PQF é uma série documental que experimenta a forma-filme de uma sessão de análise convidando analistas para falarem de si e de seu trabalho.
No episódio #13 o psicanalista Emiliano de Camargo David fala de sua trajetória, das marcas da vida familiar, da questão racial, da formação na universidade em momentos antes e depois de políticas de inclusão, de trabalhos no SUS, em escutas para além de consultórios e também em consultório particular.
“A criação do negro no Brasil está imbricada à criação do louco e a criação do louco no Brasil está imbricada à criação do negro (...) Então eu começo a me perguntar por que é que luta antimanicomial e luta antirracista me pareciam não tão aproximadas”.
Para outras informações e materiais (como o PDF da transcrição do episódio) acesse: psisquefalam.com
Michael Charuto conta sua vivência com movimento punk, o mundo da luta e sua temporada na tailândia.
Instagram do convidado: @michaelcharuto
Agradecimento especial ao apoiador Flávio Moreira que doou ao canal um par de microfone de lapela para melhora dos nossos vídeos, siga nosso apoiador no Instagram: @__moreirafla @adonai_informatica
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Este canal é um projeto criado para dar voz a pessoas comuns, que não tem suas histórias contadas pela mídia.
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00:00 - Início
05:57 - Juventude no Catete
12:11 - Primeiro emprego em loja de Surf
17:18 - Cansei de apanhar na rua
25:45 - Minha primeira luta
36:56 - Virei treinador de Muay Thai
41:22 - Temporada na Tailândia
01:16:50 - Muay Thai no Brasil
01:29:45 - O legado da Baan Naksu
01:35:53 - O erro e o acerto da minha vida
A proliferação mundial dos sistemas de inteligências artificiais generativas em 2023 quebra um paradigma na história da arte ao tornar a cópia ainda mais elemento de criação. Tudo que está na internet e foi raspado – sem consentimento – por estes sistemas está sendo a base para a criação de inúmeras coisas, de cards de redes sociais a ilustrações, passando por artigos, filmes, livros e músicas. Se já no início do século XX a reprodução técnica tornava a cópia e o “original” não facilmente distinguíveis, o que dirá a partir de 2023, quando as IAs ampliam a reprodução digital e, cada vez mais, a separam de sua materialidade original, que passa a se transformar em mero dado, padrões de números a alimentarem grandes bancos onde não existe mais singularidade, apenas cópia.
Diante disso, qual será o papel da cópia na era da IA Generativa? Estamos em uma investigação para entendermos o papel da cópia (e do desvio) ao longo dos últimos séculos na história da arte.
O projeto Cópia & Desvio é uma série de conferências experimentais/performances sobre o direito para copiar e reutilizar o conhecimento humano. Organizado em quatro atos, o objetivo é apresentar uma narrativa crítica sobre a cópia e sua relação com a política e a sociedade ao longo do tempo.
A primeira se chama “A cópia na era de sua proliferação técnica” e ocorreu ao vivo em 24 de outubro, às 19h (UTC-3).
Rafael Bresciani e Leonardo Foletto vão criar artefatos sonoros e visuais para compor a narração da conferência, centrada nas práticas e reflexões de cópia no século XX, de Walter Benjamin a Lev Manovich, passando por Duchamp, Debord, Warhol, entre vários outros.