❌

Normal view

Fui à Brasília participar do Capital Moto Week 2026, e voltei pilotando as DCT da Honda!

💾

A Honda Motos Brasil me convidou pro Capital Moto Week 2026 em Brasilia. Foram três dias participando do evento, e com programação da Honda. Na volta, voltamos rodando com Africa Twin, XAdv e Gold Wing, todas com Cambio automatizado DCT! Apesar do mesmo nome, o cambio tem funcionamento com calibrações diferentes pra cada modelo e a diferença de funcionamento deixa a tocada de cada modelo única! Obrigado @HondaMotosBrasil experiencia Impar!
motociclismo, motovlog, viagem de moto

Alerta vermelho no Ubuntu: Fedora e Arch tomaram a frente? - DR

💾

✅ Melhore seu setup com as mesas Geniodesk (30 dias de teste): https://geniodesk.com.br/?utm_source=diolinux
🎟️ Use o cupom DIOLINUX para 5% OFF.
🎂 Presente especial de 10 ANOS da Geniodek: FRETE GRÁTIS de 1 a 10 de agosto.

O Ubuntu ainda é a porta de entrada para o mundo Linux ou estamos vendo o fim de uma era?

No Diolinux Responde de hoje, analisamos se a dominância do sistema da Canonical está diminuindo enquanto usuários migram para Arch Linux e Fedora. Discutimos o impacto das escolhas de mercado da Canonical no "brand awareness" do Linux para desktop e por que a nova geração de usuários parece estar buscando caminhos diferentes.

Além disso, abordamos a sensação de "mais do mesmo" no mundo Linux, a confusão comum entre distribuições e ambientes gráficos, e até recebemos uma proposta inusitada: quanto custaria para trocar o setup atual por distros como Gentoo ou NixOS?

Para fechar com chave de ouro, entramos no debate polêmico sobre o uso de Inteligência Artificial na criação de artes e como isso impacta o papel do artista humano. Acompanhe as respostas detalhadas para as dúvidas da nossa comunidade e entenda como o cenário Linux está se transformando em 2026.

🔴 Seja Membro: https://youtube.com/diolinux/join
🤔 Dúvidas sobre ser membro? Confira o FAQ: https://diolinux.com.br/play

▶️ Inscreva-se no @diolinuxlabs: https://www.youtube.com/@Diolinuxlabs
📩 Conteúdo do Diolinux sem Algoritmo: http://diolinux.com.br/newsletter
🎤 Conheça o nosso Podcast: https://diolinux.com.br/diocast
📬 Contato comercial: https://diolinux.com.br/contato
💙 Nossas redes sociais e mais: https://diolinux.com.br/links
🛒 Diolinux Ofertas: https://diolinux.com.br/ofertas

📎 Fontes e Links referentes ao conteúdo:
‣ Aprenda o que é Linux de verdade: https://youtu.be/CT6BZBzbpWA
‣ Como criar um setup imortal no Linux: https://youtu.be/OjtzXG9MdME
‣ Comece seu próprio Homelab hoje mesmo: https://youtu.be/lPwOgQeqlzQ

Pontos chave do vídeo:
‣ A mudança de foco do Ubuntu para o mercado enterprise.
‣ Como o "brand awareness" influencia a escolha de novas distros.
‣ Por que muitas distros parecem "mais do mesmo" e como elas se diferenciam.
‣ A confusão entre distribuições Linux e Ambientes Gráficos (GNOME, KDE, etc).
‣ O desafio de usar distros complexas como Arch, Gentoo ou NixOS no dia a dia.
‣ Debate ético sobre o uso de Inteligência Artificial na arte e criatividade humana.

00:00 O Ubuntu está perdendo o trono?
01:03 A dominância da Canonical está diminuindo?
01:42 Por que o Ubuntu mudou o foco do Desktop?
02:24 O poder da marca e o Brand Awareness no Linux
03:54 A estratégia das licenças gratuitas em softwares
05:11 Todas as distros Linux são mais do mesmo?
06:34 Diferenças reais entre as distribuições Linux
07:44 Por que confundem Distros com Ambientes Gráficos?
08:49 O desafio de diferenciar nomes no mundo tech
10:20 Quanto custa usar Arch, NixOS e Gentoo no dia a dia?
11:38 Placa solar para compilar o Firefox no Gentoo?
12:05 Qual seria minha distro se a atual morresse?
13:00 Inteligência Artificial na arte
14:30 Arte humana vs. Arte gerada por IA
16:03 O problema ético do roubo de dados para treinamento de IA
17:17 A IA vai substituir os artistas e músicos?
18:37 O impacto da tecnologia na criatividade humana
19:50 Convite para a comunidade e membros Diolinux

📹 Produção:
Roteiro e Apresentação: Dionatan Simioni
Edição e efeitos: Willian Zanella
Thumbnail: @adrielfilipetech

#Linux #Ubuntu #Diolinux #Tech #OpenSource #ArchLinux #InteligenciaArtificial #DesktopLinux #Programacao

Black Background in Darktable: The Missing Feature

💾

Use this custom CSS code to get a black background for your photos in the filmstrip mode (press "F" in the lighttable mode). This will help you check for distractions.

