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Advogado do Master encaminhou foto de Gonet com Vorcaro fumando charuto em Londres


Mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro pela Polícia Federal (PF) mostram uma imagem do procurador-geral da República, Paulo Gonet, em uma confraternização ao lado do dono do Banco Master em Londres, no Reino Unido. Na foto, Vorcaro aparece sentado próximo a Gonet, que exibe um charuto nas mãos e em frente a uma mesa com copos de uísque. A imagem foi enviada pelo advogado Ciro Soares, ex-defensor do Master, em 19 de junho de 2025, seguida da mensagem: "PG me mandou". PG são as siglas de Paulo Gonet. Procurada, a assessoria de imprensa da Procuradoria-Geral da República confirma a autenticidade da foto e diz que não vai comentar. A pessoas próximas, Gonet afirma que a foto foi tirada em abril de 2024, mas que não revela nenhuma intimidade com Vorcaro. As mensagens de Soares que citam Gonet foram reveladas quando o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou um relatório da PF que também inclui menções ao ministro Alexandre de Moraes. Na ocasião, Mendonça pediu que o caso fosse levado ao plenário da Corte, que deve avaliar se autoriza ou não uma investigação do magistrado. A discussão, porém, foi adiada na terça-feira (15), após pedido de vista do ministro Flávio Dino. Citado no relatório, Gonet defendeu a nulidade do documento produzido pela PF, já que foi produzido por solicitação de Mendonça, sem um pedido prévio do Ministério Público ou da Polícia Federal. Além disso, o procurador-geral pontua que a lei prevê a necessidade de autorização do plenário do STF para que um integrante da Corte seja investigado. Nas mensagens tornadas públicas por Mendonça, Gonet falou sobre a intenção de fumar charuto e beber uísque Macallan com o banqueiro em Londres. O encontro seria na segunda edição de um Fórum Jurídico patrocinado pelo Master na Inglaterra, em 2025, que acabou sendo cancelado. Print das mensagens de celular do advogado Ciro Soares, ex-defensor do Banco Master, para Daniel Vorcaro, dono da instituição, mencionando o PGR, Paulo Gonet Reprodução Degustação com Moraes e Andrei No ano anterior, Gonet esteve na primeira degustação bancada por Vorcaro, que também contou com as presenças do ministro Alexandre de Moraes e do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues. Naquela época, Vorcaro desembolou R$ 3,2 milhões para promover um evento privado de degustação de Macallan no George Club, em Londres. Em outro trecho da conversa, Soares envia mensagens a Vorcaro que diz terem sido enviadas por Gonet, em que diz "estar com saudade" do banqueiro. “Agradece muito o carinho. Saudades dele, vamos marcar de estar juntos”, responde Vorcaro a Soares, falando sobre a relação com Gonet. Depois, Soares confirma a Vorcaro que Gonet vai a Londres com eles, e encaminha a mensagem em que o procurador aborda a degustação: “Oba! Tomara que tenha charuto e Macallan”.

DF recorre à fala de Lula para cobrar no STF apoio federal ao BRB


O Governo do Distrito Federal (GDF) afirmou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que o governo federal “não vai dar dinheiro” ao Banco de Brasília (BRB) mostra a resistência da União em participar de uma solução para capitalizar o banco distrital, que enfrenta uma crise após o escândalo do Banco Master. A manifestação foi apresentada na quinta-feira (17) ao ministro Luiz Fux, relator da ação na qual o DF cobra que a União conceda aval ao empréstimo bilionário para socorrer o BRB. A União é contra o aval porque, em caso de calote do banco ou do GDF, os custos recairiam sobre os cofres públicos federais. O DF pediu que a declaração de Lula seja considerada na análise do processo. Segundo a petição, Lula afirmou, em um evento em Ceilândia (DF), na noite de 16 de setembro, que “não vamos deixar o povo sem dinheiro, mas não vamos dar dinheiro para o BRB”. Empréstimo junto ao FGC A Procuradoria do DF argumenta que a declaração deve ser analisada em conjunto com o histórico de dificuldades para colocar em prática o acordo firmado em maio e homologado pelo STF para viabilizar o empréstimo ao BRB. O acordo prevê um empréstimo do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) ao Distrito Federal para capitalizar o BRB. O DF ofereceu como contragarantia receitas correspondentes às suas cotas do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O documento também previa uma fiança de um sindicato de bancos S1. Essa fiança, contudo, não foi constituída. De acordo com o DF, o Banco do Brasil informou, em agosto, que “jamais houve a constituição de consórcio de bancos”. Na audiência realizada em 13 de agosto, a União também informou que não pretendia atuar como garantidora da operação, o que já estava previsto no acordo homologado em maio. O DF argumenta que a União não precisaria desembolsar recursos do Tesouro Nacional para prestar a garantia ao empréstimo. A garantia da União, na visão do DF, poderia destravar o empréstimo, diante da resistência dos bancos e do FGC. “Uma coisa é a União entregar dinheiro ao BRB. Outra, juridicamente diversa, é garantir operação de crédito cujos recursos vêm do FGC e cujo pagamento cabe ao Distrito Federal”, afirma a Procuradoria. Por outro lado, se a União for avalista da operação, caberá ao Tesouro honrar a dívida em caso de calote. Por isso, a resistência do governo federal, que também entende que o caso do BRB é um problema que precisa ser resolvido pelas autoridades locais.

