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Qualis liberado em 2026? Como assim? O novo velho qualis e o problema dos periódicos predatórios

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Nest vídeo vamos conversar um pouco sobre a liberação do Qualis 2021-2014, que foi utilizado na avaliação quadrienal dos programas de pós-graduação ano passado, e como as revistas predatórias provavelmente vão se aproveitar disso.


Qualis periódicos - https://sucupira-legado.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/veiculoPublicacaoQualis/listaConsultaGeralPeriodicos.jsf
Vídeo Revistas Predatórias - https://youtu.be/DS0HydVh8Bg
Vídeo Métricas de Impacto - https://youtu.be/Li3K4gOx1_Y
Vídeo Fim do Qualis - https://youtu.be/tEbCeY8Z0ck



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Quarta-feira no Paseo de la Castellana

A luz é como a água, um dos 12 contos peregrinos de Gabriel García Márquez, foi editado no Brasil pela Record em separado, em capa dura e com lindas ilustrações de Carme Solé Vendrell para a aventura fabulosa vivida por Totó e Joel toda quarta-feira no quinto andar do número 47 do Paseo de la Castellana, em Madri, quando seus pais, emigrados colombianos, saíam para ir ao cinema: a aventura fabulosa de navegar na luz com barco a remos, bússola e sextante.

Reproduzimos abaixo A luz é como a água, porque hoje bem cedo estivemos no Paseo de la Castellana e em homenagem a todos os pais que já foram fulminados por olhares de reprovação por contarem para seus filhos pequenos, na hora de dormir, a história de como numa quarta-feira como esta, aqui, em Madri, talvez com menos chuva, o quarto ano elementar inteiro da escola São João Hospitalário quebrou tantas lâmpadas acesas ao mesmo tempo que acabou afogando-se na luz, enquanto os pais de Totó e Joel assistiam no cinema A batalha de Argel.

A luz é como a água

Gabriel García Márquez

No Natal os meninos tornaram a pedir um barco a remos.

— De acordo — disse o pai —, vamos comprá-lo quando voltarmos a Cartagena.

Totó, de nove anos, e Joel, de sete, estavam mais decididos do que seus pais achavam.

— Não — disseram em coro. — Precisamos dele agora e aqui.

— Para começar — disse a mãe —, aqui não há outras águas navegáveis além da que sai do chuveiro.

Tanto ela como o marido tinham razão. Na casa de Cartagena de Indias havia um pátio com um atracadouro sobre a baía e um refúgio para dois iates grandes. Em Madri, porém, viviam apertados no quinto andar do número 47 do Paseo de la Castellana. Mas no final nem ele nem ela puderam dizer não, porque haviam prometido aos dois um barco a remos com sextante e bússola se ganhassem os louros do terceiro ano primário, e tinham ganhado. Assim sendo, o pai comprou tudo sem dizer nada à esposa, que era a mais renitente em pagar dívidas de jogo. Era um belo barco de alumínio com um fio dourado na linha de flutuação.

— O barco está na garagem — revelou o pai na hora do almoço. — O problema é que não tem jeito de trazê-lo pelo elevador ou pela escada, e na garagem não tem mais lugar.

No entanto, na tarde do sábado seguinte, os meninos convidaram seus colegas para carregar o barco pelas escadas, e conseguiram levá-lo até o quarto de empregada.

— Parabéns — disse o pai. — E agora?

— Agora, nada — disseram os meninos. — A única coisa que a gente queria era ter o barco no quarto, e pronto.

Na noite de quarta-feira, como em todas as quartas-feiras, os pais foram ao cinema. Os meninos, donos e senhores da casa, fecharam portas e janelas, e quebraram a lâmpada acesa de um lustre da sala. Um jorro de luz dourada e fresca feito água começou a sair da lâmpada quebrada, e deixaram correr até que o nível chegou a quatro palmos. Então desligaram a corrente, tiraram o barco, e navegaram com prazer entre as ilhas da casa.

Esta aventura fabulosa foi o resultado de uma leviandade minha quando participava de um seminário sobre a poesia dos utensílios domésticos. Totó me perguntou como era que a luz acendia só com a gente apertando um botão, e não tive coragem para pensar no assunto duas vezes.

— A luz é como a água — respondi. — A gente abre a torneira e sai.

E assim continuaram navegando nas noites de quarta-feira, aprendendo a mexer com o sextante e a bússola, até que os pais voltavam do cinema e os encontravam dormindo como anjos em terra firme.

