From a carvery lunch in Howards End to emotional Eurocrats. Thea Lenarduzzi and Lucy Dallas are joined by Norma Clarke to discuss the role in literary creation of food and its increasingly fraught means of production, and Russell Williams reports on the bookshops of Paris during lockdown and reviews the new novel by a totemic figure in French literature, Jean-Philippe Toussaint.
The Literature of Food: An introduction from 1830 to present by Nicola Humble
Farm to Form: Modernist literature and ecologies of food in the British Empire by Jessica Martell
Read My Plate: The literature of food by Deborah R. Geis
The Cambridge Companion to Literature and Food, edited by J. Michelle Coghlan
Ilona Szabó recebe Patricia Ellen, secretária de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo e cofundadora do Movimento Agora, sobre o papel da liderança na ação cívica e política.
In this episode, Birgit Pauli-Haack and Mark Uraine discuss Gutenberg 9.1, Preparation for WordPress 5.6, Good First Bugs, Global Styles and Who’s Contributing the Latest. Music: Homer Gaines Editor: Sandy Reed Logo: Mark Uraine Production: Pauli Systems Show Notes / Transcript Show Notes Dev Chat Summary: September 30, 2020 Editor chat summary: 30 September 2020 […]
No julgamento de Doca Street, o advogado principal da defesa, Evandro Lins e Silva, percorreu a ficha criminal da vítima. Neste episódio: os três crimes de Ângela Diniz.
Uma conversa com o músico e escritor Emicida, que lança livro infantil e interpreta Gepeto na capa da Quatro Cinco Um de outubro. Emicida fala sobre literatura, mentiras, mixtape, medos, coragem, política, infância, o caminhão da laranja e o dia em que mordeu um cachorro.
From Ovid to the "Black Spartacus". Thea Lenarduzzi and Lucy Dallas are joined by the TLS's classics editor Mary Beard to pick apart the story of "seduction", ancient and modern, the poet Fiona Benson reads her latest work, and the TLS's history editor David Horspool explores two accounts of America's domestic slave trade and a new biography of Toussaint Louverture.
Strange Antics: A history of seduction by Clement Knox
Williams’ Gang: A notorious slave trader and his cargo of Black convicts by Jeff Forret
Sweet Taste of Liberty: A true story of slavery and restitution in America by W. Caleb McDaniel
Black Spartacus: The epic life of Toussaint Louverture by Sudhir Hazareesingh
Cada brasileiro produz quase 400 quilos de lixo por ano. São 80 milhões de toneladas ao todo. Esse volume é suficiente pra encher até a boca quase 200 estádios do Morumbi. São necessárias mais ou menos 11 milhões de viagens de caminhão pra escoar isso tudo.
Desse total, 8% não foi nem recolhido. Isso equivale a mais de 6 milhões de toneladas ou aproximadamente 800 mil caminhões. Outros 40%, 30 milhões de toneladas, 4 milhões de caminhões, foram despejados em locais inadequados.
Segundo o Ministério do Meio Ambiente, um terço de todo o lixo poderia ser reciclado. Mas, na prática, esse número está na casa dos 3%.
O que você tem a ver com isso? O que você pode fazer quanto a isso? Ouça e descubra.
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Professora do Departamento de Patologia da Universidade de São Paulo e supervisora da Divisão de Autópsias do Departamento de Patologia da FMUSP. Vice-coordenadora do INCT Análise Integrada do Risco Ambiental (www.inaira.org). Faz parte do Comitê Internacional ATS/ERS para nova definição de asma grave.
Professor, pesquisador e ex-secretário municipal de Educação de São Paulo, Alexandre Schneider divide com Ilona Szabó as lições transformadoras da educação para reconstruir a democracia e o espaço cívico.
Passagem extraída do artigo “As ideias de Celso Furtado sobre a questão ambiental”, assinado por Renato Nataniel Wasques, Walter Luiz dos Santos Júnior e Danilo Duarte Brandão:
“Em uma entrevista concedida a Cristovam Buarque, em março de 1991 , Celso Furtado afirma que demorou a perceber a importância da ecologia na economia. A propósito disso, observou: “É difícil no Brasil se perceber a importância da ecologia, porque é um país que tem uma margem muito grande para o desperdício” (Furtado, 2007, p. 78). Ele relata que se deparou pela primeira vez com a questão ambiental no início dos anos 1960 , quando chefiava a Sudene [Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste].
Naquela ocasião, Celso Furtado trabalhava no projeto do Maranhão. “[…] aí se colocou o problema das florestas e dos rios. Era uma coisa mais ou menos evidente que no centro da ecologia estava a própria preservação dos índios, o habitat dos que viviam ali” (Furtado, 2007, p. 79).
