❌

Normal view

Indígenas isolados e de recente contato - com Antenor Vaz

Entre os dias 22 e 26 de abril, representantes de centenas de grupos indígenas de todo o país acamparam na Esplanada dos Ministérios no vigésimo Acampamento Terra Livre, cujo mote foi  "Nosso marco é ancestral, sempre estivemos aqui". 

Para além da agenda de discussões e reivindicações trazidas no evento, a frase "sempre estivemos aqui" assinala a extensão de todo um mundo indígena do qual pessoas não indígenas sabem muito pouco. E isso inclui um grande número de indígenas isolados ou de recente contato que vivem hoje no país.

De acordo com a Funai, existem registros de 114 grupos isolados no Brasil, em sua maioria localizados na Amazônia Legal. Ainda que optem pelo isolamento, esses grupos seguem submetidos a diversas ameaças que adentram seus territórios através do garimpo, da exploração madeireira, da grilagem de terras, da criação de gado, da caça e pesca ilegais. 

Para trazer uma panorama sobre a situação dos grupos isolados do país, os riscos que enfrentam e que tipo de proteções precisam, o Pauta Pública recebe Antenor Vaz. Físico, educador e indigenista, Antenor Vaz atuou nas políticas públicas para indígenas isolados e de recente contato pela Funai desde 1987. Foi coordenador da Frente de Proteção Etnoambiental Vale do Javari, entre 2006 e 2007 e atualmente é Consultor internacional para metodologias e políticas de proteção aos Povos Indígenas Isolados e de Recente Contato. 

Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.
Contamos com seu apoio!

💾

Better to Travel Hopefully

This week, Oxford Professor of Poetry AE Stallings explores the elliptical brilliance of Anne Carson; and an interview with writer, filmmaker and artist Miranda July about her forthcoming novel.


'Anne Carson: The Glass Essayist', by Elizabeth Sarah Coles

'Wrong Norma', by Anne Carson

'All Fours', by Miranda July


Produced by Charlotte Pardy



Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

💾

The History of Bad Ideas: Facebook Friends

In today’s episode about seemingly good ideas gone badly wrong David talks to the philosopher and journalist Kathleen Stock about Facebook Friends, something that was meant to make us happier and better connected but really didn’t. How did online friendship become so performative? Does its failings say more about Facebook and its business models or does it say more about us? And why are academics so susceptible to the madness of social media?

For ad-free listening and bonus episodes – including more bad ideas – subscribe to PPF+ www.ppfideas.com

Next time on The History of Bad Ideas: historian Christopher Clark on Antisemitism


Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

💾

Entrevista | Luiza Romão — parte 2

💾

No dia 11 de maio de 2023, a Revista Nossa Língua dava um passo que, maior que a perna, só foi concluído quase um ano depois. A ganhadora do prêmio Jabuti de poesia de 2022, Luiza Romão, fala um pouco sobre sua história, sobre Slam e seu recém premiado livro de poesia. Intima, a entrevista que pretende pouco, mas se engrandece pela entrega e presença da autora.

Os revividos troianos recebem, aqui, uma nova roupagem; a tradição homérica se destila a partir de uma nova perspectiva; e mistura tudo isso com as particularidades da poesia Slam.

Inscreva-se para acompanhar as próximas partes dessa entrevista tão especial para nós!

Minutagem:
00:00 - Introdução
00:05 - Sua passagem entre o universo da poesia falada e audiovisual a escrita
02:15 - Sobre a premiação do Jabuti
04:34 - O mercado editorial e a poesia falada

Acesse a dissertação "Microfone em chamas: slam, voz e representação": https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8151/tde-04012023-121226/pt-br.php

Confira nossas edições mensais e mais conteúdos:
Instagram: https://www.instagram.com/nossalingua
Site: https://nossa-lingua.github.io/

Ficha técnica
Estúdio: Lapel - USP
Cinematografia, captação e edição: Attílio Braghetto e Livia Marciano
Direção de arte e suporte: Guilherme Faber e Livia Marciano

El trabajo como principal motor de desarrollo - Luz y Victor

💾

En esta edición charlamos con Luz Benitez y Victor Ruilova ¿Qué es la económia social y popular? ¿Tiene sus limites cómo etiqueta? ¿Cuál fue el aporte de los diferentes polos políticos-partidarios argentinos a esta agenda? ¿Cómo se relaciona con la macro-economía? De esto y de varios temas más charlamos en este Panchilata bien amiguero y federal.