Meses depois, ansiosos por ir mais longe, pediram um equipamento de pesca submarina. Com tudo: máscaras, pés-de-pato, tanques e carabinas de ar comprimido.

— Já é ruim ter no quarto de empregada um barco a remos que não serve para nada — disse o pai. — Mas pior ainda é querer ter além disso equipamento de mergulho.

— E se ganharmos a gardênia de ouro do primeiro semestre? — perguntou Joel.

— Não — disse a mãe, assustada. — Chega.

O pai reprovou sua intransigência.

— É que estes meninos não ganham nem um prego por cumprir seu dever — disse ela —, mas por um capricho são capazes de ganhar até a cadeira do professor.

No fim, os pais não disseram que sim ou que não. Mas Totó e Joel, que tinham sido os últimos nos dois anos anteriores, ganharam em julho as duas gardênias de ouro e o reconhecimento público do diretor.

Naquela mesma tarde, sem que tivessem tornado a pedir, encontraram no quarto os equipamentos em seu invólucro original. De maneira que, na quarta-feira seguinte, enquanto os pais viam O Último Tango em Paris, encheram o apartamento até a altura de duas braças, mergulharam como tubarões mansos por baixo dos móveis e das camas, e resgataram do fundo da luz as coisas que durante anos tinham-se perdido na escuridão.

Na premiação final os irmãos foram aclamados como exemplo para a escola e ganharam diplomas de excelência. Desta vez não tiveram que pedir nada, porque os pais perguntaram o que queriam. E eles foram tão razoáveis que só quiseram uma festa em casa para os companheiros de classe.

O pai, a sós com a mulher, estava radiante.

— É uma prova de maturidade — disse.

— Deus te ouça — respondeu a mãe.

Na quarta-feira seguinte, enquanto os pais viam A Batalha de Argel, as pessoas que passaram pela Castellana viram uma cascata de luz que caía de um velho edifício escondido entre as árvores. Saía pelas varandas, derramava-se em torrentes pela fachada, e formou um leito pela grande avenida numa correnteza dourada que iluminou a cidade até o Guadarrama.

Chamados com urgência, os bombeiros forçaram a porta do quinto andar, e encontraram a casa coberta de luz até o teto. O sofá e as poltronas forradas de pele de leopardo flutuavam na sala a diferentes alturas, entre as garrafas do bar e o piano de cauda com seu xale de Manilha que agitava-se com movimentos de asa a meia água como uma arraia de ouro. Os utensílios domésticos, na plenitude de sua poesia, voavam com suas próprias asas pelo céu da cozinha. Os instrumentos da banda de guerra, que os meninos usavam para dançar, flutuavam a esmo entre os peixes coloridos liberados do aquário da mãe, que eram os únicos que flutuavam vivos e felizes no vasto lago iluminado. No banheiro flutuavam as escovas de dentes de todos, os preservativos do pai, os potes de cremes e a dentadura de reserva da mãe, e o televisor da alcova principal flutuava de lado, ainda ligado no último episódio do filme da meia-noite proibido para menores.

No final do corredor, flutuando entre duas águas, Totó estava sentado na popa do bote, agarrado aos remos e com a máscara no rosto, buscando o farol do porto até o momento em que houve ar nos tanques de oxigênio, e Joel flutuava na proa buscando ainda a estrela polar com o sextante, e flutuavam pela casa inteira seus 37 companheiros de classe, eternizados no instante de fazer xixi no vaso de gerânios, de cantar o hino da escola com a letra mudada por versos de deboche contra o diretor, de beber às escondidas um copo de brandy da garrafa do pai. Pois haviam aberto tantas luzes ao mesmo tempo que a casa tinha transbordado, e o quarto ano elementar inteiro da escola de São João Hospitalário tinha se afogado no quinto andar do número 47 do Paseo de la Castellana. Em Madri de Espanha, uma cidade remota de verões ardentes e ventos gelados, sem mar nem rio, e cujos aborígenes de terra firme nunca foram mestres na ciência de navegar na luz.

Talking Geopolitics with Helen Thompson: The Weirdness of American Power Part 2

Today’s episode is the second part of David’s conversation with Helen Thompson about what makes living in a world dominated by the United States so strange. What has changed about American power in the twenty-first century? Is Trump a deviation from the norm or is he simply an extension of it? Why does Greenland matter? And what is at stake as the contest between the US and China ramps up to the next level?

