This week, Lucy Dallas and Toby Lichtig are joined by Mary Norris, a New Yorker and editor at - what else? - the New Yorker magazine, to discuss the changing life of the city and its inhabitants; Yoojin Grace Wuertz talks us through a film garlanded with Oscar nominations, Minari, which casts a new light on the immigrant story and the American Dream; plus, the week's fiction reviews
New Yorkers: A city and its people in our time by Craig Taylor
Pretend It's A City: Netflix
The Barbizon: The New York hotel that set women free by Paulina Bren
Ao longo de três décadas, Luiz Carlos da Rocha, o Cabeça Branca, construiu um gigantesco império do tráfico. A Polícia Federal estima que, no auge das operações, o esquema do traficante escoava cerca de 5 toneladas de cocaína por mês.
A droga produzida na Colômbia e na Bolívia era levada de aviões até o estado do Mato Grosso. De lá, era escoada por terra até São Paulo, onde parte era distribuída para o mercado interno, parte era exportada para a Europa, pelo porto de Santos.
Esse esquema fez com que Cabeça Branca se tornasse o maior traficante de drogas da história do Brasil. Mas os negócios chegaram ao fim em 2017, com a prisão de Luiz Carlos da Rocha, na cidade de Sorriso (MT).
Para chegar a isso, a Polícia Federal criou uma operação de longo prazo e usou métodos detetivescos modernos e elaborados, que parecem saídos de um roteiro de Hollywood.
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Jornalista e escritor, especialista em narcotráfico e crime organizado. É repórter da revista Piauí e autor dos livros Cabeça Branca, Cocaína – Rota Caipira, e O Delator, todos publicados pela editora Record.
Delegado da Polícia Federal, foi responsável pela operação Spectrum, que culminou na prisão de Luiz Carlos da Rocha, narcotraficante conhecido como Cabeça Branca.
– Ficha técnica:
Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini