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Raspberry Pi 6 update: You're not gonna like this...

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A few things we learned about the Pi 6 and potential for a Zero 3 W.

A link to the AMA: https://www.reddit.com/r/engineering/comments/1tcyfvk/hello_rengineering_were_eben_upton_ceo_james/

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Contents:

00:00 - Raspberry Pi 6
01:24 - Pi Zero 2W and Zero 3W
02:38 - Microcontrollers
03:23 - Software and support

Why Humanities Graduates Can't Make Money (And How To Fix It)

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The humanities & arts have always been a laughingstock in the world of employment. In this video I break down the three reasons humanities graduates struggle to build financially viable careers, and what to do about each one.

Speaking of which, I recently hosted workshop on the principles of Plain English and it'll teach you how to translate complex ideas into writing that lands. I had a ton of fun hosting this one, and now you can access it here:
https://www.amugofinsights.org/session-6-the-principles-of-captivating-writing/

If you want more weekly food for thought around how to study the humanities & become a lifelong learner, sign up for a free weekly newsletter over at: https://www.amugofinsights.org/

Bay Of Fires On Fire - Astro Photography in Tasmania

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Today we begin a Tasmanian road trip series. Our first stop is the magnificent Bay of Fires area on the north east coast.
On this night the sky really was on fire and I enjoyed every minute of my time there.

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Edição 393 – Encontro Xi e Trump gera memes, virais e pouco avanço

Política e economia

Sentença sem reprise. Acusados de crimes de corrupção, dois ex-ministros de Defesa da China, Wei Fenghe e Li Shangfu, foram condenados a penas mais brandas do que a pena de morte. Na última quinta-feira (7), uma corte militar do país determinou que ambos fossem punidos com pena de morte com suspensão de dois anos. Na prática, passados dois anos sem novos crimes, a pena de ambos será automaticamente convertida em prisão perpétua. Ambos foram considerados culpados de suborno e tiveram todos os bens pessoais confiscados. Segundo a Xinhua, Li teria sido acusado por ter recebido e oferecido propinas, além de não cumprir responsabilidades políticas. Wei comandou a pasta de defesa entre 2018 e 2023; Li o sucedeu em março de 2023, sumiu da vida pública em agosto daquele ano e foi formalmente afastado em outubro, após pouco mais de seis meses no cargo. As decisões se somam à onda recente de afastamentos no alto escalão militar chinês, que incluiu nos últimos meses até o general Zhang Youxia, militar mais graduado da Comissão Militar Central. Em fevereiro, Xi Jinping fez uma rara menção pública ao processo, dizendo que as Forças Armadas haviam “passado por uma têmpera revolucionária no combate à corrupção”. Analistas leem a cruzada anticorrupção em curso desde 2012 como uma combinação de saneamento institucional e de consolidação política e, no caso das Forças Armadas, as duas dimensões costumam aparecer entrelaçadas. 

Cidade x Campo.Junto com os vice-prefeitos chineses que viralizam no Douyin dançando em arrozais, a onda de funcionários influencers ganha corpo desde que Xi Jinping promoveu essa estratégia. As cenas idílicas que esses livestreams projetam, com paisagens, produtos artesanais, oficiais bonzinhos servindo refeições a idosos, ajudam a reforçar uma visão romantizada do interior que circula há tempos nas cidades chinesas: a ideia de que o camponês tem terra para “se virar”, uma casa só sua, e ainda por cima com um custo de vida baixo. É justamente esse imaginário urbano que uma conversa recente entre o jornalista Peng Yuanwen e o ativista Zhou Jian, traduzida pelo China Digital Times, busca discutir. Zhou conta que ao percorrer mais de 3 mil aldeias em 150 condados pobres, ele tentou derrubar as crenças urbanas sobre o campo. Segundo o texto, o camponês não vive da terra, seu trabalho rende, no máximo, o equivalente a R$ 800 a R$ 1.500 por ano, “o suficiente para uns poucos meses de remédio de pressão”; a terra não é de fato dele (o que existe é direito de uso coletivo, sem poder vender, herdar ou usar como garantia); o terreno em que ele mora vale menos do que se imagina; e o “baixo custo de vida” rural é um mito. Entre o campo do algoritmo e o do cotidiano ainda há uma boa distância, e o relato de Peng e Zhou fala, no fundo, sobre tentar encurtar essa narrativa.

