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#81 – Sobre chacinas e milícias

Desde 2016, mais de mil pessoas foram mortas em chacinas ocorridas em operações policiais na região metropolitana do Rio de Janeiro. Foram, ao todo, 250 operações com 3 ou mais mortos, segundo dados do Instituto Fogo Cruzado. Isso equivale a uma chacina por semana, em média.

Essa truculência policial, além de matar crianças, mães a pais de família, e de deixar partes da cidade totalmente sitiadas, tem se mostrado ineficiente. Em 2008, 8,7% da região metropolitana do Rio de Janeiro era dominada por algum grupo armado. Hoje em dia, esse número saltou para mais de 20%.

Mas, de todos esses dados, existe um que é especialmente interessante. A maioria das chacinas policiais, 72% delas, ocorreu em território ocupado pelo Comando Vermelho. Apenas 9% ocorreram em território de milícias. Ao mesmo tempo, enquanto o território total ocupado por algum grupo armado aumentou 131%, o território das milícias em especial aumentou 387%.

Episódios relacionados

#30 – Polícia para quem?

#40 – Mil dias de Marielle presente

Entrevistadas do episódio

Cecília Oliveira

Jornalista especialista em segurança pública e violência armada, foi colunista do El País e do The Intercept Brasil. É diretora executiva do Instituto Fogo Cruzado.

Maria Isabel Couto

Mestre e doutora em sociologia pela Universidade Estadual do Rio De Janeiro, especialista em sociologia urbana, principalmente estudos sobre desigualdades, favelas e segurança pública. É diretora de programas do Instituto Fogo Cruzado.

Ficha técnica

Trilha sonora tema: Paulo Gama,

Mixagem: João Victor Coura

Design das capas: Cláudia Furnari

Concepção, produção, roteiro, edição e apresentação: Tomás Chiaverini

Trilha incidental: Blue Dot

 

 

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How to add typographic fonts to WordPress block themes

TL;DR: Use the Create Block Theme plugin to bundle fonts in your theme with just a few clicks.

WordPress block themes allow you to add fonts to a theme by adding the font file assets to the theme folder and referencing them in the theme.json. Editing a JSON file manually does not deliver the best user experience. The good news is you can use the plugin to make this task much simpler without technical trade-offs.

Disclaimer: The plugin is for development only and is not intended for live production websites because it modifies the currently active theme. It was conceived as a tool to create new production-ready themes.

Step by Step

  1. Install the Create Block Theme plugin.
  2. Activate the theme you want to manage.
  3. Go to Appearance -> Manage Theme Fonts.
  4. Add/Remove the font faces you want.

FAQS

How are the fonts bundled in my theme?

The plugin stores the font assets in a sub-folder of your theme ( <your-current-theme>/assets/fonts/ ) and adds font family definitions to your theme.json file. This is the case no matter if you upload a local font asset or use the Add Google Font option.

The plugin removes both the theme.json definition and the font assets if you remove a font face.

How are the fonts enqueued?

WordPress takes the font faces you added using the plugin, which are listed in your theme.json, and automatically converts them to CSS font face definitions which are included in the HTML page downloaded by the user browser.

Will adding many fonts make my theme too heavy?

Yes and no, or not necessarily. That can be counter-intuitive so let’s explore it in more detail. 

WordPress references all the font files needed in your site CSS to let the browser know what font assets may need to download.

Even though WordPress references many fonts, modern browsers are optimized to only download the fonts that are used in the page being loaded. It is important to note that browsers calculate this considering just the current page loaded and not on a site-wide basis.

For example, if you include an ultra-thin variant of the Inter font family, but there is not a single element (ex: paragraphs, links, etc.) using Inter ultra-thin variant, the browser will not download this font asset. In this case, the performance penalty for including this font is nearly zero.

Should I add a massive quantity of font faces to my theme “just in case”?

No, both from a performance and design perspective, having a good font pair is always advisable over a proliferation of too many different fonts. Also, if the font is not in use, what’s the point of including it?

There is no magical number of font faces you can or should include. But usually, less is more. Sticking to the minimal quantity required to implement the aesthetics you are looking for is always a good idea.

Can I include variable fonts in my theme?

As with any other font file, you can add variable font assets using the “Add Local Font” option. The plugin will add the font definition and asset just like any other type of font. You can use it just like that or adjust more options related to variable fonts by editing the theme.json file.

Is this solution GDPR compliant?

Yes, because the plugin bundles the font files in your theme, and your WordPress instance will serve them. No third-party servers or tracking technologies are involved in serving the fonts to your users. You don’t need to request extra permissions from your users to include the fonts.

