This week, Lucy Dallas and Alex Clark are joined by Joe Moran to explore the strange world of precognition, and Elizabeth Lowry is bowled over by the iconoclastic work of South African multimedia artist William Kentridge. Plus great news for Terry Pratchett fans, as an all-star cast records his much-loved Discworld series.
A lei da alienação parental foi criada em 2010 com o alegado objetivo de proteger crianças em processos de divórcio. A lei se baseia numa suposta síndrome da alienação parental, criada pelo psiquiatra norte-americano Richard Gardner.
Segundo a teoria da alienação parental de Gardner, a síndrome seria incutida nas crianças por meio de campanhas de difamação por um dos genitores. Entre essas campanhas estariam falsas acusações de abuso sexual. A síndrome nunca foi reconhecida pela comunidade científica, mas, mesmo assim, o legislativo brasileiro criou uma lei baseada nela. Foi o único país do mundo a fazer isso.
Desde então, a teoria tem sido amplamente utilizada nos tribunais. Ao mesmo tempo, multiplicam-se relatos de pais violentos e abusadores que utilizam a lei para se defender. Nesses casos, as mães que acusam acabam sendo consideradas alienadoras. E muitas vezes as crianças abusadas são obrigadas a conviver com os pais em dias de visita.
Há, inclusive, relatos de casos em que a guarda foi revertida para os pais: crianças que tiveram de viver sob a guarda do abusador, sem poder ter contato com a mãe.
Recentemente, em abril de 2022, o Congresso Nacional votou um Projeto de Lei que alterou o texto original. Nele, a bancada feminina havia inserido um parágrafo que impediria pais acusados de abuso ou violência de usarem a lei da alienação parental como defesa. Mas o trecho acabou excluído do texto final que, agora, aguarda sanção presidencial.
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Advogada especialista em direito de família, secretária-geral da Comissão de Violência Doméstica e vice-presidente da Comissão de Alienação Parental do Instituto Brasileiro de Direito da Família no Distrito Federal -IBDFAM-DF.
Pauta Pública conversa com repórteres que apuraram o uso da lei de incentivo em projetos pró-armamento.
“Pela primeira vez vamos colocar dinheiro da Rouanet em eventos de arma de fogo, vai ser super bacana isso”. A fala é de André Porciuncula, então secretário nacional de Incentivo e Fomento à Cultura, e o responsável por analisar e aprovar propostas que desejam se enquadrar na Lei de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet. Apesar de criticada pelo governo, a lei de incentivo foi usada para fomentar um livro pró-armas financiado pela fabricante Taurus — a maior fabricante de armas de fogo leves do país e uma das principais fabricantes de revólveres do mundo. Segundo investigação da Pública, a empresa já investiu R$ 336 mil reais na produção da obra que pretende contar a história das armas no país. Quem apurou essa história foram os repórteres Alice Maciel e Bruno Fonseca que retornam ao Pauta Pública para um conversa sobre os significados dessa mudança de postura em relação à Lei Rouanet e como isso tudo tem a ver com a criação de um novo imaginário popular sobre as armas.
=== Quando você apoia a Pública, sua contribuição se transforma em jornalismo investigativo sério e corajoso, com impactos reais. R$ 10 por mês já fazem uma grande diferença. Nos ajude a revelar as injustiças, abusos de poder e violações de direitos que se agravam em meio à pandemia. Seja nosso Aliado! E MAIS: || No quadro de dicas A BOA DO PAUTA confira uma seleção de conteúdos relacionados ao tema do episódio. No episódio 34 as dicas são: A boa para se ler: Reportagem da Pública: "Empresa brasileira de blindagem ligada a militante de Trump multiplica capital em 13 vezes e acumula dívidas"
A boa para se ver: filme Medida Provisória A boa para se ouvir: programa Tabuleiro, de Maria Bethânia, produzido pelo Instituto Moreira Salles.
