In this week's round-up, we talk to Mary C Flannery about the continuing attraction of the irrepressible Wife of Bath; and mystery writer Nicola Upson on the unconventional life and unforgettable work of Josephine Tey.
This week’s episode in our series on the great essays and great essayists is about Simone Weil’s ‘Human Personality’ (1943). Written shortly before her death aged just 34, it is an uncompromising repudiation of the building blocks of modern life: democracy, rights, personal identity, scientific progress – all these are rejected. What does Weil have to put in their place? The answer is radical and surprising.
‘Many parents, one imagines, would echo the words of Madame Weil, the mother of Simone Weil, a child every bit as trying as Kafka must have been. Questioned about her pride in the posthumous fame of her ascetic daughter, Madame Weil said: “Oh! How much I would have preferred her to be happy.”’
Salve, rapa, salve massa. Chegamos ao último episódio desta temporada de Mano a Mano, e para fechar esse ciclo com chave de ouro convidamos para trocar uma ideia uma das personalidades políticas mais relevantes dos últimos anos. Com vocês: Marina Silva, ex-senadora, candidata três vezes a presidente da República e hoje ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
O Brasil não tem dados sobre o número de crianças que são devolvidas ao sistema após serem formalmente adotadas. Mas isso acontece. E quando acontece, gera traumas profundos nas crianças e adolescentes.
Além disso, para a Justiça brasileira, não existe diferença entre filhos adotivos e filhos biológicos. Portanto, nos casos em que pais devolvem crianças adotadas após o processo de adoção, esses pais podem sofrer consequências judiciais.
Eles podem ter de pagar pensão alimentícia além de reparação por danos morais, por exemplo.
Advogado especialista no direito de crianças e adolescentes, coautor do livro Abandono de filhos adotivos e titular do perfil de Instagram Direito da Criança em Pauta.
O Brasil teve o mês de julho mais quente em 62 anos, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Em todo o mundo, o mês de junho já havia sido o mais quente para o planeta desde que a medição começou a ser feita em 1850, segundo o observatório Copernicus da União Europeia. Nos últimos meses, no verão dos Estados Unidos, da Europa e da China as ondas de calor atingiram níveis preocupantes, causando incêndios, secas e problemas de saúde. No hemisfério Sul, que ao longo do ano também veio registrando altas temperaturas, as perspectivas para o verão incluem também um novo El Niño – um fenômeno natural que por si só causa o aquecimento do clima – mas que nesse momento de emergência climática, agrava ainda mais as previsões para os próximos meses.
Em paralelo, nas próximas semanas acontecerá a Cúpula da Amazônia, que vai reunir países que dividem o território amazônico para tratar de estratégias coordenadas para a floresta. O evento tem sido considerado como um momento-chave para entender como o Brasil e os países vão se posicionar perante a emergência climática e as disputas que pairam sobre o bioma amazônico – como o projeto de exploração de petróleo na Foz do Amazonas.
Para conversar sobre tudo isso, o Pauta Pública recebe novamente a jornalista Giovana Girardi, que agora é chefe da Cobertura Socioambiental na Agência Pública. No papo Giovana traz os possíveis significados para estas ondas de calor, conta o que esperar do próximo verão no Brasil e reflete quanto tempo ainda temos para minimizar os impactos das mudanças climáticas que todo mundo. "Talvez a gente tenha daqui pra frente anos mais quentes, marcando recordes. O que é bem preocupante."
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Quem faz o Pauta:
● Apresentação: Andrea Dip e Clarissa Levy|| ● Produção: Ricardo Terto || ● Pauta e Entrevista: Andrea Dip e Clarissa Levy || ● Roteiro, Edição e Mixagem Final: Ricardo Terto || ● Identidade visual: Cíntia Funchal || ● Artes: Tayná Gonçalves ● Coordenação de Redes Sociais: Ravi Spreizner || ● Chamadas e teasers: Breno Andreata || ● Trilha original composta por Pedro Vituri
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Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.orgou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org. Contamos com seu apoio!
In the second of our summer round-ups, we revisit Richard Smyth discussing the life and the work of the naturalist Ronald Blythe; and Lucasta Miller on an extraordinary collection of commonplace books.
This week David discusses George Orwell’s ‘The Lion and the Unicorn’ (1941), his great wartime essay about what it does – and doesn’t – mean to be English. How did the English manage to resist fascism? How are the English going to defeat fascism? These were two different questions with two very different answers: hypocrisy and socialism. David takes the story from there to Brexit and back again.
‘He was not, in fact, really a political thinker at all: he had no ideology, he proposed no plan of political action, and he was never able to relate himself comfortably to any political party.’
‘If George Orwell had died in 1939 he would be recorded in literary histories of the period as an interesting maverick who wrote some not very successful novels.’
‘Orwell detested those, mostly on the left, who theorised about situations without having experienced them, a common empiricist prejudice. There is no need to have your legs chopped off to sympathise with the legless.’
