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School's Out For Summer
In the first of our seasonal round-ups, we look back at Stephen Marche on the agonies of the writing life; and Nat Segnit dives into Adam Gopnik's survey of mastery.
'On writing and failure: Or, the peculiar perseverance required to
endure the life of a writer', by Stephen Marche
'The real work: On the mystery of mastery', by Adam Gopnik
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History of Ideas: Virginia Woolf
This week our history of the great essays and great essayists reaches the twentieth century and Virginia Woolf’s masterpiece ‘A Room of One’s Own’ (1929). David discusses how an essay on the conditions for women writing fiction ends up being about so much else besides: anger, power, sex, modernity, independence and transcendence. And how, despite all that, it still manages to be as fresh and funny as anything written since.
Read more on Virginia Woolf in the LRB:
Jacqueline Rose on Woolf and madness
‘It is, one might say, a central paradox of modern family life that its members are required to mould themselves in each other’s image and yet to know, as separate individuals or egos, exactly who they are.’
Gillian Beer on Woolf and reality
‘The “real world” for Virginia Woolf was not solely the liberal humanist world of personal and social relationships: it was the hauntingly difficult world of Einsteinian physics and Wittgenstein’s private languages.’
Rosemary Hill on Woolf and domesticity
‘Woolf, who had once found it humiliating to do her own shopping, spent the last morning of her life dusting with Louie, before she put her duster down and went to drown herself.’
John Bayley on Woolf and writing
‘For Virginia Woolf wish-fulfilment was in words themselves, that protected her from herself and from society.’
Listen to David’s History of Ideas episode about Max Weber’s ‘The Profession and Vocation of Politics’.
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Saúde, alimentação e raça (Bela Gil e Dra. Denize Ornelas)
- Revista Bula

- A Pediatra, de Andréa Del Fuego, um livro sobre maternidade, obsessão e travas morais | Revista Bula
A Pediatra, de Andréa Del Fuego, um livro sobre maternidade, obsessão e travas morais | Revista Bula

O romance discute com inteligência e leveza maternidade, parto humanizado e obsessão. Assista esse vídeo para saber mais e, qualquer dúvida, vide Bula.
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81 | Planejamento urbano ou especulação? - com Raquel Rolnik
O resultado do censo do IBGE de 2022 revela parte da dimensão do déficit habitacional no Brasil: só a cidade de São Paulo possui quase 600 mil imóveis vazios. Em paralelo, a capital concentra cerca de 25% de toda população de rua do país, com aproximadamente 48 mil pessoas sem moradia, segundo levantamento do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua. Isso significa que só a capital paulista teria 12 imóveis desocupados para cada pessoa que não tem onde morar.
Paradoxalmente, o mercado imobiliário acumula um crescimento histórico nos últimos anos, com crescimento nos empreendimentos residenciais. A tendência é vista na maioria das grandes cidades do país e levanta questionamentos. Como planejar uma cidade que garanta qualidade de vida aos seus moradores? Quais são os interesses que se contrapõe a um modelo urbano mais acessível e inclusivo?
Alguns dias após a aprovação do Novo Plano Diretor de São Paulo, o Pauta Pública recebe a urbanista Raquel Rolnik. A pesquisadora fala sobre como o setor imobiliário anda definindo o planejamento urbano a partir da especulação e questiona os impactos da desregulação do mercado na vida prática das pessoas. Afinal, o que as disputas na política urbana de hoje tem a ver com a tendência crescente de microapartamentos no centro das capitais?
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Um recado importante:Gosta dos podcasts da Pública? Você pode nos ajudar a lançar um novo podcast sobre um dos maiores escândalos do país envolvendo um grande empresário: as denúncias de crimes sexuais do fundador das Casas Bahia. Em 2021, revelamos a ponta do iceberg sobre este caso, mas ainda há muito para investigar. O Brasil inteiro precisa conhecer essa história. Doe hoje e nos ajude a produzir esse novo podcast: https://agen.pub/Wa
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PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA
Você conhece a Rádio Escafandro? O podcast comandado por Thomás Chiaverini e que traz reportagens em formato narrativo.
