Salve, comunidade Mano a Mano! Aqui é a Semayat, tudo bem por aí? A gente fez uma mini pausa nas férias só pra trocar uma ideia com vocês. Me conta: como tá o aquecimento pro Carnaval, hein? Aliás… conhecendo alguns de vocês, já dá até pra perguntar: como tá sendo o Carnaval por aí?Seja pra quem tá no bloco, na avenida, ou pra quem curte o Carnaval como arte, mas prefere viver tudo isso com mais calma, a gente quer fazer companhia. Durante todo o mês de fevereiro, preparamos uma seleção especial de episódios com convidados que são ícones da música brasileira. Toda quinta-feira, como já é um clássico, tem um episódio pra você ouvir, revisitar, refletir e curtir do seu jeito.O Mano a Mano tá aqui pra caminhar junto com você, no ritmo que você escolher. Até já já, viu?" Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Today’s episode explores the ideas of two late-twentieth-century thinkers who argued that political philosophy needs to be concerned with more than just justice. David talks to Paul Sagar about why Bernard Williams thought we should focus on questions about legitimacy and why Judith Shklar believed we should spend more time worrying about cruelty. Is the fundamental political question about how to achieve the best or is it about how to avoid the worst? And if it’s the second, where should we start?
Out tomorrow on PPF+: a bonus episode to accompany this series in which David and Paul talk about how personal experience shapes our political and philosophical outlook – a conversation exploring luck, accidents, human frailty and human connection. To get this and all our bonus episodes plus ad-free listening for £5 a month or £50 for the year, sign up to PPF+ now https://www.ppfideas.com/join-ppf-plus
You can find out everything you need to know about this podcast – who we are, what we do, plus merch, events and full lists of our episodes and PPF+ bonus episodes on our website https://www.ppfideas.com
El nacimiento de los copos de maíz y la granola está atravesado por la gran cruzada de su creador: eliminar el deseo sexual y la masturbación
Libros citados:
Guastavino y Guastavino, Andrés Barba
El dilema del omnívoro, Michael Pollan
Cornflake crusade, Gerald Carson
Plain facts for Old and Young, Dr. Harvey Kellogg
Gastro Obscura, Dylan Thuras
La cocina de Lúculo, Julio Camba
Artículos:
John Harvey Kellogg, el gurú de la vida sana, National Geographic
Looking to quell sexual urges? Consider the Graham Cracker, The Atlantic
How the man who gave us corn flakes also introduced the world to light therapy, Pulse Laser Relief (Australia)
Se utilizaron como cita varios fragmentos del film The Road to Welville (1994)
Música:
Maxi Martínez, Brian Bolger, Everet Almond, Density & Time, Dan Lebowitz, Kevin MacLeod.
Em março de 2025, pais de crianças com síndrome de Down ajuizaram uma ação no Supremo Tribunal Federal contra duas leis do estado do Paraná. Eles diziam que as leis estaduais criavam um ambiente segregado na educação das pessoas com deficiência, que isso batia de frente com o que está escrito na Constituição. E que iam na contramão do que estava sendo feito no restante do mundo em termos de educação de pessoas com deficiência.
No alvo da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) movida pela Federação Nacional das Associações de Síndrome de Down estava uma das entidades mais conhecidas e respeitadas quando se fala em pessoas com deficiência. A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae).
A associação foi beneficiada pelas leis do Paraná, que davam a ela e a instituições semelhantes o mesmo status de escola, e facilitava a transferência de recursos federais. No embate entre segregação e inclusão gerado pela ADI 7796, as Apaes se posicionaram pela segregação. Elas inclusive atuaram em prol de um decreto do governo Bolsonaro que possibilitaria replicar, no restante do país, o modelo do Paraná.
O episódio 153 de Escafandro mergulha fundo nesse embate jurídico e tenta entender que interesses estão por trás das leis paranaenses que vão contra o consenso mundial quando se fala em educação de pessoas com deficiência.
Advogado, professor, membro do comitê jurídico da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD) e coordenador da diretoria da pessoa com deficiência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Rio de Janeiro.
Doutora em Serviço Social e Políticas Sociais pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Presidente da Federação Paranaense das Associações de Síndrome de Down (FEPASD).
In the third part of our series David and Paul Sagar explore what the German writer and sociologist Max Weber can teach us about the pitfalls of political life and political philosophy. Why is doing politics so hard? Why is it so hard to know what to do for the best when all the options are bad ones? How can we still do our best when the only means at our disposal is violence? And where does all this leave the prospects for lasting political change?
Next Time: Learning from Bernard Williams and Judith Shklar
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This week, Nick Enfield explores the benefits of playing games - whether or not you keep score; and Mike Jakeman on how the football World Cup has got bigger and bigger.
