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Why Finland Has ZERO School Dropouts | Sir Ken Robinson

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Sir Ken Robinson explains why Finland has no school dropout problem - and why the same fix doesn't exist in most American schools. It comes down to two things: individualized teaching that engages a student's own curiosity and creativity, and treating teachers as a high-status profession worth constant investment.

Finland doesn't lose kids because it catches them early and supports them not because of population size or wealth. Every high-performing education system in the world follows this same pattern.

Do you think American schools could adopt this model, or is the system too different?

Seestar S30Pro - EQ Mounting Options

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Today I want to look at the mounting options I prefer to use when using the Seestar S30 Pro in EQ mode. I think the Seestar TH10 is the most practical option as it is so lightweight and extremely portable, which matches the S30Pro perfectly.

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Monterrey | Marco Tovar: La muralla de dos países | Podcast

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Marco Tovar se persigna cuatro veces antes de cada silbatazo inicial. Imparable en el futbol llanero, su oficio es la talacha en México y Estados Unidos, donde le conocen como "la muralla".

En este episodio viajamos a Monterrey para conocer la historia de un hombre que estuvo a un paso de llegar a primera división.

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Edição 398 – Um até logo (e algumas notícias)


Queridos leitores da Shūmiàn 书面: Esta é a nossa última newsletter semanal por um tempo. Estamos entrando em um hiato para pensar como seguir.

Durante este hiato, nosso Clube do Livro de Literatura Chinesa seguirá forte como sempre; se você é nosso leitor e ainda não faz parte do Clube, fica aqui o convite. Agradecemos de coração a sua atenção e leitura das nossas newsletters até aqui e aos nossos parceiros e parceiras que ajudaram a construir o que somos.


 

Política e economia

Um acidente de avião pegou Pequim desprevenida na tarde de sexta-feira (26). A aeronave de pequeno porte atingiu o arranha-céu mais alto da cidade, a CITIC Tower, e posteriormente caiu próximo ao prédio. As vítimas foram 13 pessoas que sofreram machucados, além do piloto – que faleceu no impacto. O governo distrital de Chaoyang, o principal centro financeiro da cidade e onde fica o prédio, informou que apenas o piloto estava na aeronave. Uma série de vídeos circulou nas redes dentro e fora da China, e diversos rapidamente foram removidos, com silêncio da mídia estatal, e o espaço aéreo foi parcialmente fechado por algumas horas. Além disso, pouco se sabe sobre as causas, conforme conta a CNN. O acidente só foi confirmado pelas autoridades chinesas no dia seguinte. O espaço aéreo chinês é altamente controlado, especialmente na capital, e no começo do ano já havia restringido o uso de drones – que passaram a precisar de um registro especial para circular. 

Grandes responsabilidades. O que separa um crime comum de um crime contra a segurança nacional chinesa em Hong Kong? De acordo com uma regulamentação aprovada pelo Conselho Legislativo local no dia 11 de junho (e em vigor no mesmo dia), essa resposta pode depender da opinião do líder da cidade. De acordo com o atual ocupante do cargo, John Lee, o poder de indicar quais casos aparentemente comuns ameaçam a nação visa tornar a Lei de Segurança Nacional “ainda mais clara” e “reduzir controvérsias e debates na corte”.  O secretário de segurança local declarou que o mecanismo deve ser usado raramente; no entanto, a notícia causou reações negativas na opinião pública local e internacional, uma vez que casos sob a LSN estão sujeitos a penas mais longas e liberdade provisória limitada; além disso, tais julgamentos são comumente acusados de viés pró-governo – a taxa de condenação nesses casos, de acordo com dados oficiais, é de 80%. Por outro lado, em um editorial no China Daily deste domingo (28), o advogado e político pró-Pequim Christopher Wong defende que a Lei de Segurança Nacional vem provando seu valor nos seis anos desde sua aprovação, “punindo poucos e protegendo a maioria”.