#photography #darktable #opensource

Code:

.dt_fullview #thumb-main:active #thumb-back
{
background-color: #000;
border: 0;

}

.dt_fullview #thumb-main #thumb-image
{
margin: 90px;
}

.dt_fullview #thumb-main:selected #thumb-image
{
border: 0;
margin: 90px;
}

.dt_fullview.dt_act_on_hover #thumb-main:hover #thumb-image,
.dt_fullview.dt_act_on_selection .dt_culling_selected#thumb-main #thumb-image
{
border: 0;
margin: 90px;
}

A Huawei transformou um fone em joia? FreeClip 2 S

💾

⬇️⬇️⬇️LINKS:⬇️⬇️⬇️

👉 Huawei FreeClip 2 S: https://meli.la/2QxSoLN
A promoção tanto do FreeClip 2 S quando do FreeClip 2 começa dia 08/08, às 00h.
O cupom será ADSPCMIND

GRUPO DE OFERTAS:
👉 Canal no WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VbBhzuQLtOj9cerbqT1R
👉 Grupo no Telegram: https://t.me/+wPzQUdcZRkFiNjYx

----------------------------------------------

🎧 MINHA MARCA DE FONES: https://l.kuba.audio/8a5rZY
🎁 LISTA DE PRODUTOS RECOMENDADOS: https://mindtheheadphone.com.br/?page_id=520
👓 Meus óculos: http://zerezes.com.br (cupom "EZ-LEODRUMMOND")
🎶 PLAYLIST PARA TESTAR FONES: https://bit.ly/3gpqoQa

----------------------------------------------

📷 MEUS EQUIPAMENTOS DE GRAVAÇÃO:

Áudio e Microfones
• Lapela Hollyland Lark M2: https://s.click.aliexpress.com/e/_olpDpDD
• Condensador Røde NT2: https://bit.ly/3ZQf3jC
• Interface Topping E2X2: https://s.click.aliexpress.com/e/_oDHYlon

Câmeras e Lentes
• Sony A6400: https://amzn.to/3slfAYZ
• Sony A6500: https://amzn.to/2zneOEN
• Lente Sigma 16mm f/1.4 DC DN: https://amzn.to/3vbAlqK
• Lente Sigma 30mm f/1.4 DC DN: https://amzn.to/2THw8ev
• Lente Sony E 4/PZ 18-105 G OSS: https://amzn.to/3ehaoOg

Iluminação
• Key Light Colbor CL220: https://s.click.aliexpress.com/e/_oDaqVMJ
• Key Light Colbor CL60R: https://s.click.aliexpress.com/e/_oFRnhMR
• Key Light Godox SL60W: https://s.click.aliexpress.com/e/_AoautQ
• Softbox Godox SK400II: https://s.click.aliexpress.com/e/_9RwucU
• Softbox Triopo 65cm: https://s.click.aliexpress.com/e/_oD2kLSL
• C-Stand Century: https://mercadolivre.com/sec/1Ny2sF8
• C-Stand Girafa Greika: https://mercadolivre.com/sec/2EP6X5X

Outros equipamentos
• Teleprompter Elgato Prompter: https://amzn.to/4fEdRpB
• Pedal Elgato Stream Pedal: https://amzn.to/4gQuikd
• Mesa motorizada GenioDesk Pro: https://bit.ly/4gxFO3N
• Monitor Pichau Perseus Pro: https://amzn.to/3ZV2nrX
• Dockstation HP G4: https://amzn.to/4fHG0Mi

---------------------------------------------

👉 CONTATOS COMERCIAIS: comercial@mindtheheadphone.com.br

00:00 Introdução
02:40 O que é o FreeClip 2 S?
04:10 O que muda em relação ao FreeClip 2?
04:23 Uma aposta inusitada
05:24 O que ele faz pra tentar ser uma joia
08:23 Os lados negativos dessa proposta
09:27 O problema (e a oportunidade) do preço
11:16 Conclusões

Alguns links fornecidos nas descrições dos vídeos e planilhas são comissionados. Isso significa que, ao comprar um produto por meio destes links, ganho uma pequena comissão em cima dessa venda. Porém, como digo frequentemente, isso de forma alguma afeta minha imparcialidade, como explico no seguinte vídeo, que pode ser assistido para maiores esclarecimentos: https://youtu.be/Z_JV9Ke4ghE

Débora Salles: o lobby do agro | Cortes Subsolo

💾

ASSISTA NA ÍNTEGRA: https://www.youtube.com/watch?v=JCucsL7g-U4&t=55s

OUÇA NA ÍNTEGRA
https://linktr.ee/podcastsubsolo

Livro: leonardodavinci.com.br

#subsolopodcast​ #livrarialeonardodavinci​ #davincilivros​ #deborasalles

Fotoperformance popular


Conheci Alex Oliveira (1987, Jequié — BA) em um encontro virtual realizado no contexto do 1º Prêmio de Fotografia do Instituto Adelina (2021), conduzido pelo curador Ronaldo Entler. Estávamos entre os finalistas: eu, com a série Eu sumo daqui para existir em outro lugar (2020); ele, com Aurora (2020–2021), trabalho inspirado em sua mãe. Muitas das produções concorrentes dialogavam com uma atmosfera compartilhada daquele momento: os atravessamentos da pandemia, a experiência da casa, a proximidade dos corpos e dos afetos, e os modos de conviver com aqueles que passaram a habitar nossos cotidianos de maneira mais intensa.

Foi apenas depois, acompanhando seus movimentos pelas redes sociais, que encontrei Fotoperformance Popular (2019–). Lembro de ter ficado impressionada com sua pesquisa que, àquela altura, já atravessava cerca de três anos de existência. Recentemente, conheci Alex pessoalmente durante a abertura da exposição dessa série no Espaço Porto, na Vila Madalena, em São Paulo. Nossa conversa me fez retornar a questões que já me acompanhavam e despertou o desejo de reunir algumas notas surgidas desse encontro.


A partir de um estúdio móvel montado em ruas, praças e outros espaços urbanos, Alex cria uma situação em que ambulantes, trabalhadores autônomos, passantes, amigos e tantas outras gentes podem experimentar modos de aparecer diante da câmera. Diante de fundos coloridos, objetos cotidianos ganham nova espessura: ferramentas de trabalho, sacolas de mercado, frutas, placas, plantas ou máscaras tornam-se extensões de uma presença que se reinventa diante da câmera. Embora muitas das cenas sejam conduzidas pelos próprios participantes, o fotógrafo por vezes intervém, sugerindo gestos, composições ou deslocamentos que ampliam a narrativa da pesquisa.


Interessa-me, então, perceber como o trabalho transborda a imagem produzida — aquela que, na maioria das vezes, nos alcança pelas redes sociais, pelas exposições ou pelos lambe-lambes espalhados pela cidade. Após cada sessão, os participantes recebem um postal com sua própria fotografia, um retorno aos contextos que ajudaram a produzi-la. Há algo que escapa ao enquadramento e permanece circulando entre os envolvidos. A obra parece constituir-se tanto pelas fotografias quanto pelos vínculos que produz e sustenta ao longo dos anos: pela porosidade dos encontros, pelas tensões, pelas negociações, pelos gestos de coautoria e pelas formas de cuidado necessárias para que continue existindo. Mais do que um conjunto de imagens, Fotoperformance Popular opera como um campo relacional em circulação-construção.

Existe algo de radical nesse gesto aparentemente simples. Em meio ao ritmo acelerado das cidades, às jornadas de trabalho e às demandas que atravessam a vida de quem depende diariamente do transitar pelas ruas para garantir sua sobrevivência, o projeto produz uma breve interrupção. Não se trata de suspender completamente a realidade, mas de abrir uma fresta em seu curso habitual e, sobretudo, acolhê-lo de outra maneira. Por alguns instantes, o vendedor ambulante deixa de ser reconhecido somente por aquilo que vende; o trabalhador autônomo deixa de ser reduzido à função que exerce; o passante deixa de ser apenas alguém em travessia. A câmera é um convite para experimentar outros modos de aparecer.


É nessa suspensão que o tempo parece adquirir outra espessura. Não o tempo acelerado da produtividade, orientado por metas e resultados, mas um tempo compartilhado, produzido no encontro entre pessoas que, muitas vezes, jamais voltariam a se cruzar. Há uma delicadeza na disposição de parar, conversar, escolher um objeto, experimentar um gesto, sustentar um olhar — ações que exigem algo cada vez mais raro: disponibilidade. A fotografia nasce desse acordo provisório entre corpos que aceitam permanecer juntos por alguns minutos diante de uma experiência comum.

Ao longo dos anos, a insistência de Alex em retornar às ruas, remontar seu estúdio e encontrar outras pessoas fez com que a pesquisa acumulasse não apenas imagens, mas camadas de convivência. Por isso, o trabalho me interessa menos como um conjunto de fotografias e mais como um exercício de duração. Cada novo encontro amplia uma trama já existente, fazendo com que a pesquisa se construa simultaneamente no tempo e nas relações que a sustentam.


Em um campo atravessado pela produtividade e pela exigência de visibilidade constante, há algo potente nessa aposta na continuidade — em reivindicar a demora, a intimidade e a confiança como parte do fazer artístico. Relações precisam ser cultivadas, conversas amadurecem lentamente, e certas imagens só encontram sua potência quando atravessadas pela experiência compartilhada. Nesse sentido, Fotoperformance Popular afirma que a repetição do gesto também pode ser uma forma de criação.

Volto, então, às fotografias de Alex. Não apenas ao seu teor estético, mas ao que carregam de negociação, convivência e duração. Há nelas algo que resiste ao desaparecimento imediato: vestígios de conversas, retornos e deslocamentos que não se deixam capturar inteiramente pelo enquadramento. O trabalho parece nos recordar que algumas formas de estar junto, assim como algumas obras, dependem menos da urgência da chegada do que da disposição para permanecer tempo suficiente à escuta. ///

+

Fotos da série Fotoperformance Popular (2019 – ), de Alex Oliveira, cortesia do artista

Camila Fontenele é pesquisadora, curadora, fotógrafa freelancer e artista visual. Mestre em Estudos da Condição Humana pela UFSCar, com especialização em Cinema, TV e Vídeo (Belas Artes/SP) e bacharelado em Comunicação Social (UNISO), investiga as relações entre corpo, fabulação especulativa e interespécies, desdobrando fricções entre o eixo humano e o monstro e no alargamento de imaginações para outras formas de existir. Sua prática articula pesquisa, curadoria e criação atravessadas por temas como descanso, corpo gordo, relações além-humanas e metodologias oceânicas.




O post Fotoperformance popular apareceu primeiro em ZUM.

The World's Heaviest Weight

💾

How do you measure big forces accurately?

By calibrating your force transducer on the world's biggest weight - 1,000,000 pounds of force.

This machine ensures planes don't break apart, jets provide required thrust, and rockets make it to their destination.

Moving Pictures

This week, we meditate on childhood memories with TLS Ackerley Prize-winner Geoff Dyer; and Ben Street on the tricky business of artists at the cinema.


'Homework', by Geoff Dyer

'The Hollywood History of Art', by Christopher Frayling


Produced by Charlotte Pardy


Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

💾

Book Recommendations and Notes

These are my recently read books and some comments and notes from when I read them.

As I love books and recommendations by others, I want to share them in a collective format so others can read gems of books, as I think books are still the best way to read new information these days. Even more with the fast pace we are going at, as books are well structured and made for the long term.

Book Recommendations I’ve Read

Over the years, I have made recommendations in Writer’s Room, my newsletter, on my now page or in person. Here I have collected and curated them over the years including some comments. I hope you enjoy.

2026

  • Poems & Prayers (Matthew McConaughey): Another one read by Matthew himself. It’s about life and its rhymes. He said life is like rhymes as he likes them, sounds good, and prayer because of the meaning. Together applied to life, it’s like a dace to the day. He also says he has a rhythm in his head when he wakes up, and then he dances to it somehow during the day, and life fits into the song, making his day like a dance. Also, people say he is so laid back, but it’s because he has a plan, he does not rush, he takes time. So that’s on purpose. Something I also actively try to do in my life. Not yet finished.
  • Maintenance of Everything (Stewart Brand): This is just so good, it tells the story of how maintenance is everything if you rely on a boat on the sea, for example. Making the product easy to repair so you can fix it even in a rough sea with limited tools. It’s an analogy you can apply to every part of life, and the way the story is told is so great. I couldn’t stop listening to the audiobook. I really recommend it to everyone; I’m sure it will give you lots of insights into your current work.
  • Big Time (Laura Vanderkam): Started with the goal of getting more out of my time. So far, I’ve learned that time management is essentially about controlling time, but it’s not the only way. And that “Shifting Left” is not only used in data engineering, Laura describes doing tasks long before they are due as shifting left too. Good reminder of how to use time better, nothing revolutionary, but lots of real-life examples from her and her clients.
  • The Writing Life (Annie Dillard): A poetic way of what it means to be a writer. Great storytelling. Learning how to write with a family as part of her stories.

2025

  • Novelist as a Vocation (Haruki Murakami): Such an amazing book on writing. It really reminded me of my writing style, as he translates words and tries to write beautifully for the sake of beauty, not to impress the reader. No timeline. It takes as long as it takes until the quality is good. And he likes a good challenge to keep him engaged, e.g., when he goes abroad to start from scratch. His style is so unique and amazing. It’s a joy to listen to.
  • Greenlights (Matthew McConaughey): This book was so real. Matthew reads and shares from his 35 years of journaling and life. So inspiring and [[Writing from The heart|straight from the heart]]. It was interesting and motivating to hear from a Hollywood actor and celebrity what truly matters: family and keep livin. Alright, aaaalright, alriiight. → I listened to the audiobook, and his Texan accent was the best. He was rhyming, slowing down, calming down, getting loud, all of it. It was like sitting next to him and listening to your dad or uncle.
  • Consider This (Chuck Palahniuk): The author of Fight Club shares how to write if you were his student. A masterclass if you want to enhance your writing.
  • You Can Negotiate Anything (Herb Cohen): Interesting perspective that you can negotiate even at places you’d never thought of, even at a shopping mall. Always keep in mind what the other’s objective is. There are always three elements that are part of a negotiation: information, time, and power.
  • The Bible: I also started to read the Bible, the most sold book on earth. I wanted to understand what’s in there. Obviously, it’s so massive, and it’s actually not one book, but a collection of many. I get a similar sensation to one of my favorite books The Daily Stoic (366 Meditations). It’s like a daily meditation. While Ryan Holiday’s book helps me feel calmer, the Bible nourishes my love and care for others.
  • Stolen Focus: Why You Can’t Pay Attention (Johann Hari): This book inspired me to write an article about flow myself: Finding Flow. Super insightful and probably will make you want to ban social media by the government.
  • Useful Not True (Derek Sivers): Derek is the master of stripping away. This book has so much wisdom in short one-page stories from Derek’s life. It’s a gem. Perfect to re-read, over and over. It’s next to my sleeping place to just grab.
  • Tao Te Ching (Lao Tzu): Dao and Daoism: Men - earth - universe - dao. If you don’t want to read the bible, this is a none religious way of getting solitude and compassion.

2024

  • The Good Work (Paul Millerd): A continuation of the famous Pathless Path, not as good, but OK. Please read it if you haven’t yet.
  • The Extended Mind (Annie Murphy Paul): A powerful book. I started reading it again.
  • Do The Work (Steven Pressfield): It’s not the best book, maybe also because I’ve heard or read lots of the content already elsewhere, but I appreciated that it was short and that he didn’t try to extend it to 300 pages.

2023

  • Slow Productivity (Cal Newport): This is a fantastic book. It showcases why we should quit the race of everyday life and slow down for a compounding effect instead of overnight success. The same is true for money: investing long term instead of gambling in a casino. He describes that instead of pseudo productivity, which is the norm these days, where we try to be as busy as possible to showcase we are doing something, we should try to be as productive as possible.
  • Elon Musk (Walter Isaacson): It’s very long, but I loved every page (or word as I listened to it on Audible). It is inspiring. It shows how an exceptional, hard-working Musk is doing everything for humanity in an unhealthy way. He is also, to an extent, sick. He has his dark sides that just come out sometimes, which are also a sign of his mental state that he got from his dad, and also from his hard work and pressure. He is thriving in chaos. Whenever there is a calm time, he will do something new as he can’t stand the status quo.
  • How Will You Measure Your Life? (Clayton M. Christensen): A good book if you want to know more than just work and how you’ll measure it. This book was reassuring and strengthened many things I already knew. It reminded me that finding your principles is the key. Follow them and align your life so you have a happy life. It was also helpful for me as a dad and family member to pass on the same principles and values to my kids. Be intentional about your values. It’s hard to find them. They won’t be sent to you. You need to make them. But be aware that it is a process, not an event.
  • The Good Enough Job (Simone Stolzoff): A compelling book that challenges our conventional thinking about work. Instead of idolizing our jobs or incessantly chasing a better one, Stolzoff advocates for finding satisfaction in a “good enough” job. His ideas offer a refreshing contrast to the pervasive Instagram-era narrative that equates career success with personal fulfillment. A highly recommended read for anyone feeling pressured by the modern-day cult of work.
  • The Daily Dad (Ryan Holiday): This book is a sequel to one of my all-time favorite reads, The Daily Stoic. In the same tradition of offering daily philosophical advice, this book focuses on the challenges and rewards of parenthood. TODO
  • The Extended Mind (Annie Murphy Paul): An exploration of the intriguing ways our environment influences our thinking processes. Discover the surprising ways in which experts think beyond their brains, how harder thinking often leads to fewer results and the controversy over brain-training games and smart pills. Explore how we can use tools beyond the brain, such as the Body Scan technique and meditation, to tap into our intuition and sensations, and learn about the significance of the amygdala in our responses to stress.
  • All the Wrong Moves (Sasha Chapin): A captivating narrative where the world of chess serves as a backdrop for introspection and self-discovery. A story that shows how the love of chess can fully dominate one’s life, as it’s the most beautiful and worst thing in life at the same time.

2022

  • Atomic Habits (James Clear): The main argument: If you want to add a new habit, chain it to an existing one to make it stick.
  • Building a Second Brain (Tiago Forte): I knew most of it from his articles, podcasts, etc., but now it’s also available as a book.
  • Getting Things Done (David Allen): This book is life-changing if you apply its principles correctly to your life.
  • How to Take Smart Notes (Sönke Ahrens): The base for a Second Brain and where Sönke reveals how our brain is wired and how we can implement a note-taking style that supports our brain, mainly with the method called Zettelkasten.
  • The Pragmatic Programmer (David Thomas & Andrew Hunt): Although a lot was clear, summarizing it and putting it together as one piece, plus hearing it from two professionals, was very helpful and suitable for applying to my work.
  • On Writing (Stephen King): He gives deep insights into the life of a successful writer.

2021

  • The 5 Love Languages (Gary Chapman): Really eye opening, as sometimes we want to show love to our spouse, but becausewe give attention, or buy a gift, but if it doesn’t match the “love language” of the reciever, it won’t arrive properly. So knowing each others love language, and communicate in that, is huge for any relationship.

2020

2019

2018

Not Complete
These are not all books I’ve read, but some of the recommendations and that I shared during the years. I will constantly add up more, and potentially link it to my more detailed note of each book.

General Recommended Books

These are some of my all-time favorite books that I recommend to everyone.

Top Books

  • The Daily Stoic (366 Meditations) (Ryan Holiday): One of my all-time favorite books. Daily meditations that help me feel calmer and more grounded.
  • Hell Yeah or No (Derek Sivers): Anything by Derek Sivers is worth reading. His writing is stripped to the essentials and packed with wisdom.
  • How to Live (Derek Sivers): The second book by Derek on top list. He writes 27 conflicting, and short chapters on how to live life. He has done so much, that he writes almost each from experience. As it’s short, each chapter can give you a nudge and insight into your own life, and what we should strive, and more importantly, what not. Be aware, every unnecessary word is removed and stripped to the bare essentials. This means you can’t read more than two chapters in one go as it’s that condensed and makes you think a lot.

Business

  • It Doesn’t Have to Be Crazy at Work (Jason Fried & David Heinemeier Hansson): Challenges the norm of crazy work hours and shows you can achieve more with less chaos.
  • Deep Work (Cal Newport): Essential reading on focused work in a distracted world.

Self-Help & Life Philosophy

  • Thinking, Fast and Slow (Daniel Kahneman): A deep dive into how our minds work, exploring System 1 and System 2 thinking.
  • The Pathless Path (Paul Millerd): Challenges the “default path” (going to school, work, mary, and have a family) and following your instict. Unconventional way. The new 4 hour work week book. One that I recommend the most lately. I wrote about Finding my Pathless Path.
  • Four Thousand Weeks: Time Management for Mortals (Oliver Burkeman): A refreshing take on time management that embraces our mortality rather than fighting it.
  • Principles (Ray Dalio): Life and work principles from one of the world’s most successful investors.
  • Emotional Intelligence (Daniel Goleman): Understanding and managing emotions for better relationships and decisions.

⭐ 5-Star Picks (GoodReads)

  • On Writing Well (William Zinsser): The classic guide to writing nonfiction. Essential for clear writing.
  • So Good They Can’t Ignore You (Cal Newport): Why skills trump passion in the quest for work you love.
  • Steal Like an Artist, Show Your Work!, & Keep Going (Austin Kleon): Probably the best book on creativity and if you are a creative yourself. It’s really helped me sharing more of the process and how creative works. It’s a trilogy, I listened the audiobook, which you get three for one, fully recommend it.
  • Still Writing (Dani Shapiro): Honest reflections on the creative life.
  • The Psychology of Money (Morgan Housel): Best book on understanding money and behavior.
  • Moonwalking with Einstein (Joshua Foer): Fascinating journey into memory and how it works.
  • Open (Andre Agassi): Raw, honest autobiography. Surprisingly insightful about life and finding yourself.
  • Anything You Want (Derek Sivers): 40 lessons for entrepreneurs. Short, punchy, full of wisdom.
  • The Subtle Art of Not Giving a F*ck (Mark Manson): Counterintuitive approach to living a good life.
  • The Alchemist (Paulo Coelho): Beautiful fable about following your dreams.
  • Hooked (Nir Eyal): How to build habit-forming products. Essential for product designers.
  • The Startup Way (Eric Ries): How modern companies use entrepreneurial management.
  • The 4-Hour Work Week (Tim Ferriss): A game changer that questions conventional work structures.

Further Reads

  • Reading Books for a Happy Life: My thoughts on why reading books matters.
  • Audiobooks: I listen to most of my books as audiobooks. It works better for me and my brain, as I read all day long already. Books read by the authors on Audible are just another level. It feels like listening to them in person. Although a physical book has advantages, audiobooks are just something different. No wonder they are ever-growing.
  • Writer’s Room: Where I write and update on latest insight in my design process.

Other Recommendations


Last updated: December 30, 2025

Como a PF desmontou esquema bilionário na mineração de MG | Podcast UOL Prime #133

💾

Duas operações da Polícia Federal em Minas Gerais, a Rejeito e a Parcours, desvendaram um esquema de corrupção dentro do bilionário setor de mineração, com tentáculos nos órgãos públicos mineiros e, também, na Agência Nacional de Mineração, órgão federal sediado em Brasília.

É sobre os detalhes dessas investigações, que resultaram no indiciamento de mais de 30 pessoas, entre elas grandes empresários e o diretor-geral da ANM, que José Roberto Toledo conversa com o colunista Fabio Serapião no novo episódio do podcast UOL Prime.

Brasil perde bilhões em royalties da mineração diante de sonegação generalizada e amplia prejuízo para estados e municípios

Por Maurício Angelo e Lucio Lambranho

Seja qual for a metodologia adotada, uma certeza ronda o setor mineral de acordo com vários levantamentos e estimativas: as empresas estão pagando muito menos compensação financeira (a chamada CFEM) do que deveriam e o nível de sonegação é altíssimo.