Suscribite en el canal para enterarte de los próximos #Panchilata.


1:27 ¿Cómo nos autopercibimos? Presentación de Victor y Luz
3:26 ¿Qué es para nosotros la economía social y popular?
5:23 Economía social y popular como respuesta latinoamericana
7:17 ¿Cómo resumirían esos esfuerzos del gobierno?
7:26 Acompañar a la población a la reinserción
9:29 El trabajo como principal motor
9:39 Gestión PRO
11:24 Economía social y popular como política productiva
13:24 La ayuda económica es el límite, ¿Qué se hace antes?
14:19 Polos ideológicos: narrativas y hechos
16:04 Presos de narrativas: ¿Cómo diferenciarnos?
20:29 ¿Somos una minoría?
21:37 Conquista de los espacios
24:48 Problematicemos las etiquetas
25:14 ¿Igualdad política, existe?
28:48 Volvamos a las bases
32:13 Trampa de identidad
33:36 ¿Distrae de otras peleas?
35:27 ¿Oscurecen principios valiosos como la justicia o la igualdad la economía social y popular?
37:26 ¿Se genera mayor victimización?
40:10 El rol del Estado
43:48 ¿Qué le pedirías a un genio?

#113 – Corro, logo existo

Neste episódio, mergulhamos no mundo da corrida.

Por que tantas pessoas cultivam o hábito de simplesmente sair correndo, mesmo que não estejam com pressa nem tenham realmente aonde ir?

Como é a experiência de correr uma maratona? Quem são Rarámuris, humanos capazes de correr centenas de quilômetros depois de uma noite de bebedeira? Por que pesquisas mostram que a corrida é responsável por moldar os humanos como eles são hoje?

Entrevistados do episódio

⁠Edgard José dos Santos⁠

Engenheiro, corredor amador, organizador de provas de rua.

⁠Fernanda Bonani⁠

Médica cirurgiã, maratonista, titular do perfil do X @burnoutinho, onde fala sobre questões fisiológicas da corrida.

Ficha técnica

Locução adicional: Priscila Pastre

Apoio de edição: Matheus Marcolino.

Mixagem de som: Vitor Coroa.

Trilha sonora tema: Paulo Gama.

Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.

Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini

💾

O estranho não é Landim não saber quem é Zico. O estranho é a Gávea não estar cercada depois disso.

O estranho não é Landim não saber o que Zico representa para o Flamengo. O estranho não é Landim não ter respeito pelo Flamengo. Tudo isso sempre esteve aí. Esse é o sujeito cujo único objetivo é negociar o Flamengo. O estranho é a Gávea não ter sido cercada, não existir protesto, não se exigir a saída de um presidente que não respeita o maior ídolo. Algo que só a cooptação de tantos personagens desse enredo explica. Não é preciso explicar pra ninguém aqui quem é Zico, quem é Zico para o Flamengo. Nem mesmo falar sobre construção de memória, o sagrado da construção de ídolos. É preciso falar sobre Landim. Vamos lá:

O Flamengo é vítima de uma apropriação indébita. Rodolfo Landim usa o Flamengo para seus objetivos pessoais.

Não bastasse a aberração que isso representa, o preço disso está sendo muito alto para o clube.

As duas frases acima vão muito além de subjetivas. São facilmente respaldadas em um conjunto de fatos recentes. Assustadores.

Aos fatos:

No dia 17 de junho de 2020, Landim esteve na posse do então novo ministro das comunicações, Fábio Faria. Após a cerimônia, em meio a uma pandemia que matava milhares todos os dias, ocorreu um almoço reservado juntando o presidente do Flamengo, Bolsonaro e Felipe Melo. São todos fatos públicos e registrados na imprensa na ocasião.

No almoço, Landim e Bolsonaro conversaram sobre a “Lei do Mandante”. Era o que os dois precisavam. Para Bolsonaro, era a forma perfeita para fustigar a TV Globo e atacar diretamente seu alvo permanente no bolso. E para Landim, o passaporte que precisava para ganhar o mandatário e alçar seus vôos particulares. Usando o Flamengo para isso. O tempo acabou mostrando o quão danoso foi para o Flamengo, mas é isso é adiante.