Next Time: What’s Wrong with Political Philosophy? 

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Oops. Has ChatGPT just been made obsolete over night? #Moltbot

EOSHD is a filmmaking camera blog but there are rare moments the earth seems to shift and something comes along which has nothing to do with what I usually cover, that nevertheless has profound implications for all of us. Early days though it may be, Moltbot is one of these moments.

This is a concept… with many implications.

Moltbot is a locally installed AI agent and is given full admin rights to your Mac or PC.

With that in mind it’s best to set it up on a second rig especially for the purpose, preferably an M4 Mac Mini and then allow Moltbot to go full goblin mode commandeering the machine. It will exploit the full capabilities of that machine and everything it can do, via an existing AI large language model – preferably one that can also be run locally, without any calls to OpenAI, Gemini or Claude.

According to the FAQ: “You can run Moltbot with API keys (Anthropic/OpenAI/others) or with local‑only models so your data stays on your device.”

This concept –  of giving a local AI model full control of your computer, all the apps on it, all of the internet, all your accounts and all your data, is very interesting and I think it’s the future.

But what could possibly go wrong?!

Moltbot will open apps, write code, code it’s own apps, use the terminal to configure the machine itself, install capabilities, edit images with Photoshop, grade images, make LUTs, edit videos, upload content, create websites, post content to the internet, delete your emails, answer your emails, do your tax, run your entire business if you want it to.

Everything a human does with a computer, Moltbot does and unlike us, it will sit there 24/7 multitasking with no sleep.

Moltbot is at your beck and call, commandeered by WhatsApp, or another encrypted message service. You make the requests and it does the work.

It DOES stuff, it takes ACTION, it doesn’t just chat and generate content, it’ll even switch your light bulbs on and off.

But all of these clever aspects of it are secondary to the enormity of the concept itself in computing terms.

What Moltbot means for the AI industry seems very significant – not just for how you use a Mac Mini to code apps or edit video, but what it means for OpenAI and the centralised corporate server farm bubble the Americans have built up in recent years much to their folly, because the future of AI is decentralised, and it is open source.

The USA has got into some sort of arms race and built infrastructure to such a ridiculously heated degree – seemingly not to realise that it’ll all be obsolete in a few years, quite possibly even over night.

Tools like Moltbot means that the bubble as it exists right now with OpenAI and Microsoft at the centre of the world, huge Meta-owned data centres and so on… is about to be consigned to history and the bubble is about to go pop in a way that makes the big bang look goofy.

For running LLMs locally on a powerful GPU or M4 Mac Mini is surely the future, decentralised, peer to peer, open source, a MacOS centred AI that actually DOES THINGS rather than corporate chatbots.

You see, large language models are a commodity now. There’s no longer anything special about one over the other, not really anyway. There’s lots of them, they all do the same thing, cost a similar amount, run on the same hardware, they’re incredibly wasteful, environmentally damaging, inflationary for fuel prices, GPUs and RAM, they waste water, pollute water, and nobody has worked out how to make a profit from any of them! They’re handy tools for the public but the money these corporate idiots are spending on data centres dwarfs the money coming in from subscriptions.

What’s more they are all disembodied. OK, they make a lot of AI slop and eye candy – nice trick, but a brain is nothing without a good toolbox. The Macbook for example is one of the finest tools humanity has come up with. Without our Macbooks, coders couldn’t code, bloggers couldn’t blog, YouTubers couldn’t YouTube, camera enthusiasts couldn’t connect to each-other across the world, we need our tools.

Where would we be if we never picked up a rock and sharpened it into a knife to kill prey, we would never have made it very far as an intelligent species, would we? If we didn’t have cars we’d all still be hauling stuff around in the mud, if we didn’t have computers we’d all still be hunting and gathering, we wouldn’t have achieved much just sitting around talking to ourselves like a brain in a jar.

Sure, chatbots can talk a good talk, they can absorb a lot of existing knowledge and data, they can generate imagery, spit out all those videos, photos, scripts and funny little poems but this is just brain-in-a-jar stuff.

With a concept like Moltbot however, you are handing a neural network one of the world’s most powerful tools, the desktop computer, connected to the internet. Commanding it to take control, and asking it to do stuff via that tool is much more useful than simply chatting and generating stuff. No longer is the AI agent simply conversing over and over with itself, dreaming inside its own head, synthesising new images from old or conjuring up hallucinations, instead it’s piloting, driving, steering, doing, making.