More info

Do you need a more detailed step-by-step guide? No worries! Check out this great video tutorial about how to use the plugin.

Follow up

Have any questions about fonts and themes? Ask in the comments!

Gutenberg Changelog #76 – The new developer blog’s public beta, Gutenberg 14.5 and 14.6, and what’s coming up in 6.2. 

Ryan Welcher and Birgit Pauli-Haack discuss the new developer blog’s public beta, Gutenberg 14.5 and 14.6, and what’s in the works for the block editor. Show Notes / Transcript Show Notes Connect with Ryan Welcher Announcements WordPress Developer Blog What’s released Gutenberg Plugin Documentation What’s in active development or discussed Transcript Birgit Pauli-Haack: Hello and […]

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54 | Uma década de cotas - com Luiz Augusto de Campos

Esse ano tem sido decisivo por inúmeros motivos e entre seus marcos está o da chegada de uma década da Lei de Cotas, criada em agosto de 2012. Vitória histórica dos movimentos sociais, seu objetivo era o de reduzir a enorme desigualdade de acesso entre pessoas brancas e pessoas pretas, pardas e indígenas ao ensino superior. Durante todo esse tempo a lei nunca deixou de ser alvo de discussões, polêmicas e debates, mas com tudo isso, revolucionou o perfil das universidades e dos cursos de graduação no Brasil, com resultados positivos bem expressivos. Para falar sobre a importância dessa lei, no mês da consciência negra o Pauta Pública recebe Luiz Augusto de Campos, professor de Sociologia e Ciência Política no Instituto de Estudos Sociais e Politicos, coordenador do GEMAA - núcleo de pesquisa que desenvolve estudos sobre ação afirmativa e a representação de raça e gênero em instituições e mídias - e editor-chefe de revista DADOS. Essa conversa foi gravada em agosto deste ano, o mês em que a lei completou 10 anos.




E MAIS:
Quando você apoia a Pública, sua contribuição se transforma em jornalismo investigativo sério e corajoso, com impactos reais. R$ 10 por mês já fazem uma grande diferença. Nos ajude a revelar as injustiças, abusos de poder e violações de direitos que se agravam em meio à pandemia. Seja nosso Aliado(a)!

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E não esqueça de seguir o Pauta Pública nas plataformas de áudio.
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PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA
A dica de hoje é ouvir o Ciência Suja, que traz histórias de fraudes científicas que geraram grandes prejuízos para a sociedade e mostra como a própria ciência resolveu essas situações. Em seu episódio mais recente o Ciência Suja fala da República das Cesáreas. Quando engravidou no ano passado, a apresentadora Thaís Manarini se deparou com muitas informações desencontradas sobre o parto. E com duas perguntas: por que o Brasil é um dos países com maior número de cesáreas? E por que há tantas queixas de violência obstétrica? Neste episódio, ela mescla sua experiência pessoal com o que há de ciência suja por trás desses pontos. E conta como o machismo e o modelo de negócio que envolve os partos inflam interesses que não tem nada a ver com o bem-estar da mãe e do bebê. O Ciência Suja é nosso parceiro da Rede Guarda Chuva de podcasts.

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Apresentação: Clarissa Levy e Ricardo Terto||
Produção: Ricardo Terto ||
Assistência de produção: Beatriz Monteiro ||
Pauta e Entrevista: Andrea Dip e Clarissa Levy ||
Roteiro, Edição e Mixagem Final: Ricardo Terto ||
Identidade visual e Artes: Cíntia Funchal ||
Coordenação de Redes Sociais: Ravi Spreizner ||
Chamadas e teasers: Breno Andreata ||
Trilha original composta por Pedro Vituri
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contato: podcasts@apublica.org

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#76 - Erótica: uma conversa sobre aquilo — Eliane Robert Moraes e Paulo Werneck

A crítica literária Eliane Robert Moraes conversa com Paulo Werneck sobre a presença do sexo na literatura brasileira do último século. A partir de contos de escritores clássicos e contemporâneos, eles debatem múltiplas formas de erotismo, jogo de palavras, sexualidade na identidade nacional, moralismo e liberdade criativa. Pesquisadora de literatura erótica, Robert Moraes está lançando a antologia "O corpo desvelado: contos eróticos brasileiros (1922-2022)" pela Editora Cepe.

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“It Is An Astonishment To Be Alive”

This week, Baillie Gifford Prizewinner Katherine Rundell describes how John Donne’s life force captivated her; and celebrated actor and playwright Wallace Shawn surveys a lifetime of writing essays.


Produced by Charlotte Pardy.


Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

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53 | Mulheres no centro da democracia - com Débora Diniz

As mulheres foram um dos grupos mais atacados durante o mandato de Bolsonaro. A violência de gênero explodiu enquanto agendas morais e religiosas colocaram mais uma vez seus direitos em risco. Ao mesmo tempo, foram as mulheres que protagonizaram a oposição ao governo de extrema direita em muitas frentes , articulando esforços com diversos outros movimentos sociais e políticos. E isso não só no Brasil, mas em diferentes lugares do mundo, com destaque especial para a América do Sul, onde a disputa em torno dos direitos reprodutivos se acirrou e algumas vitórias históricas foram conquistadas nos últimos anos.

Agora o Brasil caminha para os últimos suspiros do governo Bolsonaro, mas olhando para o futuro, será que o país conseguirá centralizar os direitos das mulheres na construção de um novo projeto de país? No episódio 53, o Pauta Pública entrevista a antropóloga e pesquisadora Débora Diniz para uma conversa franca sobre o que está em jogo no país onde uma em cada cinco mulheres de até 40 anos já fez um aborto.




E MAIS:
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E o seu podcast de cabeceira, o Põe na Estante, está com uma temporada imperdível no ar. Chamada Leia África, ela reúne episódios sobre livros escritos por autores e autoras do continente africano. Na semana passada chegou aos tocadores o episódio #05, sobre O Alegre Canto da Perdiz, da moçambicana Paulina Chiziane. Na sexta que vem, chega o episódio #06, sobre o livro Sobrevidas, do tanzaniano Adbulrazak Gurnah, Nobel de Literatura de 2021. Os episódios são quinzenais. Aproveita depois do Pauta para enriquecer sua lista de lidos do ano, acessando o feed do Põe Na Estante.

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Apresentação: Clarissa Levy e Ricardo Terto||
Produção: Ricardo Terto ||
Assistência de produção: Beatriz Monteiro ||
Pauta, Roteiro e Entrevista: Andrea Dip e Clarissa Levy ||
Roteiro, Edição e Mixagem Final: Ricardo Terto ||
Identidade visual e Artes: Cíntia Funchal ||
Coordenação de Redes Sociais: Ravi Spreizner ||
Chamadas e teasers: Breno Andreata ||
Trilha original composta por Pedro Vituri
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Bearing Witness To Terror

This week, we discuss Emmanuel Carrère’s incisive account of France’s judicial response to the Bataclan attacks; and a host of TLS contributors on their favourite books of 2022.



‘V13: Chronique judiciare’ by Emmanuel Carrère

Books of the Year 2022


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#80 – Bolsonaro vai pagar?

O presidente Jair Bolsonaro cometeu uma série de crimes e contravenções nos quase quatro anos de mandato presidencial. Crimes que vão de quebra de protocolos sanitários a abuso de poder político e econômico nas eleições, passando por charlatanismo e prevaricação.

Mas, nesses quase quatro anos, assim como nas últimas três décadas, Bolsonaro esteve protegido por um dispositivo jurídico chamado foro por prerrogativa de função – popularmente conhecido como foro privilegiado. Por isso, o presidente nunca chegou a responder pelos crimes cometidos.

Isso deve mudar a partir do ano que vem, quando Bolsonaro deixará de ter foro privilegiado. Diante disso, este episódio escuta três especialistas em direito para saber como será o futuro jurídico do presidente.

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Entrevistados do episódio

Rodrigo Haidar

Jornalista especializado no Poder Judiciário, é colunista da Rádio Band News FM e criador da editora Amanuense Livros, voltada para questões jurídicas. Trabalhou no site Consultor Jurídico, onde foi editor e chefe de redação, no Ig e na Carta Capital.

Rafael Mafei

Bacharel, mestre, doutor e livre-docente em direito, é Professor Associado da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Foi pesquisador bolsista no Instituto Max Planck para Direito Penal Estrangeiro e Internacional, no Center for Latin American Studies da American University, em Washington-DC, e no Centre for Socio-Legal Studies da Universidade de Oxford.

Fábio de Sá e Silva

É professor de Estudos Brasileiros na Universidade de Oklahoma, EUA, e pesquisador afiliado do Centro de Profissões Jurídicas da Harvard Law School. Tem formação em direito, ciências sociais e políticas públicas, com graduação (USP, 2002) e mestrado em direito (UnB, 2007), e PhD em Direito, Politica e Sociedade (Law, Policy & Society) pela Northeastern University (EUA).

Ficha técnica

Trilha sonora tema: Paulo Gama

Mixagem: Vitor Coroa

Design das capas: Cláudia Furnari

Concepção, roteiro, e edição: Tomás Chiaverini

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