======= E não esqueça de seguir o Pauta Pública nos agregadores. Ouça agora no Amazon Music, Apple Podcasts, Castbox, Deezer, Google Podcasts, Spotify ou no seu tocador favorito. ==== PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA E a gente hoje quer te convidar a conhecer o podcast Dissidentes, parceiro do Pauta na Rádio Guarda Chuva. Conduzido por Renan Sukevicius, o Dissidentes se aprofunda em reflexões sobre afetividade, sexualidade e gênero. A primeira temporada está completinha no seu tocador favorito e vale muito a pena pra quem quer se aprofundar nesses temas de uma forma inteligente e sensível. Ouça lá.
== Apresentação: Andrea Dip e Clarissa Levy || Produção: Ricardo Terto || Pauta e Entrevista: Andrea Dip e Clarissa Levy|| Roteiro, Edição e Mixagem Final: Ricardo Terto || Identidade visual e Artes: Cíntia Funchal || Coordenação de Redes Sociais: Ravi Spreizner || Trilha original composta por Pedro Vituri ===== contato: podcasts@apublica.org
Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.orgou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org. Contamos com seu apoio!
This week, Lucy Dallas and Alex Clark are joined by Carol Tavris to discuss two wide-ranging works of biology that cast fascinating light on our understanding of sexual behaviour and gender identity throughout the animal and human world. And James Waddell explores a “bibliobiography” by a Shakespeare scholar that digs deep into centuries of books and their readers - from “shelfies” to book burning to the historical precedent for Jilly Cooper’s Riders.
'Different: Gender through the eyes of a primatologist’ by Frans de Waal
‘Bitch: A revolutionary guide to sex, evolution and the female animal’ by Lucy Cooke
‘Portable Magic: A history of books and their readers’ by Emma Smith
This week, Lucy Dallas and Alex Clark are joined by Nat Segnit to discuss the long reach of the gambling industry and the music of chance, and Kevin Brazil brings to life a dystopian novel from 1977.
‘Jackpot: How Gambling Conquered Britain’ by Rob Davies
‘Might Bite: The Secret Life of a Gambling Addict’ by Patrick Foster, with Will Macpherson
‘Big Snake Little Snake: An Inquiry into Risk’ by DBC Pierre
O xamã e escritor Davi Kopenawa Yanomami, autor de "A queda do céu", fala sobre a situação atual do garimpo e das políticas públicas predatórias na Amazônia, o surgimento de novas lideranças indígenas e os preparativos para a comemoração dos 30 anos da demarcação da Terra Yanomami. No site, veja 14 livros e dicas literárias LGBTI+: https://bit.ly/14dicasLGBTI. Assine a revista e apoie o podcast 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
Os bastidores da reportagem que revelou como agências de publicidade a serviço do app de delivery tentaram desmobilizar entregadores
Em 04 de abril de 2022 a Pública lançou em seu site uma reportagem revelando que o Ifood teria contratado agências de publicidade para criar uma série de ações que buscavam desmobilizar o movimento dos entregadores, que liderados pelo ativista Paulo Galo, reivindicavam melhores relações de trabalho. Através da análise de documentos, vídeos, trocas de mensagens e detalhes revelados por fontes ouvidas, a repórter e também apresentadora do Pauta Pública, Clarissa Levy, investigou como se deu essa campanha que envolveu a criação de perfis falsos, vídeos encomendados e até infiltrados em manifestações. O episódio de hoje, com trechos extras dessa apuração, é uma conversa sobre os bastidores desse trabalho e conta com a presença do ex-apresentador do podcast, Thiago Domenici, que também é editor da reportagem e vai falar com Andrea Dip e Clarissa Levy sobre a trajetória de toda essa apuração e as reflexões que surgem a partir desse caso.
