performance 2016–2019, by Stewart Lee

The Joke is On Us: Political comedy in (late) neoliberal times, edited by Julie A. Webber

Endgame / Rough For Theatre II, at the Old Vic theatre, London

The Oulipo and Modern Thought, by Dennis Duncan

All that is Evident is Suspect: Readings from the Oulipo 1963–2018, edited and translated by Daniel Levin Becker and Ian Monk


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Gutenberg Changelog #14 – Gutenberg 7.4 and 7.5 Release and WordPress 5.4.

In this episode, Birgit Pauli-Haack and Mark Uraine discuss the release of Gutenberg 7.4 and 7.5 with more enhancements and fixes. They also cover some interesting block editing features, Community Contributions, and the upcoming release of WordPress 5.4. Music: Homer Gaines Editor: Sandy Reed Logo: Mark Uraine Production: Pauli Systems Show Notes / Transcript Show […]

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#11 - Murakami, carnaval

No primeiro episódio de 2020, uma conversa sobre as memórias de infância do escritor japonês Haruki Murakami com a tradutora Rita Kohl e o escritor Arthur Dapieve. No segundo bloco, Marília Kodic, editora da Quatro Cinco Um, conversa com o escritor Alberto Mussa sobre os sambas do carnaval carioca 2020.

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Daniel Kehlmann, an interview

One of Germany's most acclaimed novelists talks to Maren Meinhardt about his new novel, Tyll, a vivid account of a seventeenth-century trickster's journey through a Europe ravaged by the Thirty Years’ War.

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Bringing Tolstoy down

Caryl Emerson on Tolstoy’s art, ideas and life, and the extent to which these came together; Benjamin Markovits returns to a treasured childhood book: The Advanced Dungeons & Dragons Player's Handbook; Eve Babitz – a “fizzy”, “fabulous” chronicler of 1960s and 70s Los Angeles – is mid revival. Megan Marz fills us in.


Lives and Deaths: Essential stories by Leo Tolstoy, translated by Boris Dralyuk

Leo Tolstoy: A very short introduction by Liza Knapp

Leo Tolstoy by Andrei Zorin

The Advanced Dungeons and Dragons Players Handbook by Gary Gygax

I Used To Be Charming: The rest of Eve Babitz, edited by Sara J. Kramer

Hollywood’s Eve: Eve Babitz and the secret history of L.A., by Lili Anolik


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#20 – Dos vinte centavos a Bolsonaro

Em junho de 2013, o Movimento Passe Livre (MPL) iniciou uma série de protestos, em São Paulo, contra o aumento de vinte centavos nas tarifas de ônibus e metrô.

Em pouco tempo, as manifestações ganharam uma dimensão inesperada. E mesmo depois de Estado e Prefeitura terem voltado atrás com o aumento, as ruas continuaram inflamadas por passeatas, numa ebulição popular inédita no país.

As pautas se multiplicaram. O combate à corrupção e a demanda por melhores serviços públicos no  geral passaram a engrossar o coro das ruas.

Até que, no final de 2014, as cores das manifestações foram mudando. Um movimento que era essencialmente progressista ganhou ares nacionalistas, conservadores e anti-partidários.

Grupos recém-criados como o Movimento Brasil Livre (MBL) e o Movimento Vem Pra Rua, passaram cooptar essa insatisfação popular difusa que culminaria no impeachment de Dilma Roussef. E que seria um dos vários fatores que colaboraram para a eleição do governo de extrema-direita de Jair Bolsonaro.

Como isso aconteceu? Como o Passe Livre conseguiu transformar uma pauta única num protesto nacional? Como grupos de direita, notadamente o Movimento Brasil Livre (MBL) se apropriaram das manifestações? Quem financiou esses grupos? Como a direita foi capaz de canalizar o sentimento de revolta e por que a esquerda não conseguiu retomar as ruas desde então?

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– Entrevistados do episódio:

Lucas Monteiro de Oliveira

Historiador, professor e cofundador do Movimento Passe Livre

Marcio Moretto

Doutor em ciências da computação, professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP (EACH-USP) e cocoordenador do Monitor do Debate Político no Meio Digital.

Marina Amaral

Jornalista, codiretora da Agência Pública de Jornalismo Investigativo.

– Mergulhe mais fundo

A nova roupa da direita (Agência Pública)

Condenados por Moro, absolvidos pelo tribunal (Agência Pública)

Movimento Passe Livre no Roda Viva

– Ficha técnica:

Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini

Trilha sonora original: Paulo Gama

Mixagem: Vitor Coroa

Captação de áudio em estúdio: João Puntoni

 

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