O episódio 94 que já está nos tocadores questiona o modelo de educação escolar. Em pleno ano de 2023, enquanto o mundo se preocupa com a substituição de humanos por máquinas no mercado de trabalho, ainda mantemos nossas crianças na escola por quase uma década.
Este episódio questiona o modelo de educação escolar, fala sobre experiências alternativas e sobre a lei que alterou o formato da educação no ensino médio.
==== Quem faz o Pauta:
● Apresentação: Andrea Dip e Clarissa Levy||
● Produção: Ricardo Terto ||
● Pauta e Entrevista: Andrea Dip e Clarissa Levy ||
● Roteiro, Edição e Mixagem Final: Ricardo Terto ||
● Identidade visual: Cíntia Funchal ||
● Artes: Tayná Gonçalves
● Coordenação de Redes Sociais: Ravi Spreizner ||
● Chamadas e teasers: Breno Andreata ||
● Trilha original composta por Pedro Vituri
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DIY Ant Arena and Nest from concrete

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Running And Dancing Through Our Stories
This week, Kate Hext on women who have run or climbed their way through the world, despite efforts to stop them; and Alice Robb thinks about how - and why - we tell stories through dance.
'In Her Nature: How Women Break Boundaries in the Great Outdoors', by Rachel Hewitt
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From Lincoln to Trump: What Happened to the Republican Party?
This week David talks to American historian Gary Gerstle about the shape-shifting journey of the US Republican Party, from the Civil War to the battles of today. How did the party of the North become the party of the South? When did the war party lose its appetite for war? Why does an organisation born out of anti-Catholicism now see its mission as to get Catholics onto the Supreme Court? And what could finally break the party apart?
Gary Gerstle’s latest book is The Rise and Fall of the Neoliberal Order.
For more on the Great Abortion Switcheroo of the 1970s.
Listen again to David’s episode on Hume and American default.
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Prettos 10 Anos: Conheça a dupla que resgatou o verdadeiro pagode
Episode 60: Sneak a Peek at WordPress 6.3 with Special Guest Kira Schroder
Adiós, Jane
- Gutenberg Times Podcast
- Gutenberg Changelog #86 – WordPress 6.3, Gutenberg 16.2 and Phase 3 Collaboration
Gutenberg Changelog #86 – WordPress 6.3, Gutenberg 16.2 and Phase 3 Collaboration
80 | Segurança Pública: política e facções - com Gabriel Feltran
Soluções fáceis, demagogia e sensacionalismo estão entre as formas mais comuns de interditar reflexões mais elaboradas sobre um assunto que é sempre espinhoso, independente de qual governo esteja no poder. Mas como abordar esse problema? Como um governo progressista pode olhar para esta questão?
O Pauta Pública 80 recebe um especialista nesse tipo de análise. Gabriel Feltran sociólogo, pesquisador, doutor em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e professor na Federal de São Carlos UFSCAR. Publicou, entre outras obras, “Irmãos: uma história do PCC" pela Companhia das Letras, em 2018, obra que originou a série "PCC - Poder Secreto" produzida pela HBO Max.
Nesse papo com Andrea Dip e Clarissa Levy, Gabriel explica como as facções e o crime organizado reagem às políticas de segurança pública e vice-versa, quais os erros de senso comum sobre o assunto e sobre como esse tema pode ser tratado dentro da realidade brasileira.