Anthropic amplia esforço em segurança de IA e impulsiona ações da Accenture


As ações da Accenture dispararam no pós-mercado de Nova York desta sexta-feira (18), depois de um pregão difícil, na sequência do anúncio de uma parceria entre a Anthropic e a empresa de consultoria tecnológica para atuar em segurança de inteligência artificial. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Datafolha: Para 47% dos eleitores, crise no STF e caso Master terão influência em seu voto


A crise no Supremo Tribunal Federal (STF) e o caso do Banco Master exercerão influência sobre o voto de 47% dos eleitores, aponta recorte da pesquisa do Datafolha divulgado nesta sexta-feira (18). Para 49%, a crise não exercerá influência sobre o voto e 4% não souberam responder. Os que declararam que a crise impactará a escolha dos candidatos se dividem em dois grupos: os que acreditam que a crise terá um peso grande na definição (36%) e os que afirmaram que o assunto terá importância, mas baixa (11%). O Datafolha ouviu 2.001 eleitores entre os dias 15 e 17 de setembro. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa, encomendada pelo jornal Folha de S. Paulo e pela Globo, está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-04029/2026. Para 26% dos eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a crise no Judiciário terá grande influência sobre o voto. Já, entre os eleitores de Flávio Bolsonaro (PL), o percentual é de 45%. Entre os que não se consideram alinhados a nenhum dos dois candidatos, o percentual é de 43%. Sessão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a investigação do ministro da Corte Alexandre de Moraes Rosinei Coutinho/STF

Lula diz que vai acabar com 'a pouca vergonha do futebol' em crítica a times por apoio a bets


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), criticou os clubes de futebol nesta sexta-feira (18), em comício em Guarulhos, pela defesa que os times fizeram das bets. Segundo Lula, é "uma balela" a tese de que o o futebol vai acabar sem patrocínio de bet. "A gente vai acabar com as bets e vai acabar com a lavagem de dinheiro, com a safadeza e com a roubalheira. Eu sou presidente da República e vou acabar com a pouca vergonha no futebol", afirmou. Leia mais "Os times disseram que se eu acabar com as bets eu vou acabar com o futebol. Importante lembrar que o São Paulo foi campeão do mundo três vezes e não tinha bet, o Santos, o Grêmio, o Internacional, o Flamengo, até meu Cortinhians foi duas vezes e não tinha bet", Lula ainda brincou, "só o Palmeiras que não teve mundial com e sem bet". O presidente afirmou que se depender só da vontade pessoal dele, vai acabar com as bets. A fala de Lula é uma resposta a um documento publicado pelos principais times do país. Em manifesto publicado na noite de quinta-feira (17), alguns dos principais clubes de futebol do país defenderam o mercado regulado de apostas no Brasil. O documento é uma reação à possibilidade de o Governo Federal publicar uma Medida Provisória que proibiria os jogos de cassino online. O texto foi publicado nos perfis da Federação Paulista de Futebol, em parceria com Palmeiras, Santos, São Paulo e Corinthians, da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, de Botafogo, Flamengo, Fluminense, Vasco e Cruzeiro. A nota afirma que “o investimento das empresas de apostas autorizadas tornou-se uma das principais fontes de receita do esporte” e que esses “recursos também alcançam equipes de menor expressão, divisões de acesso e competições com menor exposição comercial”. O manifesto também alerta que mudanças nas regras não farão “com que as apostas deixem de existir”, mas que elas podem empurrar os apostadores para o mercado ilegal. 1

Gilmar Mendes diz que reajuste de 15% do Bolsa Família não fere regras eleitorais


O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu, nesta sexta-feira (18), que o reajuste de 15% do Bolsa Família, anunciado pelo governo federal, não fere as regras eleitorais. Segundo o magistrado, a medida faz parte de uma "atualização periódica dos valores prevista no marco legal". "A providência adotada corresponde, portanto, à atualização periódica dos valores prevista no marco legal que disciplina atualmente a política pública e que já foi reconhecido por esta Corte como instrumento de concretização da ordem proferida nestes autos. Nos termos do quanto decidido no MI 7300-ED, ainda, não se vislumbra violação da Lei 9.504/97", decidiu o ministro nesta sexta-feira. Na decisão, Mendes pontua, por exemplo, que a medida não estabelece a criação de novo benefício, nem altera dos critérios de elegibilidade ou amplia do universo de beneficiários. "Trata-se apenas de atualização dos valores das prestações integrantes de programa social já existente, mediante critério objetivo de correção monetária", pontuou. O anúncio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi feito na quinta-feira (17), a 17 dias das eleições, e aconteceu em meio ao crescimento de Flávio Bolsonaro (PL) nas pesquisas eleitorais. O reajuste do benefício começará a valer em 19 de outubro, antes do segundo turno das eleições presidenciais. Após críticas sobre o anúncio feito a 17 dias das eleições, a Advocacia-Geral da União (AGU) se posicionou e disse que que o reajuste pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) “está fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”. Em nota à imprensa, o órgão disse que a correção pelo INPC, sem ampliação do público atendido, não caracteriza uma conduta vedada pela legislação eleitoral. Com a medida, o piso do programa passará dos atuais R$ 600 para R$ 691. O impacto será de R$ 5,8 bilhões neste ano, a partir da folha de outubro, e de cerca de R$ 22 bilhões em 2027. Bolsa Família Divulgação/Governo federal

BTG acerta controle do Nubank Parque e encerra disputa judicial com WTorre


Após uma disputa judicial nos últimos anos, BTG Pactual e WTorre chegaram a um acordo que dará ao banco o controle da sociedade responsável pela operação do Nubank Parque, estádio do Palmeiras. O acordo pacifica o embate entre as partes e envolve a conversão de dívida em participação acionária, conforme apurou o Valor. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Trump diz que filho devolverá a oligarca russo dinheiro de casamento


