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Practical Retrofitting for Obsolete Devices

Over the last twenty years, smartphones gradually replaced many earlier digital tools such as PDAs, cameras and music players. Today these objects are regarded as obsolete: they may hold some esthetic or nostalgic appeal but they do not fit in a modern, zerofriction, cloud-first workflow. Yet these devices still have desirable qualities that smartphones lack: a singular focus on a specific use case; hardware buttons and physical connectors; multi-day battery life.

Even their lack of connectivity can be seen as an asset from a resilience, privacy and security standpoint. Actually using decades-old tech today is challenging, in spite of its apparent simplicity. The friction of physical media-based workflows now feels unacceptable. But much like classic cars can be fitted with an EV motor, it is possible to retrofit older devices in order to make them usable again in a connected world.

Read more: “Practical Retrofitting for Obsolete Devices“, Martin Lafréchoux, LIMITS2025, June 2025. Via Roel Roscam Abbing.

Orgulho LGBTQIAP+: quando existir é resistir desde o nascimento

O Dia do Orgulho LGBTQIAP+ é comemorado mundialmente em 28 de junho como um marco na luta por direitos, justiça social e políticas públicas. Mesmo com alguns avanços, a comunidade segue enfrentando retrocessos, agravados por desigualdades estruturais, especialmente quando se trata de identidade de gênero. Essa é uma realidade vivida de forma ntensa por pessoas intersexo, ou seja, aquelas que nascem com características sexuais (genitais, hormonais ou cromossômicas) que não se enquadram nas definições tradicionais de masculino ou feminino.

Para falar sobre o tema, o Pauta Pública desta semana recebe Carolina Iara, mestre em Ciências Sociais, ativista dos movimentos negro e LGBTQIAP+, e a primeira mulher travesti intersexo a exercer um cargo de covereadora pela Bancada Feminista do PSOL, em São Paulo, eleita em 2020. Carolina compartilha sua experiência como pessoa intersexo submetida a cirurgias forçadas ainda na infância, analisa como o Brasil continua invisibilizando e violentando essa parcela da população e discute as contradições dentro da própria esquerda em relação às pautas de gênero, refletindo sobre os caminhos para uma política verdadeiramente coletiva e emancipatória.


Ouça o episódio completo e não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública nas plataformas de áudio.


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#142 Tenho horror de escrever – Francisco Alvim

Ter horror de escrever mas, ao mesmo tempo, reconhecer o prazer que há em descobrir as palavras como coisas incríveis. Neste episódio, o convidado é o grande poeta mineiro Francisco Alvim, que em uma rara entrevista a Paulo Werneck e Bruna Beber não deixa escapar nem suas mais íntimas contradições como autor. Referência desde os anos 70, quando se tornou expoente da poesia marginal, Chico acaba de lançar uma nova edição da antologia Francisco Alvim: Oitenta Anos (Quelônio). Na conversa, ele repassa a sua trajetória, suas múltiplas influências e ainda compartilha lembranças familiares que moldaram seu caso de horror e prazer com a literatura. O episódio foi realizado com apoio da Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais. Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451

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Ergo Pro | No hay negros en el Tíbet: Episodio 52 | Podium Podcast

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Bienvenides al episodio 52 de “No hay negros en el Tíbet”, último de otra apasionante, divertida e interesante temporada, ¡la sexta ya!, que cerramos con uno de los MC's de Madrid que más resuena, con sangre nigeriana en sus venas, nacido en Vallecas y criado en Villaverde (Madrid). Nos visita Eghosa Robert Osahob Eke, para algunos Bobby Nigeria, aunque hoy es conocido realmente como Ergo Pro. Un músico que tiene rimas, tiene barras, tiene valores de lucha, hermandad, antirracismo, calle... ¡y mucho hip hop!

Ergo habla con franqueza, no se corta nada en esta entrevista, “la primera que me hace una persona negra”, nos dice.

Y a nosotres nos parece un cierre de temporada por todo lo alto, agradeciéndote que nos hayas acompañado diez episodios más. Gracias de parte de Frank T, Asaari Bibang, Lamine Thior y todo el equipo del pódcast, Chevi Dorado en la producción, Bea Polo en vídeo, Alejandro Fernández en audio, y Paula Lara en las redes. Hasta pronto en el Tíbet.

00:00 Inicio
01:00 Frank y Camilo. La historia interminable
03:30 ¿Buenavista está en Lanzarote?
06:45 Asaari llega por fin relajada
09:15 Llega al Tíbet Ergo Pro, y Lamine es su preferido
13:00 La primera vez de Ergo Pro
14:50 Lamine curiosea sobre costumbres en el baño
20:05 Nuevo disco: Dolor en efectivo
26:30 ¿Haría Ergo Pro una canción con un "triunfito"?
34:15 Nacido en Vallecas, criado en Villaverde.
45:50 "Soy normal, los locos son ellos".    
51:40 ¿Le han apoyado sus padres en el rap?
57:30 Turno de abrirse: cosas de nuestras madres
01:06:00 ¿Nos borran del mapa?

