Reading view

Quem são os candidatos ao governo do Maranhão (MA) nas eleições 2026

Oito político se lançaram candidatos ao governo do Maranhão (MA) nas eleições 2026. A disputa é marcada pelo racha entre o grupo político do governador Carlos Brandão (MDB) e a ala ligada ao ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que governou o estado entre 2015 e 2022.

Brandão foi vice de Dino durante sete anos e assumiu o Palácio dos Leões quando o então governador deixou o cargo para disputar o Senado, em 2022. Com o apoio de Dino e de seus aliados, Brandão foi eleito naquele mesmo ano, ainda no primeiro turno.

Receba no seu email as principais notícias sobre as eleições 2026 no Maranhão e no Brasil! É grátis!

Ele decidiu continuar no cargo até o fim do mandato, que termina em dezembro de 2026, para não abrir espaço para que o vice, Felipe Camarão (PT), com quem está rompido, fosse candidato ao governo do Maranhão (MA) nas eleições 2026 com a máquina na mão. 

O governador apoia agora a candidatura do sobrinho Orléans Brandão (MDB) a governador do Maranhão (MA). Camarão, por sua vez, foi lançado pelo PT como candidato e se apresenta como herdeiro do legado político de Dino, de quem foi secretário e aliado próximo durante os dois mandatos.

+JOTAQuem são os candidatos a presidente da República nas eleições de 2026

Pelo centro, Eduardo Braide (PSD) renunciou ao mandato como prefeito de São Luís para poder ser candidato ao governo do Maranhão (MA) nas eleições 2026. 

Além de Brandão, Camarão e Braide, também são candidatos a governador do Maranhão (MA) nas eleições 2026: André Luis (Missão), Dimas Cassimiro (PCO), Reginaldo Lima (PCB), Roberto Rocha (PRTB) e Saulo Arcangeli (PSTU).

O primeiro turno das eleições 2026 será realizado em 4 de outubro. Caso nenhum candidato alcance a maioria absoluta dos votos válidos, o segundo turno ocorrerá no dia 25 de outubro.

Veja a lista dos candidatos a governador do Maranhão (MA) nas eleições 2026

André Luis (Missão)

Natural de São Paulo (SP), André Luís Caetano dos Santos tem 41 anos. Empresário dos setores da construção civil e de confecção, é integrante do Movimento Brasil Livre (MBL) e secretário-geral do Partido Missão no Maranhão. Agora André Luís é candidato a governador do Maranhão (MA) nas eleições 2026. O vice na chapa é o professor Cadu Aguiar, do mesmo partido. Eles têm o apoio do candidato à presidência Renan Santos

Dimas Cassimiro (PCO)

Dimas Cassimiro tem 66 anos, é natural de Teresina (PI) e trabalha como professor do ensino superior. Pelo PCO, disputou uma vaga de deputado estadual em 2018 e de deputado federal em 2022, mas não foi eleito em nenhum dos pleitos. Agora, Dimas Cassimiro é candidato ao governo do Maranhão (MA) nas eleições 2026 em chapa com Charlieth Viana, também do PCO. Ela é professora do ensino médio.

Eduardo Braide (PSD)

Advogado, foi deputado estadual (2011–2019) e deputado federal (2019–2021). Na Câmara dos Deputados, ampliou sua projeção nacional. Foi eleito prefeito de São Luís em 2020 e reeleito em 2024, com 70,12% dos votos no primeiro turno, uma das maiores margens da história da capital. Braide deixou o comando da Prefeitura para ser candidato a governador do Maranhão neste ano. É considerado um político de perfil moderado e pragmático. Evita discursos radicais, constrói alianças amplas e se posiciona como gestor técnico, o que o diferencia tanto de candidatos mais conservadores quanto dos mais alinhados à esquerda. Eduardo Braide é candidato a governador do Maranhão (MA) nas eleições 2026. 

+JOTA: Quem são os candidatos ao governo do Paraná (PR) nas eleições 2026

Felipe Camarão (PT)

Felipe Camarão, 44 anos, é natural do Rio de Janeiro (RJ) e cresceu no Maranhão. Professor universitário e procurador federal de carreira. Moderado dentro da esquerda, tem base entre professores, servidores públicos e setores ligados ao PT. É visto como o herdeiro político de Flávio Dino no estado. Ocupou diversos cargos no governo de Dino. Foi secretário de Gestão e Previdência (2015), de Cultura (2015-2016), de Governo (2016) e da Educação – posto que ocupou duas vezes, de 2016 a 2022 e entre 2023 e 2024. É o atual vice-governador do estado. Agora Felipe Camarão é candidato ao governo do Maranhão (MA) nas eleições 2026. Ricardo Rodrigues (PT), vereador em Caxias, é o candidato a vice na chapa.

+JOTA: Quem são os candidatos a senador pelo Maranhão (MA) nas eleições 2026

Orleans Brandão (MDB)

Filho de Marcus Brandão, Orleans Brandão é sobrinho do atual governador, Carlos Brandão. Aos 31 anos, é um jovem político em ascensão. Busca construir uma base de apoio principalmente entre prefeitos e lideranças municipais, além de jovens eleitores. É formado em Administração e foi secretário de Assuntos Municipalistas do governo de seu tio. Embora nascido em São Luís, Brandão cresceu em Colinas, cidade a cerca de 400km da capital, e usa a trajetória ligada ao interior do estado como trunfo. Agora Orleans Brandão é candidato a governador do Maranhão (MA) nas eleições 2026. Edivaldo Holanda Júnior (Republicanos), ex-prefeito de São Luís (2013-2021) e ex-deputado federal (2011-2012), é o candidato a vice-governador na chapa.

+JOTA: Quem são os candidatos a governador de Minas Gerais nas eleições 2026

Reginaldo Lima (PCB)

Natural de Imperatriz (MA), Reginaldo tem 43 anos. Radialista, é secretário político do Comitê Regional do PCB no Maranhão. Estreou nas urnas em 2024 como candidato a vice-prefeito de Imperatriz na chapa de Gabriel Araújo, mas não foi eleito. Agora, Reginaldo Lima é candidato ao governo do Maranhão (MA) nas eleições 2026 ao lado de Bartolomeu Moreira (PCB), liderança quilombola do estado.

Roberto Rocha (PRTB)

Roberto Coelho Rocha tem 61 anos e nasceu em São Luís. Administrador e empresário, é filho do ex-governador Luis Rocha. Foi deputado estadual entre 1991 e 1995, exerceu três mandatos de deputado federal e foi eleito vice-prefeito de São Luís em 2012. Em 2014, conquistou uma vaga no Senado, onde permaneceu até 2023. Disputou o governo do Maranhão em 2018 e tentou a reeleição ao Senado em 2022, mas foi derrotado nos dois pleitos. Agora Roberto Rocha é novamente candidato ao governo do Maranhão (MA) nas eleições 2026. Pastor Josias é o vice na chapa. O partido não integra coligação com outras legendas. Apoia Flávio Bolsonaro (PL) à presidência da República.

Saulo Arcangeli (PSTU)

Natural de São Luís, Saulo Costa Arcangeli tem 54 anos. Graduado em Ciência da Computação, é mestre em Desenvolvimento Socioespacial e Regional e doutor em Políticas Públicas. Professor universitário, servidor público federal e sindicalista, iniciou a militância no movimento estudantil da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Disputou o governo estadual em 2010 e 2014, o Senado em 2018 e 2022, a Prefeitura de São Luís em 2024 e vagas de vereador em três eleições, mas nunca foi eleito. Agora, mais uma vez, Saulo Arcangeli é candidato a governador do Maranhão (MA) nas eleições 2026. Preta Lu é a vice na chapa. O PSTU não integra coligação com outras legendas.