O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta sexta-feira que o filho Donald Trump Jr. contou que irá devolver o dinheiro doado pelo oligarca russo Umar Kremlev para a festa de casamento dele, realizada em maio, nas Bahamas. Leia também: Trump diz que democratas são lenientes com crime e abraçam comunismo Democratas investigam financiamento de festas de filho de Trump por oligarca da Rússia Aprovação de Trump sobe após mínima recorde, mas cenário piora para republicanos, diz pesquisa Políticos do partido Democrata, no Congresso, haviam iniciado uma investigação nesta semana após reportagens terem apontado que o magnata russo, que preside a Associação Internacional de Boxe, contribuiu financeiramente para a festividade. Kremlev tem laços com o Kremlin. Trump disse a repórteres nesta sexta-feira que quando questionou o filho sobre o assunto, Trump Jr. teria respondido o seguinte: “Pai, eu estou devolvendo o dinheiro”. “E isso foi um tempo atrás, escutei que ele está pagando”, acrescentou o presidente americano. Uma fonte próxima à questão confirmou à Reuters que Donald Jr. pretendia devolver o dinheiro. Kremlev e a Associação Internacional de Boxe não responderam a pedidos de comentários. O presidente, que não compareceu ao casamento, havia dito em comunicado nesta semana que não conhece Kremlev e que a controvérsia “não é para tanto”, minimizando a polêmica em torno do assunto. A esposa de Donald Jr., Bettina Trump, em postagem no Instagram na segunda-feira disse que Kremlev era um amigo que proporcionou “um presente de casamento extraordinariamente generoso”. Ela explicou que o magnata não pagou pelo casamento em si, mas por duas festas que sucederam a celebração do matrimônio.

Nova pesquisa Quaest no CE mede 'temor político' entre mais um mandato de Lula e volta dos Bolsonaro


A nova rodada da pesquisa eleitoral da Quaest no Ceará vai medir as intenções de voto para os cargos de governador e senador nas eleições de 2026. O levantamento será divulgado na próxima quarta-feira (23) e inclui oito candidatos na apuração estimulada do primeiro turno para o governo estadual, além de um cenário de segundo turno para a sucessão cearense. A pesquisa também testa oito concorrentes para o Senado. O trabalho de campo será realizado entre esta sexta-feira (19) e a próxima terça-feira (22) de setembro de 2026, ouvindo 900 eleitores de 16 anos ou mais no estado do Ceará, realizada por meio entrevistas pessoais e domiciliares conduzidas com dispositivos eletrônicos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código CE-08268/2026. Encomendada pela Televisão Verdes Mares Ltda. (TV Verdes Mares), a pesquisa custou R$ 112 mil. A margem de erro máxima prevista é de cerca de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, sob um nível de confiança de 95%. Na seção estimulada de primeiro turno para o governo do Ceará, os entrevistados indicarão o voto a partir da apresentação da lista com os seguintes candidatos: Ciro Gomes (PSDB) Danilo Soares (DEMOCRATA) Delegado Huggo (MISSÃO) Elmano de Freitas (PT) Ieri Braga (PCO) Serley Leal (UP) Vera Lúcia (NOVO) Zé Batista (PSTU) Senado Na disputa pelas duas vagas ao Senado pelo Ceará, os eleitores escolherão os nomes para a primeira e a segunda vaga a partir da seguinte lista estimulada: Alcides Fernandes (PL) Capitão Wagner (UNIÃO) Catarina Matos (UP) Cid Gomes (PSB) Guilherme Theophilo (NOVO) Lino Alves (PCO) Luizianne (REDE) Reginaldo (PSTU) Segundo turno para governador O levantamento simula o seguinte cenário de segundo turno: Ciro Gomes x Elmano de Freitas Avaliação dos governos A apuração mede a percepção dos eleitores sobre a gestão de Elmano de Freitas (PT), perguntando se aprovam ou desaprovam seu trabalho, como classificam o governo — ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo — e se consideram que ele merece ser reeleito. Para os entrevistados que classificarem a administração como regular, há ainda uma pergunta sobre se a avaliação se aproxima mais do lado positivo ou negativo. A pesquisa também consulta os eleitores sobre a aprovação do trabalho do presidente Lula (PT). Outros temas No bloco de temas especiais, a pesquisa pergunta, de forma espontânea, qual é o problema mais grave enfrentado atualmente pelo estado do Ceará. O levantamento também mapeia o grau de decisão do voto para governador, senador e presidente — se a escolha é definitiva ou pode mudar até o dia da eleição —, o nível de interesse pelas eleições de 2026 e a expectativa de vitória presidencial. Outro ponto investigado é o chamado "temor político", com a pergunta sobre se o eleitor tem mais medo da “volta da família Bolsonaro ao poder” ou de “mais um mandato de Lula”. A pesquisa também identifica a posição política declarada pelos entrevistados entre lulista, esquerda, independente, direita ou bolsonarista. Últimos resultados A última edição da pesquisa Quaest para o governo do Ceará foi divulgada em 4 de setembro de 2026, com trabalho de campo realizado entre 31 de agosto e 3 de setembro de 2026. No cenário estimulado de primeiro turno para o governo estadual, o levantamento apontava: Ciro Gomes (PSDB) – 45% Elmano de Freitas (PT) – 34% Delegado Huggo (Missão) – 1% Danilo Soares (Democrata) – 0% Vera Lúcia (Novo) – 0% Ieri Braga (PCO) – 0% Zé Batista (PSTU) – 0% Serley Leal (UP) – 0% Indecisos – 12% Brancos/nulos/não vai votar – 8% Na pesquisa espontânea, Ciro Gomes tinha 24% e Elmano de Freitas aparecia com 19%. Os indecisos somavam 53%. Para 67% dos eleitores, a escolha de voto era definitiva. Já para o segundo turno, apenas um cenário foi testado, com o seguinte resultado: Ciro Gomes x Elmano de Freitas Ciro Gomes (PSDB) – 49% Elmano de Freitas (PT) – 36% Indecisos – 7% Brancos/nulos – 8% Senado Na combinação de votos totais estimulados para as duas vagas ao Senado, a pesquisa de 4 de setembro registrava: Cid Gomes (PSB) – 23% Capitão Wagner (União) – 20% Luizianne (Rede) – 13% Alcides Fernandes (PL) – 5% Catarina Matos (UP) – 1% Reginaldo (PSTU) – 1% Guilherme Theophilo (Novo) – 1% Lino Alves (PCO) – 0% Indecisos – 19% Brancos/nulos – 17% Na pesquisa espontânea para o Senado, 76% dos entrevistados estavam indecisos. O levantamento anterior ouviu 900 eleitores, contou com margem de erro de 3 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, foi encomendado pela TV Verdes Mares e esteve registrado sob o código CE-01149/2026. *Estagiário sob supervisão de Diogo Max

