Oito em cada dez brasileiros admitem já ter acreditado em conteúdos falsos. É o que revela uma pesquisa do Instituto Locomotiva. Ainda assim, segundo o levantamento, 62% das pessoas disseram confiar na própria capacidade de diferenciar informações falsas e verdadeiras em um conteúdo. Mas essa realidade parece estar mudando aos poucos, com os avanços das tecnologias de produção de vídeos gerados por inteligência artificial. Quem não acreditou - ou conhece alguém que tenha acreditado - no canguru de apoio emocional tentando entrar no avião?
Para analisar esse momento e pensar em alternativas que assegurem o direito à informação real, o entrevistado do Pauta desta semana é Ergon Cugler, pesquisador sobre políticas públicas, desinformação, conspiracionsimos, IA e Big Techs. Ele também avalia o Projeto de Lei 2338/2023, atualmente em tramitação na Câmara dos Deputados, que propõe o Marco Legal da Inteligência Artificial no Brasil. Para Cugler, é fundamental ter uma legislação regulatória que também leve em conta os riscos de aplicação de cada I.A. “[se tiver] risco de aumentar a desigualdade ou colocar vidas em perigo, por exemplo, ela não pode operar.” Ouça o episódio completo e não deixe de seguir e curtir o Pauta Pública
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Neste episódio, Paulo Henriques Britto e Anna Vianna, dois tradutores que atuam de formas bem diferentes, falam sobre tradução literária, interpretação simultânea e os desafios de transpor ideias de um idioma para o outro, como, por exemplo, a presença cada vez maior da inteligência artificial. Eles compartilham também conselhos para quem está começando na profissão.
O episódio foi realizado com apoio da Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais.
Hoy visita el Tíbet una artista, actriz entre muchas otras cosas, una personalidad que prácticamente no necesita presentación y que se ha atrevido a venir a la mesa de No hay negros en el Tíbet.
Viene a reír, a contar anécdotas como la estrella que es, a reflexionar, y a debatir cuestiones que podrían llegar a ser incómodas. Sin duda, una de las grandes: Rossy de Palma. Bienvenida al Tíbet.
00:00 Inicio
01:55 ¿Fiesta de cumpleaños sorpresa o Shin Chan?
05:20 Presentación de Rossy de Palma
07:55 ¿Qué hicieron Frank y Rossy durante el apagón?
14:20 Momento escatológico de Lamine
21:00 Ser sororas, racismo y activismo
25:40 Rossi: 'Yo nunca me he sentido blanca'
27:50 Las cosas no se hacen por ignorancia
32:40 Hay muchas personas blancas que no quieren venir al Tíbet
42:50 El padre ausente
48:15 El espermatozoide es un emigrante
This week, Sara Lodge counts the ways that mathematics influenced writers from Byron to Trollope; and Russell Williams on the transformative power of rites and rituals.
'The Number Sense of Nineteenth-Century British Literature', by Stefanie Markovits
'The Moon and Serpent Bumper Book of Magic', by Alan Moore and Steve Moore
Today’s political trial is perhaps the most consequential in English history: the trial and execution of King Charles I for treason in January 1649. How could a king commit treason when treason was a crime against the king? How could a court try a king when a king has no peers? How could anyone claim to speak for the people after a civil war when so many people had been on opposite sides? The answers to these questions would cost more than one person his life – but they would also change forever the prospect of holding tyrants to account.
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David’s new 20-part series Postwar – about the 1945 general election and the making of modern Britain – is available now on BBC Radio 4 and BBC Sounds. https://www.bbc.co.uk/programmes/m002d8v1
Next time: The History of Bad Ideas: Austerity w/Mark Blyth
O Mano a Mano segue firme no propósito de ampliar o debate, dando voz a diferentes formas de pensar o Brasil e o mundo. Neste episódio, Mano Brown e Semayat Oliveira recebem Paulo Cruz, professor de filosofia, mestre em ciências da religião e podcaster para uma conversa aberta sobre ideias, valores, espiritualidade e o pensamento conservador no país. Mais do que confrontar visões, o papo busca entender como se formam os posicionamentos, o que nos separa e, principalmente, o que ainda pode nos unir enquanto sociedade. Dá o play e cola nessa escuta. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Misturando beats modernos, guitarras paraenses e elementos ritualísticos, Raidol será um dos nomes a se apresentar no The Town 2025, um dos maiores festivais de música do país. O convite partiu da banda The Mönic, com quem a artista amazônida divide o palco no dia 7 de setembro, no palco Factory. A participação é resultado do projeto Buena Onda, uma iniciativa da gravadora independente Xaninho Discos em parceria com a Toró Produções, que busca impulsionar artistas da música alternativa latino-americana.
Leia mais (06/11/2025 - 16h32)
Brendan Smialowski captured this photo for AFP/Getty Images. It shows President Donald Trump walking alongside Saudi Crown Prince Mohammed bin Salman and other Gulf leaders in Riyadh, Saudi Arabia, on May 14, 2025. This highly orchestrated summit yielded investments reportedly worth over $2 trillion, focused on military and defense, fossil fuel, and artificial intelligence. Given Trump's blurring of personal business with foreign policy, these deals raise profound questions about how much they serve American interests versus his own.