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PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA
Conheça a nova temporada do podcast Vida de Jornalista
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Quem faz o Pauta:Apresentação: Andrea Dip e Clarissa Levy
|| Produção: Ricardo Terto
|| Pauta e Entrevista: Andrea Dip e Clarissa Levy
|| Roteiro, Edição e Mixagem Final: Ricardo Terto
|I Identidade visual: Cíntia Funchal
|| Artes: Tayná Gonçalves
|| Coordenação de Redes Sociais: Ravi Spreizner
|| Trilha original composta por Pedro Vituri
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#91 - A voz e o silêncio de Clarice Lispector — Parte 1
Celebramos os 4 anos do 451 MHz com a entrevista histórica de 1976 de Clarice Lispector para Marina Colasanti, Affonso Romano de Sant'Anna e João Salgueiro. No final, o biógrafo Benjamin Moser e a editora Mariana Delfini comentam os bastidores. Ouça a segunda parte em 28 de julho. Apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
Riders On The Storm
This week, cycling commentator par excellence Ned Boulting on the Tour de France of a century ago; and Peter Parker delves into the many faces of the self-styled 'Master' playwright, Noel Coward.
'1923: The Mystery of Lot 212 and a Tour de France Obsession', by Ned Boulting
'Masquerade: The Lives of Noel Coward', by Oliver Soden
Produced by Charlotte Pardy
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History of Ideas: Thoreau
For the third episode in this series about the great political essays, David explores Thoreau’s ‘Civil Disobedience’ (1849), a ringing call to resistance against democratic idiocy. Thoreau wanted to resist slavery and unjust wars. How can one citizen turn the tide against majority opinion? Was Thoreau a visionary or a hypocrite? And what do his arguments say about environmental civil disobedience today?
Read Thoreau’s essay here
From the LRB:
Paul Laity on Thoreau and self-sufficiency
Jeremy Harding on XR and civil disobedience
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Kondzilla aposta em nova parceria com marca de bebida para embalar artistas
#94 – O professor, a fanfarra e o pé de manga
Em pleno ano de 2023, enquanto o mundo se preocupa com a substituição de humanos por máquinas no mercado de trabalho, ainda mantemos nossas crianças na escola por quase uma década.
Este episódio questiona o modelo de educação escolar, fala sobre experiências alternativas e sobre a lei que alterou o formato da educação no ensino médio.
Episódios relacionados
44: Utopias, distopias e boletos
Entrevistados do episódio
Professor, educador, antropólogo e folclorista, fundador do Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento (CPCD).
Katarina Vasconcelos
Estudante de história.
Antônio Teixeira
Diretor da escola escola estadual Adelaide Rosa Fernandes Machado de Souza.
Ficha técnica do episódio
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.
Trilha sonora tema: Paulo Gama.
Mixagem de som: Vitor Coroa.
Apoio de produção: Ana Carolina Maciel.
Apoio de edição: Matheus Marcolino.
Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini.
Nove diretrizes para o uso de IA no Jornalismo

Há muitos campos que serão ou já estão sendo afetados pelo uso da Inteligência Artificial generativa, ou seja, a IA que é capaz de gerar textos, imagens e outros formatos de conteúdos. A rapidez com que essa tecnologia se dissemina pelo mundo e os possíveis efeitos negativos da sua aplicação, como a proliferação de desinformação, perda de postos de emprego ou mesmo a questão dos direitos autorais têm estimulado pesquisadores e entusiastas a refletirem um pouco mais sobre regras ou acordos mínimos para o uso da IA.
No Jornalismo, área que enfrenta dilemas reais de como aplicar ou não aplicar a IA, começam a surgir algumas diretrizes para o uso dessa tecnologia. Essa discussão é fundamental porque o Jornalismo, a despeito de muitas outras instituições, produz conteúdo com impacto direto sobre a esfera pública, orientando a opinião pública, políticas de governo e comportamentos do cidadão. Apesar de suas limitações e imperfeições, o Jornalismo continua sendo fundamental, em especial em um contexto de hiperfragmentação da informação e da comunicação plataformizada.
Nesse contexto, os pesquisadores Hannes Cools (University of Amsterdam) e Nick Diakopoulos (Northwestern University) publicaram esta semana um resumo das diretrizes que 21 organizações jornalísticas na Suécia, Noruega, Canadá, Brasil, EUA, Reino Unidos, entre outros países, passaram a adotar desde que a IA se disseminou pelo mundo.