Elaborou-se, então, um plano de colonização para a região maranhense, com a finalidade de preservar a floresta . O autor comenta que foi influenciado por leituras sobre as técnicas dos índios na Amazônia, principalmente pelo “[…] fato de eles usarem, nas margens dos rios, várzeas recuperáveis” (Furtado, 2007, p. 80). Essa constatação demonstrava que a agricultura praticada pelos indígenas não era predatória, pelo contrário, se recuperava permanentemente. Verificou-se, portanto, que era “[…] preciso partir da preservação da floresta, pois se houver destruição está tudo perdido, vem a desertificação” (Furtado, 2007, p. 80).
Nessa mesma entrevista, Celso Furtado busca responder à seguinte problemática: os recursos naturais não renováveis constituem um limite ao crescimento econômico? Ele argumenta que o uso predatório desses recursos “[…] está criando problemas tremendos para o planeta inteiro, não somente pela questão da escassez, mas pelas consequências, como a contaminação da atmosfera, a poluição geral, todos os problemas que vêm surgindo” (Furtado, 2007, p. 56). Apesar desse diagnóstico, o autor expressa certo otimismo em relação à capacidade da tecnologia em reverter aqueles problemas, inclusive na área energética. Nesse particular, assevera: “[…] creio que podemos pensar que a tecnologia vai, em grande medida, resolver esse problema dos recursos naturais” (Furtado, 2007, p. 57).”
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O Celso Furtado de 1991 se revela uma pessoa capaz de reconhecer suas limitações: demorou a perceber, diz, a importância da ecologia para qualquer pensamento que se queira econômico.
Ainda assim, na verdade, ele foi um dos primeiros economistas em todo o mundo a perceber que a questão ambiental seria decisiva. Em seu livro de 1974, O Mito do Desenvolvimento Econômico, o economista brasileiro já leva em conta o relatório Limites do Crescimento (1972), considerado um documento fundador da interface entre economia e ecologia. Furtado mostra ter familiaridade com nomes que apenas começavam a tratar do problema, como Nicholas Georgescu-Roegen, Herman Daly e Kenneth Boulding.
Nesse livro, Furtado já escreve: “A evidência à qual não podemos escapar é que, em nossa civilização, a criação de valor econômico provoca, na grande maioria dos casos, processos irreversíveis de degradação do mundo físico”.
Passaram-se 46 anos desde esse livro e 29 anos desde a entrevista. Na política brasileira atual, nem no governo, nem na oposição, encontramos alguém com a clarividência de Celso Furtado. Inspirar-se nos índios para uma agricultura regenerativa? Implementar projetos para desenvolver as potencialidades da própria floresta, dos próprios rios, sem destruí-los e àqueles que vivem deles? Nem pensar. Aqui, alguns são pelo fogo, outros pelo concreto.
À parte isso, poderíamos perguntar, tomando por base o otimismo tecnológico do final da passagem destacada: o que pode, de fato, a tecnologia, perante a crise ecológica? O que é preciso para tornar a tecnologia uma efetiva mediação entre a vida econômica e a vida como um todo, no planeta?
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No dia 01 de julho de 2020, a Pública, em parceria com o The Intercept Brasil, lançou a matéria "O FBI e a Lava-Jato" que traz diálogos vazados que mostram a proximidade entre Polícia Federal, procuradores e o FBI. Para contar como foi a apuração de algo tão sensível e o que significa afinal de contas essa parceria entre a agência americana e a Operação Lava Jato, Andrea Dip e Thiago Domenici, conversam com a editora Natalia Viana, que está acompanhando esse caso há muito tempo em uma série de reportagens.
//Link para a matéria: https://apublica.org/2020/07/o-fbi-e-a-lava-jato/==
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Ficha Técnica:/
/Apresentação: Andrea Dip e Thiago Domenici/ /Produção: Ricardo Terto/ /Pauta e Roteiro: Andrea Dip, Ricardo Terto e Thiago Domenici/ /Edição e Mixagem Final: Ricardo Terto/ /Artes: Bruno Fonseca e Larissa Fernandes/ /Trilha original composta por Pedro Vituri/
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From Poirot on the River Nile to Verdi's take on the infamous Scottish play. Thea Lenarduzzi and Lucy Dallas talk to writer Laura Thompson about the work of Agatha Christie and how she managed to move with the times, and Professor Larry Wolff joins us from Florence to discuss the tentative return of live opera in Italy with Verdi's Macbeth at the Parma Verdi Festival.
In this episode, Birgit Pauli-Haack and Mark Uraine discuss Gutenberg 9.0, Global Styles, Query Block, Enhancements and more. Music: Homer Gaines Editor: Sandy Reed Logo: Mark Uraine Production: Pauli Systems Show Notes / Transcript Show Notes Block Pattern Builder By BlockMeister Layout Grid Block by Automattic Card Component in Gutenberg Example of Media + Text block […]
O Pauta Pública é um podcast quinzenal que convida jornalistas a conversarem sobre suas reportagens que ajudam a entender estes tempos tão complexos. Apresentação de Andrea Dip e Thiago Domenici. Uma produção Agência Publica.