In the video, we analyze the visual choreography and power dynamics captured in this processional image. We discuss how the compositional choices—from the protective formation of Gulf leaders to the theatrical staging—create a sense of exclusivity that positions viewers as distant observers rather than participants. We also examine how the architectural framing and synchronized movement between Trump and MBS transform what might appear as diplomacy into a performance of alliance that raises questions about accountability and transparency.
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On February 2, 2025, AP photographer Eric Thayer captured a striking image: immigration reform protesters shutting down LA’s 101 freeway as law enforcement formed a blockade below. What seemed then like an early act of resistance now looks like a clear preview of this week’s escalating confrontations across Los Angeles. Sparked by the administration’s first ICE raids, those February protests exposed how communities would refuse to let deportations happen in the shadows—forcing these conflicts into the public eye, right on the infrastructure that has long divided and isolated them.
In this Chatting the Pictures video, we break down how the photo’s composition establishes a power dynamic between protesters and police, explore how the camera angle shapes our perception of citizen action versus security threat, and discuss how occupying freeways serves as a demand for visibility on the very arteries that have historically split predominantly poor, immigrant, and Black and Brown neighborhoods.
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Este episódio mergulha nas contradições de Balneário Camboriú, cidade conhecida por seus arranha-céus milionários, pela ostentação e pela desigualdade.
Localizada no litoral catarinense, Balneário Camboriú foi apelidada de “Dubai brasileira”. A cidade tem o metro quadrado mais caro do Brasil, forte presença de milionários, e é um dos destinos mais procurados pelos turistas do centro oeste do país.
O luxo é o padrão em Balneário, e a ostentação não só é permitida como faz parte do convívio social. Congestionamento de carros importados para entrar numa igreja evangélica; milionários que contratam mergulhadores para resgatar iPhones e médicos oferecendo harmonização íntima em outdoors são algumas das situações inusitadas que a jornalista Marie Declerq encontrou nos cindo dias que passou na cidade.
Ao mesmo tempo, os edifícios de mais de 200 metros de altura encobrem a luz do sol – e uma desigualdade ferrenha. Enquanto Balneário Camboriú ocupa o segundo lugar nono ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Santa Catarina, Camboriú, a cidade vizinha onde vivem muitos trabalhadores do balneário, registra apenas o 169º lugar . Os trabalhadores de Balneário sofrem com a falta de moradia popular na região.
Este episódio de podcast faz um perfil da “Dubai brasileira”, a cidade favorita dos milionários e dos corretores de imóveis, onde a luz do sol não é para todos.
Vereador em Balneário Camboriú pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Mestre em planejamento territorial pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).
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00:00 - What All Beginners Do Wrong
01:04 - Can You Trust Your Monitor?
05:44 - Should you Rely on the Video Scopes?
07:23 - What is Colour Balance?
15:07 - My Balancing Process
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In this video, Mike machines the first components for his pocket watch project. This video also covers jewel setting, heat treatment and achieving a black polish.
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Today’s trial is one of the most notorious in history but also one of the most misremembered. Galileo’s epic confrontation with the Catholic Church over the question of whether the earth moves round the sun – culminating with his interrogation and condemnation in Rome in 1633 – was not just a matter of truth vs ignorance or science vs superstition. It was also twenty-year long struggle on the part of both sides to find a way to co-exist. Did they succeed? Not exactly, but it wasn’t for want of trying. Then – and perhaps now – science and religion needed each other.
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David’s new 20-part series Postwar – about the 1945 general election and the making of modern Britain – starts on BBC Radio 4 tomorrow and the first 10 episodes will be available to download on BBC Sounds https://www.bbc.co.uk/programmes/m002d8v1
Next time in Politics on Trial: Charles I vs Parliament
“Quase da família". Essa é uma frase comumente utilizada por algumas famílias, que contam com a figura de uma empregada doméstica em seu cotidiano. Mas é também uma maneira de tentar se livrar de um crime que remonta às raízes da construção do país, a escravização de pessoas negras. É o caso de Sônia Maria de Jesus, que foi resgatada por uma equipe do Ministério do Trabalho, da casa de um desembargador em Santa Catarina, onde viveu por mais de 40 anos.
O resgate ocorre após denúncias de que Sônia vivia com essa família, em condição análoga à escravidão. A família, que rejeita a acusação, recorreu da decisão ao apresentar uma ação pedindo o reconhecimento de filiação socioafetiva da mulher de 50 anos, que é deficiente auditiva e nunca teve acesso à educação inclusiva. A Justiça autorizou o retorno de Sônia à casa do desembargador e limitou a convivência dela com a sua família biológica, que havia perdido contato com Sônia ainda na infância.
Neste episódio do Pauta Pública, a entrevista é com a irmã de Sônia e também com a advogada de defesa da família para entendermos esse caso que expõe a herança escravocrata no Brasil.
Ouça o episódio e conte o que achou nos comentários.
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