Novos tempos. A crise empregatícia enfrentada pelos jovens chineses só se tornou mais preocupante em tempos de inteligência artificial. Um desafio que se mostra global, a China tem nos últimos ensaiado políticas, incluindo redesenhando grades curriculares e encerrando alguns cursos de graduação, para acompanhar o ritmo e alinhar as universidades com o projeto de desenvolvimento nacional. Esta matéria da Rest of World conta como uma nova pesquisa em 70 universidades mostra cortes (como suspensão de turmas) em cursos de alguns idiomas (japonês e alemão), em marketing, gestão de logística, e gestão pública. Contudo, a pesquisa mostra que até engenharia da computação teve matrículas suspensas. Os ajustes parecem também cobrir um certo reequilíbrio após o boom. Ao mesmo tempo, a matéria indica que novos cursos foram criados trazendo IA de forma importante em alguns currículos da área de Humanidades, como cursos de tradução – um ponto também analisado no china policy.

Internacional

Significa? Mais dias tensos para os observadores dos mares ao redor de Taiwan que tentam divinar o que significam os movimentos chineses na região. Na última terça-feira (23), o Fujian, porta-aviões mais avançado da China, atravessou o estreito, segundo o governo local. Desde meados de junho, a guarda-costeira de Pequim já vem patrulhando a região, medida tomada em reação a declarações de Japão e Filipinas sobre a revisão dos limites de seus territórios marítimos. Taipei considera que a movimentação indica que um ataque chinês ao território é iminente, e iniciou simulações de contra-ataque; Estados Unidos, Reino Unido, França e Alemanha se declararam contrários à atitude de Pequim, que afirmou apenas exercer sua jurisdição e pediu que os países respeitem sua soberania.

Menos de um ano após a inauguração da sua fábrica na Bahia, a BYD anunciou que vai acelerar a produção de baterias no Brasil, além de ter divulgado que realizará investimentos de R$ 500 milhões no sistema de armazenamento de energia em baterias para participar do primeiro leilão de baterias a ser realizado no final do ano no país. O objetivo é ter até 50% da produção dos veículos de passeio realizada localmente até 2027, conta a matéria da CNN. Nos últimos meses, a empresa chinesa tem enfrentado uma série de críticas: em março, foi acusada nas redes sociais de trazer 10 mil trabalhadores chineses em vez de contratar funcionários localmente, o que não se confirmou. A empresa desmentiu e anunciou que os novos alojamentos que está construindo são para brasileiros – que obrigatoriamente devem ser 70% da mão de obra da fábrica. A mão de obra chinesa que chegou no começo do ano seria de funcionários temporários. Em abril, foi incluída durante três dias na “lista suja” de trabalho análogo à escravidão a partir da autuação do Ministério Público do Trabalho em 2025. Em maio, uma matéria da BBC brasileira contou mais detalhes sobre a operação.

Sociedade

É um negócio complicado. A sustentabilidade da estratégia de pequenas cidades chinesas de viralizarem nas redes e atraírem turistas é questionada neste texto da jornalista Zeng Shi. Nos dias de hoje, não é incomum que governos locais tentem nutrir e surfar em vídeos de influenciadores turistas – mas os altos investimentos nesses momentos é pouco sustentável e não garante o retorno que promete, principalmente pela falta de investimento em infraestrutura e serviços no longo prazo. Governos tendem a apostar em locais “instagramáveis” e que cansam rápido, replicando e padronizando o que já viralizou (sobre o tema, vale relembrar essa excelente discussão na falecida Chaoyang Trap sobre wanghong). Em tempos de economia da atenção, todo dia algo viral acontece e o que foi viral ontem é rapidamente esquecido.  