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Saio para regar as plantas e avisto à distância, no meio de um céu ocre e desolado, uma andorinha voltejando. Uma única andorinha, ágil como sempre, mas estranhamente solitária. Estranha como o próprio céu – que cheira a lenha, ou a cinzas de cambarás, piúvas, bocaiúvas e carandás.
Perto da janela dos fundos, as andorinhas fizeram um ninho, então estou acostumado a vê-las em bando. Só que, desta vez, é uma só. O velho dito popular sobre o “não fazer verão” me vem à mente, mas impregnado de ironia: pelo calendário oficial, estamos em pleno inverno, mas a imagem que me ocorre é a do estio, que a presença da andorinha vem negar.
É inverno e faz calor. E antes mesmo da primavera, a natureza já indica que o verão foi abolido.
Se fosse no tempo da minha adolescência, os jornais já estariam dando alguma trivialidade sobre o “veranico”: uma ou duas semanas de calor, que permitiam enxertar uma retranca prosaica no meio da torrente de notícias pesadas.
“Veranico”, palavrinha recorrente em outro século! Desapareceu, foi esquecida, junto com o período que servia para nomear – a breve interrupção do inverno em São Paulo.
Hoje é sábado, faz calor no meio do inverno, mas não é um veranico. É só mais um dia quente, acima dos trinta graus. Como foi ontem e como amanhã deve ser.
O noticiário, então, tem que se contentar em fazer o oposto: dar palanque a gente do naipe de Aldo Rebelo ou Eduardo Bolsonaro, quando se aproveitam da semaninha de frio que tem feito no inverno para negar a evidência de que os anos têm ficado cada vez mais quentes.
Virou notícia, fazer frio no inverno! Por que não adotamos “invernico”, como antes tínhamos um “veranico”? Fica a ideia: se por acaso calhar de fazer frio no inverno em São Paulo, podemos pautar um “invernico” e aligeirar o noticiário. Que tal?
Falando nisso, esse frio passou por aqui faz uma quinzena, mais ou menos. Agora, só ano que vem – com sorte. Vamos deixar o “invernico” guardado, então.
Hoje, a andorinha voa no calor e no céu ocre que cheira a cinzas. No sentido literal, ela não fazer verão seria até boa notícia. Como costumavam dizer os cariocas, e agora dizemos todos, o oposto do inverno é o inferno.
No sentido figurado, ao contrário, parece que nunca mais teremos um verão. Pensando bem, parece mesmo é que estamos presos indefinidamente num monstruoso inverno escaldante.
A andorinha volteja atrás de insetos, sozinha. Será que ela baila no ar para informar que não podemos almejar um verão, que nunca mais viveremos uma primavera?
No fundo, nem penso em primaveras, mal lembro o que é isso. Penso nas plantas, que estavam secas e agora estão molhadas. Penso por um instante na garganta, que arranha, e nos olhos, irritados pelo ar denso, carregado com os restos de biomas mortos. Fecho a torneira, volto para dentro, lembro de não deixar a janela aberta.
A antropóloga Aparecida Vilaça e o engenheiro florestal Tasso Azevedo, da rede MapBiomas, discutem as ameaças ao nosso maior bioma e à sua população, em especial indígena: Covid, garimpo, fogo e grilagem. As soluções em vista envolvem tecnologia, redes colaborativas e saberes tradicionais.
Toby Lichtig talks us through this year's Booker shortlisted novels, plus a couple of others, and Lucy Dallas reports on the French scene (where real life and fiction blur...); finally, we explore the situation in Israel and Palestine from three rather different perspectives.
An Army Like No Other: How the Israel Defence Forces made a nation by Haim Bresheeth-Zabner
The Conflict over the Conflict: The Israel/Palestine campus debate by Kenneth S. Stern
The new peace? – Israel’s unexpected ray of light by Ari Shavit – www.the-TLS.co.uk
Este é um episódio voltado às dívidas. O que acontece com quem deixa de pagar o que deve? Por que grandes somas de dinheiro muitas vezes se transformam em alguns trocados diante da inadimplência?
Como é o trabalho de quem ganha a vida cobrando dos outros? Como funciona o sistema bancário, que se baseia na confiança mútua e funciona como uma extensão das finanças públicas?
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– Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas.
Economista formado pela PUC, foi Chefe da Assessoria Econômica da Secretaria de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo e Diretor de Estruturação de Projetos da Secretaria de Economia e Planejamento do Estado de São Paulo. É CEO do banco Fator.
– Ficha técnica:
Concepção, produção, apresentação, roteirização, edição e sonorização: Tomás Chiaverini