Quem são os candidatos ao governo do Ceará (CE) nas eleições 2026

Oito políticos serão candidatos ao governo do Ceará (CE) nas eleições 2026. O atual governador, Elmano de Freitas (PT), tenta a reeleição com o apoio do senador Camilo Santana (PT).

A lista completa dos candidatos a governador do Ceará (CE) nas eleições 2026 é composta por:

  • Elmano de Freitas (PT)
  • Ciro Gomes (PSDB)
  • Danilo Soares (Democrata)
  • Delegado Huggo Leonardo (Missão)
  • Ieri Braga (PCO)
  • Serley Leal (UP)
  • Vera Lúcia (Novo)
  • Zé Batista (PSTU)

Receba no seu email as principais notícias sobre as eleições 2026 no Ceará e no Brasil! É grátis!

Contra o chefe do Executivo, o ex-governador Ciro Gomes (PSDB) aparece como líder nas pesquisas de intenção de voto para o Palácio da Abolição.

Este fato provocou especulações de que o ministro da Educação e senador, Camilo Santana (PT), que já comandou o estado do Ceará por dois mandatos, pudesse ser o candidato de Lula no estado em 2026, mas isso não se concretizou.

O advogado Pedro Brito (Novo) chegou a registrar sua candidatura, mas voltou atrás no dia 11 de agosto, quatro dias antes do fim do prazo do registro. Vera Lúcia, antes sua vice, passou a liderar a chapa.

+JOTAQuem são os candidatos a presidente da República nas eleições de 2026

O primeiro turno das eleições 2026 será realizado em 4 de outubro. Caso nenhum candidato alcance a maioria absoluta dos votos válidos, o segundo turno ocorrerá no dia 25 de outubro.

Veja quem são os candidatos ao governo do Ceará (CE) nas eleições 2026

Elmano de Freitas (PT)

Nascido em Baturité, no norte do Ceará, Elmano de Freitas da Costa, 55 anos, é o atual governador do estado do Ceará. Formado em Direito, iniciou a carreira política em 1996, quando foi candidato a vereador de sua cidade natal, mas não foi eleito. Em 2008, Elmano coordenou a campanha de reeleição de Luizianne Lins à prefeitura de Fortaleza e no ano seguinte dirigiu a Comissão de Participação Popular de seu gabinete. Entre setembro de 2011 e 2012 foi secretário municipal de Educação. Ainda em 2012, foi candidato a prefeito de Fortaleza e perdeu no segundo turno para Roberto Cláudio. Em 2014, Elmano candidatou-se a deputado estadual e foi eleito, tendo sido reeleito ao cargo quatro anos depois. Em 2022, Elmano candidatou-se a governador do Ceará e foi eleito no primeiro turno, ao derrotar os candidatos Capitão Wagner e Roberto Cláudio. Agora Elmano de Freitas é candidato à reeleição ao governo do Ceará (CE) nas eleições 2026. O número de Elmano de Freitas nas urnas é 13.

+JOTA: Quem são os candidatos a governador do Rio Grande do Sul em 2026

Ciro Gomes (PSDB)

Natural de Pindamonhangaba, interior de São Paulo, Ciro Ferreira Gomes, 68 anos, é advogado, escritor e político brasileiro. Apesar de ter nascido em São Paulo, aos quatro anos de idade se mudou com a família para Sobral, no Ceará, estado em que cresceu e iniciou sua carreira política. Em 1982, disputou  primeira eleição para deputado estadual como candidato pelo Partido Democrático Social (PDS) e  foi eleito. Em 1983, Ciro filiou-se ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), sigla pela qual se reelegeu deputado estadual em 1986. Nas eleições de 1988, foi eleito prefeito de Fortaleza. Em 1990, o político deixou o cargo de prefeito para concorrer a governador do Ceará pelo PSDB. Eleito, também não completou o mandato, já que foi convidado pelo então presidente Itamar Franco para assumir o Ministério da Fazenda em setembro de 1994. Em1998 e 2002, se candidatou à presidência pelo PPS, mas não foi eleito. Em 2003, foi escolhido por Lula para comandar o Ministério da Integração Nacional, pasta que deixou em 2006, para se candidatar a deputado federal pelo Ceará pelo PSB. Em 2013, foi chamado pelo irmão Cid Gomes, então governador do Ceará, para ser secretário de Saúde do estado, posto que ocupou até 2015. Em 2018 e 2022, concorreu novamente à presidência da República pelo PDT, mas não foi eleito. Em 2025, Ciro Gomes desfiliou-se do PDT e anunciou seu retorno ao PSDB. Agora Ciro Gomes é novamente candidato a governador do Ceará (CE) nas eleições 2026. O número de Ciro Gomes nas urnas é 45.

+JOTAQuem são os candidatos a governador da Bahia nas eleições 2026

Danilo Soares (Democrata)

Natural de Crateús (CE), Danilo Soares tem 31 anos e é advogado trabalhista. Com pós-graduação em Direito e Processo do Trabalho, não possui histórico de candidaturas anteriores a cargos eletivos. Agora Danilo Soares é candidato ao governo do Ceará (CE) nas eleições 2026. O número do candidato Danilo Soares é 35.

+JOTAQuem são os candidatos a governador do Distrito Federal em 2026?

Delegado Huggo (Missão)

Natural de Fortaleza, Huggo Leonardo de Lima tem 37 anos e é bacharel em Direito e delegado da Polícia Civil do Ceará. Com especialização em Direito Processual Civil, ganhou projeção pela atuação no combate a facções criminosas. Atuou como policial militar e foi assessor do Tribunal de Justiça do Ceará. Filiado ao Partido Missão, Huggo Leonardo é candidato ao governo do Ceará (CE) nas eleições 2026. O número do candidato Delegado Huggo é 14.

+JOTAQuem são os candidatos a governador de Pernambuco nas eleições 2026

Ieri Braga (PCO)

Natural de Cuiabá (MT), Ieri de Sousa Braga Júnior tem 37 anos e é técnico em química e servidor público. Com histórico de militância no movimento sindical e atuação junto aos trabalhadores técnico-administrativos em educação, é filiado ao Partido da Causa Operária (PCO). Concorreu a deputado federal pelo Distrito Federal em 2022, sem ser eleito. Agora Ieri Braga é candidato a governador do Ceará (CE) nas eleições 2026. O número de Ieri Braga nas urnas é 29.

+JOTAQuem são os candidatos a governador de São Paulo nas eleições 2026

Serley Leal (UP)

Natural de Iguatu (CE), Serley de Sousa Leal tem 44 anos e é bancário e gestor de finanças. Iniciou a trajetória política no movimento estudantil, na década de 1990. Em 2004, foi um dos articuladores da construção do Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB) no Ceará e, posteriormente, ajudou a fundar o partido Unidade Popular (UP). Nas eleições de 2020, concorreu ao cargo de vice-prefeito de Fortaleza na chapa da professora Paula Colares, sem ser eleito. Em 2022, candidatou-se pela primeira vez a governador do Ceará, também não obtendo sucesso. Agora Serley Leal é candidato a governador do Ceará (CE) nas eleições 2026. O número de Serley Leal é 80.

