In this video, we make this simple dice game in FreeCAD, run the CAM part and cut it on the CNC machine. I recently got a new CNC – a more detailed article on the machine will follow soon.I this article I will machine this simple dice game on the CNC and go step by step through the necessary operations in FreeCAD.
How to use the alias macro: https://www.youtube.com/watch?v=0zxjOB2Cao8
The Paths feeds and speeds addon: https://github.com/dubstar-04/FeedsAndSpeeds
Generic feeds and speeds from Sorotec (in German): https://www.sorotec.de/webshop/Datenblaetter/fraeser/schnittwerte.pdf
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Em um cenário de cada vez maior dependência dos serviços das chamadas Big Techs, quais são as tecnologias, comunidades e ideias que funcionam na internet para além dessas grandes empresas? Como elas estão construindo uma relação mais comunitária, diversa, de acesso livre, proteção à privacidade e fomento à autonomia com as tecnologias?
A proposta deste projeto, feito em parceria com o Goethe-Institute de Porto Alegre, é trazer estes projetos, ferramentas, softwares, sites, ideias e iniciativas que estão re-imaginando novos horizontes tecnológicos para além das big techs. Ao contrário do que o senso comum imagina, muitas iniciativas hoje, e já há algumas décadas, estão buscando construir tecnologias e a internet de formas mais colaborativas, justas e seguras para suas comunidades. Estas iniciativas foram divididas em cinco eixos: Comunidade; Privacidade; Diversidade; Acesso Livre; e Autonomia/Soberania Tecnológica.
In this video I will review the Aufero Laser Cutter that was provided to me
from Ortur. The Aufero is a mid sized, portable laser cutter and engraver that
comes with three different modules that have a different power and capabilities.
A décima BaixaCharla ao vivo, "Não há saídas?", foi uma conversa entre Leonardo Foletto e Elias Maroso , artista e pesquisador. Falamos a partir de suas obras - objetos, intervenções no espaço e dispositivos energéticos - da busca por autonomia, das saídas encontradas e a encontrar, dos atravessamentos possíveis entre arte, tecnologia e política, do realismo capitalista, da potência vicejante do rádio e outros temas correlatos.
A nona BaixaCharla ao vivo, sexta de 2021, foi uma conversa entre Leonardo Foletto e Lucas Pretti sobre e a partir de “Devastação” (2020), livro de artista de Lucas que contém nove ensaios que articula links entre tecnopolítica e meio ambiente para desvelar forças operantes na silicolonização do mundo.
In this video, I review the Unison MIDI Chord Pack, which is advertised as a revolution for beginners who want to produce great music or great beats. It's not.
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YOUTUBERS APPEARING IN THIS VIDEO
Liam Taylor
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Falta mais um dia para você apoiar nossa campanha na Catarse do "Manifestos Cypherpunks". O Livro organizado por Leonardo Foletto em parceria com a editora monstro do mares, reúne manifestos essenciais que, escritos nos anos 1990, prenunciavam o que vivemos hoje: a rede tomada pelo neoliberalismo do Vale do Silício. Seus autores sugerem: ainda é possível lutar por uma internet livre e pelo direito à criptografia em defesa da privacidade.
Leonardo Foletto, editor do BaixaCultura e organizador de livro “Manifestos Cypherpunks”, conversou com André Ramiro, pesquisador em criptografia e um dos fundadores do IP.Rec, autor do posfácio desta edição. A proposta foi falar um pouco sobre os três manifestos presentes no livro, seu contexto de produção e sua atualidade para 2021. Ocorreu dentro do #criptoagosto, uma série de eventos, debates e atividades para falar da importância da criptografia, organizado pela Coalizão Direitos na Rede.