Salve rapa, salve massa! Este episódio de Mano a Mano é especial e a resenha é sobre Cannabis. Brown convida Jackeline Barbosa, médica e doutora em ciências médicas pela UFRJ; Emílio Figueiredo, advogado e membro da Comissão do Direito do Setor da Cannabis Medicinal do Conselho Federal da OAB e Juliana Borges, autora do livro "Encarceramento em Massa", para uma conversa sobre a maconha, sua criminalização e os efeitos na sociedade. Bora dar o play? Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Eles saíram de modestos 6,6% da população nos anos 1980 para mais de 30% nos últimos anos e a projeção é que em breve, seja o principal grupo religioso do país. O impressionante crescimento dos evangélicos é sentido sobretudo na política, por serem uma fatia importante do eleitorado e por possuírem uma bancada grande e incontornável no Congresso.
No entanto, se enganam aqueles que acreditam que essa massa é uniforme - existe uma diversidade de necessidades e crenças nesse vasto grupo. Diante deste cenário, um dos grandes desafios num Brasil pós-Bolsonaro, é encontrar aberturas de diálogo que não apenas passem por pautas morais mas por necessidades cotidianas, num país que ainda se mantém em forte tensão política.
Para essa conversa, o Pauta Pública recebe o teólogo e pastor auxiliar Ronilso Pacheco, que além de trazer um olhar aprofundado sobre um tema de muitas camadas, também repercute as falas do pastor André Valadão, investigado recentemente por falas homofóbicas em seus cultos. Ouça agora o Pauta Pública 82 e não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública nas plataformas de áudio.Disponível em Amazon Music, Apple Podcasts, Castbox, Deezer, Google Podcasts, Spotify ou no seu tocador favorito.
Um recado importante:Gosta dos podcasts da Pública? Você pode nos ajudar a lançar um novo podcast sobre um dos maiores escândalos do país envolvendo um grande empresário: as denúncias de crimes sexuais do fundador das Casas Bahia. Em 2021, revelamos a ponta do iceberg sobre este caso, mas ainda há muito para investigar. O Brasil inteiro precisa conhecer essa história. Doe hoje e nos ajude a produzir esse novo podcast: https://agen.pub/Wa
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Uma boa pedida pra emendar com esse programa aqui é ouvir o novo episódio do Dissidentes, podcast conduzido por Renan Sukevicius que traz histórias de quem, às vezes, não encontra lugar no mundo. Nele, é narrada a história de Jaqueline, uma mulher trans que desafia os limites da binariedade em um campo de futebol de várzea de São Paulo. Quer emendar essa história depois do Pauta? Procura por Dissidentes no seu tocador favorito e já deixa na sua playlist.
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● Apresentação: Andrea Dip e Clarissa Levy|| ● Produção: Ricardo Terto || ● Pauta e Entrevista: Andrea Dip e Clarissa Levy || ● Roteiro, Edição e Mixagem Final: Ricardo Terto || ● Identidade visual: Cíntia Funchal || ● Artes: Tayná Gonçalves || ● Coordenação de Redes Sociais: Ravi Spreizner || ● Chamadas e teasers: Breno Andreata || ● Trilha original composta por Pedro Vituri contato: podcasts@apublica.org
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Ouça a segunda parte da entrevista histórica de 1976 de Clarice Lispector para Marina Colasanti, Affonso Romano de Sant'Anna e João Salgueiro. O biógrafo Benjamin Moser e a editora Mariana Delfini ainda comentam os bastidores. Apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
In the first of our seasonal round-ups, we look back at Stephen Marche on the agonies of the writing life; and Nat Segnit dives into Adam Gopnik's survey of mastery.
'On writing and failure: Or, the peculiar perseverance required to
endure the life of a writer', by Stephen Marche
'The real work: On the mystery of mastery', by Adam Gopnik
This week our history of the great essays and great essayists reaches the twentieth century and Virginia Woolf’s masterpiece ‘A Room of One’s Own’ (1929). David discusses how an essay on the conditions for women writing fiction ends up being about so much else besides: anger, power, sex, modernity, independence and transcendence. And how, despite all that, it still manages to be as fresh and funny as anything written since.
‘It is, one might say, a central paradox of modern family life that its members are required to mould themselves in each other’s image and yet to know, as separate individuals or egos, exactly who they are.’
‘The “real world” for Virginia Woolf was not solely the liberal humanist world of personal and social relationships: it was the hauntingly difficult world of Einsteinian physics and Wittgenstein’s private languages.’
‘Woolf, who had once found it humiliating to do her own shopping, spent the last morning of her life dusting with Louie, before she put her duster down and went to drown herself.’
Nesse episódio a resenha é sobre alimentação, saúde da população negra, combate à fome e nutrição. Mano Brown recebe Bela Gil, chef de cozinha e apresentadora de TV, e Denize Ornelas, médica da família e comunidade. Bora ouvir? Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Como reimaginar nossas grandes capitais? A quem devem servir os espaços de uma cidade? Como construir uma São Paulo onde caibam todas e todos?