'The Score: How to stop playing someone else's game', by C Thi Nguyen
'World Cup Fever: A footballing journey in nine tournaments', by Simon Kuper
'The Power and the Glory: A new history of the World Cup', by Jonathan Wilson
O aumento dos feminicídios e os crescentes casos de crueldade contra mulheres e também contra animais voltaram a expor um tipo de violência que, em geral, é praticada por homens e meninos. Mais do que episódios isolados, esses crimes revelam uma cultura de agressividade que atravessa as relações pessoais e é incentivada e, por vezes, até exibida nas redes sociais.
Neste episódio do Pauta Pública, a conversa é com a antropóloga Isabela Venturoza, que pesquisa masculinidades e atua em grupos de reflexão com homens autores de violência e em rodas de conversa sobre o tema com adolescentes. Na conversa com Andrea Dip, ela analisa como a masculinidade se organiza e porque esses discursos e práticas violentas são tão eficientes em se espalhar.
Existe saída para esse ciclo? Ouça o episódio completo e deixe sua opinião nos comentários. Curta e compartilhe o Pauta Pública para que este debate alcance mais pessoas. Você também pode colaborar com nosso trabalho em apoie.apublica.org
Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.orgou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org. Contamos com seu apoio!
A crônica, gênero que encontrou no Brasil um terreno fértil e ajudou a popularizar grandes nomes da nossa literatura, é o assunto deste episódio, que reúne os cronistas Humberto Werneck, autor de Viagem no País da Crônica (Tinta-da-China Brasil), e Luís Henrique Pellanda, de A Crônica Não Mata: Notas do Isolamento (Arquipélago Editorial). Com bom humor, eles falam do charme da crônica à brasileira e contam casos saborosos de medalhões como Rubem Braga, Fernando Sabino e Carlos Drummond de Andrade. A conversa aconteceu durante A Feira do Livro 2025, com mediação do jornalista Ruan de Sousa Gabriel, do jornal O Globo.
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Salve, comunidade Mano a Mano! Aqui é a Semayat, tudo bem por aí? A gente fez uma mini pausa nas férias só pra trocar uma ideia com vocês. Me conta: como tá o aquecimento pro Carnaval, hein? Aliás… conhecendo alguns de vocês, já dá até pra perguntar: como tá sendo o Carnaval por aí?Seja pra quem tá no bloco, na avenida, ou pra quem curte o Carnaval como arte, mas prefere viver tudo isso com mais calma, a gente quer fazer companhia. Durante todo o mês de fevereiro, preparamos uma seleção especial de episódios com convidados que são ícones da música brasileira. Toda quinta-feira, como já é um clássico, tem um episódio pra você ouvir, revisitar, refletir e curtir do seu jeito.O Mano a Mano tá aqui pra caminhar junto com você, no ritmo que você escolher. Até já já, viu? Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
In the second episode in our short series about how the history of ideas can help with the deepest puzzles of politics, David talks to political theorist Paul Sagar about the eighteenth-century polymath Adam Smith. Normally thought of as the original champion of free-market economics, Smith was far more interested in history, human psychology and the problems inherent in all political systems. What does it mean to live in a commercial society? How should we understand the promise and pitfalls of equality? Where does human liberty come from? And why has the Adam Smith Institute made a mockery of his name?
Next time: Learning from Max Weber
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As January draws to a close, we take a look back through some of the conversations we have had so far in 2026.
First, publisher Alessandro Gallenzi joined us to reveal how he turned literary detective and uncovered Dylan Thomas's youthful plagiarism, then Joanna Kavenna explains why she invented a game to write her new novel, Tristram Fane Saunders surveys the poetic landscape and Maria Scott talks us through her discovery of photographs of Jeanne Duval, muse and lover of Charles Baudelaire.
Today it’s the first episode in a new series asking why contemporary political philosophy struggles to make sense of the deepest problems of politics and exploring how the history of ideas might help. David talks to political theorist Paul Sagar about why looking for justice might be the wrong place to start. Instead, Paul suggests we start with Aristotle, for whom the search for justice was the problem not the solution. So what should we do instead?
To keep up with what’s coming next and for more news about the podcast do follow us on Bluesky: @ppfideas.bsky.social
O colonialismo, enquanto sistema de dominação política, econômica e cultural, foi historicamente justificado por ideologias de superioridade. Diferentemente dos séculos passados, hoje ele não se manifesta apenas pela exploração de recursos naturais e da força de trabalho, mas se materializa também na coleta massiva de informações e dados para o desenvolvimento de tecnologias. Esses dados, concentrados nas mãos de grandes corporações do Norte Global, passam a operar segundo interesses políticos e econômicos que aprofundam desigualdades sociais e flertam com ideologias autoritárias.