It is using a computer!

Which is what most of us do anyway for a career!

This is a big step that AI needed to make because to commandeer stuff in the physical world like directing films or even getting the groceries in, that’s tough – it requires absolutely enormous advances in robotics technology, political consent, and the cheap proliferation of it, which isn’t about to happen, so practical and physical labour is currently not heading to mass market. A step too far for the brain in the jar that is AI in 2026.

Humanoid AI will remain not just incredibly expensive but to be honest quite frightening, and not a decision most people would be comfortable making lightly or something they’d be comfortable living alongside of. Not yet anyway.

In terms of filmmaking however, armed with your laptop, Moltbot could act as a publicist, an agent, a blogger, a web designer, editor, colourist, and it wouldn’t just be generative. Not just coming up with content but actually actioning stuff as well, without us micro managing that side of it. It has the potential to multitask and work for you while you sleep.

It’s a kind of “ah, I get it now” moment for AI when it actually does something useful for once. A more practical phase, the doing phase and the taking control phase.

Now just bear in mind that it’s still very early days. It probably has a lot of limitations, but maybe it’s time to find out for yourself. Moltbot is available now (https://www.molt.bot)

Moltbot docs & FAQ (https://docs.molt.bot/help/faq#do-i-need-a-claude-or-openai-subscription-to-run-this)

Use at your own risk!

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3 Friction Graphics Effects - Friction Tutorial

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Three hidden effects for more dynamic animations using Friction Graphics.
Bonus effect included.

► Support the channel: https://ko-fi.com/nuxttux

Chapters:
0:00 Opening
0:15 Follow Path
3:58 Flipbook
6:05 Clipping Mask p1
9:13 Clipping Mask p2
12:14 Space Example
13:38 Object Tracking
14:35 Outro

Download Friction Graphics:
https://www.friction.graphics/
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#kdenlive #Nuxttux #frictiongraphics
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Subscribe for more content
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Where to find me:
Website: https://www.nuxttux.com/

#252 Theodore Spyropoulos // Minimaforms

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IG:@archivo_ideas
Archivo de ideas recibidas es un proyecto interdisciplinario de investigación y difusión que busca registrar y relacionar las ideas de personas que contribuyen al ecosistema creativo contemporáneo desde el arte, el diseño y la arquitectura.

El proyecto se construye desde las conversaciones que el equipo sostiene con diversos creadores, en donde se profundizan temas relacionados a la memoria, la academia, el contexto cultural, sus principales influencias y metodologías de trabajo.

Estas conversaciones constituyen el punto de partida para entender a la persona detrás de los proyectos y las ideas que marcan su práctica profesional y creativa.
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La entrevista esta estructurada a partir de siete temas que funcionan como punto de partida para tocar distintos aspectos de la vida y obra del invitado. Los temas son los siguientes:

1. Presentación
2. Origen
3. Mentores y Maestros / Influencias
4. Lugar memorable
5. Dia a día
6. Docencia / Academia
7. Procesos y aprendizajes

Entrevista realizada por: Asiel Nuñez
Fecha de entrevista: 31.01.25
Lugar de entrevista: Londres, Inglaterra
Edición: Asiel Nuñez
Animación: Asiel Nuñez

Sound effects obtained from https://www.zapsplat.com

darktable ep 164 - AGX

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#darktable #tutorial #tonemapping
In this episode, we look at the new AGX tonemapper released with darktable 5.4.

00:00 start
00:38 intro
00:43 4 different tonemappers in darktable
01:14 what is a tonemapper anyway?
05:15 what is the goal with AGX?
06:10 Kofa's live AGX webpage
06:55 2-tab vs 3-tab mode
08:54 AGX in action
09:29 Primaries colour space
10:05 Before/after tone mapping
11:52 setting the reversal values
14:00 the 'reverse all' option
14:49 some comparisons
17:26 adjusting the tonemapping curve
20:49 advanced curve parameters
22:27 the 'look' section
27:35 image without any tonemapping

As always, thanks to William Justice for his youtube chapter generator!
https://billjustice.com/youtube-chapter-generator

Kofa's documentation
https://docs.darktable.org/usermanual/development/en/module-reference/processing-modules/agx/

Kofa's demo page
https://tech.kovacs-telekes.org/dt-agx/agx.html

Also, thanks to my tier 1 Patreon supporters:

William Atkinson
Totoroot
Peter Frohberg
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SaturdayScience
Roy V Bertalotto
Rainer H
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Kevin McKibben
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Rudolfs
Gitte
David Staves
Erik Oksanen
Rob van Esseveld
Ferg
Fernando Pérez
Steve Ansell
Emil Ohlsson
Robert Stites
Daniel
Bart Bartels
Ulrich Gesing
Andy McGarty
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Matthias Liebich
Martin Vines
Rohn Shearer
Alun Spencer
Jon Hoskins
SteMuBo
Stewart Logie
Henry St. Clair
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Talking Geopolitics with Helen Thompson: The Weirdness of American Power

The first of a two-part conversation in which David talks to Helen Thompson about how to understand the extraordinary and unlikely power of the United States, from its origins to its current incarnation. How strange would it once have seemed to live in a world dominated by a state from the Western hemisphere? When did the US overcome its natural disadvantages to achieve superpower potential? What does the rest of the world get wrong about how American power actually operates? And what might come next?

A reminder that the second part of David’s conversation with Glen Rangwala about the trial and execution of Saddam Hussein is available now on PPF+. To get this and all our bonus episodes plus ad-free listening sign up to PPF+ today https://www.ppfideas.com/join-ppf-plus

Next Time: The Weirdness of American Power Part 2 – Trump and the Future

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'Aperte o play e saiba mais': já viu os novos repórteres do Globo?

A logomarca dos 100 anos do jornal O Globo, com o símbolo do infinito e traços de movimento, “sintetiza alguns dos valores fundamentais que orientaram a criação do jornal” e representa um jornal que “está sempre em atualização, 24 horas por dia, todos os dias da semana, em diferentes formatos”.

“Diferentes formatos”, tipo os reels — vídeos curtos, “dinâmicos”, para Facebook e Instagram.

Na tarde desta sexta-feira, 23, O Globo publicou em suas redes sociais um reel com imagens da “caminhada pela liberdade” de Nikolas Ferreira. Os repórteres neófitos que gravaram as imagens publicadas pelo Globo — com direito à call to action “aperte o play e saiba mais” — são Fernando Holiday, Bruno Zambelli, André Fernandes e o próprio Nikolas.

Na compilação de postagens de bolsonaristas publicada pelo Globo, Fernando Holiday, por exemplo, aparece dando entrada em uma UPA, enrolado na bandeira pátria e gemendo de dor nas cartilagens. Já que decidiu agora repostar material de propaganda da extrema direita, O Globo poderia, pelo menos, ter lembrado que em 2020 o mais novo usuário do SUS apoiou um decreto de Jair Bolsonaro (logo revogado, de tão disparatado) que abria as portas para a privatização das Unidades Básicas de Saúde.

Em vez disso, O Globo corrobora a “Paixão de Nikolas” legendando assim, candidamente, seu pot-pourri de aflições produzidas pela extrema direita para as redes sociais: “políticos bolsonaristas enfrentam dores e cansaço em caminhada de 200 km liderada por Nikolas Ferreira, de Minas Gerais a Brasília, em apoio à anistia de Bolsonaro”.

Na parte do reel do Globo em que Nikolas Ferreira é amparado por Bruno Zambelli na “caminhada pela liberdade”, e num sinal dos tempos, a marca d’água do jornal chega a aparecer nas imagens junto com a marca d’água do irmão de Carla e, entre as duas, a manifestação de solidariedade em letras garrafais: “Força, Nikolas!”.

E no fim do reel, quando o deputado André Fernandes aparece tratando os calos do pé, começa a se desenhar, em animação, a logomarca dos 100 anos do Globo, até ficar completa e com o slogan “100 anos de história”, uma história no meio da qual houve, como se sabe, apoio do jornal à ditadura.

Tem jornal que não tratou como devia, como se vê, os calos da sua caminhada.

Building an Interplanetary Clock

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In this video, Mike and Hazel design and machine a novel mechanical clock that can be used to tell the time on other planets.

To help support our YouTube channel please check out our Patreon page: https://www.patreon.com/c/ChronovaEngineering

MPB camera store review 2026 – The mysterious case of 7 lost packages

I’ve known about MPB since they started following EOSHD on Twitter, all the way back in 2011. Soon after that MPB reached out with an offer to sponsor the blog. Describing themselves as “The UK’s Only Specialist Canon and Nikon Used Equipment Dealer”, MPB have come a long way since the early days. When MPB set-up a warehouse in Berlin, as you can imagine I was very excited and as a serious gear-addict, have spent many thousands with MPB online over the years

My last order was placed this week in Berlin. When I say last order, it could literally be.