O resultado do censo do IBGE de 2022 revela parte da dimensão do déficit habitacional no Brasil: só a cidade de São Paulo possui quase 600 mil imóveis vazios. Em paralelo, a capital concentra cerca de 25% de toda população de rua do país, com aproximadamente 48 mil pessoas sem moradia, segundo levantamento do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua. Isso significa que só a capital paulista teria 12 imóveis desocupados para cada pessoa que não tem onde morar.
Paradoxalmente, o mercado imobiliário acumula um crescimento histórico nos últimos anos, com crescimento nos empreendimentos residenciais. A tendência é vista na maioria das grandes cidades do país e levanta questionamentos. Como planejar uma cidade que garanta qualidade de vida aos seus moradores? Quais são os interesses que se contrapõe a um modelo urbano mais acessível e inclusivo?
Alguns dias após a aprovação do Novo Plano Diretor de São Paulo, o Pauta Pública recebe a urbanista Raquel Rolnik. A pesquisadora fala sobre como o setor imobiliário anda definindo o planejamento urbano a partir da especulação e questiona os impactos da desregulação do mercado na vida prática das pessoas. Afinal, o que as disputas na política urbana de hoje tem a ver com a tendência crescente de microapartamentos no centro das capitais? ====
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Você conhece a Rádio Escafandro? O podcast comandado por Thomás Chiaverini e que traz reportagens em formato narrativo.
O episódio 94 que já está nos tocadores questiona o modelo de educação escolar. Em pleno ano de 2023, enquanto o mundo se preocupa com a substituição de humanos por máquinas no mercado de trabalho, ainda mantemos nossas crianças na escola por quase uma década. Este episódio questiona o modelo de educação escolar, fala sobre experiências alternativas e sobre a lei que alterou o formato da educação no ensino médio.
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This week, Kate Hext on women who have run or climbed their way through the world, despite efforts to stop them; and Alice Robb thinks about how - and why - we tell stories through dance.
'In Her Nature: How Women Break Boundaries in the Great Outdoors', by Rachel Hewitt
This week David talks to American historian Gary Gerstle about the shape-shifting journey of the US Republican Party, from the Civil War to the battles of today. How did the party of the North become the party of the South? When did the war party lose its appetite for war? Why does an organisation born out of anti-Catholicism now see its mission as to get Catholics onto the Supreme Court? And what could finally break the party apart?
Join WordPress Executive Director Josepha Haden Chomphosy and Core Tech Lead Mike Schroder as they discuss their favorite new features and enhancements coming in WordPress 6.3.
Segurança Pública é um tema recorrente nos debates públicos e um tema muito falado em campanhas eleitorais por mover emoções, mas dificilmente o assunto é abordado de forma complexa. Em meio a sensação de medo e impunidade ganham apelo os discursos que promovem justiçamento, investimento em polícias ostensivas e outras estratégias que parecem não ter nenhum efeito positivo prático à longo prazo na sociedade.
Soluções fáceis, demagogia e sensacionalismo estão entre as formas mais comuns de interditar reflexões mais elaboradas sobre um assunto que é sempre espinhoso, independente de qual governo esteja no poder. Mas como abordar esse problema? Como um governo progressista pode olhar para esta questão?
O Pauta Pública 80 recebe um especialista nesse tipo de análise. Gabriel Feltran sociólogo, pesquisador, doutor em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e professor na Federal de São Carlos UFSCAR. Publicou, entre outras obras, “Irmãos: uma história do PCC" pela Companhia das Letras, em 2018, obra que originou a série "PCC - Poder Secreto" produzida pela HBO Max.
Nesse papo com Andrea Dip e Clarissa Levy, Gabriel explica como as facções e o crime organizado reagem às políticas de segurança pública e vice-versa, quais os erros de senso comum sobre o assunto e sobre como esse tema pode ser tratado dentro da realidade brasileira.
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Conheça a nova temporada do podcast Vida de Jornalista ==== Quem faz o Pauta:Apresentação: Andrea Dip e Clarissa Levy || Produção: Ricardo Terto || Pauta e Entrevista: Andrea Dip e Clarissa Levy || Roteiro, Edição e Mixagem Final: Ricardo Terto |I Identidade visual: Cíntia Funchal || Artes: Tayná Gonçalves || Coordenação de Redes Sociais: Ravi Spreizner || Trilha original composta por Pedro Vituri
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Celebramos os 4 anos do 451 MHz com a entrevista histórica de 1976 de Clarice Lispector para Marina Colasanti, Affonso Romano de Sant'Anna e João Salgueiro. No final, o biógrafo Benjamin Moser e a editora Mariana Delfini comentam os bastidores. Ouça a segunda parte em 28 de julho. Apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
This week, cycling commentator par excellence Ned Boulting on the Tour de France of a century ago; and Peter Parker delves into the many faces of the self-styled 'Master' playwright, Noel Coward.
'1923: The Mystery of Lot 212 and a Tour de France Obsession', by Ned Boulting
'Masquerade: The Lives of Noel Coward', by Oliver Soden