DON'T STOP...

... thinking about tomorrow. This week, Michael Caines on a musical inspired by a classic album; and Toby Lichtig talks to Mike Berners-Lee about the future of cliimate action at the Guernsey Literary Festival.


'Sterophonic', by David Adjmi, Duke of York’s Theatre, until October 11

'A Climate of Truth: Why We Need It and How to Get It', by Mike Berners-Lee


Produced by Charlotte Pardy


Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

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The History of Bad Ideas: Charisma

For today’s episode in the history of bad ideas David talks to cultural historian Tom Wright about charisma, a term that often feels essential for understanding modern politics but which ends up obscuring far more than it explains. How did an old idea from Christian theology get used to explain the hold that political leaders have over crowds? Why is it so important not to confuse charm with charisma? What has made a word from early twentieth-century social science ubiquitous on twenty-first-century dating sites? And if Trump hasn’t got charisma, then what has he got?

Out now on PPF+: A bonus bad ideas episode in which David and Dan Snow talk about all sorts of ‘decisive battles’ that weren’t what they seem: Yarmuk, Hastings, Agincourt, Trafalgar, Warsaw 1920, Stalingrad, and more. To get this and all our bonus episodes plus ad-free listening sign up now to PPF+ https://www.ppfideas.com/join-ppf-plus

Next time on The History of Bad Ideas: Meritocracy

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Joel Paviotti (Segurança Pública)

Salve rapa, salve massa!No episódio de hoje, Mano Brown recebe o historiador, sociólogo e professor Joel Paviotti, uma das vozes mais afiadas quando o assunto é segurança pública, crime organizado e as raízes sociais da violência no Brasil. Pesquisador e criador do canal Iconografia da História, Joel fala sobre a formação de facções, o papel do Estado na construção do crime organizado e as falhas de um modelo punitivista que mira sempre os mesmos corpos. Com base em dados, vivência acadêmica e muita pesquisa de campo, ele ajuda a entender o que está por trás das manchetes e por que é impossível falar de segurança sem falar de desigualdade. Dá o play e vem conferir esse papo necessário. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

#141 – Tchau, Rio

Este episódio explica como as milícias cresceram, evoluíram e se tornaram uma parte do que é o Rio de Janeiro, e analisa como isso se relaciona com o restante do Brasil.

Com a desculpa de combater a criminalidade durante os anos 60, policiais começaram a formar equipes para matar criminosos (ou supostos criminosos) das periferias e subúrbios. O primeiro destes grupos a se tornar conhecido foi a Scuderie Le Cocq, formada em 1964 por doze policiais que decidiram “fazer justiça” com as próprias mãos. A população gostou da ideia, e os grupos de extermínio cresceram.

Esses grupos, hoje conhecidos como milícias, evoluíram e se modificaram com o tempo. Hoje, o leque de serviços é maior, e matar deixou de ser a única atividade comercial. O dinheiro pode vir do monopólio do gás, da TV a cabo, e da segurança, por exemplo. Milicianos cobram taxas de comerciantes e até de moradores, e o não pagamento delas é motivo para a violência.

De acordo com levantamento feito pelo Instituto Fogo Cruzado e pelo Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense (Geni/UFF), o número de áreas dominadas por milicianos cresceu 387% entre 2006 e 2021. Atualmente as milícias são o maior grupo criminoso do RJ, e são responsáveis por metade dos territórios sob controle do crime organizado. Não parece que há escapatória – a expansão pode até ir além do Rio.

Episódios relacionados

#30: Polícia pra quem?

#40: Mil dias de Marielle presente

#81: Sobre chacinas e milícias

Mergulhe mais fundo

Como nasce um miliciano: A rede criminosa que cresceu dentro do Estado e domina o Brasil (link para compra)

Entrevistados do episódio

Cecília Olliveira

Jornalista, pós graduada em Criminalidade e Segurança Pública pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Fundadora do Instituto Fogo Cruzado e cofundadora do The Intercept Brasil.

Coronel Adilson Paes de Souza

Tenente coronel da reserva da Policia Militar do Estado de São Paulo. Bacharel em direito, mestre em Direitos Humanos pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). Membro da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo. Autor do livro “O Guardião da Cidade”.

Ficha técnica

Edição: Matheus Marcolino.

Mixagem de som: Vitor Coroa.

Trilha sonora tema: Paulo Gama

Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari

Produção, direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini

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The History of Bad Ideas: The Decisive Battle

In today’s episode about the power of bad ideas, David talks to historian and podcaster Dan Snow about the myth that wars are settled on the battlefield. Why are we so drawn to the idea of the decisive military showdown? Is Napoleon to blame? What are the forces that actually settle military conflicts? Plus: were Abba really so wrong that Waterloo won the war?