Como superar esse colonialismo digital e de dados? Existe um caminho para o Brasil garantir sua soberania digital? Essas são algumas das questões levantadas neste episódio do Pauta Pública, que conta com a participação de Sérgio Amadeu. Sociólogo e professor da UFABC, ele é referência no debate sobre tecnologia e sociedade. Amadeu já esteve à frente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação e do Comitê Gestor da Internet no Brasil, além de apresentar o podcast Tecnopolítica.
Ouça agora mesmo o episódio completo e deixe sua opinião nos comentários.
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Quem foi Miró da Muribeca? Neste episódio do 451 MHz, a colunista Bruna Beber recebe o escritor e biógrafo Wellington de Melo em um passeio pela vida e pelos versos do poeta pernambucano, morto em 2022. Autor de Estou Quase Pronto: Uma Biografia de Miró da Muribeca (Cepe), Melo conta como João Flávio Cordeiro da Silva se tornou o poeta performático que saiu do bairro da Muribeca, em Recife, e rodou o Brasil recitando poemas sobre a vida urbana e a exclusão social.
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This week, Maria Scott on recently discovered photographs of Jeanne Duval, muse and lover of Charles Baudelaire; and Pratinav Anil weighs up the case for and against reparations.
'Reparations: Slavery and the tyranny of imaginary guilt', by Nigel Biggar
'The big payback: The case for reparations for slavery and how they would work', by Lenny Henry and Marcus Ryder
Today’s episode is the second part of David’s conversation with Helen Thompson about what makes living in a world dominated by the United States so strange. What has changed about American power in the twenty-first century? Is Trump a deviation from the norm or is he simply an extension of it? Why does Greenland matter? And what is at stake as the contest between the US and China ramps up to the next level?
Next Time: What’s Wrong with Political Philosophy?
Incogni Special Offer for PPF listeners: https://incogni.com/pastpresentfuture (then use code PPF for 60% off annual plans)
The first of a two-part conversation in which David talks to Helen Thompson about how to understand the extraordinary and unlikely power of the United States, from its origins to its current incarnation. How strange would it once have seemed to live in a world dominated by a state from the Western hemisphere? When did the US overcome its natural disadvantages to achieve superpower potential? What does the rest of the world get wrong about how American power actually operates? And what might come next?
A reminder that the second part of David’s conversation with Glen Rangwala about the trial and execution of Saddam Hussein is available now on PPF+. To get this and all our bonus episodes plus ad-free listening sign up to PPF+ today https://www.ppfideas.com/join-ppf-plus
Next Time: The Weirdness of American Power Part 2 – Trump and the Future
O ano de 2026 começou com uma notícia que surpreendeu a todos, mas que preocupa particularmente os países da América do Sul: o ataque dos Estados Unidos à Venezuela e a prisão de Nicolás Maduro e Cilia Flores. Neste episódio, o Pauta Pública recebe o cientista político Guilherme Casarões para analisar os riscos de transformar o discurso do combate ao chamado “narcoterrorismo” em licença para invadir países, derrubar governos e redesenhar fronteiras à força.
Professor da Florida International University, nos Estados Unidos, e coordenador do Observatório da Extrema Direita, Casarões explica o que está por trás do “Corolário Trump”: a retomada da Doutrina Monroe, que determina que cabe aos Estados Unidos o controle dos recursos naturais, da infraestrutura e do fluxo de pessoas no que considera seu espaço natural de interesse: as Américas. Uma lógica que, segundo ele, aprofunda instabilidades, rompe regras do direito internacional e ameaça diretamente os países da região.
O Pauta Pública chega ao episódio número 200! Agradecemos a companhia dos ouvintes de longa data, e damos as boas-vindas aos que estão chegando agora! Se você gosta do nosso trabalho, compartilhe com os amigos e acompanhe as demais coberturas da Agência Pública em apublica.org O curso “Lawfare – a influência dos EUA ontem e hoje”, com Natalia Viana, vai explicar como a lei pode deixar de ser instrumento de justiça para se tornar arma política. Saiba mais em apoie.apublica.org/curso
Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.orgou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org. Contamos com seu apoio!
Dois cronistas da vida paulistana, os escritores Fabrício Corsaletti e Ricardo Terto conversam neste episódio sobre a relação da crônica com a rua e o cotidiano. Corsaletti, autor da coletânea Um Milhão de Ruas (Editora 34), conta como a escrita nasce das andanças pela cidade, enquanto Terto, de Brincadeira Sem Futuro (Todavia), fala como reinventa a infância na Zona Leste da capital. A conversa, gravada durante A Feira do Livro 2025, foi mediada pela escritora Luana Chnaiderman e transformada em podcast para celebrar São Paulo, que completa 472 anos em 25 de janeiro.