=== Quando você apoia a Pública, sua contribuição se transforma em jornalismo investigativo sério e corajoso, com impactos reais. R$ 10 por mês já fazem uma grande diferença. Nos ajude a revelar as injustiças, abusos de poder e violações de direitos que se agravam em meio à pandemia. Seja nosso Aliado! E MAIS: || No quadro de dicas A BOA DO PAUTA confira uma seleção de conteúdos relacionados ao tema do episódio. No episódio 34 as dicas são: A boa para se ver: Gig - A uberização do trabalho (Globoplay) A boa para se ler: Entrevista com o Paulo "Galo" Lima no site da Pública A boa para se ouvir: Playlist No Corre (Spotify)
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PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA Conheça mais do podcast Rádio Escafandro. Em seu episódio mais recente, O que mudou nas últimas décadas? O que a ciência fala sobre o assunto? Até que ponto educar bem as nossas crianças pode resultar não só em pessoas mais saudáveis como também em um mundo menos desigual? Como sempre, Tomás Chiaverini nos conduz por um mergulho cheio de reflexões relevantes. O episódio já está disponível em todos os tocadores.
== Apresentação: Andrea Dip e Clarissa Levy || Produção: Ricardo Terto || Pauta e Entrevista: Andrea Dip e Clarissa Levy|| Roteiro, Edição e Mixagem Final: Ricardo Terto || Identidade visual e Artes: Cíntia Funchal || Coordenação de Redes Sociais: Ravi Spreizner || Trilha original composta por Pedro Vituri ===== contato: podcasts@apublica.org
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This week, Lucy Dallas and Alex Clark are joined by Dinah Birch to discuss Elizabeth Finch, the new novel by Julian Barnes, and find themselves in a world of charismatic teachers and forgotten Roman emperors. Also, the sports historian David Goldblatt explores a global survey of sport through the ages from the ancient Chinese game of cuju to the glories of Bristol Rovers.
‘Elizabeth Finch’ by Julian Barnes
‘Games People Played: A Global History of Sport’ by Wray Vamplew
A diretora da Anistia Internacional no Brasil, Jurema Werneck, é a convidada do último episódio desta temporada. Em uma conversa com Melina Risso, diretora de pesquisa do Instituto Igarapé, ela fala sobre as mortes de mulheres brasileiras por armas de fogo. Apresentação: Ilona Szabó.
O artista plástico, compositor e autor de mais de uma dezena de livros, Nuno Ramos, lança "Fooquedeu", espécie de diário ensaístico no qual mistura reflexões pessoais e sobre a política recente brasileira, bastidores de suas criações e artistas que o influenciam — temas sobre os quais também discorre nessa conversa. No site, veja 14 livros e dicas literárias LGBTI+: https://bitNo site, veja 14 livros e dicas literárias LGBTI+: https://bit.ly/14dicasLGBTI. Assine a revista e apoie o podcast 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
This week, Lucy Dallas and Alex Clark are joined by Emma Clery, specialist in 18th and 19th-century literature and author of Jane Austen: The Banker’s Sister, to discuss what Austen’s juvenilia and unpublished works tell us about the writer - will we find, as some critics have suggested, a far less restrained and irreverent novelist than we might expect? And Catherine Taylor, who is writing a memoir of her Sheffield upbringing, explores two accounts of growing up in the north of England.
‘Jane Austen, Early and Late’ by Freya Johnston
‘Lady Susan, Sanditon and The Watsons: Unfinished Fictions and Other Writings by Jane Austen' edited by Kathryn Sutherland
‘My Own Worst Enemy: Scenes of a Childhood’ by Robert Edric
‘No One Round Here Reads Tolstoy: Memoirs of a Working-Class Reader’ by Mark Hodkinson
Educação respeitosa, disciplina positiva, educação neurocompatível. Os nomes são vários, escondem nuances, mas a ideia geral é a mesma e se baseia em dois pilares.
Crianças e adultos devem ser tratados como seres de igual valor. E o cérebro das crianças é diferente do cérebro dos adultos porque não está completamente formado. Os responsáveis pela criação precisam entender isso e se adequar às necessidades dos pequenos.
Neste episódio, partimos dessas constatações para falar dos desafios e limites da educação, das dores e delícias da maternidade e da paternidade, e de como a forma como criamos nossas crianças pode impactar o futuro da humanidade.