Tebet critica Flávio Bolsonaro e Derrite em comício


Candidata ao Senado por São Paulo, Simone Tebet (PSB) criticou, em comício em Guarulhos, o senador e candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) e a direita, pelo envolvimento com o caso do Banco Master e cobrou que ele se explique. "Essa turma do lado de lá que quer bancar de bom mocinho, está até o pescoço envolvida com o maior esquema de corrupção da história do Brasil, que é o banco Master. Flávio Bolsonaro tem que se explicar", afirmou. Leia mais A candidata também fez críticas ao seu adversário na corrida pelo Senado, Guilherme Derrite (PP), que foi secretário de Segurança Pública de São Paulo. Tebet disse que o ex-secretário é o responsável por manter 80% das delegacias das mulheres fechadas a noite e aos fins de semana. Segundo dados da SSP, o Estado registrou 141 os casos de feminicídio no primeiro semestre deste ano no Estado de São Paulo chegaram ao maior patamar da série histórica, iniciada em 2018. Na comparação com o mesmo período de 2025, a alta foi de 10%. "20% apenas das delegacias das mulheres encontram-se abertas à noite e nos finais de semana, que é o momento em que nós somos mais violentadas e mortas pela simples razão de sermos mulheres. [Derrite] Está envolvido em denúncias gravíssimas. Ele nomeou o comandante da Polícia Militar, hoje suspeito de envolvimento com crime organizado, o PCC" disse a candidata. Apelo às mulheres Juntamente com a primeira-dama Janja da Silva e a companheira de chapa Marina Silva (Rede), Tebet apelou às mulheres para garantir a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Janja afirmou que são as mulheres que vão definir a eleição. "Estamos na reta final. É muito importante que cada uma de nós converse com mais uma pessoa, que converse dentro da sua casa, com seus parentes, conversem com seus vizinhos, no seu trabalho para mostrar o trabalho do presidente", disse. A candidata Simone Tebet comentou que são as mulheres que podem colocar Lula e o candidato a governador Fernando Haddad (PT) ao segundo turno. "São vocês mulheres, e nós queremos também os votos dos homens, que podem fazer história elegendo pela primeira vez no Estado de São Paulo, não apenas uma, mas duas mulheres senadoras da República", afirmou. Tebet teve uma cadeira na Casa entre 2015 e 2023 pelo Mato Grosso do Sul. O eleitorado feminino é importante para a campanha petista. A nova rodada de pesquisa Quaest, divulgada na segunda-feira (14), mostra uma redução da distância entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL) no eleitorado feminino. Os dados apontam uma oscilação negativa para o petista, dentro da margem de erro de 3 pontos percentuais, tanto no 1º quanto no 2º turno. Na simulação de 1º turno, a diferença entre os dois no segmento do eleitorado feminino passou de 14 para 8 pontos em relação à pesquisa divulgada há duas semana. Agora, Lula tem 37% das intenções de voto entre as mulheres, e Flávio 29%. Em 2 de setembro, Lula tinha 39% e Flávio, 25%. Marina Silva disse que as mulheres têm a oportunidade de fazer história neste pleito caso elejam ela para o Senado. "Eu quero pedir pra vocês uma ajuda (...) São Paulo vai eleger a primeira mulher preta da sua história", afirmou. Marina já foi senadora pelo Acre, entre 1997 e 2011.

Poste Italiane assume controle da Telecom Italia e passa a ser controladora indireta da TIM Brasil


A TIM Brasil informou nesta sexta-feira (18) que a estatal italiana Poste Italiane concluiu a aquisição do controle da Telecom Italia (TIM Itália), passando a ser a controladora indireta da operadora brasileira. Segundo comunicado divulgado pela companhia, a operação foi realizada por meio de uma oferta pública voluntária de aquisição e permuta de ações da Telecom Italia. Após o término do período inicial de adesão, a participação agregada da Poste Italiane alcançou cerca de 66,6% do capital social da empresa italiana. A liquidação financeira das ações adquiridas ocorreu nesta sexta-feira (18). Com a conclusão da operação, a Poste Italiane assume oficialmente o papel de acionista controladora da Telecom Italia e, por consequência, acionista controladora indireta TIM Brasil. A Poste Italiane informou, ainda, que o período de adesão será reaberto de 21 a 25 de setembro de 2026.