+JOTAQuem são os candidatos a governador do Rio de Janeiro nas eleições 2026

Vera Lúcia (Novo)

Natural do Recife, Vera Lúcia da Silva tem 58 anos e é bacharel em administração de empresas. Foi uma das fundadoras do Partido Novo no Ceará e atua como secretária de finanças da diretoria estadual da legenda. Em 2020, candidatou-se a vereadora de Fortaleza, sem ser eleita. Agora Vera Lúcia é candidata a governadora do Ceará (CE) nas eleições 2026. O número da candidata Vera Lúcia nas urnas é 30.

Assine gratuitamente a newsletter Últimas Notícias do JOTA e receba as principais notícias jurídicas e políticas do dia no seu email

Zé Batista (PSTU)

Nascido em Iguatu, interior do Ceará, Zé Batista é operário da construção civil, líder sindical e militante político. Iniciou a trajetória política em 1999, quando se tornou uma das lideranças nas lutas dos operários da Construção Civil no Ceará. Em 2020, foi candidato a vereador de Fortaleza, em 2022, candidato a governador e em 2024 concorreu à prefeitura de Fortaleza, porém não foi eleito em nenhum dos pleitos. Agora Zé Batista é novamente candidato ao governo do Ceará (CE) nas eleições 2026. O número de Zé Batista é 16.

+JOTAQuem são os possíveis candidatos a governador do Pará nas eleições 2026

Quem são os candidatos a senador pelo Rio Grande do Norte (RN) nas eleições 2026

Nas eleições de 2026, os eleitores escolherão dois senadores por estado, com mandatos até 2035. Treze políticos e uma candidatura coletiva se colocam como candidatos a senador pelo Rio Grande do Norte (RN) nas eleições 2026.

A lista completa dos candidatos ao Senado pelo Rio Grande do Norte (RN) nas eleições 2026 é composta por:

  • Styvenson Valentim (Podemos)
  • Zenaide Maia (PSD)
  • Clóvis Costa do Coletivo Nós (Agir)
  • Coronel Hélio (PL)
  • Gari Wendell Batista (Agir)
  • Linhares Jiboia (DC)
  • Luciana Mandu (PSTU)
  • Professor Guilherme (UP)
  • Rafael Motta (PDT)
  • Rosália Fernandes (PSTU)
  • Samanda de Lula (PT)
  • Sandro Pimentel (Psol)
  • Sônia Godeiro (Psol)
  • Tércio Tinoco (União)

Receba no seu email as principais notícias sobre as eleições 2026 no Rio Grande do Norte no Brasil. É grátis!

Atualmente, a bancada potiguar no Senado Federal é composta por: Rogério Marinho (PL), com mandato até 2031, Styvenson Valentim (Podemos) e Zenaide Maia (PSD), cujos mandatos terminam em janeiro de 2027. Os dois serão candidatos à reeleição como senador pelo Rio Grande do Norte (RN) nestas eleições.

O primeiro turno das eleições de 2026 será realizado no dia 4 de outubro. Para o Senado, o pleito é decidido em um único turno por maioria de votos.

Veja quem são os candidatos ao Senado pelo Rio Grande do Norte (RN) em 2026

Styvenson Valentim (Podemos)

Natural de Rio Branco, Eann Styvenson Valentim Mendes tem 49 anos e foi capitão da Polícia Militar. Formado em Direito, ganhou notoriedade no cenário potiguar pelo rigor na coordenação da Operação Lei Seca entre 2012 e 2016. Em 2018, estreou na política ao ser eleito senador pelo Rio Grande do Norte. Em 2022, pediu licença para concorrer ao governo do estado, mas terminou na terceira colocação. Agora Styvenson Valentim será candidato à reeleição ao Senado pelo Rio Grande do Norte (RN) nas eleições 2026. O número do candidato Styvenson Valentim é 200.

+JOTA: Quem são os candidatos a governador do Rio Grande do Norte nas eleições 2026

Zenaide Maia (PSD)

Natural de Brejo do Cruz (PB), Zenaide Maia Calado Pereira dos Santos tem 71 anos e é médica infectologista. Deu início à vida pública em 1991 como secretária de Saúde de São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal, onde atuou ao longo de dois mandatos. Em 2014, elegeu-se deputada federal, cargo que exerceu até 2018, quando foi eleita para o Senado. Agora Zenaide Maia será candidata à reeleição como senadora pelo Rio Grande do Norte (RN) nas eleições 2026. O número da candidata Zenaide Maia nas urnas é 555.

Clóvis do Coletivo Nós (Agir)

 O Coletivo Nós é uma candidatura coletiva composta por Clóvis Costa (policial militar da reserva), Gari Aldair (trabalhador da limpeza urbana de Natal) e o policial militar Charllys Padilha. Clóvis do Coletivo Nós é candidato a senador pelo Rio Grande do Norte (RN) nas eleições 2026. O número do candidato Clóvis do Coletivo Nós nas urnas é 369.

Coronel Hélio (PL)

Natural do Rio de Janeiro, Hélio Imbrosio Oliveira tem 61 anos e é coronel aviador da reserva da Força Aérea Brasileira (FAB) e empresário. Graduado em ciências aeronáuticas, é líder estadual do Partido Liberal (PL) e dirige as relações institucionais da Associação dos Polos Industriais do Rio Grande do Norte. Disputou a Prefeitura de Natal em 2020, mas terminou na sexta colocação. Agora Coronel Hélio é candidato ao Senado pelo Rio Grande do Norte (RN) nas eleições 2026. O número do candidato Coronel Hélio é 222.

+JOTA: Quem são os candidatos a presidente da República nas eleições 2026

Gari Wendell Batista (Agir)

Natural de Mossoró (RN), Wendell Batista dos Santos tem 48 anos e é gari, com formação em administração e ciências da religião. Concorreu a vereador da capital em 2012 e 2020, sem ser eleito em ambas as ocasiões. Agora Gari Wendell Batista é candidato ao Senado pelo Rio Grande do Norte (RN) nas eleições 2026. O número do candidato Gari Wendell Batista é 360.

Linhares Jiboia (DC)

Natural de Mossoró (RN), Gladyer Linhares Godeiro, que usará o nome Linhares Jiboia nesta eleição, tem 49 anos e é administrador e empresário. Foi candidato a vice-prefeito de São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal, em 2012, a deputado estadual em 2014 e a vereador de Natal em 2024, sem ser eleito. Agora Linhares Jiboia é candidato ao Senado pelo Rio Grande do Norte (RN) nas eleições 2026. O número do candidato Linhares Jiboia é 277.

Luciana Mandu (PSTU)

Luciana Lima da Silva tem 56 anos e é professora e aposentada, com formação em pedagogia e psicopedagogia. Nascida em Natal, concorreu a deputada federal em 2014, à vice-prefeitura de Natal em 2016, a deputada estadual em 2018 e 2022 e a vereadora em 2020 e 2024, sem ser eleita em nenhuma das ocasiões. Agora Luciana Mandu é candidata a senadora pelo Rio Grande do Norte (RN) nas eleições 2026. O número de Luciana Mandu nas urnas é 161.

Professor Guilherme (UP)

Guilherme Oliveira Mosca é professor de história da rede estadual. Sem histórico de candidaturas anteriores para cargos eletivos, atua no Movimento Luta de Classes (MLC) e no Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Rio Grande do Norte (Sinte-RN). Agora Guilherme Mosca é candidato a senador pelo Rio Grande do Norte (RN) nas eleições 2026. O número do candidato Professor Guilherme nas urnas é 800.