A oitava BaixaCharla ao vivo falou sobre racismo algorítmico a partir de “Comunidades, Algoritmos e Ativismos Digitais: Olhares Afrodiaspóricos“, organizado pelo nosso convidado da conversa, Tarcízio Silva, que é pesquisador, produtor cultural e mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela UFBA, doutorando em Ciências Humanas e Sociais na UFABC, Tech + Society Fellow pela Fundação Mozilla e curador na Desvelar. Participaram também Larisse Gomes, cientista social, mestra e doutoranda em antropologia social pela UFSC; e Tatiana Balistieri e Leonardo Foletto, do BaixaCultura.
Laser cutting a business card: In this video we create a wooden NFC business card with an epoxy inlay. The card contains a NFC chip with contact details or a website information. If you put it close to a phone it will show the contact details or open a website.
#podcast #antropología #análisis
Hoy vamos a explorar un aspecto del que se habla muy poco cuando se mencionan las virtudes del cantautor uruguayo, Jorge Drexler. Resulta que a lo largo de toda su carrera podemos rastrear temáticas recurrentes en sus canciones: migración, la vida en las fronteras, la trashumancia de la especie humana, la exploración de las raíces del propio árbol genealógico, las paradojas del mundo global y las tradiciones, entre otras. Resulta también, que estas temáticas son también objeto de estudio de la antropología, y todas las ciencias sociales. Repasaremos algunas canciones de sus discos e iremos desarrollando estas temáticas, siempre desde una perspectiva antropológica, uniendo los puntos de este vasto universo.
El músico y antropólogo Juan Manuel López Manfré (A.K.A. Biografía Mutante) habla de música desde una perspectiva antropológica, cruzando artistas musicales con autores de las ciencias sociales. A veces, entrevista personas claves para construir nuevas miradas a fenómenos musicales como la música urbana, el pop, el rock, etc. "La idea es que hablemos de música como si se nos jugara la vida en ello, fieles a la premisa de que hay algo tan lindo como hacer y escuchar música, y eso es conversar sobre música."
Música y antropología para la vida.
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El episodio "La obsesión antroplógica de Jorge Drexler": https://youtu.be/Hy20AETSFfg
"La idea es eternmente nueva. Cae la noche y nos ponemos a bailar en la cueva." Canta Drexler y con esta imagen nos lleva a las temáticas que le interesan a la antropología y hasta incluso la biología: migración, la continuidad de la vida y la evidencia científica que comprueba que somos individuos de una especie que comparte muchísimo más de lo que nos separa.
El músico y antropólogo Juan Manuel López Manfré (A.K.A. Biografía Mutante) habla de música desde una perspectiva antropológica, cruzando artistas musicales con autores de las ciencias sociales. A veces, entrevista personas claves para construir nuevas miradas a fenómenos musicales como la música urbana, el pop, el rock, etc. "La idea es que hablemos de música como si se nos jugara la vida en ello, fieles a la premisa de que hay algo tan lindo como hacer y escuchar música, y eso es conversar sobre música."
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El episodio del podcast dedicado a Bob Dylan: https://anchor.fm/antropologiapop/episodes/9-Existe-Bob-Dylan--Un-dilogo-entre-un-antroplogo-y-un-historiador--y-fanticos-de-Dylan-eg23h2
Hoy vamos a utilizar la teoría del antropólogo Victor Turner para entender lo que representa la figura de Bob Dylan en la sociedad.
Para conocer más la obra del antropólogo Victor Turner: https://youtu.be/rhusj6j3jQw
El músico y antropólogo Juan Manuel López Manfré (A.K.A. Biografía Mutante) habla de música desde una perspectiva antropológica, cruzando artistas musicales con autores de las ciencias sociales. A veces, entrevista personas claves para construir nuevas miradas a fenómenos musicales como la música urbana, el pop, el rock, etc. "La idea es que hablemos de música como si se nos jugara la vida en ello, fieles a la premisa de que hay algo tan lindo como hacer y escuchar música, y eso es conversar sobre música."