It is mainly on the EU side of MPB in Berlin where I have been let down time and time again. Over 7 serious problems this past 12 months alone and now a big slap down from their customer experience team leader accusing me of being an abusive customer. This review is something I’ve been holding back for many months, to give MPB every chance to make amends, but I think it would be a disservice to the camera-world for the facts to go unpublished.

These problems are systematic and experienced by many others. It started for me in January 2025 when some of my own gear was due to be returned with what I’d bought as part of a trade-in. Instead of arriving back with me, the gear went into one of Stephen Hawking’s Black Holes around the back of DHL’s warehouse in Ludwigsfelde. Rather than reappearing as Canon radiation, nobody to this day can offer any explanation as to what happened to my Canon and Sony gear…not least MPB, certainly not DHL, not even Steven Hawking.

That’s ok, deliveries go missing occasionally. It’s the way MPB’s customer service team in Berlin dealt with it that’s from another planet, and not a good one. Rather than offer a prompt refund, MPB made me wait nearly 2 months for (their own) DHL compensation claim to proceed. This is against EU trading laws. Eventually MPB refunded the Sony camera I had ordered only, but not my own lost equipment. This needed separate, further effort on my part to chase again – by April, almost as much time had gone into the black hole as camera equipment.

The eventual compensation did not even reflect the value of the goods had sent them and never received back. Had I received it back as planned and sold the camera privately it would have gone for 50% more . Something to be aware of, if you decide not to accept their revised lower quoted value (which happens very often for the most spurious of reasons) and it goes missing.

Undeterred I accepted one-off disasters happen, this wasn’t going to ruin my 13 year relationship with MPB.

I decided to place my faith in the MPB gods once again and ordered a bargain, spares & repairs Leica Q which I intended to fix.

Stupid, I know.

This is when I really suspected something unusual, because it immediately went into the same black hole again, gone forever. Bear in mind this is not a complex logistical challenge – a delivery from Berlin, to Berlin. In order to get any sort of prompt action out of MPB I had to email their CEO, Matt Baker as their EU customer service team were now in the habit of simply ignoring emails.

What was going on? Were MPB’s boxes splitting open, due to the environmentally friendly paper box tape? Was somebody at DHL helping themselves to free cameras?

It still has not been explained.

At this point, as you can imagine I was quite annoyed. Three items lost, months without the money, would it be the case again with the Leica Q? CEO Matt Baker was initially on the case, but it all felt rather performative. After 1 or two emails, Mr Baker simply vanished just like my deliveries… ghosted by the boss.

I can accept he had better things to do, but a simple email saying – sorry Andrew, I’m rather busy, I’ll let my team look after you, wouldn’t have gone amiss. After all he had employed a team of people in Berlin whose actual job it was to look after customers.

Undeterred I ordered a Sony a7s III in the UK which was reserved as part of a trade-in, before I had chance to send the trade-in items, suddenly the Sony was taken off reservation for no reason and sold to someone else – with no audit trail. The staff could offer no explanation. I even did a freedom of information request to get to the bottom of it. There was nothing. This was so strange that not even MPB could explain it so at this point I was fighting for the whereabouts of my Leica Q in Berlin, and my Sony a7s III in the UK, several thousands of euros worth of kit – a battle on two fronts at once!

And the problems for me were not over yet. Equipment I was selling or trading-in with MPB would have spurious deductions applied to the quotes which didn’t make any sense. To give you an example: a boxed and fully complete camera as originally bought brand new had a deduction applied for a “missing AC adapter” – which was never even included in the first place by the manufacturer in the box. If they are doing this to me, how many others are out of pocket?

After all these problems, you might think it would be reasonable for the customer to vent their frustration with some negative feedback. I did exactly that, but rather than take it onboard, let alone apologise, MPB’s customer experience operations manager in Berlin doubled down on the blame game and issued me with a severe telling off, threats of action via “serious channels”, continuing “You do not have the right to belittle our team’s concerns, nor to direct discriminatory, insulting, or threatening language toward any of our staff.” none of which I did, and I can prove it – yet at the same time I’m not going to sit there and tell them how wonderful everything is when it isn’t.