Rafael Motta (PDT)

Natural de Natal, Rafael Huete da Motta tem 40 anos e é engenheiro de produção e empresário. Começou na vida pública em 2011 como secretário da Juventude e, no ano seguinte, foi eleito vereador na capital potiguar. Em 2014, conquistou o primeiro mandato como deputado federal, sendo reeleito para o cargo em 2018. Ficou em terceiro lugar na disputa ao Senado em 2022 e em quarto lugar na eleição para a Prefeitura de Natal em 2024. No ano passado, sofreu um acidente de kitesurfe e ficou 12 dias em coma induzido. Agora Rafael Motta é candidato ao Senado pelo Rio Grande do Norte (RN) nas eleições 2026. O número do candidato Rafael Motta é 123.

Rosália Fernandes (PSTU)

Natural de Marcelino Vieira (RN), Rosália Maria Fernandes tem 58 anos e é assistente social. Figura central do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) no estado, já disputou a Prefeitura de Natal duas vezes: em 2016, ficando em sexto lugar, e em 2020, alcançando a décima segunda posição. Concorreu  ao governo potiguar em 2022, mas terminou em sexto lugar. Agora Rosália Fernandes é candidata ao Senado pelo Rio Grande do Norte (RN) nas eleições 2026. O número de Rosália Fernandes é 166.

Samanda de Lula (PT)

Samanda Alves de Freitas, de 45 anos, é natural de Mossoró (RN) e formada em engenharia da computação. Líder estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), trabalhou por mais de 20 anos ao lado da governadora Fátima Bezerra (PT). Em 2022, concorreu à Câmara dos Deputados, mas terminou como primeira suplente da sigla. Em 2024 foi eleita vereadora de Natal. Agora Samanda de Lula é candidata a senadora pelo Rio Grande do Norte (RN) nas eleições 2026. O número da candidata Samanda de Lula é 131.

Sandro Pimentel (Psol)

Sandro Pimentel tem 59 anos e é natural de Ceará-Mirim (RN). Servidor público, trabalha como vigilante em uma universidade. É formado em gestão pública e mestre em estudos urbanos e regionais. Foi eleito duas vezes vereador de Natal, cargo que ocupou de 2013 a 2019. Em 2018, elegeu-se deputado estadual, mas teve o mandato cassado em 2022 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por irregularidades na campanha. Agora Sandro Pimentel é candidato ao Senado pelo Rio Grande do Norte (RN) nas eleições 2026. O número de Sandro Pimentel nas urnas é 500.

Sonia Godeiro (Psol)

Natural de Patu (RN), Sonia Maria Godeiro tem 71 anos e é médica pediatra. Foi uma das fundadoras do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Rio Grande do Norte (Sindsaúde-RN). Agora Sonia Godeiro é candidata a senadora pelo Rio Grande do Norte (RN) nas eleições 2026. O número de Sonia Godeiro é 501.

Tércio Tinoco (União Brasil)

Tércio Barreto Ramos Tinôco tem 39 anos e é administrador. Em 2020, elegeu-se como o primeiro vereador cadeirante da Câmara Municipal de Natal, onde nasceu, e foi reeleito em 2024. Disputou uma vaga de deputado estadual em 2022, mas não foi eleito. Agora Tércio Tinoco é candidato a senador pelo Rio Grande do Norte (RN) nas eleições 2026. OnNúmero de Tércio Tinoco nas urnas é 444.

Quem são os candidatos a governador do Piauí (PI) nas eleições 2026

Onze políticos são candidatos a governador do Piauí (PI) nas eleições 2026. O atual governador, Rafael Fonteles (PT), busca a reeleição e lidera as pesquisas de intenção de voto.

O principal concorrente do atual chefe do Executivo é o ex-deputado estadual Joel Rodrigues (PP), que foi assessor parlamentar do senador Ciro Nogueira (PP).

Receba no seu email as principais notícias sobre as eleições 2026 no Piauí e no Brasil! É grátis!

Também são candidatos ao governo do Piauí (PI) nas eleições 2026: o ex-deputado federal Elizeu Aguiar (Novo), o professor Francisco Jurity (DC), o sociólogo Geraldo Carvalho (PSTU), o historiador Gisvaldo Oliveira (Psol), Gustavo Pelo Piauí ou Gustavo (Avante), a médica Lúcia Santos (PSDB), a professora Lourdes Melo (PCO), a advogada Ravenna Castro (Democrata) e o historiador Santiago Belizário (UP).

+JOTAQuem são os candidatos a presidente da República nas eleições de 2026

O Avante vive uma disputa interna no Piauí. Uma convenção partidária lançou a candidatura de Gustavo Henrique (Avante) e outra apoiou Elizeu Aguiar (Novo). Os dois foram registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como candidatos a governador do Piauí (PI) nas eleições 2026.

A disputa pelo Palácio de Karnak estará em jogo nas eleições gerais de 4 de outubro, com segundo turno previsto para 25 de outubro, caso nenhum candidato alcance a maioria absoluta de votos.

Confira a lista completa dos candidatos ao governo do Piauí (PI) nas eleições 2026

Rafael Fonteles (PT)

Aos 40 anos, Rafael Fonteles é apontado hoje como um dos principais quadros do PT, inclusive pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de quem o governador do Piauí é próximo. Rafael Fonteles e o ministro do Desenvolvimento Social e ex-governador do Piauí, Wellington Dias, são aliados de primeira hora. Foi Dias quem escolheu Fonteles em 2015, na época com apenas 29 anos, para comandar a Secretaria da Fazenda estadual. No cargo, ele presidiu ainda o Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) por dois mandatos, de 2019 a 2022.  Já como governador, foi eleito em 2025 presidente do Consórcio Nordeste. Trata-se de uma entidade que congrega os interesses dos nove estados da Região.É filiado ao PT desde os 16 anos. Acompanhava de perto a vida política do pai, o ex-deputado estadual e federal Nazareno Fonteles, um dos fundadores do partido no Piauí. Rafael Fonteles será candidato à reeleição ao governo do Piauí (PI) nas eleições 2026.

+JOTA: Quem são os candidatos a senador pelo Piauí (PI) nas eleições 2026

Dra. Lúcia Santos (PSDB)

Lúcia Maria de Sousa Aguiar dos Santos nasceu em Teresina, tem 61 anos e é médica e professora. Especialista em obstetrícia e oncologia ginecológica, tem mestrado e doutorado em ciências da saúde. É presidente do Sindicato dos Médicos do Estado do Piauí (Simepi) e foi a primeira mulher a comandar a Federação Nacional dos Médicos (Fenam). Iniciou sua trajetória na política eleitoral em 2018, quando disputou uma vaga na Câmara dos Deputados, ficando na suplência. Em 2020, concorreu a vereadora de Teresina, sem ser eleita. Agora Dra. Lúcia Santos é candidata ao governo do Piauí (PI) nas eleições 2026.

Elizeu Aguiar (Novo)

Elizeu Morais de Aguiar nasceu em Teresina, tem 60 anos e é empresário. Deu início à trajetória política ao ser eleito vereador da capital piauiense em 2004, conquistando a reeleição em 2008. Entre 2009 e 2010, assumiu o mandato como deputado federal na condição de suplente. Voltou a disputar uma vaga na Câmara dos Deputados em 2010, mas não foi eleito. Em 2018, candidatou-se a senador, mas teve o registro indeferido pela Justiça Eleitoral por pendências na composição de sua chapa. Em 2022, concorreu a deputado estadual, ficando novamente na suplência. Fora da política partidária, presidiu o River Atlético Clube em duas gestões. Agora Elizeu Aguiar é candidato ao governo do Piauí (PI) nas eleições 2026.