Ética. Em tempos de debate sobre divulgação de bets no Brasil, a ética da profissão de influenciador também vem sendo pauta na China. Lá em março, um influenciador de livros (booktoker, como são conhecidos) dedicou 25 minutos de vídeo a criticar as práticas de alguns colegas de profissão; um deles, não identificado, foi acusado de manipulação ao falar do mesmíssimo jeito sobre muitos dos 700 livros que recomendou ao longo de um único ano. Hoje, na China (e em muitos países), editoras usam influenciadores e principalmente booktokers para divulgar livros e criar buzz em torno de obras – mas, apesar de muitos trabalharem de forma honesta, embora precária, escândalos assim colocam em xeque a credibilidade ao mesmo tempo em que a lógica do mercado coloca pressão na comunidade, como discute este texto do site The World of Chinese.

Zheng He

Origem: como que o lying flat virou a tendência que virou nos últimos anos? Tem comunicado do Ministério de Segurança Estatal (onde fica o aparato de inteligência do Partido Comunista) que diz que é influência estrangeira para desanimar a galera, mas os netizens seguem afirmando que é apenas o capitalismo tardio. 

E o jovem a fiar: esta matéria da Sixth Tone mostra como manualidades envolvendo costura, crochê, tricô e afins com lã, estão crescendo em popularidade entre jovens chinesas. 

Miau: através da lente do fotógrafo holandês Marcel Heijnen, a conta Chinese Whiskers registra diversos belíssimos gatos, principalmente chineses. Heijnen já lançou um livro de gatos das lojas e mercados de Hong Kong e publicou um de gatos de mais de 20 cidades na China. Agora, vai lançar quatro volumes com a mesma temática. Excelente.

Opa: sabe aquele look tradicional chinês que você viu no brechó? Talvez seja de uma cerimônia funerária.

 

Não é porque a China não está na Copa do Mundo de futebol masculino que as empresas chinesas não podem surfar essa onda. Um bom exemplo, como mostra o vídeo, é o sucesso da nova e nonsense campanha internacional do chá Wang Lao Ji, que tem quase dois séculos de tradição: o garoto propaganda da vez é o boleiro norueguês Erling Haaland.

 

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Vaya trampantojo 🖼️

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Nos dijo que quería algo sorpresa y que era profesora de arte, así que, decidimos este tatu tan especial 🙃

📍Estudio Kafé Tattu en A Coruña, España

Perdi meu filho para as bets - com Vânia de Souza Borges

As bets, ou apostas online, são hoje um dos principais fatores de endividamento dos brasileiros. Anúncios de plataformas de apostas dominam as  redes sociais, as transmissões esportivas e os perfis dos influenciadores e celebridades. Apenas em 2024, mais de 2 bilhões de reais foram investidos na compra de mídia para esse setor, segundo dados do Kantar Ibope Media.  E o prejuízo não é apenas financeiro: o vício em apostas já é considerado pela OMS um problema de saúde pública,  levando a quadros de depressão e até mortes. É o caso de Rafael, um jovem de apenas 26 anos que tirou a própria vida em 2024, depois de se ver afundado no vício em apostas. Neste episódio especial do Pauta Pública, você vai ouvir o relato de Vânia de Souza Borges, mãe de Rafael. Ela conta a angústia de ver a vida de seu filho se transformar e a luta que travou para tentar salvá-lo, enquanto anúncios e influenciadores  prometiam  ganhos inalcançáveis.

A entrevista foi feita por Thiago Domenici, com a colaboração do Ed Wanderley. Ouça agora.

E mais:
A Pública acaba de lançar o especial O Brasil das Bets. Uma série que só foi possível por causa do apoio dos nossos aliados e aliadas, que escolheram acreditar que algo pode e precisa ser feito. Você pode acompanhar estas reportagens no site da Pública e também apoiar o nosso trabalho por este link. Contamos com seu apoio.

Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.
Contamos com seu apoio!