Every time rather than helping me with the latest problem of their own making, this person began to point the finger at me instead.

The exact reversal of what a customer experience role entails.

Imagine, after 13 years of spending money with a store, time and time again to be told that YOU are in fact a problem, that the messed-up orders and non-deliveries don’t deserve or warrant any negative feedback at all.

Before this review was published, MPB claimed I was making an “unnecessary threat involving public defamation”. Apparently, in their eyes it is “defamation” to speak factually about your experience as a customer?

MPB in Berlin owe me an apology for the way they have behaved. The performance issues are bad enough, but the customer service team which would rather have an argument and shout “defamation” before listening to what the customer is actually saying, and solving the problems, is the cherry on top.

The problems didn’t stop here either. The last MPB non-delivery was only a month ago, in the lead up to Christmas. I have still not received a refund, for a delivery which was due on the 23rd December.

MPB’s sales practices also raise eyebrows – Sometimes descriptions on the website completely misrepresent what is being supplied. You’d think for example that a paid camera tester who sees thousands of units a year would know the difference between dust or debris on the sensor, and laser damage. In my experience, this hasn’t been the case. I also received a Leica M camera with a broken jog-dial.

In the case of the lost shipments, staff didn’t even file the claim form with DHL until many weeks later, despite assuring me it was a done job, but at the end of the day why should they ask a customer to wait months for MPB to get compensation from the postal service?

It’s frustrating for the customer to have to keep on at people, spending countless hours with emails and online chats, only to have staff sit on their hands and then a few days later forget to do anything at all.

Mistakes can happen, it’s the attitude in dealing with them that needs to improve at MPB if they are to keep hold of one of the longest standing customers.

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Impossível, desarrazoável, inadequado

Alexandre de Moraes (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil).

“As condutas pelas quais o réu foi condenado por essa Suprema Corte foram absolutamente incompatíveis com o Estado de Direito, a democracia e os princípios constitucionais que regem as Forças Armadas e tornam juridicamente impossível, desarrazoável e inadequada a participação do réu em atividades diretamente relacionadas com o aperfeiçoamento das Forças Armadas, as quais desempenham papel essencial na defesa da Constituição, da soberania nacional e da estabilidade do Estado Democrático de Direito”.

Foi nestes termos que nesta quinta-feira, 22, o ministro do STF Alexandre de Moraes pôs fim à tentativa do Exército Brasileiro de transformar um general recém-condenado por tentativa golpe de Estado em consultor doutrinário da Força mediante a realização, na prisão e para remição da pena, de “atividade laboral de cunho intelectual e institucionalmente proveitosa”.

Trata-se do general Mário Fernandes, autor do plano Punhal Verde e Amarelo. A solicitação para Fernandes trabalhar foi encaminhada a Moraes no dia 9 de janeiro pela Assessoria de Apoio para Assuntos Jurídicos do Comando Militar do Planalto (CMP), onde o general cumpre pena sob custódia do Exército. O CMP montou mesmo e enviou a Alexandre de Moraes um Plano Individual de Trabalho para o general que escreveu o plano para matar Lula, Alckmin e o próprio Moraes.

O plano Punhal Verde e Amarelo previa, para o “cumprimento da missão”, “tiro de curta, média ou longa distância ou uso de artefato explosivo” ou ainda o “envenenamento do alvo” com “elemento químico e/ou biológico preferencialmente em Evento Oficial Público”. O Plano Individual de Trabalho montado pelo Exército para Mário Fernandes previa o general fazendo a “revisão de produtos doutrinários e literários” e “produção de textos técnicos sobre história militar, estrutura da Força, doutrina militar terrestre” para a Diretoria do Patrimônio Histórico e Cultural do Exército e para o Centro de Doutrina do Exército.

Inicialmente, Moraes autorizou Mário Fernandes a “se classificar para realização de trabalho interno, conforme Plano Individual Trabalho encaminhado pelo Comando Militar do Planalto”. Quatro dias depois, porém, o ministro achou melhor intimar o CMP a especificar, “de forma clara e objetiva”, a natureza das atividades reservadas pelo Exército ao seu custodiado. Afinal, qual “atividade de cunho intelectual” da parte de um general condenado por tentativa de golpe de Estado poderia ser “institucionalmente proveitosa” para o Exército Brasileiro?