Geraldo Carvalho (PSTU)

Geraldo Carvalho é professor da Universidade Federal do Piauí (UFPI), sociólogo e uma das principais lideranças do PSTU no estado. Militante sindical desde o fim dos anos 1980, foi presidente do Sindicato dos Bancários do Piauí e dirigente do Andes-SN, sindicato nacional dos docentes do ensino superior. Ex-integrante do PT, rompeu com o partido em 1997 e passou a atuar no PSTU, defendendo pautas socialistas e ligadas à classe trabalhadora. Ao longo da carreira política, disputou, sem sucesso, diversos cargos eletivos: foi candidato a prefeito de Teresina em 2004 e 2024, candidato a vereador da capital piauiense em 2008 e 2016, candidato ao Senado Federal em 2006 e 2014, e candidato ao governo do Piauí em 2010 e 2022. Agora Geraldo Carvalho é candidato ao governo do Piauí (PI) nas eleições 2026.

Gustavo Pelo Piauí ou Gustavo (Avante)

Natural de Belo Horizonte, Gustavo Henrique Leite Feijó tem 52 anos e é bacharel em Direito, servidor público municipal e jornalista. Concorreu a vereador de Teresina em quatro ocasiões (2004, 2016, 2020 e 2024), a senador em 2014 e a governador do Piauí em 2022, sem se eleger. Gustavo Pelo Piauí ou Gustavo registrou-se como candidato ao governo do Piauí (PI) nas eleições 2026 pelo Avante, em meio a um impasse político com a direção do partido, que contesta o ato e defende aliança com outra coligação.

Joel Rodrigues (PP)

Natural de Floriano (PI), Joel Rodrigues da Silva tem 56 anos e é contador. Iniciou a carreira política em sua cidade natal, onde foi eleito vereador em 1992 e presidiu a Câmara Municipal. Em seguida, administrou o município por quatro mandatos de prefeito: de 2005 a 2012 e de 2017 a 2022. Também atuou na Assembleia Legislativa do Piauí ao assumir o mandato de deputado estadual como suplente entre 2015 e 2016. Em 2022, concorreu a senador, terminando em segundo lugar na disputa por uma vaga. Atualmente, é presidente do diretório estadual do Progressistas (PP). Agora Joel Rodrigues é candidato a governador do Piauí (PI) nas eleições 2026.

Lourdes Melo (PCO)

Natural de Pedreiras (MA), Maria de Lourdes Soares Melo tem 73 anos e é professora aposentada. Iniciou sua atuação sindical na década de 1980 e participou da fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Figura tradicional nas disputas eleitorais piauienses, foi candidata a vereadora de Teresina em 1992, a vice-governadora em 2002, a prefeita da capital em 2008 e 2016 e ao governo do Piauí em cinco ocasiões (2006, 2010, 2014, 2018 e 2022), além de ter concorrido a vice-prefeita em 2012, sem ser eleita. Agora Lourdes Melo é candidata a governadora do Piauí (PI) nas eleições 2026.

Professor Gisvaldo (Psol)

Natural de Teresina, Gisvaldo Oliveira da Silva tem 48 anos e é historiador e professor universitário. Com mestrado em história do Brasil, leciona na Universidade Estadual do Piauí (Uespi). Atuou no movimento estudantil e sindical. Agora Professor Gisvaldo é candidato a governador do Piauí (PI) nas eleições 2026.

Professor Jurity (DC)

Natural de Parnaíba (PI), Francisco José Martins Jurity tem 69 anos e é professor aposentado e empresário. Entre 1995 e 2001, trabalhou na antiga Companhia de Águas e Esgotos do Piauí (Agespisa), onde ocupou cargos de direção e presidiu a instituição interinamente. Foi secretário de Governo na segunda gestão de Alberto Silva (1987-1991), além de ter sido secretário municipal de Administração e Finanças da Prefeitura de Piracuruca, no interior do estado, de 2001 a 2004. Concorreu a deputado federal nas eleições de 2010, sem ser eleito. Agora Professor Jurity é candidato a governador do Piauí (PI) nas eleições 2026.

Ravenna da Inclusão (Democrata)

Natural de Teresina, Ravenna de Castro Lima Azevedo tem 40 anos e é advogada, jornalista e professora, com pós-graduação em direito constitucional. Concorreu a deputada estadual em 2018, a vereadora de Teresina em 2020 e a governadora em 2022, sem se eleger. Agora Ravenna Castro é candidata ao governo do Piauí (PI) nas eleições 2026.

Santiago Belizário (UP)

José Santiago Belizario nasceu em Fortaleza, tem 33 anos e é historiador. Atuante no movimento estudantil e em lutas por moradia popular, participou da fundação da Unidade Popular (UP) no Piauí. Disputou a Prefeitura de Teresina em 2024, sem se eleger. Agora Santiago Belizário é candidato a governador do Piauí (PI) nas eleições 2026.

La paradoja de la generación Z: mejor formada pero con más incertidumbre

stockpexel/Shutterstock

Los nacidos entre 1997 y 2012 (la generación Z o gen Z) son la generación más cualificada de la historia reciente, según los últimos indicadores de la OCDE. El 50,2 % de los jóvenes de entre 25 y 34 años cuenta con titulación de educación superior o universitaria –56,7 % en el caso de las mujeres– y prácticamente duplican el 26,5 % de estudios universitarios de la generación de sus padres.

A esto se suma que más del 18 % posee másteres o posgrados de especialización antes de los 30 años, la tasa de finalización de la educación secundaria superior supera el 88 % en la UE y más del 65 % domina al menos un segundo idioma, todo ello respaldado por una alfabetización digital nativa y una capacitación continua inédita en la historia del mercado laboral.

Los z, que han acumulado títulos, posgrados, idiomas y certificaciones, crecieron bajo la premisa de que estudiar, conseguir un puesto en una empresa importante y escalar la pirámide corporativa les llevaría a alcanzar el éxito y la seguridad financiera.

Sin embargo, hoy en día, especialmente en América Latina, es una generación con un futuro incierto, que ha descubierto que la vieja fórmula de éxito traía letra pequeña: precariedad laboral, agotamiento crónico y sensación de vacío.

Preparado pero sin certezas

Los datos respaldan que el modelo tradicional de éxito ha colapsado, con la tasa de emancipación en mínimos históricos (14,5 %), un gasto en vivienda que devora casi el 98 % del salario mediano joven y cerca de un 19 % de trabajadores sumidos en el riesgo de pobreza.

Dados sus altos niveles de formación, la generación Z afronta tasas de sobrecualificación de hasta el 35 %. En América Latina, además, los jóvenes afrontan un mercado laboral inestable, en el que la informalidad roza el 50 % y deja a más de 130 millones de trabajadores sin seguridad social ni garantías de futuro.

México en particular presenta elevados niveles de estrés laboral. Un 27 % de los trabajadores padece estrés crónico y el 50 % afirma que la tensión laboral impacta directamente en su vida personal. En comparación con otros países, alrededor del 75 % de los trabajadores mexicanos experimentan estrés laboral agudo, porcentaje superior al registrado en economías como la china (73 %) y la estadounidense (59 %).

Esta situación se agrava por las extensas jornadas laborales. La Organización Internacional del Trabajo (OIT) ha señalado que México continúa siendo uno de los países donde más horas se trabaja entre los miembros de la OCDE, lo que contribuye al agotamiento, la fatiga y la disminución del bienestar laboral.