Out tomorrow: A bonus episode in which David and Dan explore a range of battles to see what got settled and what didn’t: Yarmuk, Hastings, Agincourt, Trafalgar, Warsaw 1920, Stalingrad. To get this and all our bonus episodes plus ad-free listening sign up now to PPF+ https://www.ppfideas.com/join-ppf-plus

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O genocídio em Gaza nas palavras de um palestino

O que a população palestina está sofrendo na Faixa de Gaza só pode ser chamado por um nome: genocídio. Para analisar esse conflito e as consequências para região e para o mundo, o Pauta Pública desta semana recebe o jornalista palestino Ramzy Baroud. Colunista, escritor e colaborador em diversos veículos, Baroud relata que parou de contabilizar seus familiares mortos quando já havia perdido 56, incluindo sua irmã, uma médica assassinada por um drone israelense enquanto tentava salvar vidas.


Ele lembra que os crimes de Israel são conhecidos há décadas e, mesmo com a intensificação nos últimos 600 dias, ainda há certa cumplicidade da mídia e dos governos ocidentais em silenciar essa realidade “e ainda assim, seguem fornecendo armas, apoio político e legitimidade [...] estamos lidando com psicopatas que perderam a própria humanidade,” afirma. 


Ouça e compartilhe esse episódio para que ele possa chegar ao maior número de pessoas. 


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Asha Ismail y Hayat Traspas | No hay negros en el Tíbet: Episodio 51 | Podium Podcast

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Nuevo capítulo con dos invitadas muy especiales, una madre Asha Ismail y su hija Hayat Traspas. La historia de Asha Ismail es una de las millones de mujeres que ha sufrido la mutilación genital femenina además de ser forzada a casarse, ser violada y acabar embaraza. Su primera hija, Hayat Traspas, es el motivo de su lucha, una lucha que le ha trasladado a ella para así formar la asociación "Save a Girl, Save a Generation". Nunca se sabe cómo, pero a pesar de los relatos tan espeluznantes que narra ASHA consigue junto a su hija Hayat entrar en la dinámica de humor, sarcasmo y locura en los anfitriones.

#podcast #podiumpodcast #nohaynegroseneltibet #laminethior #frankt #asaaribibang

00:00 Inicio
01:30 Así ha sido nuestra semana
05:50 Presentación de Asha y Hayat
07:15 Nombres africanos en documentos oficiales
16:50 ¿Cómo nació su ONG?
18:15 El día de la ablación de Asha
26:00 La enfermera que salvó la vida de madre e hija en Mogadiscio
37:35 La mutilación genital femenina no ocurre solo en África
45:50 Proyectos en Kenia de "Save a Girl, Save a Generation"
51:40 Las consecuencias médicas
55:35 Creando una red de mujeres

Seasons in the Sun

This week, what TLS contributors are reading this summer; and Catherine Taylor on a trio of novels highlighting the growing pains of adolescence.


'Back in the Day', by Oliver Lovrenski, translated by Nichola Smalley

'Fun and Games', by John Patrick McHugh

'Girl, 1983', by Linn Ullmann, translated by Martin Aitken


Produced by Charlotte Pardy


Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

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The History of Bad Ideas: Genius

Today’s bad idea is ‘genius’, the label that has enabled all sorts of terrible behaviour through the ages. Writer and broadcaster Helen Lewis explains how and why the idea of genius gets misapplied to people and things that just aren’t. Why are geniuses meant to be tortured? Why are individual geniuses prized over the collaborations that lie behind most innovations? Why do we think that people who are brilliant at one thing will be good at everything else? Plus, David makes the case for Dickens as a bona fide genius.

The Genius Myth by Helen Lewis is out from today wherever you get your books https://bit.ly/3FSAKda

David’s new 20-part series Postwar – about the 1945 general election and the making of modern Britain – is available now on BBC Radio 4 and BBC Sounds. https://www.bbc.co.uk/programmes/m002d8v1

Next time on The History of Bad Ideas: The Decisive Battle w/Dan Snow

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Presidente Lula

Salve rapa, salve massa! Nesse episódio, o Mano a Mano te convida a uma escuta atenta! Recebemos novamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para um bate-papo direto do Palácio da Alvorada, gravado no dia 15/06. Em seu terceiro mandato, Lula compartilha reflexões sobre desafios no Brasil e no mundo como segurança, corrupção, exploração de petróleo, inteligência artificial e outros pontos cruciais para a nossa sociedade. Uma oportunidade de compreender melhor os caminhos que estamos trilhando e de sentir a força de um diálogo que busca construir pontes.Dá o play e confere essa conversa que, com certeza, vai marcar época! Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
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