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Veja mais episódios do #ChoquedeCultura pela Globoplay: http://bit.ly/CHOque
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Terça: Na íntegra (episódios/entrevistas emblemáticas de programas do Canal Brasil)
Quarta: Rapidinhas (vídeos curtos para deixar com gostinho de quero mais)
Quinta: #TBT (episódios clássicos na íntegra)
Sexta: Clipes de shows e de programas musicais
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La película de Todd Philips, protagonizada por Joaquin Phoenix se convirtió en un suceso de los últimos tiempos de la cultura pop. A través de un ejercicio de "imaginación sociológica" vamos a hablar del contexto social en el cual se desarrolla la personalidad quebrada del joker: una gotham city colapsada debido a un paro de recolectores de residuos, un estado que se contrae y recorta en el sistema de salud, y un empresario -Thomas Wayne - en pleno raid político postulándose a Alcalde de la ciudad. También tenemos de invitada a Julieta Desmarás para hablar de Jason C. Frank, un músico folk que aparece en la banda sonora y que comparte con el protagonista de la película una historia de fragilidad y sensibilidad del alma humana. En este viaje antropológico, donde una cosa lleva a la otra, hablaremos también del artista ibérico-taiwanés PUTOCHINOMARICON y del antropólogo mexicano-norteamericáno Renato Rosaldo.
El músico y antropólogo Juan Manuel López Manfré (A.K.A. Biografía Mutante) habla de música desde una perspectiva antropológica, cruzando artistas musicales con autores de las ciencias sociales. A veces, entrevista personas claves para construir nuevas miradas a fenómenos musicales como la música urbana, el pop, el rock, etc. "La idea es que hablemos de música como si se nos jugara la vida en ello, fieles a la premisa de que hay algo tan lindo como hacer y escuchar música, y eso es conversar sobre música."
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Hoy ahondaremos en el mundo creativo de Gustavo Cerati para descubrir lo que el antropólogo Claude Levi-Strauss llama "el pensamiento en estado salvaje". Mucho se habló de su forma de componer y producir música utilizando samples, pero pocos descubrieron que esa misma lógica -la de cortar y pegar- también opera en la composición de sus letras, utilizando fragmentos de obra de autores como Jorge Luis Borges o Roland Barthes. La forma de componer de Gustavo Cerati nos remite a aguas más profundas y nos sirve como excusa para explorar lo que Levi Strauss llama "el pensamiento bricolleur": echar mano de lo que uno tiene a disposición para crear algo nuevo.
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¿Jugar o trabajar? El biólogo y epistemólogo Huberto Maturana definió el juego y la acción de jugar como "acciones centradas en sí mismas", es decir que no esperan ninguna recompensa más que la de estar haciéndolo. El músico uruguayo Eduardo Mateo se confiesa un autodidacta de la música y que siempre se dedicó a jugar con la sonoridad que generaba con la g uitarra. Sostengo que el disco CUERPO Y ALMA (1983) es un documento sobre lo que es el juego en la especie humana. También, el disco 30 Minutos de vida (1969) del musico argentino Moris refleja otra forma del estar presentes: la catarsis.
FE DE ERRATAS: el disco de Eduardo Mateo se llama CUERPO Y ALMA.
Para escuchar CUERPO Y ALMA: https://youtu.be/mpwYO2YxVtY
Para escuchar 30 MINUTOS DE VIDA: https://youtu.be/Zo2Skx9Ykq8
Un muy lindo mini documental de Moris: https://youtu.be/QF06vdbABCw
El músico y antropólogo Juan Manuel López Manfré (A.K.A. Biografía Mutante) habla de música desde una perspectiva antropológica, cruzando artistas musicales con autores de las ciencias sociales. A veces, entrevista personas claves para construir nuevas miradas a fenómenos musicales como la música urbana, el pop, el rock, etc. "La idea es que hablemos de música como si se nos jugara la vida en ello, fieles a la premisa de que hay algo tan lindo como hacer y escuchar música, y eso es conversar sobre música."
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