Dados do Tribunal de Contas da União (TCU) divulgados pelo Observatório da Mineração ainda entre janeiro e setembro de 2024 apontaram o rombo da sonegação fiscal causada por mineradoras na taxa de cerca de R$ 35 bilhões entre 2019 e 2023. Como os levantamentos consideram que para cada R$ 1 arrecadado em CFEM R$ 1 é sonegado, os desvios também podem ser acrescentados a mais R$ 15,35 bilhões, a soma dos valores arrecadados com a mesma cobrança entre 2024 (R$ 7,44 bilhões) e 2025 (R$ 7,91 bilhões), segundo os dados divulgados em janeiro de 2026 pelo Ministério de Minas e Energia.

Assim, os dados apontam que o país pode ter perdido R$ 50,35 bilhões entre 2019 e 2025 na sonegação da CFEM (Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais), o royalty da mineração.

Essa estimativa parte da premissa, adotada em nota técnica da própria Agência Nacional de Mineração a partir de levantamentos da Febrafite, do TCU e da CGU, de que para cada R$ 1 arrecadado em CFEM outro R$ 1 deixa de ser recolhido. Esse teto é conservador e não uma medição direta. O cenário pode ser pior – outras estimativas da própria ANM falam em até R$ 2 para cada R$ 1 recolhido – e auditorias do TCU apontam 40% de sonegação.

Uma auditoria do Tribunal de Contas da União consolidada no Acórdão 2.116/2024-Plenário trabalha com uma faixa mais estreita: entre 2017 e 2022, em média 69,7% dos titulares de processos ativos nas fases de concessão e licenciamento não pagaram a CFEM de forma voluntária; entre os que pagaram, a sonegação parcial identificada nas amostras auditadas variou de 30,5% a 40,2% do valor devido. Com base nesses índices, o Tribunal estima que a arrecadação entre 2014 e 2021 poderia ter sido de 30,5% a 40,2% maior, o equivalente a algo entre R$ 9,4 bilhões e R$ 12,4 bilhões que deixaram de ser recolhidos no período.

Os valores em circulação no debate não são somáveis, porque medem coisas diferentes e convivem em três ordens de grandeza. Em seminário realizado em Belo Horizonte em outubro de 2025, TCU e TCE-MG reforçaram o alerta sobre o risco fiscal: as perdas acumuladas na arrecadação da CFEM entre 2017 e 2024 chegariam a R$ 20 bilhões, com outros R$ 20 bilhões em créditos sob risco de prescrição e risco adicional estimado entre R$ 12 bilhões e R$ 16 bilhões por falta de controle. A mineração integra a Lista de Alto Risco da Administração Pública mantida pelo TCU.

Entre o que foi efetivamente sonegado, quanto pode ter sido no cenário mais pessimista e quanto o poder público ainda pode perder, o cenário certo é que a sonegação é uma prática comum na mineração e que o Brasil deixa de arrecadar bilhões e bilhões por ano que poderiam contribuir para pelo menos melhorar levemente o retorno que o setor mineral alega dar, mesmo puramente financeiro, à sociedade.

Arrecadação de 2025 é a segunda maior da série histórica e ANM admite mais um passivo multibilionário de CFEM

A arrecadação de R$ 7,91 bilhões em 2025 é a segunda maior da série histórica da CFEM, atrás apenas de 2021 (cerca de R$ 10,3 bilhões), e representa alta de 6,3% sobre 2024, segundo a ANM. Do total, R$ 5,92 bilhões foram destinados a municípios e R$ 1,17 bilhão a estados; 5.234 cidades receberam recursos, o equivalente a 94% dos municípios do país. Minas Gerais concentrou 45% do recolhimento e o Pará, 39%. Houve diversificação da base: a participação do minério de ferro caiu de cerca de 75% em 2024 para 69% em 2025, enquanto cobre (de 5,5% para 7,78%) e ouro (de 4,8% para 7,48%) ganharam peso.

A ANM informou ao Observatório da Mineração que o passivo atualmente em discussão administrativa no âmbito da CFEM é de R$ 23.283.346.260,64 bilhões (valor histórico, não atualizado). E que desse total, R$ 6.253.801.872,91 bilhões correspondem a créditos já inscritos em dívida ativa.

“Para fortalecer a arrecadação e reduzir a evasão da Cfem, a Agência vem implementando medidas estruturantes, entre elas a Declaração Eletrônica de Informações Econômico-Fiscais da CFEM (DIEF-CFEM), o aperfeiçoamento de soluções tecnológicas e de gestão, além do reforço de seu quadro técnico com a contratação de novos servidores”, diz o comunicado da agência reguladora.

A DIEF-CFEM foi instituída pela Resolução ANM nº 156/2024 e ajustada pela Resolução nº 200/2025. A declaração é mensal e obrigatória para todos os titulares com produção comercializada, independentemente do porte, e permite à agência cruzar os valores autodeclarados com notas fiscais eletrônicas — ponto central das críticas do TCU, que aponta o modelo autodeclaratório como principal vetor da evasão. Em paralelo, a ANM lançou a Plataforma de Gestão de Recursos Minerais, que passa a concentrar o controle da CFEM.