O indeferimento à gozação saiu nesta quinta e deve ser “jurisprudência” para barrar camaradagens semelhantes do Exército e da Marinha com outros dois oficiais generais, ex-comandantes de suas respectivas Forças, condenados e presos por organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, etc. O Exército quer que o general Paulo Sergio Nogueira faça revisão doutrinária, atualização de livros e manuais da Força Terrestre. A Marinha quer o almirante Almir Garnier na avaliação de sistemas de comando e controle, processos decisórios, simulações operacionais e estudos relacionados a projetos estratégicos da Força Naval.

Não demora e alguém vai pedir ao STF que Silvinei Vasques possa trabalhar para a Polícia Rodoviária Federal, na Papudinha, revisando os procedimentos de atuação da PRF nas estradas em dia de eleição e de controle do fluxo de pessoas na fronteira do Brasil com o Paraguai.

'Pluribus' nos faz pensar sobre a literatura no mundo uniforme

Minha primeira reação a "Pluribus", série de ficção científica concebida por Vince Gilligan, criador de "Breaking Bad", foi de antipatia. Alguma coisa no aprendizado forçado da protagonista, caricatura de autora de best-sellers, temperamental e irascível, confrontada com o mundo colonizado e uniformizado por um vírus alienígena, soava demasiado calculada.

Tive de chegar ao final da primeira temporada para entender que as possibilidades desse cálculo eram bem mais complexas e contraditórias do que eu havia imaginado. Leia mais (01/23/2026 - 10h00)

Trump joga o tabuleiro do mundo pro ar - com Guilherme Casarões

O ano de 2026 começou com uma notícia que surpreendeu a todos, mas que preocupa particularmente os países da América do Sul: o ataque dos Estados Unidos à Venezuela e a prisão de Nicolás Maduro e Cilia Flores. Neste episódio, o Pauta Pública recebe o cientista político Guilherme Casarões para analisar os riscos de transformar o discurso do combate ao chamado “narcoterrorismo” em licença para invadir países, derrubar governos e redesenhar fronteiras à força. 

Professor da Florida International University, nos Estados Unidos, e coordenador do Observatório da Extrema Direita, Casarões explica o que está por trás do “Corolário Trump”: a  retomada da Doutrina Monroe, que determina que cabe aos Estados Unidos o controle dos recursos naturais, da infraestrutura e do fluxo de pessoas no que considera seu espaço natural de interesse: as Américas. Uma lógica que, segundo ele, aprofunda instabilidades, rompe regras do direito internacional e ameaça diretamente os países da região.

O Pauta Pública chega ao episódio número 200! Agradecemos a companhia dos ouvintes de longa data, e damos as boas-vindas aos que estão chegando agora! Se você gosta do nosso trabalho, compartilhe com os amigos e acompanhe as demais coberturas da Agência Pública em apublica.org
O curso “Lawfare – a influência dos EUA ontem e hoje”, com Natalia Viana, vai explicar como a lei pode deixar de ser instrumento de justiça para se tornar arma política. Saiba mais em apoie.apublica.org/curso

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#180 Cenas de São Paulo — Fabrício Corsaletti e Ricardo Terto

Dois cronistas da vida paulistana, os escritores Fabrício Corsaletti e Ricardo Terto conversam neste episódio sobre a relação da crônica com a rua e o cotidiano. Corsaletti, autor da coletânea Um Milhão de Ruas (Editora 34), conta como a escrita nasce das andanças pela cidade, enquanto Terto, de Brincadeira Sem Futuro (Todavia), fala como reinventa a infância na Zona Leste da capital. A conversa, gravada durante A Feira do Livro 2025, foi mediada pela escritora Luana Chnaiderman e transformada em podcast para celebrar São Paulo, que completa 472 anos em 25 de janeiro.

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Friction Motion Graphics Compositing - Friction Tutorial

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Part four - Get comfortable with Friction Graphics for animation and motion graphics. Final project before we render. Expect a lot of tips and trick along the way.

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Chapters:
0:00 Opening
0:33 Tips
0:53 Line Spacing
3:08 Masking
4:44 Layer Navigation
7:38 Key Frames
8:39 Easing with Graph
9:26 Rectangle Box
10:50 Alignment
11:30 Animation
16:36 Drop Shadow
17:42 Parenting
19:41 Wipe Transition
21:40 Tagline
22:09 Bookmark Colours
22:55 Animate Tagline
26:06 Render Settings
30:08 Tips Visibility Range
32:06 Brightness and Contrast Effect
32:47 Outro

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