Nova pesquisa Quaest no DF testará liderança de Celina Leão no DF e briga pelo 2º turno


A nova rodada da pesquisa eleitoral da Quaest no Distrito Federal (DF) vai medir as intenções de voto para os cargos de governador, senador e presidente nas eleições de 2026. O levantamento será divulgado na próxima quarta-feira (23) e inclui nove candidatos na apuração estimulada do primeiro turno para o governo do DF e 12 concorrentes para as duas vagas ao Senado. O trabalho de campo será realizado entre esta sexta-feira (19) e a próxima terça-feira (22), ouvindo 1.104 eleitores de 16 anos ou mais no Distrito Federal. Trata-se de uma pesquisa conduzida por meio de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais com aplicação de questionários estruturados em tablets ou dispositivos eletrônicos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código DF-02596/2026. Encomendada pela Globo Comunicação e Participações, a pesquisa custou R$ 128 mil e conta com margem de erro máxima prevista de cerca de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, sob um nível de confiança de 95%. Na seção estimulada de primeiro turno para o governo do Distrito Federal, os entrevistados indicarão o voto a partir da apresentação da lista com os seguintes candidatos: Arruda (PSD) Celina Leão (PP) Expedito Mendonça (PCO) Kiko Caputo (NOVO) Leandro Grass (PT) Paula Belmonte (PSDB) Professor Robson (PSTU) Professora Samara Mineiro (UP) Rico Pinheiro (PRTB) Os entrevistados também responderão sobre a intenção de voto espontânea para governador, se a escolha é definitiva ou pode mudar até o dia da eleição e a rejeição de cada concorrente. Senado Na disputa pelas duas vagas ao Senado pelo Distrito Federal, os eleitores indicarão suas escolhas espontâneas e estimuladas para a primeira e a segunda vaga a partir de uma lista com 12 concorrentes: Bia Kicis (PL) David Horn (PCO) Erika Kokay (PT) Guto Felício dos Santos (PSDB) Leila do Vôlei (PDT) Marley (AVANTE) Michelle Bolsonaro (PL) Professor Guilherme Amorim (UP) Ronaldo Fonseca (PSD) Sebastião Coelho (NOVO) Tiago (AGIR) Zanata (PSTU) Segundo turno para governador A Quaest vai testar três cenários de segundo turno para o governo do Distrito Federal: Arruda x Celina Leão Arruda x Leandro Grass Celina Leão x Leandro Grass Avaliação dos governos A pesquisa também mede a percepção dos eleitores sobre a gestão da governadora Celina Leão (PP), com perguntas sobre aprovação e desaprovação e avaliação administrativa entre ótima, boa, regular, ruim ou péssima. A gestão do presidente Lula (PT) também é avaliada, com perguntas sobre aprovação ou desaprovação do trabalho do governo federal. Últimos resultados A última edição da pesquisa Quaest no Distrito Federal foi divulgada em 8 de setembro de 2026, com trabalho de campo realizado entre 4 e 7 de setembro de 2026. No cenário estimulado de primeiro turno para o governo distrital, o levantamento apontava: Celina Leão (PP) – 35% Arruda (PSD) – 18% Leandro Grass (PT) – 17% Os maiores índices de rejeição, considerando os eleitores que conhecem os candidatos e afirmam que não votariam neles, eram de Arruda (56%), Celina Leão (38%) e Leandro Grass (35%). Senado Na combinação de votos totais estimulados para as duas vagas ao Senado, a pesquisa de 8 de setembro registrava: Michelle Bolsonaro (PL) – 26% Leila do Vôlei (PDT) – 17% Erika Kokay (PT) – 13% Bia Kicis (PL) – 11% Sebastião Coelho (NOVO) – 2% Professor Guilherme Amorim (UP) – 1% Ronaldo Fonseca (PSD) – 1% Zanata (PSTU), Tiago (AGIR), Guto Felício dos Santos (PSDB), Marley (AVANTE), Avenir Rosa (DEMOCRATA) e David Horn (PCO) registraram 0%. Brancos, nulos e eleitores que não pretendiam votar somavam 13%, enquanto os indecisos representavam 16%. Na modalidade espontânea, o percentual de indecisos era de 63%. Os maiores índices de rejeição para o Senado eram de Erika Kokay (48%) e Michelle Bolsonaro (44%). O levantamento anterior ouviu 1.104 eleitores de 16 anos ou mais, contou com margem de erro de 3 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, foi encomendado pela Globo e esteve registrado no TSE sob o código DF-01987/2026. *Estagiário sob supervisão de Diogo Max

