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- Gutenberg Times Podcast
- Gutenberg Changelog #17 – Gutenberg 7.8, WPBlockTalk, Block Patterns, APIs and more
Tweets, memes and the smell of masculine
Samuel Graydon reviews two new albums, by the folk troubadour Sam Lee and indie rock band Cornershop, both of which offer innovative and intelligent musical perspectives on modern England; the TLS’s arts editor Lucy Dallas presents this month’s ‘Audio/Visual’, a monthly round-up of listening and watching; Josephine Livingstone grapples with the 'omnivore paradox' in the arts sector: why broader tastes in art have not led to wider participation
Featured works
Old Wow by Sam Lee
England is a Garden by Cornershop
Audio: ‘Reply All’, the podcast
Visual: ‘Five Guys a Week’, Channel 4
Entitled: Discriminating tastes and the expansion of the arts by Jennifer C. Lena
Steal as Much as You Can: How to win the culture wars in an age of austerity by Nathalie Olah
Smashing It: Working class artists on life, art and making it happen, edited by Sabrina Mahfouz
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Tales of a century
Tim Parks talks us through the lockdown from Milan; A. N. Wilson explains the Prayer Book Controversy of the 1920s, and why it's a bit like Brexit; and Anna Girling looks back on the - failed - poetic and critical career of Richard Aldington
Richard Aldington, Two volumes, by Vivien Whelpton
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#14 - Maníacos por papéis, Brasil autoritário
Uma conversa sobre a mania de acumular papéis com o colecionador Pedro Corrêa do Lago, a historiadora especializada em arquivos Silvana Goulart e a jornalista Mariana Delfini. Em seguida, os professores de direito Luciana Silva Reis e Rafael Mafei, do centro de pesquisas Laut, que inicia parceria de conteúdo com a Quatro Cinco Um, falam sobre a presença autoritária na história do Brasil.
#23 – O médico e a máquina
As mudanças trazidas pela inteligência artificial devem, em poucos anos, causar uma revolução na saúde. Hoje já estão em fase de testes algoritmos que vão auxiliar os médicos em tarefas diversas.
Eles poderão, por exemplo, cruzar milhares de dados sobre um paciente para prever as chances de cura em casos diversos. Para criar diagnósticos. E para auxiliar na aplicação de tratamentos e prescrição de drogas.
Eles poderão acessar bancos de dados em tempo real, e ter atualização instantânea sobre cada nova doença ou nova terapia. Eles poderão preencher prontuários automaticamente enquanto o médico se dedica ao atendimento do paciente. E poderão fazer com que clínicos gerais tenham a opinião dos maiores especialistas em cada área.
Há também pontos controversos nessa tecnologia. Porque os algoritmos são alimentados por dados. Então vale perguntar: quem coleta esses dados? O que impediria, por exemplo, que planos de saúde reajustassem suas mensalidades de acordo com os riscos que cada paciente tem de adoecer?
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– Entrevistados do episódio:
Economista, professor do Departamento de Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública da USP na área de estatísticas de saúde, diretor do Laboratório de Big Data e Análise Preditiva em Saúde (Labdaps) da FSP/USP.
Médico infectologista, doutor em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Campinas (1996), pós-doutor na área de Bioética Clínica na Universidade Cornell, em Nova York. É professor da Unicamp na Faculdade de Ciências Médicas, onde coordena a Área de Ética e Saúde.
– Mergulhe mais fundo
Quantas doenças existem? (Washington Post)
Inteligência artificial no mercado financeiro – The Economist (em inglês).
– Ficha técnica:
Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini
Trilha sonora original: Paulo Gama
Mixagem: Vitor Coroa
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- Gutenberg Changelog #16 – Gutenberg 7.7 Release, #WPBlockTalk and Block Patterns
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Passion projects
Frances Wilson gets implausibly angry about the hypocrisy of Patrick O’Brian; Michèle Roberts makes the case for the forgotten author of the nineteenth century, George Sand; Miranda Seymour turns literary detective to identify a new work by Ada Lovelace. And Roz Dineen fails to be enticed by cakes.