Internacional

Xi recebe Trump. Na semana passada, Beijing recebeu o presidente Donald Trump para sua primeira visita de Estado à China em nove anos. Como tinha de ser, o encontro com Xi Jinping não decepcionou em termos de drama e simbolismo. As duas maiores economias do mundo concordaram em criar conselhos de comércio e investimento, reduzir tarifas de forma recíproca e estabelecer um mecanismo para gerenciar disputas. Também saíram acordos concretos: a China comprará pelo menos 200 aviões da Boeing , mas esse número pode mais do que triplicar e chegar até 750, mas isso só se determinadas condições forem atendidas. Apesar do tom cordial, os resultados, na prática, foram modestos: nenhum grande avanço, apenas uma estabilização das relações e um esforço para evitar que a rivalidade entre as superpotências saísse do controle. 

Para além das relações entre Pequim e Washington, Xi e Trump trataram de temas que preocupam o mundo: a situação de Taiwan, as guerras no Irã e na Ucrânia e o papel e ameaça da Coreia do Norte. Quanto ao Irã, os dois líderes concordaram que o Estreito de Ormuz deve permanecer aberto. Xi também deixou um recado pouco sutil ao perguntar a Trump se EUA e China conseguiriam superar a “Armadilha de Tucídides“, a teoria de que potências em ascensão inevitavelmente entram em conflito com as estabelecidas, e criar um novo paradigma para as grandes potências. Com seu típico “otimismo”, Trump respondeu no Truth Social dizendo que Xi estava falando do declínio americano causado por Biden, não pelo seu governo. E para coroar a visita com aquele toque de entretenimento que só essa dupla proporciona, um vídeo viral mostrou Trump dando uma espiadela no caderno de Xi assim que o líder chinês se afastou (recomendamos ver o nosso vídeo da semana).  

Outro momento pitoresco da visita ficou por conta do Secretário de Estado Marco Rubio: sancionado pela China duas vezes quando ainda era senador, Rubio só conseguiu entrar no país porque Beijing simplesmente trocou uma letra do seu nome em mandarim, transformando “卢比奥” em “鲁比奥” (Lubiao), ambas têm a mesma pronúncia, caractere diferente, problema resolvido. Do lado chinês, o embaixador Xie Feng aproveitou o encontro para publicar um artigo em tom solene no People’s Daily, defendendo que “cooperação beneficia os dois lados, enquanto confronto prejudica ambos” e que os EUA deveriam abandonar a mentalidade da Guerra Fria e tratar a China como parceira. 

E o assunto azedou com Taiwan. Após uma cúpula de dois dias em Pequim com Xi Jinping, Donald Trump alertou Taiwan a não declarar formalmente sua independência e disse, em entrevista à Fox News, que “não está buscando que alguém vá ser independente” e o que quer mesmo é que “a China se acalme”. A resposta de Taipei veio no sábado pela porta-voz presidencial Karen Kuo, que afirmou ser “evidente por si só” que Taiwan é um país soberano, independente e democrático, mas reforçou o compromisso da ilha em manter o status quo, sem declaração formal e sem unificação, postura já sustentada pelo presidente Lai Ching-te, para quem não há necessidade de declarar o que já se considera fato. No mesmo encontro, Trump disse que decidirá em breve sobre um pacote de venda de armamentos de US$11 bilhões para a ilha, sinal de que, mesmo evitando atrito imediato com Pequim, Washington segue obrigado por lei a fornecer meios de autodefesa a Taipei.  

Uma batalha atrás da outra. Poucos dias depois da cúpula entre Xi Jinping e Donald Trump em Pequim, é a vez de Vladimir Putin desembarcar na capital chinesa, visita confirmada por Moscou e Pequim no último sábado, se trata da primeira vez do líder russo ao exterior em 2026. A agenda inclui encontro com Xi para reforçar a “parceria estratégica abrangente” entre os dois países, a possível assinatura de uma declaração conjunta e conversas separadas com o primeiro-ministro sobre cooperação econômica e comercial. A coincidência de calendário, segundo analistas, não foi orquestrada. A visita russa já vinha sendo articulada há meses, mas ganha peso simbólico extra, uma vez que 2026 marca o 30º aniversário da parceria estratégica sino-russa e o 25º do Tratado de Boa Vizinhança, cuja renovação deve entrar em pauta. Entre os temas esperados estão o gasoduto Power of Siberia 2, a guerra na Ucrânia, e a crise no Estreito de Ormuz. O comércio bilateral entre os dois países somou mais de US$228 bilhões em 2025, com Pequim se consolidando como principal comprador de petróleo e gás russos.