Lula faz outro encontro com empresários e banqueiros no dia 25 em São Paulo


Quase um mês depois de receber um grupo de 16 empresários e banqueiros para jantar no Palácio da Alvorada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá fazer um encontro ampliado na noite da próxima sexta-feira, provavelmente no Hotel Hilton, zona sul de São Paulo, cuja lista não está fechada, e está estimada entre 150 a 300 pessoas. Este jantar chegou a ser planejado para o fim de semana do lançamento da campanha petista no estádio de Vila Euclides, em São Bernardo do Campo, no dia 16 de agosto. O encontro não se confirmou porque Lula preferiu não misturar o evento com a volta às raízes sindicais que marcou o lançamento de sua campanha, mas, durante seu discurso naquele dia, chegou a mencioná-lo. O martelo para a realização deste encontro foi batido na quarta-feira desta semana. Coincide com um momento em que a campanha decidiu criar fatos que mostrem a capacidade de arregimentação do presidente num momento em que seu principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL) avançou para o empate técnico com Lula. O momento também é de preocupação com os sinais emitidos pelo presidente com o anúncio de medidas que impõem pressão fiscal, como o reajuste do Bolsa Família e a adoção de canetas emagrecedoras pelo SUS, duas políticas que visam a estancar o avanço do Flávio no eleitorado cativo de Lula de mulheres de baixa renda. Na definição de um dos organizadores, a ideia é recuperar, ainda que parcialmente, a linha que moveu a arregimentação empresarial de 2022, que, nesta campanha, foi resumida pelo sociólogo José César Martins, coordenador do Derrubando Muros, em artigo publicado esta semana na ‘Folha de S. Paulo’. Eleitor que estreou no voto em Lula em 2022, Martins chega a dizer que o desempenho de Lula neste terceiro mandato é “desastroso”. Em todos os setores. Dispõe-se, porém, a reelegê-lo ante o que considera um “risco maior”, o governo Flávio Bolsonaro — “Um sujeito com moral de miliciano, disposto a sabotar a democracia, seguindo a tradição da família”, escreveu. Além dos comensais do Alvorada, André Esteves (BTG), Josué Gomes (Coteminas), Luiz Carlos Trabucco (Bradesco), Rubens Ometto (Cosan), Joesley Batista (J&F), José Seripieri (Amil), Henrique Constantino (Gol), André Gerdau Johannpeter (Gerdau), Rubens Menin (MRV), Eraí Maggi (Bom Futuro), Fabio Ermirio de Moraes (Votorantim), José Luís Cutrale Jr (Cutrale), Chain Zaher (SEB), Roberto Setúbal (Itaú-Unibanco), João Alves de Queiroz Filho (Hypera) e Ricardo Lacerda (BR Partners), a lista deverá ser ampliada para Carlos Sanchez (SEM), Radamés Casseb (Engea), André Farber (Riachuelo), Gustavo Pimenta (Vale) e empresários do Varejo como Frederico Trajano (Magazine Luiza). Além de Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin, o encontro deverá ter a presença dos ministros da Fazenda, Dario Durigan, Planejamento, Bruno Moretti, Indústria e Comercio, Márcio Elias Rosa, Casa Civil, Mirian Belchior, e dos presidentes dos bancos públicos Aloizio Mercadante (BNDES), Tarciana Medeiros (Banco do Brasil) e Carlos Vieira (Caixa). Ainda foram convidados os candidatos ao governo e ao Senado em São Paulo, além de ex-ministros, Fernando Haddad e Simone Tebet. O encontro é organizado pelo advogado e coordenador da campanha presidencial em São Paulo, Marco Aurélio de Carvalho, por Márcio Elias Rosa, e pelos grupos Esfera, de João Camargo, e Parlatorio, de Carlos Marques.

Nova pesquisa Quaest em SP mede disputa entre Tarcísio e Haddad a duas semanas da eleição


A nova rodada da pesquisa eleitoral da Quaest em São Paulo vai medir as intenções de voto para os cargos de governador, senador e presidente a duas semanas do primeiro turno das eleições de 2026. O levantamento será divulgado na próxima quarta-feira (23) e inclui sete candidatos na apuração estimulada do primeiro turno para o governo estadual e 15 concorrentes para as duas vagas ao Senado. O trabalho de campo será realizado entre esta sexta-feira (19) e a próxima terça-feira (22) de setembro de 2026, ouvindo 1.800 eleitores de 16 anos ou mais no estado de São Paulo. Trata-se de uma pesquisa com entrevistas pessoais e domiciliares conduzidas com aplicação de questionários estruturados em dispositivos eletrônicos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código SP-02456/2026. Encomendada pela Globo Comunicação e Participações, a pesquisa custou R$ 216 mil e conta com margem de erro máxima prevista de cerca de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, sob um nível de confiança de 95%. Na seção estimulada de primeiro turno para o governo de São Paulo, os entrevistados indicarão o voto a partir da apresentação da lista com os seguintes candidatos: Carlos Machado (PCB) Fernando Haddad (PT) Izadora Dias (PCO) Policial Edjane (AGIR) Tarcísio (REPUBLICANOS) Vera Lúcia (PSTU) Vivian Mendes (UP) Os entrevistados também responderão sobre a intenção de voto espontânea para governador, se conhecem e votariam ou rejeitam cada concorrente e se a escolha informada é definitiva ou ainda pode mudar até o dia do pleito. Senado Na disputa pelas duas vagas ao Senado por São Paulo, os eleitores indicarão suas escolhas espontâneas e estimuladas para a primeira e a segunda vaga a partir de uma lista com 15 concorrentes: André do Prado (PL) Dra. Eliana Ferreira (PSTU) Ednelson Cesaretti (PCO) Geraldo Rufino (PODE) Guilherme Derrite (PP) Guto Schiavetto (MISSÃO) Maíra de Souza (UP) Márcio Alves (UP) Marina Silva (REDE) Petter Maahs (PCB) Salles (NOVO) Simone Tebet (PSB) Soninha Francine (CIDADANIA) Weller Gonçalves (PSTU) William Teixeira (AGIR) O questionário também afere o grau de interesse nas eleições de 2026, o padrão de assiduidade eleitoral e a identificação política dos entrevistados entre lulista, esquerda, independente, direita e bolsonarista. Também são levantadas informações sobre religião e cor ou raça. Últimos resultados A última edição da pesquisa Quaest em São Paulo foi divulgada em 8 de setembro de 2026, com trabalho de campo realizado entre 4 e 7 de setembro de 2026. No cenário estimulado de primeiro turno para o governo paulista, o levantamento apontava Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad isolados na disputa: Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 42% Fernando Haddad (PT) – 27% Policial Edjane (Agir) – 1% Vera Lúcia (PSTU) – 1% Izadora Dias (PCO) – 1% Carlos Machado (PCB) – 1% Vivian Mendes (UP) – 0% Brancos/nulos/não vai votar – 13% Indecisos – 14% Para 69% dos eleitores, a escolha de voto era definitiva. Fernando Haddad e Tarcísio de Freitas registravam os maiores índices de rejeição, segundo o levantamento. Senado Na combinação de votos totais estimulados para as duas vagas ao Senado, a pesquisa de 8 de setembro registrava Marina Silva (REDE) e Guilherme Derrite (PP) na liderança, veja o resultado completo: Marina Silva (Rede) – 14% Guilherme Derrite (PP) – 14% Simone Tebet (PSB) – 12% André do Prado (PL) – 7% Salles (Novo) – 3% Geraldo Rufino (Podemos) – 1% Soninha Francine (Cidadania) – 1% Maíra de Souza (UP) – 1% Dra. Eliana Ferreira (PSTU) – 1% Guto Schiavetto (Missão) – 1% Márcio Alves (UP) – 0% William Teixeira (Agir) – 0% Weller Gonçalves (PSTU) – 0% Ednelson Cesaretti (PCO) – 0% Petter Maahs (PCB) – 0% Brancos/nulos – 19% Indecisos – 26% Na modalidade espontânea para o Senado, 88% dos entrevistados declaravam-se indecisos. A decisão de voto era definitiva para 57% dos eleitores. O levantamento anterior ouviu 1.800 pessoas de 16 anos ou mais, contou com margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, foi encomendado pela Globo e esteve registrado sob o código SP-00959/2026. *Estagiário sob supervisão de Diogo Max

