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Normal view

Orgulho LGBTQIAP+: quando existir é resistir desde o nascimento

O Dia do Orgulho LGBTQIAP+ é comemorado mundialmente em 28 de junho como um marco na luta por direitos, justiça social e políticas públicas. Mesmo com alguns avanços, a comunidade segue enfrentando retrocessos, agravados por desigualdades estruturais, especialmente quando se trata de identidade de gênero. Essa é uma realidade vivida de forma ntensa por pessoas intersexo, ou seja, aquelas que nascem com características sexuais (genitais, hormonais ou cromossômicas) que não se enquadram nas definições tradicionais de masculino ou feminino.

Para falar sobre o tema, o Pauta Pública desta semana recebe Carolina Iara, mestre em Ciências Sociais, ativista dos movimentos negro e LGBTQIAP+, e a primeira mulher travesti intersexo a exercer um cargo de covereadora pela Bancada Feminista do PSOL, em São Paulo, eleita em 2020. Carolina compartilha sua experiência como pessoa intersexo submetida a cirurgias forçadas ainda na infância, analisa como o Brasil continua invisibilizando e violentando essa parcela da população e discute as contradições dentro da própria esquerda em relação às pautas de gênero, refletindo sobre os caminhos para uma política verdadeiramente coletiva e emancipatória.


Ouça o episódio completo e não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública nas plataformas de áudio.


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#142 Tenho horror de escrever – Francisco Alvim

Ter horror de escrever mas, ao mesmo tempo, reconhecer o prazer que há em descobrir as palavras como coisas incríveis. Neste episódio, o convidado é o grande poeta mineiro Francisco Alvim, que em uma rara entrevista a Paulo Werneck e Bruna Beber não deixa escapar nem suas mais íntimas contradições como autor. Referência desde os anos 70, quando se tornou expoente da poesia marginal, Chico acaba de lançar uma nova edição da antologia Francisco Alvim: Oitenta Anos (Quelônio). Na conversa, ele repassa a sua trajetória, suas múltiplas influências e ainda compartilha lembranças familiares que moldaram seu caso de horror e prazer com a literatura. O episódio foi realizado com apoio da Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais. Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451

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Ergo Pro | No hay negros en el Tíbet: Episodio 52 | Podium Podcast

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Bienvenides al episodio 52 de “No hay negros en el Tíbet”, último de otra apasionante, divertida e interesante temporada, ¡la sexta ya!, que cerramos con uno de los MC's de Madrid que más resuena, con sangre nigeriana en sus venas, nacido en Vallecas y criado en Villaverde (Madrid). Nos visita Eghosa Robert Osahob Eke, para algunos Bobby Nigeria, aunque hoy es conocido realmente como Ergo Pro. Un músico que tiene rimas, tiene barras, tiene valores de lucha, hermandad, antirracismo, calle... ¡y mucho hip hop!

Ergo habla con franqueza, no se corta nada en esta entrevista, “la primera que me hace una persona negra”, nos dice.

Y a nosotres nos parece un cierre de temporada por todo lo alto, agradeciéndote que nos hayas acompañado diez episodios más. Gracias de parte de Frank T, Asaari Bibang, Lamine Thior y todo el equipo del pódcast, Chevi Dorado en la producción, Bea Polo en vídeo, Alejandro Fernández en audio, y Paula Lara en las redes. Hasta pronto en el Tíbet.

00:00 Inicio
01:00 Frank y Camilo. La historia interminable
03:30 ¿Buenavista está en Lanzarote?
06:45 Asaari llega por fin relajada
09:15 Llega al Tíbet Ergo Pro, y Lamine es su preferido
13:00 La primera vez de Ergo Pro
14:50 Lamine curiosea sobre costumbres en el baño
20:05 Nuevo disco: Dolor en efectivo
26:30 ¿Haría Ergo Pro una canción con un "triunfito"?
34:15 Nacido en Vallecas, criado en Villaverde.
45:50 "Soy normal, los locos son ellos".    
51:40 ¿Le han apoyado sus padres en el rap?
57:30 Turno de abrirse: cosas de nuestras madres
01:06:00 ¿Nos borran del mapa?
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