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- Beijing 1949-1950: Rare Historic Footage From After the Revolution (4K & AI restored)
Beijing 1949-1950: Rare Historic Footage From After the Revolution (4K & AI restored)

In early 1949, Beijing was still commonly known as Beiping. During the final phase of the Chinese Civil War, Communist forces surrounded the city, which was held by the Nationalists. Rather than being destroyed in a major battle, the city was peacefully transferred to Communist control in January 1949 after negotiations with Nationalist general Fu Zuoyi. This was significant because it preserved much of the city’s historic architecture, including the Forbidden City, temples, walls, and traditional neighborhoods.
Later that year, the city’s name was changed back from Beiping to Beijing, meaning “Northern Capital.” On October 1, 1949, Mao Zedong proclaimed the founding of the People’s Republic of China from Tiananmen Gate. From that moment, Beijing became the symbolic and administrative heart of the new government.
During 1949–1950, the new Communist leadership began reorganizing the city’s political, social, and economic life. Government ministries, party offices, military institutions, and cultural organizations were established or expanded in Beijing. The city also saw campaigns aimed at restoring order, controlling inflation, registering residents, and bringing businesses, schools, and public institutions under the authority of the new state.
The period also marked the beginning of major ideological and social changes. Public rallies, propaganda campaigns, and political education became common. The new government emphasized discipline, reconstruction, and socialist values. Although the most dramatic urban redevelopment came later in the 1950s, the foundations were laid during these first years.
Overall, Beijing between 1949 and 1950 was a city in transition: it moved from civil war uncertainty into its role as the capital of a new revolutionary state. Its historical identity as an imperial capital remained visible, but its political meaning changed profoundly as it became the center of Communist China.
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#beijing #china #history #mao #communism
Edição 394 – No embalo de Trump e Putin, quem vence é a China
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Até agora são 82 mortos no pior acidente em uma mina de carvão chinesa dos últimos 16 anos. A explosão de gás aconteceu na sexta-feira (22) na cidade de Changzi, na província de Shanxi (a principal para a mineração de carvão) e a mina contava com 247 trabalhadores no momento, que ficaram presos nos escombros. Ainda há pessoas desaparecidas e cerca de 120 estão hospitalizadas. As operações de resgate seguem, inclusive com apoio de robôs para a detecção de gases e câmeras. O caso será investigado para que se descubra a causa da explosão, inclusive para identificar qual a responsabilidade da empresa já que análises iniciais indicam violações de padrões de segurança. Xi Jinping solicitou uma operação ampla para o resgate e apoio às vítimas e seus familiares, especialmente em casos de idosos.
O molho secreto do sucesso da China na disputa pela liderança em Inteligência Artificial talvez vá além dos investimentos pesados e da regulação rápida. Um relatório recente da Stanford University revelou que o otimismo da população chinesa em relação à nova tecnologia é excepcional e contrasta diretamente com os sentimentos dos estadunidenses: mais de 85% das pessoas consultadas na China acreditam que a IA é mais benéfica que maléfica, contra 45% dos respondentes nos EUA. Muito foi especulado sobre o assunto, e diversos comentaristas atribuem o humor dos chineses à confiança que têm em seus legisladores; por outro lado, há quem acredite que a grande diferença está na perspectiva histórica: ao contrário do que vêm acontecendo na história recente da China, os trabalhadores dos Estados Unidos vêm vivendo relativa calmaria e estabilidade em suas relações trabalhistas e modo de produção, o que os deixaria menos abertos às grandes mudanças que a IA promete trazer.
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É os guri. Logo depois da partida de Trump, Xi Jinping mal trocou o terno e já recebeu o líder russo Vladimir Putin no dia 19. A visita já estava marcada há algum tempo, então, dizem, foi apenas coincidência o timing – ainda que não deixe de ser . Pequim e Moscou assinaram uma série de acordos, incluindo economia digital, isenção de vistos, educação, satélites, e desenvolvimento de biofármacos, no contexto da celebração de 30 anos da parceria estratégica sino-russa. Contudo, o acordo mais esperado, envolvendo a distribuição de gás pelo gasoduto Power of Siberia 2, não foi finalizado. No Tracking People’s Daily um compilado do discurso oficial sobre a visita de Putin, inclusive a declaração conjunta sobre um novo mundo multipolar. Sobrou também preocupação com o crescente investimento em defesa europeu e uma crítica ao bloqueio do comércio transnacional (uma referência possivelmente ao Estreito de Ormuz). Se você é fã de jogo dos sete erros, vale este texto do The Guardian comparando a recepção aos dois líderes. Na conclusão das análises, o grande vencedor talvez seja Xi Jinping.