Es una inercia de desgaste crónico que termina por desplazar cualquier propósito vital, reduciendo la existencia a una rutina de mera supervivencia y rendimiento operativo donde quedan desplazados el desarrollo personal, la autorrealización y los vínculos afectivos.

El mito del trabajador incansable

Ante el miedo que provoca un futuro incierto, se ha romantizado el sacrificio extremo: se admira al que se queda hasta tarde, al que responde correos en domingo y al que presume de no haber tomado vacaciones en años, creyendo que esa hiperproductividad va a garantizar su lugar en el mundo.

Esta narrativa no beneficia a una generación sobrecualificada sino a un sistema que ve al trabajador como una pieza reemplazable de una gran maquinaria. Se debe cuestionar la idea de que el valor de la persona depende de su cuota de productividad horaria: el cerebro no es una máquina, y un trabajador descansado siempre tomará mejores decisiones que uno que opera bajo la neblina constante del cortisol (la hormona del estrés).

Serenidad frente a zozobra

Redefinir el éxito en tiempos de inestabilidad no significa dejar de ser ambicioso o volverse “vago”. Curiosamente, algunas de las mentes más influyentes utilizan el descanso como una herramienta estratégica para navegar la imprevisibilidad del futuro.

El empresario mexicano Carlos Slim (México) promueve lo que él llama el “ocio productivo”. Para él, el éxito no es estar ocupado 24/7, sino tener tiempo en blanco para leer, analizar el entorno y reflexionar sin prisa. Slim entiende que la pausa es necesaria para detectar las oportunidades que otros pasan por alto debido al estrés.

El estadounidense Bill Gates es famoso por sus think weeks (“semanas de pensar”): se retira a una cabaña, solo y sin distracciones, para leer y pensar. No son vacaciones de esparcimiento, sino un mantenimiento preventivo para mantener su mente ágil ante un mundo cambiante.

El empresario mexicano Carlos Bremer siempre enfatizó que su verdadera energía provenía de sus pasiones fuera de la oficina, como el deporte y la familia.

Una revision del concepto de plenitud

¿Qué pasaría si se empezara a medir el éxito por la resiliencia, la calidad del descanso, la profundidad de los vínculos y el sentido de propósito? Redefinir el éxito frente a la incertidumbre implica:


Leer más: Entre el placer momentáneo y el propósito duradero: la motivación que nutre la felicidad (y mejora la salud)


Desoír las expectativas ajenas

La verdadera realización profesional llega cuando se empieza a construir la carrera personal alineándola con los valores reales.

América Latina se está haciendo a esa nueva realidad. La búsqueda de modelos como la semana laboral de cuatro días o el derecho legal a la desconexión digital son actos de resistencia para recuperar nuestra humanidad ante un futuro que no promete garantías.

Es momento de usar toda la preparación acumula para realizar el proyecto más importante: redefinir el éxito propio. Porque mucho más que solo sobrevivir a la incertidumbre, se merece vivir plenamente.

The Conversation

Guillermo José Navarro del Toro no recibe salario, ni ejerce labores de consultoría, ni posee acciones, ni recibe financiación de ninguna compañía u organización que pueda obtener beneficio de este artículo, y ha declarado carecer de vínculos relevantes más allá del cargo académico citado.

¿Qué significa hoy llegar a ser mujer?: la vigencia de Simone de Beauvoir 40 años después

En redes sociales, hablar de igualdad de género es cada vez más habitual. Pero la expresión no siempre significa lo mismo para todo el mundo. De hecho, diversos estudios apuntan a una paradoja llamativa: una parte importante de la juventud considera que la igualdad ya está conseguida, mientras siguen presentes desigualdades y estereotipos en la vida cotidiana.

Cuatro décadas después de la muerte de Simone de Beauvoir, su pensamiento sigue ofreciendo una clave fundamental para entender este fenómeno.

Portada de El segundo sexo, de Simone de Beauvoir.
Portada de la primera edición de El segundo sexo, de Simone de Beauvoir. Wikimedia Commons

En El segundo sexo, Beauvoir formuló una de las ideas más influyentes del siglo XX: “no se nace mujer, se llega a serlo”. Con esta afirmación, cuestionó la idea de que las diferencias entre hombres y mujeres fueran naturales o inmutables y planteó que el género es el resultado de un proceso social, cultural e histórico.

Esta idea ha marcado profundamente disciplinas como la sociología, la educación o la teoría feminista, al permitir analizar cómo se construyen las desigualdades a través de normas, roles y expectativas. No se trataba solo de describir una realidad, sino de ofrecer herramientas para interpretarla críticamente.

La igualdad percibida frente a la igualdad real

Pero hay un problema. La vigencia de este planteamiento se hace especialmente evidente cuando se observa la realidad actual. Las investigaciones recientes sobre la juventud universitaria española muestran que, aunque existe un amplio consenso en torno a la importancia de la igualdad de género, también se detectan percepciones distorsionadas sobre su grado de consecución.

En nuestra investigación con alumnado universitario español, basada en una muestra de 1 460 estudiantes, más del 60 % considera que la igualdad entre hombres y mujeres está “prácticamente conseguida” en España. Sin embargo, cuando se analizan dimensiones concretas –como los estereotipos, las relaciones interpersonales o las expectativas sociales– aparecen contradicciones que evidencian la persistencia de desigualdades más sutiles.

Por ejemplo, aunque la mayoría del estudiantado rechaza abiertamente afirmaciones sexistas tradicionales, siguen apareciendo formas más discretas de desigualdad: desde la distinta valoración de comportamientos en hombres y mujeres hasta la normalización de ciertos roles en las relaciones afectivas. Lo relevante es que estas dinámicas no siempre se perciben como problemáticas, y esto dificulta su identificación y transformación.

Estos resultados, recogidos tanto en nuestro artículo Percepción de la juventud española sobre la igualdad de género como en un estudio sobre las dimensiones del concepto de igualdad desde una perspectiva coeducativa, apuntan a una idea clave: la igualdad formal no implica necesariamente igualdad real.

Lo que Beauvoir ya había explicado

Aquí aparece una clave fundamental. Esta distancia entre igualdad percibida y desigualdad cotidiana conecta directamente con el planteamiento de Beauvoir. Si el género es una construcción social, también lo son las percepciones sobre la igualdad. No basta con que existan leyes que reconozcan derechos iguales: es necesario analizar cómo se siguen construyendo identidades, roles y relaciones en la vida diaria.

Un ejemplo muy visible aparece en redes sociales. Es frecuente encontrar contenidos en los que se reivindica la igualdad de género –por ejemplo, mensajes virales en TikTok o Instagram– mientras que, en esos mismos espacios, se reproducen estereotipos tradicionales: desde la hipersexualización de las mujeres hasta la normalización de ciertos roles diferenciados en relaciones de pareja. Incluso en debates aparentemente igualitarios es habitual que se cuestione o minimice la desigualdad con argumentos como “eso ya no pasa” o “ahora los hombres están más discriminados”.

Además, los propios algoritmos de estas plataformas tienden a amplificar contenidos que generan interacción, lo que en ocasiones favorece la difusión de discursos polarizados o simplificados sobre la igualdad. Esto contribuye a reforzar percepciones sesgadas y a consolidar narrativas que no siempre se corresponden con la realidad social.

Adolescentes felices que caminan juntas en el parque.
Pizel_Shot/Shutterstock

Lo que muestran estas dinámicas es algo clave: los discursos de igualdad conviven con prácticas que siguen reproduciendo diferencias de género. Y es precisamente aquí donde el pensamiento de Beauvoir sigue siendo especialmente útil.