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🎙️PODCAST | Ni sumisas, ni obedientes: represión franquista y resistencia feminista

🎙️PODCAST | Ni sumisas, ni obedientes: represión franquista y resistencia feminista

Escucha todos los episodios de '¿Atado y bien atado?', el podcast presentado por la periodista y escritora Olga Rodríguez

Continuamos la programación de los podcasts en vivo de Atado y Bien Atado, conducidos por Olga Rodríguez, con un nuevo episodio en el que se analiza cómo durante décadas las vidas de millones de mujeres fueron vigiladas y disciplinadas por la dictadura. El franquismo impuso un modelo de mujer subordinada, confinada al hogar, a la maternidad y a la obediencia, bajo la tutela del nacionalcatolicismo y de instituciones dedicadas al control moral y social de las mujeres, como el Patronato de Protección a la Mujer.

Pero frente a esa maquinaria de represión también existe una historia de resistencia. La de las presas políticas que mantuvieron viva la lucha en las cárceles franquistas, la de las obreras y sindicalistas que desafiaron la dictadura en fábricas y barrios, la de las mujeres que participaron en las luchas vecinales y estudiantiles y las pioneras del movimiento feminista y lesbiano que cuestionaron las normas impuestas sobre el deseo y las identidades. Una memoria plural de rebeldías que contribuyó a erosionar los cimientos del franquismo y a conquistar derechos y libertades.

En este nuevo episodio recuperamos esas historias silenciadas de represión y resistencia. Reflexionamos, además, sobre el modelo de feminidad impuesto por el franquismo, interrogándonos sobre las continuidades entre aquel pasado y nuestro presente. Y lo hacemos con de la mano de mujeres que son un referente del feminismo y de la memoria:

Justa Montero, activista feminista y por la memoria antifranquista, Consuelo García del Cid, escritora y activista a la que su familia encerró por “rebelde” en un reformarorio dependiente del Patronato, Boti Rodrigo, activista por los derechos LGTBI, María José Gallego, sindicalista, Lucía Vicente, militante antifranquista y expresa política, Paca Blanco, presidenta de Las Olvidadas del Patronato de Protección a la Mujer y Sol Luque, presidenta de la Asociación Todos los Niños Robados.

Un podcast realizado con la colaboración de la Celebración de los 50 años de libertad en España.

Sigue a ¿Atado y bien atado? en tu plataforma de audio favorita para no perderte ningún episodio:

#202 Tudo sobre Dercy — Adriana Negreiros

Desbocada e insubordinada, Dercy Gonçalves (1907-2008) foi uma figura sem igual na cultura popular brasileira. Este episódio traz a jornalista Adriana Negreiros, autora da biografia Dercy: a Diva Debochada (Objetiva), em uma conversa sobre a vida e as controvérsias da humorista, conhecida por desafiar a moral e os bons costumes ao longo do século 20. Gravado ao vivo durante A Feira do Livro 2026, o programa é conduzido pela poeta e colunista do 451 MHz Bruna Beber, cuja coluna no podcast estreia um novo nome no episódio: Lado Beber.

Apoio: Lei Rouanet

Assine a Quatro Cinco Um por R$ 12/mês: https://bit.ly/Assine451

Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451

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Proyectos que llevan la educación ambiental dentro y fuera de las aulas

Proyectos que llevan la educación ambiental dentro y fuera de las aulas

La iniciativa Naturaliza busca apoyar al profesorado para incorporar el medioambiente y la educación para la sostenibilidad de forma transversal en las aulas

En España, en el recién terminado curso 2025-2026, según datos del ministerio de Educación, Formación profesional y Deportes, ha habido casi 6,5 millones de alumnos sumando los de educación infantil, primaria y ESO. Millones de alumnos que desde que son pequeños ya reciben a través de su entorno conceptos medioambientales importantes porque en sus manos estará el futuro del planeta. Sin embargo, para muchos de ellos, esta terminología puede llegar a ser confusa y quedarse en el campo de lo teórico. 