Nova pesquisa Quaest no RJ testa apoios de Lula e Flávio Bolsonaro ao governo nas eleições 2026


A nova rodada da pesquisa Quaest no Rio de Janeiro vai medir as intenções de voto para o governo estadual e para o Senado nas eleições de 2026. O levantamento será divulgado na próxima quarta-feira (23) e inclui oito candidatos na apuração estimulada do primeiro turno para governador e dois cenários de segundo turno para a sucessão fluminense. O trabalho de campo será realizado entre esta sexta-feira (19) e a próxima terça-feira (22) de setembro de 2026, ouvindo 1.302 eleitores de 16 anos ou mais no estado do Rio de Janeiro. Trata-se de uma pesquisa com entrevistas pessoais e domiciliares conduzidas com aplicação de questionários estruturados em dispositivos eletrônicos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código RJ-04982/2026. Encomendada pela Globo Comunicação e Participações, a pesquisa custou R$ 158 mil e conta com margem de erro máxima prevista de cerca de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, sob um nível de confiança de 95%. Na seção estimulada de primeiro turno, os entrevistados indicarão o voto para governador a partir da apresentação da lista com os seguintes candidatos: André Marinho (NOVO) Coronel Busnello (MISSÃO) Cyro Garcia (PSTU) Douglas Ruas (PL) Eduardo Paes (PSD) Juliete (UP) Luan Monteiro (PCO) William Siri (PSOL) Os entrevistados também responderão sobre a escolha espontânea para governador, a rejeição dos postulantes e se a escolha de voto para governador é definitiva ou se ainda pode mudar até o dia do pleito. Segundo turno Para um eventual segundo turno na disputa pelo governo do estado, o levantamento simula dois cenários de confrontos diretos: Douglas Ruas x Eduardo Paes Garotinho x Eduardo Paes No bloco de alianças e apoios políticos, o levantamento investiga de forma espontânea quem os eleitores acreditam que será o candidato apoiado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) e o candidato apoiado pelo presidente Lula (PT) para o governo do Rio de Janeiro em 2026. Já na disputa pelas duas vagas de senador pelo Rio de Janeiro, os eleitores indicarão seus votos espontâneos e estimulados para a primeira e para a segunda vaga a partir da apresentação de uma lista com 15 concorrentes: Benedita da Silva (PT) Carlos Jordy (PL) Carlos Portinho (PL) Hélio Secco (MISSÃO) Luciano Mattos (PRTB) Luiz Eugênio (PCO) Marcelo Crivella (REPUBLICANOS) Marcos Dias (PODEMOS) Michelly Xavier (UP) Mônica Benício (PSOL) Ó Clemente (DEMOCRATA) Paula Falcão (PSTU) Pedro Paulo (PSD) Vinícius Benevides (UP) Waguinho (REPUBLICANOS) Últimos resultados A última edição da pesquisa Quaest no Rio de Janeiro foi divulgada em 8 de setembro de 2026, com campo realizado entre 4 e 7 de setembro de 2026. Veja, abaixo, os resultados da pesquisa estimulada de 1º turno, em que a Quaest mostra a lista de candidatos aos eleitores entrevistados. Eduardo Paes (PSD): 39% Douglas Ruas (PL): 18% Garotinho (Republicanos): 8% Cyro Garcia (PSTU): 2% William Siri (PSOL): 1% Coronel Busnello (MIssão): 1% Juliete (UP): 0% Luan Monteiro (PCO): 0% André Marinho (Novo): 1% Indecisos: 16% Branco/nulo/não vai votar: 14% Nas simulações de segundo turno para o governo estadual divulgadas na rodada anterior, o resultado apontava: Eduardo Paes x Douglas Ruas Eduardo Paes (PSD) - 52% Douglas Ruas (PL) - 26% Em branco/nulo/nenhum: 14% Indecisos: 8% Eduardo Paes x Garotinho Eduardo Paes (PSD) - 53% Garotinho (Republicanos) - 17 Em branco/nulo/nenhum: 22% Indecisos: 8% Senado Na disputa pelas duas vagas ao Senado, considerando os votos totais estimulados, a pesquisa de 8 de setembro registrava: Benedita da Silva (PT) – 15% Marcelo Crivella (Republicanos) – 8% Carlos Jordy (PL) – 6% Pedro Paulo (PSD) – 6% Carlos Portinho (PL) – 6% Mônica Benício (PSOL) – 6% Waguinho (Republicanos) – 2% Comandante Ribeiro Afonso (Democrata), Paula Falcão (PSTU), Michelly Xavier (UP) e Helio Secco (Missão) fizeram 1% das intenções de voto cada, enquanto Marcos Dias (Podemos), Vinicius Benevides (UP), Luciano Mattos (PRTB), Luiz Eugenio (PCO) e Ó Clemente (Democrata) permaneceram com 0%. Os indecisos passaram de 29% para 24%, e brancos, nulos ou eleitores que não pretendem votar recuaram de 28% para 25%. O levantamento anterior ouviu 1.302 pessoas de 16 anos ou mais, contou com margem de erro de 3 pontos percentuais, nível de confiança de 95%, foi contratado pela Globo e esteve registrado no TRE-RJ sob o código RJ-04768/2026. *Estagiário sob supervisão de Diogo Max