Romans 1 & 2 George Sand; Edited by José-Luis Diaz and Brigitte Diaz
Patrick O’Brian – A very private life Nikolai Tolstoy
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#13 - Marighella, cidades
O apresentador conversa com Mário Magalhães, autor da biografia de Carlos Marighella, recém-adaptada para o cinema, e com a atriz Maria Marighella, neta do líder revolucionário, que atua no filme e trabalha na publicação dos escritos do avô. Em seguida, a ensaísta Bianca Tavolari fala sobre a seção que passa a editar na Quatro Cinco Um, sobre a história, a vida e o futuro das cidades.
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- Gutenberg Changelog #15 – Global Styles, Plugin Releases 7.5 and 7.6, WordPress 5.4 and #WCMIA
Gutenberg Changelog #15 – Global Styles, Plugin Releases 7.5 and 7.6, WordPress 5.4 and #WCMIA
Absolutely worth the hype
Edmund Gordon discusses whether Hilary Mantel's final Cromwell novel lives up to its billing - and whether, at 900-odd pages, it is the right length; Muriel Zagha looks at the female gaze in French cinema, with respect to the new film Portrait of a Lady on Fire; Irina Dumitrescu talks about how to write well, and when to break the rules
The Mirror & the Light, by Hilary Mantel
Portrait of a Lady on Fire, by Céline Sciamma
Why They Can't Write, by John Warner
Writing to Persuade, by Trish Hall
Every Day I Write the Book, by Amitava Kumar
First You Write a Sentence, by Joe Moran
Meander, Spiral, Explode, by Jane Alison
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#22 – Suco de São Paulo
Dois dias de caminhada pela cidade de São Paulo. Um total de 50 quilômetros percorridos, partindo da Zona Oeste, até a fronteira com São Caetano, na Zona Leste. Dezenas de entrevistados. Histórias surpreendentes que revelam a alma da maior cidade do país.
Pra completar, uma trilha sonora feita exclusivamente com os sons colhidos durante a caminhada.
Ouça no link: https://soundcloud.com/mister-paulada/sets/cantos-escafandristas
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– Ficha técnica:
Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini
Trilha sonora original: Paulo Gama
Mixagem: Vitor Coroa
RIP George Steiner (e o mistério da música)

No início do mês, faleceu o famoso crítico literário, filósofo, ensaísta, romancista e educador franco-americano George Steiner (1929-2020).
Vez ou outra, Steiner privilegiava também a nós, musicófilos, expressando a sua paixão pela música. Em 2010, à ocasião das NEXUS Conferences, no Concertgebouw de Amsterdã (sede da famosa orquestra holandesa), Steiner palestrava sobre o tema: “What’s Next for the West?” (“O Que Vem a Seguir para o Ocidente?”), e encerrou a sua apresentação com um belo discurso sobre o mistério da música. Que um dos maiores críticos literários da atualidade tenha dito que a música lhe parece superior à literatura como “força de uma possibilidade transcendente” não é coisa que Euterpe poderia ignorar e, há algum tempo, postamos uma bela montagem deste vídeo (infelizmente não mais disponível) em nossa página no Facebook.
Compartilhamos agora o vídeo original, portanto, como homenagem ao mestre, com uma tradução logo abaixo por nossa cortesia.
Música, o mistério da música. O que Nietzsche chamou tão corretamente de o mysterium tremendum. O mysterium tremendum do último ato de Tristão [e Isolda], e tantos outros casos: pode ser uma Étude de Chopin, uma frase ou mais em Mozart, que nos fala que há algo além, que paradoxalmente pertence a nós profundamente, mas que de algum modo toca em um significado universal de impossibilidade. Que não somos apenas um conjunto fisiológico eletro-químico e neural, que há mais na consciência do que fiação eletrônica. A música para mim parece, mais do que a literatura, a grande força, a esperança de uma possibilidade transcendente.