Os dados apresentados pela ANM sobre o calote bilionário podem ser somados com a falta de cobrança sobre lavras concedidas. Reportagem da Folha de S.Paulo mostrou que um diagnóstico do próprio governo aponta que o país possui 15,6 mil concessões, mas apenas 5.432 recolheram a Cfem e outras 10,2 mil áreas, equivalentes a 65,3% do total, permanecem sem arrecadação da compensação mineral.

Compra de terceiros e custos de transporte também são sonegados

Rosiane Seabra, que presta consultoria para a Amig Brasil (Associação dos Municípios Mineradores do Brasil), informa que as alegações de aquisição de minério de terceiros desacompanhadas de documentos, como notas fiscais regulares, registros minerários e documentos de transporte, não permitem comprovar a efetiva procedência do mineral.

“Essa prática pode impactar diretamente a arrecadação da CFEM e do Valor Adicionado Fiscal (VAF) dos municípios mineradores, especialmente quando há dificuldade de rastreamento da origem mineral ou incompatibilidade entre os volumes extraídos, transportados e comercializados”, afirma.

O VAF é um índice contábil fiscal apurado pelas Secretarias de Fazenda estaduais e serve para calcular toda a riqueza gerada no município por meio das operações de circulação de mercadorias e representa 75% do cálculo do Índice de Participação dos Municípios (IPM) no ICMS.

“No caso de determinados minerais, especialmente pedras preciosas e substâncias de maior facilidade de circulação informal, a fiscalização se torna ainda mais complexa, dificultando a mensuração exata dos valores eventualmente sonegados”, explica Seabra.

Cide Mineral pode conter sonegação, afirma Sindifisco-MG

Minas Gerais, principal estado minerador do Brasil, enfrenta um grave problema de sonegação fiscal no setor mineral, que compromete significativamente a arrecadação pública. Considerando a estimativa de perdas de R$ 50,35 bilhões em Cfem entre 2019 e 2025 e que o estado tem 45% da arrecadação desta compensação, o estado pode ter deixado recolher cerca de R$ 22,65 bilhões.

Os dados fazem parte do estudo “Reforma da Tributação Mineral no Brasil via CIDE Mineral, Combate à Sonegação e Elisão Fiscal”, documento produzido pelo Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual de Minas Gerais (Sindifisco-MG).

Para o Sindifisco-MG, a criação da CIDE Mineral, uma nova contribuição sobre a produção mineral, poderia corrigir essas distorções. Simulações indicam que, se a sonegação fosse eliminada, Minas Gerais poderia arrecadar até R$ 6,5 bilhões a mais por ano apenas com essa Cide, praticamente dobrando os recursos disponíveis para o estado e seus municípios.

“Um valor transformador para as finanças estaduais. Para efeitos de comparação, R$ 6,5 bi equivalem a cerca de 50% do déficit orçamentário anual recente do estado; ou seja, apenas a CIDE Mineral poderia praticamente equilibrar as contas mineiras, permitindo novos investimentos”, informa o levantamento.

A proposta de CIDE Mineral do Sindifisco-MG convive com mudanças federais em curso. A reforma tributária criou o Imposto Seletivo, que incidirá sobre a extração de recursos minerais à alíquota de 0,25% sobre o valor do bem extraído, em regime de cobrança única (sem geração de créditos ao longo da cadeia), durante a transição que vai de 2026 a 2032. Em paralelo, tramita no Congresso proposta de uma CIDE sobre Minerais e Energia (CIDE-ME), cuja alíquota poderia chegar a até três vezes o percentual da CFEM aplicável a cada mineral, destinada a financiar cadeias estratégicas.

Marco Túlio da Silva, presidente do Sindifisco-MG, defende os benefícios da criação da CIDE Mineral, além da apontar que redução da sonegação depende de órgãos de controle bem estruturados para exercer seu papel, inclusive com equipes compatíveis em termos de dimensionamento da força de trabalho necessária.

Entre os benefícios da proposta, segundo o presidente do Sindifisco-MG, estariam o equilíbrio federativo, com melhor distribuição de recursos entre os entes federados, privilegiando os estados e municípios produtores, além da compensação dos municípios afetados como uma forma de mitigar o impacto ambiental e logístico da atividade, tanto em relação aos municípios mineradores, onde ocorre a extração, quanto em relação àqueles que sofrem impactos indiretos.

Marco Túlio também defende a proposta apostando que a cobrança pode gerar um “desenvolvimento regional sustentável”. “Os recursos da CIDE Mineral devem ser direcionados para infraestrutura, saúde, educação e investimentos na integração da cadeia produtiva e diversificação econômica, tornando as regiões mineradas menos afetadas pela exploração e exaustão dos recursos minerais”, estima.

O post Brasil perde bilhões em royalties da mineração diante de sonegação generalizada e amplia prejuízo para estados e municípios apareceu primeiro em Observatório da Mineração.

❌