Pressão. A famosa RightsCon – a maior conferência de direitos humanos digitais – teve a sua edição de 2026 cancelada. O evento iria acontecer em Lusaka, capital da Zâmbia, entre 5 e 8 de maio. Contudo, a 15ª edição foi cancelada sem muitas explicações duas semanas antes da data para o choque e prejuízo financeiro de muita gente. A nota final de explicação do cancelamento, a organização do evento citou interferência estrangeira. Não demorou muito e questionamentos passaram a surgir sobre isso ter relação com pressão do governo chinês, dado o crescente relacionamento entre a China e a Zâmbia, e o fato da edição de 2025 ter sido realizada em Taipei. Ao que tudo indica, o país asiático exigiu que participantes taiwaneses não comparecessem, e a discussão é elaborada nesta análise no China Digital Times.

Sociedade

Violência contra mulheres chinesas fora da China. Em abril, um tribunal de Munique proferiu uma sentença que chocou a Europa e reacendeu o debate sobre violência sexual e o papel das plataformas digitais. Zhongyi J., um estudante chinês de 28 anos, foi condenado a 11 anos e três meses de prisão por duas tentativas de homicídio e sete estupros agravados contra a sua vizinha, a quem drogou e agrediu sexualmente pelo menos sete vezes entre fevereiro e dezembro de 2024. O réu filmou cada agressão e armazenou os vídeos em um HD externo; em um dos casos, o ataque durou mais de três horas. O caso foi imediatamente comparado ao escândalo Pelicot, que abalou a França em 2024 — e o juiz descreveu os crimes como “atos monstruosos”, declarando que “entramos em território jurídico inexplorado.” Mas o que torna o caso ainda mais perturbador é o contexto coletivo: o julgamento em Munique faz parte de uma investigação mais ampla sobre oito homens que integravam um grupo no Telegram chamado “Autoschule” (Escola de Direção Alemã), no qual coordenavam e compartilhavam imagens dos crimes. O caso levanta questões urgentes sobre a responsabilidade das plataformas de mensagens na proliferação desse tipo de conteúdo — um debate que, infelizmente, ainda está longe de ter uma resposta.

Zheng He

Mo Yan, IA e literatura: o nobel de literatura chinês Mo Yan, disse em evento no Brasil ver na Inteligência Artificial uma esperança para a superação de barreiras linguísticas. Confira como foi a visita dele por aqui.

Taishanese: o Radii China conta por que um “misterioso” idioma falado no filme Sinners está dando o que falar até hoje. 

Old school: dois vídeos viralizaram na internet chinesa recentemente exatamente por não usarem inteligência artificial. Esta matéria da Sixth Tone conta como o drama ENEMY e o filme Ji Shi Yi Dao não usaram IA generativa para os efeitos visuais e chamaram atenção pela qualidade da produção.

 

Veja o vídeo aqui.

A internet quase quebrou com o que teria sido Trump bisbilhotando uma pasta de Xi Jinping. Não foi bem assim, e a CNN conta o que aconteceu.

 

 

O post Edição 393 – Encontro Xi e Trump gera memes, virais e pouco avanço apareceu primeiro em Shūmiàn 书面.

It’s easier for Californians to escape data brokers following a Markup investigation

The Markup and CalMatters showed how website code could make it harder for Californians to exercise their right to remove personal data. Now much of that code has disappeared.

A woman wearing glasses speaks into a microphone during a congressional hearing while holding a blue pen in one hand. A nameplate reading “MS. HASSAN” sits in front of her as other attendees appear out of focus in the background.

Sen. Maggie Hassan pressed data brokers to make it easier to opt out of their systems, citing an investigation by The Markup and CalMatters, published in partnership with WIRED. U.S. Sen. Maggie Hassan speaks during a Senate Finance Committee on Capitol Hill in Washington, D.C. on March 14, 2025. Photo by Ben Curtis, AP Photo

More data brokers have changed their practices in response to reporting from The Markup and CalMatters as well as a subsequent Senate investigation.

Data brokers — companies that collect and sell access to often-sensitive information on consumers — are required to register in the state of California and provide a way for consumers to request their data be deleted. 

Last year, an investigation by The Markup and CalMatters, published in collaboration with WIRED, showed that many of those companies placed code on the web pages for making those requests that prevented them from appearing in search results. The “no-index” code tells search engines like Google not to catalog those pages, making it less likely that anyone would see them. Experts said that’s a hurdle for Californians looking to exercise their legal rights. 

Last year’s investigation found 35 data brokers were using the code, 12 of whom soon removed it and allowed their pages to appear in search results.

Today, only eight of those 35 brokers are still hiding their deletion pages, according to another review done by The Markup and CalMatters this week. That includes five major data brokers who came under Senate investigation.

After The Markup and CalMatters published their report, the top Democrat on the Senate Joint Economic Committee minority, New Hampshire Democratic Sen. Maggie Hassan, sent letters to five data brokers questioning them about their practices.