Essa é a razão pela qual é vitalmente importante que nossas crianças tenham acesso, desde a mais tenra idade, a boa música. Eu soo como um velho chato reacionário, e não me desculpo por isso, mas nada me aterroriza mais do que a exclusão de música séria das vidas de milhões de crianças pequenas: a substituição de muitas formas de música pelo horror de barulho ordenado, pelo barbarismo de barulho ordenado, a derrocada ensurdecedora de não deixar uma criança encontrar boa música, de não lhe ensinar um instrumento, se possível, de não lhe ensinar a cantar, se possível.
Houve um tempo na vida diária, no século XIX e começo do século XX na Europa, em que apresentações amadoras eram uma realização natural de pessoas educadas. Não precisava ser muito bom, não precisava ser muito grande, mas era parte de se reunir e estar em contato com aquele mysterium tremendum do transcendental. Se levarem isso embora de nós, estaremos realmente em apuros. Não acho que conseguirão. Durante os piores períodos de despotismo e tirania, pessoas podiam aprender partituras de cor. Mesmo quando a música era proibida, ela ainda podia ser confiada à memória. A música é algo muito difícil de se censurar – sim, ela pode ser interrompida, ela pode ser suprimida, músicos podem ser caçados, e perseguidos, e torturados. Mas, ainda, ela está lá, e sempre o seu estranho mistério permanece.
O Concertgebouw é um lugar para se lembrar dos últimos concertos daquele gênio muito ambíguo, [Wilhelm] Furtwängler. A luz caía regularmente e temos gravações em que você ouve o tiroteio da artilharia russa se aproximando de Berlim. Em uma gravação de Beethoven e uma de Haydn daquele tempo, tocados no escuro, as pessoas na plateia, sabendo que estavam condenadas a um destino horrível…, e não há gravações ou interpretações, que eu conheça, maiores daquela música. Há algo na música que é muito mais forte mesmo nas nossas maiores apresentações, a música em certo sentido nos toca, somos tocados por ela. Isso não significa que haverá consenso sobre os seus significados, não significa que não continuaremos debatendo ferozmente sobre a escolha de um andamento lento de uma sinfonia de Bruckner para marcar a morte do Führer. Temos uma gravação e ela também é fantástica, assim como outras gravações excelentes.
Por muitos e muitos anos, eu tentava entender por que a música não diz “não” em certas ocasiões. Dachau, como vocês sabem, fica nos arredores de Munique, muito próxima, e os trens com as pessoas morrendo dentro deles de sede e de fome a caminho para Dachau costumavam passar não muito longe da sua grande sala de concerto. Nessa sala, [Walter] Gieseking apresentava o seu ciclo de Debussy, e bons críticos dizem que nunca houve uma interpretação superior de Debussy. E a minha pergunta era, para estudantes alemães – e comecei a perguntá-la imediatamente após a Guerra –, para crianças de escolas alemãs, por que a música não disse “não”? – o que é uma pergunta sem sentido. Mas é uma pergunta sem sentido? Ainda não sei a resposta. Poderia a música ter se recusado a ser tocada? É claro que poderia. Poderia ser tocada de modo errado pelo menos? Poderia Gieseking tocar notas erradas pelo menos? Não tocou.
Então o mistério permanece, mas também permanece a forte e urgente esperança de que não deixaremos que nos levem embora essa experiência sobrepujante, esse privilégio de existir, que é a grande música.
Obrigado.
The post RIP George Steiner (e o mistério da música) first appeared on Euterpe – Blog de Música Clássica.
The Mirror & the Light – an extract from Hilary Mantel's new novel
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West Side Storyless
James Shapiro, the author of Shakespeare in a Divided America, discusses the history of West Side Story, the most popular and successful Shakespeare musical of all time, and Ivo van Hove's flawed Broadway adaptation; Toby Lichtig reviews Tom Stoppard's new play Leopoldstadt and talks us through a selection of Jewish-focused pieces in this week's issue of the TLS; David Horspool, the TLS's history editor and a keen consumer of audiobooks, tells us what he has been listening to this month
West Side Story, directed by Ivo van Hove
Leopoldstadt by Tom Stoppard, Wyndham's Theatre, London, until June 13
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#12 - Cinema, psicanálise, poesia, carnaval
O diretor de Bacurau Kleber Mendonça Filho e a psicanalista Maria Rita Kehl falam sobre cinema, psicanálise, cultura, crítica, Brasil e outros temas no primeiro bloco. Em seguida, o apresentador Paulo Werneck e o repórter Chico Felitti conversam com o poeta Ismar Tirelli Neto. Por fim, Rafael Freitas da Silva comenta sobre seu livro O Rio Antes do Rio, que inspirou o enredo da Portela em 2020.