No dia seguinte já, célere como jamais foi para comprar vacinas, Bolsonaro edita a MP 984/2020, redigida por seu ministro Onyx Lorenzoni. A celeridade ocorreu ainda porque a alteração era simples: bastou acrescentar a palavra “mandante” ao trecho da Lei Pelé que trata sobre os detentores dos direitos de transmissão das partidas. Uma simples palavra que atingia em cheio a TV Globo e ao mesmo tempo credenciava Landim como um homem de confiança de Bolsonaro.

Paralelo ao favor em que usava o Flamengo sem pensar no cenário de perdas futuras, Landim prestava outro favor: botava lenha no fogo de Bolsonaro que ardia um país menosprezando a ciência e causando vítimas: aderia a campanha do ex-presidente a reabrir os estádios. E usava o jogador mais forte possível da mesa: o Flamengo.

A MP chegou a caducar, voltou em forma do projeto de lei PL 2.336/2021 no ano seguinte que, com menos de um mês de transitação, foi aprovado em 24 de agosto de 2021. No mês seguinte, Bolsonaro demonstrou sua gratidão e passou a falar aos próximos e deixar vazar a ideia de ter Landim como vice na eleição de 2022.

O pagamento e mais um passo da relação veio antes. No início de março de 2022, Bolsonaro expressou que pretendia tirar o general Joaquim Silva e Luna da presidência da Petrobras. O plano tinha data: com 51% dos votos do governo, na assembleia de acionistas marcada para 13 de abril seguinte, Bolsonaro tirava o general e botava Landim.

Em razão da pressão e de Landim ainda ter mandato no Flamengo, a ideia de presidência migrou para outro posto estratégico na estatal: em 28 de março, Bolsonaro indicou o nome de Landim para diretor-geral do Conselho de Administração da Petrobras (além de Adriano Pires para a presidência).

O RELATÓRIO DA PETROBRAS SOBRE LANDIM

O que veio em seguida vale sua atenção. E é assustador, caso não lembre ou na ocasião não tenha ficado sabendo:

Todo candidato ao conselho tem que passar por crivo sobre sua folha corrida. E aí a indicação de Landim desandou.

O relatório da “Diretoria de Governança e Conformidade da Petrobras” sobre Landim, entregue ao ministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque, assim foi descrito, em definição vazada na ocasião: “Assustador”. Até mesmo para técnicos da Corregedoria Geral da União, acostumados com sustos de prontuários.

De acordo com reportagem publicada no Globo na ocasião, o relatório mostrou que Landim recebeu em suas contas na Suíça depósitos de “contas de passagem” usadas para mandar recursos a Renato Duque e Pedro Barusco, executivos da Petrobras envolvidos no episódio que ficou conhecido como “Petrolão”.

E constatava, de acordo com o relatório, que Landim teria então uma série de processos e acusações pendentes na Justiça que atestariam sua relação com o empresário Carlos Suarez, sócio de distribuidoras de gás, em evidente conflito de interesse caso assumisse na Petrobras.

Relatava ainda que, de sua conta, Landim enviara US$ 643 mil para uma conta de Suarez, também na Suíça, em maio de 2021.

Os documentos sobre essas contas estão no processo movido pelo Ministério Público Federal contra Landim por fraude e desvio de recursos do fundo de pensão dos funcionários da Petrobras, a Petros.

A quebra de sigilo das contas de Landim para apurar se as movimentações na Suíça chegou a ser pedida, mas escapou por uma liminar do desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal de Brasília, que cancelou o pedido de cooperação internacional entre Brasil e Suíça e suspendeu o processo.

Diante da certeza de que seria veementemente gongado na indicação de Bolsonaro, Landim recuou. E até para recuar usou o Flamengo, afirmando, depois de nos bastidores aceitar a indicação, que não poderia porque teria que se dedicar ao clube.