Nuevas resistencias, viejos debates

A esta complejidad se suma la aparición, especialmente en entornos digitales, de discursos que cuestionan o relativizan la desigualdad de género. Este fenómeno, a menudo interpretado como una reacción o backlash, pone de manifiesto que los avances en igualdad no son lineales ni irreversibles.

Lejos de ser un debate superado, la igualdad de género sigue siendo un terreno en disputa, donde conviven avances normativos, transformaciones culturales y resistencias activas. En este sentido, la sensación de que la igualdad ya está conseguida puede funcionar, paradójicamente, como un obstáculo para seguir avanzando.

Pensar el presente con herramientas del pasado

En este contexto, recuperar el pensamiento de Beauvoir no es un ejercicio conmemorativo, sino una herramienta para interpretar el presente. Su aportación más duradera no fue solo denunciar la desigualdad, sino mostrar cómo se construye y se reproduce socialmente.

Cuatro décadas después de su fallecimiento, su legado sigue vigente porque nos obliga a ir más allá de las apariencias. Y la pregunta sigue siendo incómoda: si la igualdad parece asumida, ¿por qué sigue sin ser plenamente real?

The Conversation

Aroa Martínez García no recibe salario, ni ejerce labores de consultoría, ni posee acciones, ni recibe financiación de ninguna compañía u organización que pueda obtener beneficio de este artículo, y ha declarado carecer de vínculos relevantes más allá del cargo académico citado.

Arellano: reforma tributária pode reduzir ISS e cota-parte de ICMS em SP em até 2/3

A arrecadação é uma das principais preocupações da Prefeitura de São Paulo com a implementação da reforma tributária. Segundo o secretário municipal da Fazenda, Luis Felipe Vidal Arellano, a mudança na forma de distribuição das receitas pode impactar as finanças do município, que hoje concentra a maior arrecadação de ISS do país. A preocupação decorre tanto da perda de governabilidade sobre a legislação do tributo quanto do perfil de São Paulo, que é mais exportador de serviços e mercadorias do que importador.

“Pelas nossas contas, num cenário em que a gente não tivesse revolução da economia e simplesmente mudasse a regra de arrecadação, a gente está falando de uma perda que poderia ir de 50% a dois terços da arrecadação do município de São Paulo nas rubricas de ISS mais cota-parte do ICMS, que são, respectivamente, a primeira e a terceira fonte de receita do município”, afirmou durante o evento Diálogos Tributários, promovido pelo JOTA na última terça-feira (2/9). O secretário também atua como 1º vice-presidente do Comitê Gestor do IBS desde março.

Conheça o JOTA PRO Tributos, plataforma de monitoramento tributário para empresas e escritórios com decisões e movimentações do Carf, STJ e STF

A estimativa, ressalta Arellano, considera um cenário estático e o efeito da mudança ao longo de 50 anos por causa dos mecanismos de mitigação da reforma. Para compensar a mudança nos critérios de distribuição, seria necessário, nas contas da prefeitura, um crescimento adicional de um ponto percentual ao ano durante cinco décadas. Considerando um PIB potencial em torno de 2%, isso significaria elevar em 50% o potencial de crescimento da economia.

Por isso, o secretário avalia que os municípios precisarão atuar com outras medidas para evitar uma perda de arrecadação. Uma das alternativas é explorar melhor outras bases tributárias, como a imobiliária. No caso de São Paulo, porém, esse espaço seria mais estreito, segundo Arellano, porque a cidade já explora relativamente bem essa base e tem baixa inadimplência do IPTU em comparação com outras cidades – trata-se da segunda fonte de arrecadação de SP.

Outra possibilidade está na própria autonomia preservada pela reforma para a definição das alíquotas. O percentual será fixado pelo Senado, mas funciona como uma referência, reforçou o secretário. Arellano avalia que, para algumas cidades, pode ser necessário estabelecer alíquotas padrão superior à de referência para compensar parte da perda de arrecadação. Ganho de eficiência e corte de serviços, por exemplo, podem não ser suficientes para absorver as perdas.

CBS e IBS na base do ISS

São Paulo ainda não tem uma posição definitiva sobre a inclusão do IBS e da CBS na base de cálculo do ISS. Arellano afirmou que a legislação atual permite interpretações divergentes e, para ele, a indefinição gera insegurança para contribuintes e administrações tributárias.

De acordo com o secretário, independentemente de a opção ser pela inclusão ou pela exclusão dos novos tributos da base, o efeito sobre a arrecadação tende a ser compensado na alíquota de referência. O problema, disse, é deixar a questão para ser resolvida judicialmente anos depois.

Receba de graça todas as sextas-feiras um resumo da semana tributária no seu email

A definição deverá ocorrer, entre outros fatores, quando for necessário parametrizar o sistema de emissão de notas fiscais. Isso porque, para que o documento fiscal seja emitido, será preciso definir no sistema qual será a base de cálculo. Outra possibilidade é provocar o posicionamento municipal por meio de uma solução de consulta.

Notas fiscais

Outra frente de adaptação envolve o ajuste dos sistemas de emissão de documentos fiscais. São Paulo decidiu não migrar imediatamente para o sistema emissor nacional porque, segundo Arellano, cerca de 50% das notas fiscais de serviços e direitos são emitidas na cidade e o ambiente nacional não teria capacidade operacional para receber todo esse volume.

As emissões continuam sendo feitas na base paulistana e são migradas diariamente para o ambiente nacional. “Mesmo essas migrações, às vezes, têm erros por falta de capacidade do ambiente nacional de suportar a quantidade de dados enviados”, comentou.

Diante de dificuldades de adaptação nesse primeiro momento, o Comitê Gestor do IBS e a Receita Federal já postergaram prazos de algumas obrigações para outubro e dezembro, conforme noticiou o JOTA.

“É claro que a gente gostaria que os prazos iniciais fossem todos sempre respeitados, mas entre perceber que uma parcela considerável dos contribuintes vai ficar de fora, porque não conseguiu se adaptar, e postergar, especialmente nesse momento que é complexo para todo mundo, a gente acha que é melhor postergar para dar mais tempo de todos se adaptarem”, afirmou.

A ponderação, no entanto, é que “se algum contribuinte realmente deixar de tomar a decisão no momento certo porque ficou esperando, achando que ia ser postergado, pode acabar ficando para trás”.

Inscreva-se no canal de notícias tributárias do JOTA no WhatsApp e fique por dentro das principais discussões!

Cronograma e previsibilidade

A definição de um cronograma com maior detalhamento sobre as obrigações acessórias e as ferramentas necessárias para a adaptação das empresas é uma das prioridades dentro do Comitê Gestor.

Após a eleição da diretoria executiva, em agosto, os diretores pediram às comissões técnicas um “mapa das ações necessárias” a serem adotadas até o fim do ano. A partir desse levantamento, a intenção é elaborar um calendário público com a previsão de liberação de APIs, manuais e documentos técnicos.

Arellano afirmou que o objetivo é evitar que manuais ou instruções sejam divulgados muito próximos do início de vigência das obrigações. Segundo ele, a intenção é garantir um prazo mínimo de adaptação aos contribuintes.