Vanilla sex in Pompeii
Rebecca Langlands on lessons learnt in the only known ancient Roman brothel; Caroline Moorehead reviews Elena Ferrante's latest novel; Rory Waterman reads a new poem, "Defences" ("'Crikey!' you say. 'It’s gorgeous!'...")
Books:
The Brothel of Pompeii: Sex, class, and gender at the margins of Roman society, by Sarah Levin-Richardson
La vita bugiarda degli adulti, by Elena Ferrante
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#21 – Robôs, bactérias e o futuro da humanidade
Em 1974 um bioquímico da universidade de Stanford chamado Paul Berg desenvolveu uma tecnologia que permitia inserir o DNA de um vírus de macaco numa bactéria. O vírus SV40 causava câncer em ratos de laboratório. E a bactéria em questão, a E. Coli, era uma das mais abundantes no intestino humano.
A descoberta assustou o mundo científico. E se essas bactérias mutantes escapassem para os laboratórios, de lá para o mundo e de repente a humanidade se visse às voltas com uma pandemia de câncer?
Diante disso, a comunidade científica resolveu fazer algo raro: parar tudo para pensar.
No ano seguinte, cientistas do mundo todo se reuniram na Califórnia para o evento que ficou conhecido como Conferência de Asilomar, onde foram definidas boa parte das regras que ainda hoje regem a ética da biotecnologia.
Desde então, várias outras tecnologias, igualmente impactantes, foram descobertas. Algumas delas, como a inteligência artificial, podem modificar profundamente nossas relações sociais, políticas e econômicas. Mais do que isso, podem alterar profundamente a essência da nossa espécie.
Quais são essas tecnologias? Como lidamos com ela até aqui? Que impactos reais podemos esperar nos próximos anos, décadas ou séculos? Como será o futuro se pudermos escolher as características dos nossos bebês?
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– Entrevistados do episódio:
Jornalista, pesquisadora, professora e futuróloga.
Professor livre-docente da Universidade de São Paulo, associado ao Laboratório de Microbiologia do Instituto de Ciências Biomédicas. Biólogo, possui doutorado em genética molecular pela Universidade de Tel-Aviv e pós-doutorado na Universidade de Sydney.
Jornalista especializado em ciência, colunista da Folha de S.Paulo, doutor em Ciências Sociais, autor dos livros ‘Promessas do Genoma’ e ‘Ciência: Use com Cuidado’.
– Mergulhe mais fundo
E.T., Saudações (revista Piauí)
Dançando no escuro (revista Piauí)
Autor de ‘Homo Deus’ mapeia as graves implicações da tecnologia
– Ficha técnica:
Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini
Trilha sonora original: Paulo Gama
Mixagem: Vitor Coroa
10000000 776146129531642 645523550339341923 n

Anne Enright – a reading from Actress
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Can't go on. Go on.
Is it the best of times or the worst of times to be a satirist? Madeleine Brettingham, a writer on the BBC's News Quiz, joins us to discuss; Toby Lichtig on a new production of Endgame and the constraints imposed on Samuel Beckett adaptations; founded in the 1960s, the Oulipo was – and remains – a group of writers and scientists striving for "potential literature". Anna Aslanyan considers the movement's legacy
March of the Lemmings: Brexit in print and performance 2016–2019, by Stewart Lee
The Joke is On Us: Political comedy in (late) neoliberal times, edited by Julie A. Webber
Endgame / Rough For Theatre II, at the Old Vic theatre, London
The Oulipo and Modern Thought, by Dennis Duncan
All that is Evident is Suspect: Readings from the Oulipo 1963–2018, edited and translated by Daniel Levin Becker and Ian Monk
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