A ampla relação com Bolsonaro e a utilização do Flamengo para tal e alcançar os objetivos pessoais, por fim, como se sabe, resultou no contrato assinado pelo Flamengo com a Libra. Aprovado pelo conselho do clube recentemente. E, como também se sabe, tendo como origem a Lei do Mandante urdida à surdina, à socapa, à sorrelfa, na calada da noite, por Bolsonaro e Landim, cada qual com seu interesse, menos os de um país e de um clube. E que agora custa caro e causa prejuízos para o clube.

Ao longo de sua história, o Flamengo foi apropriado indevidamente para interesses próprios muitas vezes. Em todas o fim foi danoso. O espetacular êxito e superávits atuais não transformam menos danosos tais ultilizações.

Mas acima de tudo, apontam para um único caminho: o Landim que tem agora como pensamento único vender o Flamengo e usa um estádio como cortina de fumaça, é o mesmo da Lei do Mandante assinada à pequena com Bolsonaro, é o mesmo que fez do clube caminho para indicação na Petrobras, é o mesmo do relatório assustador. O pior: com um conselho totalmente aparelhado e aos seus pés. Tradução: ou o além Gávea e gabinetes obscuros atentam para tantos fatos, (tradução para “Além Gávea: o torcedor, o verdadeiramente apaixonado, a massa, o povão, “la gente”, como dizem os argentinos), ou esse mesmo Landim e seus parceiros venderão o clube. 30% e nada mais depois, garantem, se você quiser acreditar. Para investidores respeitáveis, se você quiser acreditar.

O Flamengo é Zico e não algo tão vil. E Zico é tronco poderoso dessa árvore sagrada. Aquele que nos faz e nos permite construir as referências para os que vão chegar. A ancestralidade rubro-negra está e sempre estará em Denir, Gerdau, Dida, Zizinho, Dr Rubis, Leandro, Júnior, Leonidas. E eternamente Zico. Landim e os seus: nunca serão.

Episode 78: Guided Growth: Cultivating Contributors Through Mentorship

Explore the transformative world of the WordPress Contributor Mentorship Program with guest host Angela Jin and special guest and sponsored contributor Hari Shanker. Whether you're a long-time WordPress enthusiast or new to the scene, this episode is packed with insights, stories, and tips to help you engage more deeply with one of the most passionate open source communities.

💾

Entrevista | Luiza Romão — parte 1

💾

No dia 11 de maio de 2023, a Revista Nossa Língua dava um passo que, maior que a perna, só foi concluído quase um ano depois. A ganhadora do prêmio Jabuti de poesia de 2022, Luiza Romão, fala um pouco sobre sua história, sobre Slam e seu recém premiado livro de poesia. Intima, a entrevista que pretende pouco, mas se engrandece pela entrega e presença da autora.

Os revividos troianos recebem, aqui, uma nova roupagem; a tradição homérica se destila a partir de uma nova perspectiva; e mistura tudo isso com as particularidades da poesia Slam.

Inscreva-se para acompanhar as próximas partes dessa entrevista tão especial para nós!

Minutagem:
00:00 - Introdução
00:06 - Trajetória pessoal
03:02 - Trajetória no Slam
07:26 - Dissertação e panorama do Slam no Brasil

Acesse a dissertação "Microfone em chamas: slam, voz e representação": https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8151/tde-04012023-121226/pt-br.php

Confira nossas edições mensais e mais conteúdos:
Instagram: https://www.instagram.com/nossalingua
Site: https://nossa-lingua.github.io/

Ficha técnica
Estúdio: Lapel - USP
Cinematografia, captação e edição: Attílio Braghetto
Direção de arte e suporte: Guilherme Faber e Livia Marciano

The History of Bad Ideas: The Gold Standard

In the second episode in our series on bad ideas David talks to the political economist Helen Thompson about the gold standard, which was meant to anchor the world economy until it all fell apart a hundred years ago. Why does gold so often appear like a stable basis for money in an unstable world – and why not silver? What made the gold standard a source of instability instead?  How can money work if it has no material basis? And is quantitative easing a bad idea as well?


For ad-free listening and bonus episodes – including more bad ideas – subscribe to PPF+ www.ppfideas.com


Next time on The History of Bad Ideas: Kathleen Stock on Facebook Friends


Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

💾

THE FUTURE of WORDPRESS? - Rich Tabor REVEALS 5 upcoming editor FEATURES

💾

In this video I speak to designer, developer and all-around WordPress expert Rich Tabor (https//rich.blog) about the AMAZING new FEATURES coming to the WORDPRESS block editor in a future version of WordPress.