Nova versão do regulamento

Sobre a nova versão do regulamento do IBS e da CBS, que vem sendo esperada para outubro, o secretário considera que o prazo é otimista e não descarta a possibilidade de mudança. Segundo explicou, os técnicos da Receita Federal e do Comitê Gestor do IBS estão analisando mais de 4 mil sugestões recebidas para a regulamentação e formulando propostas que ainda precisam passar pela governança dos dois órgãos. “Talvez [a divulgação] deslize para novembro”, afirmou.

Apuração assistida

Arellano relembrou que a reforma foi construída sobre duas premissas: a primeira é que o documento fiscal seja a origem das informações necessárias para a apuração do imposto; a segunda é aproveitar, tanto quanto possível, as obrigações já existentes, evitando a criação de novas exigências.

A lógica é que o sistema informe ao contribuinte o valor a recolher, a partir das informações dos documentos fiscais, permitindo que ele acompanhe os créditos e débitos como em um extrato. Há, porém, dificuldades em setores com características específicas, como financeiro, combustíveis e água, além de atividades que hoje contam com regimes especiais. Para esses casos, os técnicos estão desenvolvendo alternativas.

A tendência, segundo o secretário, é manter a maior parte dos contribuintes na dinâmica considerada normal, baseada no documento fiscal e no aproveitamento das obrigações existentes. Apenas situações excepcionais deverão receber tratamento diferenciado.

Stop Billionaires From Buying Politics

Nigel Farage has spent the past few days denying wrongdoing after an undercover investigation raised allegations that senior Reform figures sought to break laws banning foreign political donations. The footage shows Farage saying the proposed funding arrangement was ‘all above board’; his latest defence is that he ‘frankly wasn’t even listening’.The prime minister might have found this a perfect opportunity to champion his proposed cap on political donations. After all, 83 percent of people think the rich use donations to buy influence. Most aren’t happy about British billionaires calling the shots.Unfortunately, in what is becoming something of a theme, Burnham has already backtracked on his own excellent proposal.The Channel 4 and Verbatim investigation deserves a serious response. The allegations must be properly investigated and restrictions on foreign funding enforced. But there is a larger question that neither Reform, Labour, nor indeed the Conservatives and Liberal Democrats should be allowed to dodge: why should anyone with a few million pounds to spare be allowed to buy themselves a bigger say in our politics?We’re told that as long as donations are declared and the rules are followed, there’s nothing wrong with the status quo. But it’s obvious that when political parties become financially dependent on donations from the ultra-wealthy, they’ll be anxious about losing that support. Being able to look up the amount changes nothing about the dynamics of that relationship.We only accept this as normal because it’s been happening for so long. It is blatantly corrosive to our democracy to allow the purchase of political influence. And we’re living with the consequences of a system where the super-rich can generally get their way.It’s particularly dispiriting to see a new prime minister take office and immediately begin to abandon a whole series of progressive pledges. Thames Water nationalisation, rent controls, ring-fenced social housing funding, the political donations cap itself — all things that would have benefited ordinary people and angered a wealthy minority.Many people hoped that a change of leader might push Labour in a better direction, and I would never criticise anyone for holding on to that hope. But giving Burnham a chance cannot mean giving Labour a blank cheque.The problem is far bigger than Burnham. It’s our entire political system that needs fixing.Whatever the prime minister may personally believe, he’s under serious pressure not to break with the status quo. His own chancellor, John Healey, described this as a continuity government. That means refusing to confront powerful interests or risk the anger of wealthy donors.My colleague Dr Ellie Chowns MP has already tabled an amendment to ban corporate donations to political parties. Alongside a cap on individual donations, such a ban is sorely needed to rebalance power and ensure ordinary voters have a real say.Even with the deck stacked as it is, popular pressure on the government has had some influence. Hannah Spencer’s victory in Gorton and Denton — a seat that wasn’t even among Greens’ top 100 targets — showed Labour that taking left-leaning voters for granted comes with a cost.Voters switching to the Greens have forced Labour to change its rhetoric and — let’s be honest — are probably the main reason we’ve got Burnham as prime minister instead of someone like Wes Streeting.But a change in rhetoric means nothing if it’s not backed up by action. So far, it seems that electoral pressure has not been enough to overcome the influence of big money. Losing more parliamentary seats would make that pressure harder for the government to ignore.Only a democratic, grassroots party that answers to its voters and members, not ultra-rich donors and corporate lobbyists, can deliver the scale of change our country needs. Every Green win brings that alternative closer while also pushing the government to act now.That’s why the upcoming by-election in Holborn and St Pancras matters so much. If Labour wins, the government will conclude that it can carry on as usual without paying an electoral price. A Green victory would show that voters are demanding something better — and that ignoring them can cost Labour seats. It would force Labour to think again and give Greens more power to fight for the changes people want.It will be a tough campaign, and we aren’t the favourites. But we know we can win here with small donations and thousands of members pounding the streets. Together, we can elect a Green MP who will work hard for the people of Holborn and St Pancras and make sure their concerns are heard in Parliament.Burnham should keep his promise to cap donations. If he needs a reminder that all voters deserve an equal voice, no matter their bank balance, Holborn and St Pancras will provide one.

Carf derruba cobrança bilionária de IRPJ e CSLL contra Petrobras

A 1ª Turma da Câmara Superior do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) derrubou cobranças de IRPJ e CSLL contra a Petrobras por suposto descumprimento de regras de preços de transferência. O processo discutiu deduções de despesas com contratos de direito de afretamento de plataformas de produção de petróleo e gás natural firmados com empresas vinculadas no exterior. De acordo com documento público da empresa, os valores em discussão totalizam R$ 3,4 bilhões.

O contribuinte aplicou o método de Preços Independentes Comparados (PIC) ao realizar os ajustes de preços de transferência. Contudo, a fiscalização considerou inadequada a utilização do PIC e fez ajustes adicionais utilizando o índice Roace (Retorno sobre o Capital Médio Empregado, na sigla em inglês) para definir a taxa de retorno do investimento.

Esta reportagem foi antecipada a assinantes JOTA PRO Tributos em 2/9. Conheça a plataforma do JOTA de monitoramento tributário para empresas e escritórios, que traz decisões e movimentações do Carf, STJ e STF

O caso subiu por meio de um recurso especial da Fazenda Nacional contra decisão favorável à Petrobras na segunda instância administrativa. Em agosto de 2025, a 1ª Turma da 2ª Câmara da 1ª Seção rejeitou de forma unânime o uso do índice Roace, mantendo a conclusão do colegiado de piso.

Nesta quarta prevaleceu o entendimento do relator, conselheiro Heldo Jorge dos Santos Pereira Júnior. O julgador entendeu que o uso do índice Roace é inadequado por não considerar apenas operações de afretamento, mas todas as atividades das empresas comparadas. Para Pereira Júnior, isso “macularia” o cálculo.

Todos os conselheiros acompanharam o relator. Inclusive a conselheira Edeli Pereira Bessa, que reformulou o voto apresentado na sessão de julho.

Receba de graça todas as sextas-feiras um resumo da semana tributária no seu email

Outro caso

Também por unanimidade, o colegiado derrubou cobranças de IRPJ e CSLL contra a Repsol Sinopec Brasil SA por supostas irregularidades em ajustes de preços de transferência em importações de direitos de uso de navios-plataformas. No processo 16682.721233/2023-52, relatado pela conselheira Maria Carolina Maldonado Mendonça Kraljevic, os conselheiros também entenderam como indevido o uso do índice Roace pela fiscalização. Kraljevic adotou as razões de decidir no processo 16682.721206/2022-07, da Repsol, julgado em agosto.

O processo tramita com o número 16682.721277/2023-82.

❌