Psicólogo e graduando em estatística pela Universidade de São Paulo. Pesquisador no Departamento de Psicobiologia da UNIFESP, Centro de Comunicações e Ciências Cognitivas da Escola de Comunicações e Artes da USP (ECAUSP) e no Núcleo de Estudos sobre Violência da USP. Co-host do podcast de divulgação científica Naruhodo.
Este episódio da série Narradores do Brasil foi ao ar em 25 de junho de 2021 e está sendo reprisado para homenagear a escritora (19 de abril de 1923—3 de abril de 2022).
Um mergulho sonoro pelo estranho universo de uma escritora que abriu caminhos e desafiou convenções literárias e sociais. O 451 MHz desvenda os enigmas de Lygia Fagundes Telles e convida a ouvir um texto até então inédito da autora.
Participação especial de Adriana Esteves. Depoimentos de Lucia Telles, Nilton Resende, Ignácio de Loyola Brandão, Giovana Madalosso, Cidinha da Silva, Marcelino Freire, Julián Fuks e Tércia Montenegro, Letícia Chagas e Tamy Ghannam. Ilustrações sonoras: Maria Beraldo.
Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o podcast 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
Curious about returning to WordPress events safely? Tune in as WordPress Executive Director Josepha Haden Chomphosy discusses guidelines for returning to in-person events.
Neste episódio, Claudelice dos Santos e a pesquisadora Renata Giannini, do Instituto Igarapé, conversam sobre a violência contra as mulheres no campo. A ativista relata sua luta por justiça após o assassinato de seu irmão e da sua cunhada há 11 anos. Apresentação: Ilona Szabó.
Em meio aos boatos e notícias falsas que circulam pelas redes, quais os riscos e caminhos para a democracia?
A proibição temporária do Telegram no Brasil acendeu aquela que deve ser uma das principais discussões dessas eleições no Brasil: como controlar a circulação de notícias falsas pelas redes sociais. Mapear como essas mentiras se espalham e quais seus impactos para cada público não é algo tão simples. Mas existem trabalhos, como as pesquisas da entrevistada de hoje, que lançam luz sobre os mecanismos por trás das redes de desinformação. Nina Santos é pós-doutoranda no Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Democracia Digital e pesquisadora associada do Centro de Análise e Pesquisa Interdisciplinar em Mídia da Université Panthéon-Assas, e numa conversa muito esclarecedora, falou com Andrea Dip e Clarissa Levy sobre como funciona a propagação de boatos, quais são as estratégias mais utilizadas e qual é a efetividade dos meios que existem até agora para diminuir o problema.
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==== PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA Conheça mais do podcast Rádio Escafandro. Em seu episódio mais recente, um mergulho sobre a distopia atual através do clássico 1984.
== Apresentação: Andrea Dip e Clarissa Levy || Produção: Ricardo Terto || Pauta e Entrevista: Andrea Dip e Clarissa Levy|| Roteiro, Edição e Mixagem Final: Ricardo Terto || Identidade visual e Artes: Cíntia Funchal || Coordenação de Redes Sociais: Ravi Spreizner || Trilha original composta por Pedro Vituri ===== contato: podcasts@apublica.org
Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.orgou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org. Contamos com seu apoio!
This week, Thea Lenarduzzi and Lucy Dallas are joined by Cal Flyn, the author of 'Islands of Abandonment: Life in the post-human landscape’, to venture into the 'extreme north' – part place, part concept – where sparsely populated landscapes have long offered a blank canvas on which to project hopes, dreams and neuroses; the critic En Liang Khong considers Ai Weiwei’s artistic rebellion against the Chinese state, situating its roots in the artist's early years and relationship with his father
'Extreme North: A cultural history' by Bernd Brunner, translated by Jefferson Chase
‘1000 Years of Joys and Sorrows: The story of two lives, one nation, and a century of art under tyranny’ by Ai WeiWei
A atriz Carolina Dieckmann conversa com Michele dos Ramos, assessora especial do Instituto Igarapé, sobre a violência e os crimes cometidos no ambiente virtual. Vítima de assédio e exposição, Carolina dá nome à lei que tenta tonar a internet mais segura para as mulheres. Apresentação: Ilona Szabó.