🔗 Resource Links - please see PINNED COMMENT (below).

⏱ Timecodes
0:00 - Coming up...
0:21 - Who is Rich Tabor?
1:16 - Information Sources
2:22 - Top 5 Features
3:48 - 1. New Editor Admin Views
9:32 - (Aside) WP Admin Redesign
10:26 - 2. Overrides to Synced Patterns
14:35 - 3. Composing with Patterns & Zoom Out
20:35 - 4. Section Specific Styles
27:37 - 5. Grid Layout
33:49 - Rich's Favourite Feature
35:29 - Follow Rich

O atraso na política de drogas no Brasil - com Ingrid Farias

No dia 16 de abril o Senado aprovou em segundo turno com gritantes 52 votos a favor e 9 contra,  a Proposta de Emenda à Constituição que criminaliza o porte e a posse de drogas independente da quantidade. A legislação brasileira vai  na contramão de um movimento internacional de repensar as políticas antidrogas. 

Um detalhe importante para entender o que está em jogo com essa proposta é que essa PEC não estabelece qual a quantidade que separa usuário de traficante, deixando a cargo da avaliação subjetiva da justiça. 

Uma matéria de 2019 da Agência Pública conta que em São Paulo pessoas negras são mais condenadas por tráfico com menos quantidade de drogas. 

O que essa nova PEC faz, portanto, é oficializar o caráter explicitamente racista da política antidrogas, que envolve desde quem é abordado pela polícia a quem é mais punido pela justiça. 

Para falar sobre isso o Pauta recebe neste episódio Ingrid Farias, fundadora da Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas, a RENFA. A Ingrid é Especialista em política de drogas redução de danos e participação política na América Latina e conversa com Andrea Dip e Clarissa Levy sobre os impactos caso essa PEC avance o que ela representa e também que caminhos mais interessantes o Brasil poderia escolher que vá para além do discurso punitivista e do aparato de repressão das polícias.


 Não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública nas plataformas de áudio.

Disponível em Amazon Music, Apple Podcasts, Castbox, Deezer, Google Podcasts, Spotify ou no seu tocador favorito.
====

PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA Conheça o podcast Cirandeiras. 


Quem faz o Pauta: 
  • Apresentação: Andrea Dip e Clarissa Levy
  • Produção: Ricardo Terto
  • Apoio de produção: Stela Diogo
  • Pauta e Entrevista: Andrea Dip e Clarissa Levy
  • Roteiro, Edição e Mixagem Final: Ricardo Terto
  • Artes e ID Visual: Tayná Gonçalves
  • Coordenação de Redes Sociais: Ravi Spreizner
  • Chamadas e teasers: Breno Andreata
  • Trilha original composta por: Pedro Vituri
 contato: podcasts@apublica.org 

Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.
Contamos com seu apoio!

💾

Super Furry Animals

This week, Kathryn Hughes introduces her new book on the cat craze that swept Edwardian England; and she also tells us about an exhibition of the work of Julia Margaret Cameron and Francesca Woodman. Plus a review of Sunjeev Sahota's The Spoiled Heart.


'Catland: Feline Enchantment and the Making of the Modern World', by Kathryn Hughes

'Portraits to Dream In', at the National Portrait Gallery, London, until 16 June, 2024

'The Spoiled Heart', by Sunjeev Sahota


Produced by Charlotte Pardy


Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

💾

#110 - Adeus, Salazar!

Nos 50 anos da Revolução dos Cravos, uma reconstituição do dia que inaugurou a democracia em Portugal e pôs fim a um império colonial. Episódio em formato narrativo, com participação de quem viveu o 25 de Abril e suas consequências culturais, políticas e sociais: os jornalistas Leão Serva, Joana Gorjão Henriques e Ruy Castro, os historiadores Luiz Felipe de Alencastro e Fernando Rosas, e a escritora Dulce Maria Cardoso. Apoio Instituto Camões-CCP Brasília e Fundação Fernando Henrique Cardoso. Apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451

💾

❌