Nova pesquisa Quaest em Pernambuco medirá disputa pelo governo e Senado


A nova rodada da pesquisa Quaest em Pernambuco vai medir as intenções de voto para o governo estadual e para o Senado nas eleições de 2026. O levantamento será divulgado na próxima quarta-feira (23) e inclui sete candidatos na apuração estimulada do primeiro turno para governador e um cenário de segundo turno para a sucessão pernambucana. O trabalho de campo será realizado entre esta sexta-feira (19) e a próxima terça-feira (22) de setembro de 2026, ouvindo 1.302 eleitores de 16 anos ou mais no estado de Pernambuco. A pesquisa é feita com entrevistas pessoais e domiciliares conduzidas com aplicação de questionários estruturados em dispositivos eletrônicos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código PE-05671/2026. Encomendada pela Globo Comunicação e Participações, a pesquisa custou R$ 173 mil e conta com margem de erro máxima prevista de cerca de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, sob um nível de confiança de 95%. Na seção estimulada de primeiro turno, os entrevistados indicarão o voto para governador a partir da apresentação da lista com os seguintes candidatos: Guilherme Fonseca (PSTU) Ivan Moraes (PSOL) João Campos (PSB) Professora Camila (UP) Raquel Lyra (PSD) Renan Hallais (MISSÃO) Victor Assis (PCO) O questionário também afere a intenção de voto espontânea para governador, o conhecimento, o potencial de voto e a rejeição de cada concorrente, além de perguntar se a escolha de voto é definitiva ou se ainda pode mudar até o dia do pleito. Segundo turno Para um eventual segundo turno na disputa pelo governo de Pernambuco, a pesquisa simula apenas o seguinte confronto: João Campos (PSB) x Raquel Lyra (PSD) Gestão Lula e alianças A pesquisa também avalia a gestão do presidente Lula (PT), questionando se os entrevistados aprovam ou desaprovam seu trabalho e solicitando a classificação do governo federal entre ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo. No bloco de alianças e apoios políticos, o levantamento investiga, de forma espontânea, quem os eleitores acreditam que será o candidato apoiado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) e pelo presidente Lula (PT) para o governo de Pernambuco nas eleições de 2026. Senado Na disputa pelas duas vagas de senador por Pernambuco, os eleitores indicarão seus votos espontâneos e estimulados para a primeira e a segunda vaga a partir da apresentação de uma lista com 12 candidatos: Carlos Sant'anna (NOVO) Eduardo da Fonte (PP) Gorett Bitu (UP) Humberto Costa (PT) Mailson da Silva Neto (PCO) Mariano Macedo (PSTU) Marília Arraes (PDT) Mendonça Filho (PL) Pastor Gilvan Costa (DEMOCRATA) Paulo Rubem Santiago (REDE) Samuel Timoteo (UP) Túlio Gadêlha (PSD) Últimos resultados A última edição da pesquisa Quaest em Pernambuco foi divulgada em 8 de setembro de 2026. No cenário estimulado de primeiro turno para o governo estadual, o levantamento apontava: Raquel Lyra (PSD) – 43% João Campos (PSB) – 37% Ivan Moraes (PSOL) – 1% Renan Hallais (Missão) – 1% Professora Camila (UP) – 0% Professor Jeremias do Banco (Democrata) – 0% Victor Assis (PCO) – 0% Guilherme Fonseca (PSTU) – 0% Indecisos – 12% Brancos/nulos/não vai votar – 6% Na pesquisa espontânea daquela rodada, Raquel Lyra registrava 33% e João Campos aparecia com 24%. A escolha do candidato era definitiva para 76% dos eleitores ouvidos. Raquel Lyra x João Campos Raquel Lyra (PSD) – 45% João Campos (PSB) – 39% Indecisos – 10% Brancos/nulos/nenhum – 6% Senado Na combinação de votos totais estimulados, a pesquisa divulgada em 8 de setembro registrava: Marília Arraes (PDT) – 17% Humberto Costa (PT) – 14% Mendonça Filho (PL) – 11% Eduardo da Fonte (PP) – 7% Túlio Gadêlha (PSD) – 4% Pastor Gilvan Costa (Democrata) – 1% Carlos Sant'anna (Novo) – 1% Paulo Rubem Santiago (Rede) – 0% Mariano Macedo (PSTU) – 0% Gorett Bitu (UP) – 0% Mailson Neto (PCO) – 0% Samuel Timoteo (UP) – 0% Indecisos – 27% Brancos/nulos – 18% O levantamento anterior foi encomendado pela Globo, contou com margem de erro de 3 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e foi registrado no TSE com o código PE-00285/2026. A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 7 de setembro. *Estagiário sob supervisão de Diogo Max
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