Coloquei o link para o texto original (Towards Guidelines for Guidelines on the Use of Generative AI in Newsrooms) no fim deste post, mas resumi em nove tópicos as linhas gerais das diretrizes que Cools e Diakopoulos mapearam.
- Supervisão: As diretrizes identificadas pelos pesquisadores mencionam a supervisão e a vinculam deliberadamente à importância do envolvimento humano significativo e da supervisão no uso da IA, inclusive por meio de edição adicional e verificação dos resultados antes da publicação. As organizações de notícias também rejeitam a ideia de substituir jornalistas por máquinas e destacam a importância do papel de tomada de decisão dos humanos ao usar ferramentas generativas de IA.
- Transparência: As menções à transparência estão muitas vezes interligadas com o requisito de que o conteúdo deve ser rotulado de forma compreensível para o público. No entanto, muitas vezes não está claro nas diretrizes, segundo os autores do levantamento, como essas menções à transparência se concretizarão na prática.
- Usos proibidos x permitidos: Usos proibidos e permitidos de IA generativa são frequentemente listados nas diretrizes como formas de orientar as práticas, embora às vezes também sejam acompanhados de exceções. Para essas exceções, as condições de transparência, responsabilidade e prestação de contas são explicitadas nas diretrizes. Também é dada muita atenção ao caso de uso da geração de imagens.
- Prestação de contas e responsabilidade: A prestação de contas e a responsabilidade são frequentemente mencionadas nas diretrizes em relação ao conteúdo publicado, bem como valores como precisão, justiça, originalidade e transparência. Segundo os pesquisadores, a implementação de medidas de responsabilização pelo uso de dados e produtos de IA também é destacada, assim como o uso de sistemas de IA tecnicamente robustos e seguros para minimizar riscos.
- Privacidade e confidencialidade: Privacidade e confidencialidade são frequentemente mencionadas em termos de proteção de fonte e cuidado ao fornecer informações confidenciais para plataformas externas. Além disso, as diretrizes destacam que eles devem ter cuidado ao usar conteúdo confidencial ou não publicado como entrada para ferramentas generativas de IA.
- Experimentação cautelosa: As menções de experimentação cautelosa nas diretrizes geralmente estão associadas a curiosidade e crítica, ao mesmo tempo em que destacam o potencial de inovação. Também há ênfase na verificação da veracidade dos resultados gerados pela IA, pois há um foco em reconhecer os riscos de desinformação e a “corrupção da verdade”, segundo o levantamento dos pesquisadores.
- Uso estratégico: Em vários casos, os documentos de diretrizes também expressam os objetivos estratégicos da organização na implantação de IA generativa. As motivações mencionadas incluíam o desejo de aumentar a originalidade, a qualidade e até a velocidade, ao mesmo tempo que, às vezes, refletiam o desejo de não substituir os jornalistas e defender valores fundamentais como independência/imparcialidade.
- Treinamento: O treinamento raramente é mencionado nas diretrizes, no entanto, quando é mencionado, o treinamento e as aulas estão principalmente vinculados à mitigação dos riscos da IA generativa e à responsabilidade e transparência com o público.
- Adaptabilidade das diretrizes: Segundo os pesquisadores, várias das diretrizes refletiram humildade diante de mudanças rápidas e chamaram a atenção para a importância de adaptar essas regras à medida que a compreensão dos riscos evolui.
Após listarem as diretrizes, Cools e Diakopoulos acrescentam alguns comentários sobre itens que poderiam ter sido explorados ou que os veículos poderiam focar maior atenção, como, por exemplo, a revisão das diretrizes segundo códigos de ética profissional.
Para mais detalhes do artigo “Towards Guidelines for Guidelines on the Use of Generative AI in Newsrooms” acesse aqui.