As cortinas já se fecharam no Festival de Cannes deste ano, e além dos premiados, o destaque também foi para o soft power chinês. Na abertura do festival na costa francesa, a renomada atriz Gong Li anunciou a abertura em inglês e mandarim, junto com Jane Fonda. Com um pavilhão dedicado ao cinema chinês, o país também teve na seleção oficial dois curtas-metragem feitos por IA e a estreia de A Girl Unknown, da diretora Zou Jing sobre a política do filho único e seu impacto nas meninas chinesas. Além disso, o longa-metragem Adeus, Minha Concubina (que venceu a Palma de Ouro em 1993) teve uma exibição na sessão de clássicos e o sucesso de bilheteria Dear You ganhou uma estreia francesa. A China Night, um evento oficial do Festival de Cannes que reuniu cerca de mil convidados entre atores, diretores, produtores e exibidores, foi realizado no espaço conhecido como Cannes Marché du Film, onde os filmes são negociados e vendidos entre produtores e distribuidores. A China Night também incluiu demonstrações de tecnologia para o cinema, como realidade aumentada, robótica e muita inteligência artificial. Vale assistir esta palestra realizada no mês passado com o pesquisador Paulo Menechelli sobre o cinema chinês e o soft power.
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Literatura chinesa no holofote global. As últimas semanas foram animadas para os apreciadores de literatura chinesa. No começo deste mês, a autora nascida na China Yiyun Li – cujas obras publicadas no Brasil foram discutidas no nosso Clube em 2023 e 2024 – ganhou o Prêmio Pulitzer na categoria Memória ou Autobiografia com o livro Things in Nature Merely Grow, lançado no ano passado e ainda não publicado no Brasil. Yiyun escreve suas obras diretamente em inglês, ao contrário da taiwanesa Yang Shuang-zi; a tradução do romance mais recente de Yang, Taiwan Travelogue (sem previsão de chegar por aqui), realizada por Lin King, recebeu na última semana o International Booker Prize; esta foi a primeira obra traduzida do mandarim a receber o prestígio. Por fim, em meados de abril, a ilustradora chinesa Cai Gao foi reconhecida com o Hans Christian Andersen, o maior prêmio para autores e ilustradores de livros infantis. Vale conferir o dossiê que a premiação preparou para sua candidatura.
Por fim, bora falar de literatura chinesa que chega ao Brasil: Mo Yan, publicado no país pela Cosac e pela Companhia das Letras, esteve por aqui em maio para participar da celebração de 50 anos da Unesp. O Prêmio Nobel fez um discurso na abertura do evento e participou da mesa “A literatura sem fronteiras – Brasil e China – paralelos e confluências”. Vale conferir também a mesa “A nova literatura chinesa”, com participação dos escritores Suonan Kairang e Yang Zhihan. Se você assistir às gravações e ficar interessado em conhecer a obra de Mo Yan, fique atento: no final do ano, vamos discutir em nosso Clube, pela segunda vez, As Rãs.
Para a surpresa de muitos, o tradicional jogo chinês de Mahjong ganhou uma popularidade nova entre jovens, especialmente nos EUA (que tem até a sua versão alternativa do jogo). O Mahjong surgiu no final do século XIX e é extremamente popular na China, Hong Kong, Japão, Coreia do Sul, Taiwan e diáspora – especialmente entre idosos. Este texto discute essa nova ascensão, que tem sido muito apoiada pelos algoritmos, mas também como o jogo surge como uma resposta para a construção de comunidade e ao mesmo tempo como há, em alguns casos, uma apropriação cultural sobre essa nova onda de jogadores.
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Podcast: neste episódio d’O Assunto, a entrevistada é a especialista Larissa Wachholz sobre a estratégia chinesa para a autossuficiência alimentar.
Pintura: a Sixth Tone entrevistou Hong Jian, pintor que há 20 anos tem uma série de obras registrando a arquitetura histórica de Shangha
Curta o som da dupla indie de Chengdu Deep Water com o novo EP Have a Good Time.
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175. Coolness

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Works Discussed:
Joel Dinerstein, “Jazz Cool”
Ted Gioia, The History of Jazz
bell hooks, We Real Cool: Black Men and Masculinity
Dick Pountain and David Robins, Cool Rules: Anatomy of an Attitude
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The Girls and the Wild
The twins Ana and Lichi grew up far from their parents. They spent their childhood moving from city to city, always in the care of a relative. Being together was the only constant in their lives: they had only each other. But at age 13, a trip to northern Paraguay would change their lives forever.
Find the English transcript of “The Girls and the Wild” here. Or check out the Spanish transcript here.
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#161 – Comedores de amianto
Como uma fiscal do trabalho entediada se tornou uma das principais responsáveis pela proibição do amianto no Brasil? Como uma lei do estado de Goiás permite que uma empresa continue minerando este produto cancerígeno anos depois do banimento nacional?
Saiba mais sobre os microfones Shure Movemic Two.
Entrevistados do episódio
Engenheira civil, fiscal do trabalho aposentada, pioneira do movimento que baniu o amianto no Brasil.
Médico assistente da Divisão de Pneumologia do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
Erica Barbosa Coutinho Freire Souza
Advogada, sócia do escritório Mauro Mezes &Advogados.
Ficha técnica
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.
Trilha sonora tema: Paulo Gama.
Mixagem de som: Vitor Coroa.
Edição de áudio: Matheus Marcolino.
Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.