Four of the companies — IQVIA Digital, Comscore, Telesign Corporation and 6sense Insights — engaged with the Senate committee about their practices and agreed to make their pages visible in search, according to a report the committee later released. The report also estimated that consumers have lost more than $20 billion from fraud and identity theft related to broker data breaches. 

In an addendum to their initial findings released last week, the committee said that the fifth company facing questioning, Findem, also belatedly removed its “no-index” code, making its deletion pages visible in search engines. 

One of the data brokers no longer hiding its opt-out page, BrightCheck, has a broken opt-out page and no longer appears on California’s broker registry.

Data brokers that hid opt-out pages from search engines

Of 499 brokers registered with the state of California, The Markup and CalMatters in August 2025 found 35 instructing search engines to ignore pages with instructions on how consumers can remove their data. As of May 2026, only eight had such instructions. 
Chart: Tomas Apodaca · Source: California Privacy Protection Agency 2025 Data Broker Registry

Of the eight brokers still hiding their deletion pages, only one, a company called Fideo, responded to a request for comment about whether they would continue using the code on their pages.

Jason Soni, a spokesperson for Fideo, which uses data for crime and fraud prevention purposes, said the company intentionally “chose not to display the application page itself in Google search results for technical and consumer experience reasons.” Consumers, he said, can make requests starting “from our homepage and public privacy resources, which provide the right context, routing, and instructions for privacy requests,” instead of starting at the application page. 

“Americans deserve a choice over whether their personal data is collected, used, and sold for profit or not,” Hassan said in a statement released alongside the amended report. “Data brokers like Findem have a responsibility to provide that choice with clear, user-friendly opt-out functions and straightforward privacy policies.

Gastronomía en las Sierras de Cazorla, Segura y Las Villas. #jaen

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🍽️Si vas a visitar el parque natural más grande de España, que está en Jaén, toma nota de estos sitios para además… comer muy bien.
@diputacionjaen
#MontañasdelSurJaén
#JaénParaísoInterior #EcoturismoSCSV

Colaboración pagada dentro del #PlanDeRecuperación financiado con fondos #NextGenerationEU

Where have the Muses from the Clarendon Building gone?

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Removed for conservation in 2023, several of the muses have been conserved or newly cast in lead. As part of The Muddle of the Muses, three of the statues will be on display in Blackwell Hall: Clio representing History (original lead statue), Calliope representing Epic Poetry (lead reproduction) and Polyhymnia representing Rhetoric (original statue). Don't miss this rare chance to see these remarkable sculptures at eye level and discover the intriguing story behind their conservation. Starting Saturday 23rd of May 2026.

Eleições: civilização ou barbárie? - com Ricardo Kotscho

Desde a ascensão do bolsonarismo, em 2018, as eleições presidenciais passaram a ser marcadas por instabilidade, desinformação e dificuldade de prever candidaturas e possíveis resultados. A cinco meses das disputas de 2026, o atual cenário político já é complexo e instável. Lula disputa sua possível última eleição em um contexto atravessado por guerras no mundo, crises econômicas e pela crescente desinformação nas redes sociais, impulsionada pelo avanço da inteligência artificial. Ao mesmo tempo, o bolsonarismo tenta reorganizar sua sucessão política em meio às incertezas sobre a possível candidatura de Flávio Bolsonaro, atualmente envolvido em escândalos e em disputas de narrativa em torno da própria realidade dos fatos.

O Pauta Pública desta semana mergulha neste cenário com um dos maiores nomes do jornalismo brasileiro, Ricardo Kotscho. Na entrevista com a Andrea Dip, ele alerta que o debate público brasileiro vive uma crise que vai muito além dos nomes colocados na disputa presidencial. Kotscho analisa como a desinformação, a fragilidade das instituições e o esvaziamento da participação política ajudam a moldar o cenário atual do país, e destaca a importância do jornalismo no comprometimento com o futuro do país. 

Ouça agora!

Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.
Contamos com seu apoio!

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#197 Vozes da guerra — Beatriz Bracher

O que revela o olhar de quem viveu a guerra? Neste episódio, a escritora Beatriz Bracher fala sobre o romance Guerra — I (Editora 34), primeiro volume da sua trilogia sobre a Guerra do Paraguai. A narrativa, criada pela costura de relatos reais, coloca em primeiro plano vozes que presenciaram o conflito, despertando no leitor o horror à guerra, diz Bracher. Ela também lembra que o convívio entre brancos e negros, senhores e escravizados e pessoas de diferentes regiões do país no front de batalha foi uma primeira descoberta do Brasil pelos brasileiros. A conversa aconteceu durante A Feira do Livro 2025, com mediação do escritor Joca Reiners Terron.

Apoio: Lei Rouanet

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