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JENNIFER ROPE | NO HAY NEGROS EN EL TÍBET: Episodio 59 | Podium Podcast

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En este episodio visita el Tíbet JENNIFER ROPE, modelo, actriz, presentadora de televisión y guionista, hija de ecuatoguineana y estadounidense. Aunque soñaba con ser actriz, debutó primero en la pequeña pantalla, como copresentadora del concurso "Grand Prix" (TVE) en 1995. En la misma cadena la viste presentando el mítico programa “Música sí”, estrenado en 1997, por el que pasaron todos los grandes artistas del momento, como Back Street Boys, Bruce Springsteen, Alejandro Sanz, Beyoncé...

La música la acompañó durante años. Presentó los resúmenes diarios de la primera “Operación Triunfo” y también “Eurocanción 2001”, programa de TVE para elegir al representante de España en Eurovisión, antepasado del Benidorm Fest.

Jennifer recuerda que cuando era niña "en la tele la única persona negra que yo veía era Will Smith, y pensaba que para salir había que hablar inglés como él", conseguirá ser una de las mujeres negras pioneras como presentadora de televisión en España. Expresa sus ideas con mucha claridad, "el físico me ha marcado, te ven sin cerebro, especialmente si eres mujer y negra. Me dieron la primera oportunidad porque me consideraban exótica".

00:00 Inicio
03:02 Tras el éxito con "PEC" Frank aprende a usar "Six-Seven"
07:23 Lamine y su vecino sin cortinas a la calle
10:19 Presentación de Jennifer Rope
14:00 ¿Cómo entró en TVE?
21:53 Sentirse "la nota de color" en el trabajo
30:45 Cuando estás y dejas de estar, la teoría del "ya no"
40:30 Hubo momentos desagradables
45:16 Explicando el "algoritmo facha"
48:50 Situación de la mujer negra en la industria hoy
55:15 Jennifer es guionista, gestiona sus propios proyectos

#157 – Vinte dentes naturais

Em agosto de 1942, no auge da Segunda Guerra Mundial, submarinos nazistas afundaram navios na costa brasileira. O Brasil, que ainda mantinha relações com os dois lados do conflito, se viu obrigado a entrar numa guerra para a qual não tinha qualquer preparação.

Foi formada então a Força Expedicionária Brasileira (FEB), que viajou até a Itália para auxiliar as forças aliadas contra o Eixo. Quase 25 mil pracinhas passaram nove meses combatendo no maior conflito armado da humanidade, ajudando a libertar cidades italianas do domínio nazista.

Quando retornaram, porém, esses homens não foram considerados heróis por muito tempo. E trouxeram na bagagem romances com jovens italianas, traumas vividos na guerra, e um sentimento geral de admiração por um país aliado: os Estados Unidos da América.

Num momento em que o governo de Donald Trump trouxe a guerra para o nosso quintal, o episódio 157 de Escafandro mergulha na missão da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial. Conta como o Brasil atuou na Itália, como essa missão ajudou a moldar nossas Forças Armadas de hoje e reflete sobre o que ela nos ensina a respeito de possíveis futuros conflitos.

Mergulhe mais fundo

Barbudos, sujos e fatigados: Soldados Brasileiros na Segunda Guerra Mundial (link para compra)

Histórias de um pracinha da Segunda Guerra Mundial (link para compra)

Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial (link para compra)

A dupla face da guerra: a FEB pelo olhar de um prisioneiro (link para compra)

Episódios relacionados

#70: Os generais e o cerco a Brasília

#109: General bom, general mau

#142: Heil Trump

Entrevistados do episódio

Isalete Leal

Pedagoga e diretora da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil em Valença.

Mario Pereira

Guia turístico e palestrante. Ex-administrador do Monumento Votivo Militar Brasileiro de Pistoia. 

Francisco Cesar Alves Ferraz

Doutor em História pela Universidade de São Paulo (USP), professor do Departamento de História da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Autor de “Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial” (Zahar, 2005).

Cristina Feres

Mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Autora de “A dupla face da guerra: a FEB pelo olhar de um prisioneiro” (Editora Intermeios, 2023).

Piero Leirner

Antropólogo, professor da Universidade Federal de São Carlos. Autor de livros como “O Brasil no Espectro de uma Guerra Híbrida” (Alameda Casa Editorial, 2020), e “Dois ensaios sobre magia política” (Editora Hucitec, 2025).

Ficha técnica

Produção, reportagem e edição: Matheus Marcolino.

Mixagem de som: Vitor Coroa.

Trilha sonora tema: Paulo Gama

Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari

Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini

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