Por eso, Ecoembes creó en 2018 el proyecto educativo Naturaliza para integrar el medio ambiente y la sostenibilidad en el día a día en las aulas. “El objetivo es acompañar al profesorado en la incorporación del medio ambiente y la educación ambiental en el aula, proporcionarles la formación, los recursos y las herramientas que les pueden ayudar a incorporar estas temáticas. Tanto desde el punto de vista más teórico, como también a nivel un poco más práctico, en la incorporación de rutinas y hábitos a nivel operativo”, señala Helena Astorga, responsable del proyecto de Naturaliza en Ecoembes. Se trata de trabajar las asignaturas —como Lengua, Ciencias Sociales o Naturales— desde una perspectiva ambiental.

Carolina Herrero es profesora del Colegio Mariano Serra en Aldaia (Valencia) y este ha sido el primer año en el que participan en este proyecto. “Sirve para concienciar a los niños y para que aprendan vocabulario y a encajar todos los conceptos que normalmente los adultos les explicamos desde nuestra perspectiva de adultos. Sostenibilidad, respeto, la huella de carbono, son cosas que los nenes, si los van asimilando desde chiquititos, lo van entendiendo y ya forman parte de sus rutinas diarias”, explica Herrero que cuenta cómo los niños pudieron disfrutar de un espacio que conocer —el cinturón verde de Aldaia— pero también descubrieron los sucio que estaba y la cantidad de basura que había. “Si estas actividades las hacen en los sitios donde van a jugar al salir del cole, pues como que se vuelcan más en mantenerlos limpios, mantenerlos cuidados y respetarlos”, concluye Herrero. 

Una sesión del programa Naturaliza para los alumnos del CEIP Eresma, de Segovia.
Una sesión del programa Naturaliza para los alumnos del CEIP Eresma, de Segovia.

Acogida del programa Naturaliza

Los datos de este proyecto hablan por sí solos. Durante el curso 2025-2026, en el programa Naturaliza han participado más de 700 docentes, 625 centros educativos y casi 27.000 alumnos en toda España, lo que refleja una implantación amplia y consolidada en el ámbito educativo. A nivel territorial, destacan comunidades con mayor impacto como la Comunidad de Madrid (con más de 5.600 alumnos), la Comunidad Valenciana (más de 4.300), Andalucía (con más de 3.200) y Castilla y León (más de 3.100), comunidades también en las que la población escolar es abundante. Además, si se observan todas las personas que han sido impactadas desde que el proyecto comenzase en 2018 estaríamos hablando de casi 4.000 docentes, 2.472 centros y 170.090 alumnos, lo que muestra que hay un crecimiento y una consolidación importante dentro del sistema educativo. 

No hay duda de que se cumple el objetivo de contribuir a formar a nuevas generaciones más conscientes y comprometidas con la sostenibilidad, capaces de entender su relación con el entorno y de actuar para preservarlo pero no solo eso. Lo realmente llamativo es que el impacto va mucho más allá de estas cifras de participantes en el programa. “Son los niños los que enseñan a los padres ese respeto, al reciclar, a lo que se puede y lo que no se debe hacer, a todo. Además, es que en nuestro colegio estamos rodeados de huertas. Ellos crecen con nosotros viendo todos los espacios verdes y aprenden que hay que cuidarlos”, señala Herrero. 

Para Astorga, que los más pequeños sepan cómo cuidar correctamente el medio ambiente es fundamental ya que estas generaciones son las que liderarán el mundo en el futuro. “Ellos puedan visualizar cómo lo que hacen a nivel individual también tiene un impacto a nivel global en el medio ambiente, eso ayuda a que sea más fácil que incorporen determinados hábitos. Ahora son pequeños, pero van a ser los ciudadanos del futuro y los futuros decisores que dirigirán la sociedad dentro de 20 años”, apunta Astorga. Aunque esta profesional tiene muy claro que es lo que le gustaría que sucediese dentro de dos décadas: “que la educación ambiental estuviera completamente incorporada a los currículos de la educación en todos los ámbitos, no solamente en la educación formal, sino también en la informal”. El objetivo final es, al fin y al cabo, quellegue el día en el que programas como este no sean necesarios.

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