Dois servidores do Banco Central responsáveis pela fiscalização de bancos mantinham uma relação próxima com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Mensagens obtidas pelo UOL revelam pedidos de ajuda, informações sigilosas e uma proximidade que chamou a atenção da Polícia Federal.
Neste episódio do UOL Prime, o colunista Cézar Feitoza conta o que está por trás das conversas entre Vorcaro e os servidores Bellini Santana e Paulo Sérgio de Souza. Os diálogos mostram pedidos para pressionar executivos, informações sobre movimentações que caíram na “malha fina” do Banco Central e suspeitas sobre possíveis contrapartidas financeiras.
Uma força-tarefa de jornalismo investigativo do UOL cruzou bases de dados públicas sobre mais de R$ 90 bilhões em pagamentos de emendas parlamentares no Brasil. O resultado revela como parte expressiva dessa verba pública acaba financiando empresas pertencentes a parentes, sócios, ex-chefes de gabinete, doadores de campanha e até aos próprios congressistas que enviaram o dinheiro.
Nesta reportagem especial, abrimos a caixa-preta das emendas e detalhamos casos emblemáticos descobertos pelo levantamento:
• O caso no Piauí em que uma emenda de R$ 55 milhões destinada pelo senador Marcelo Castro financiou obras de pavimentação executadas pela construtora de seu próprio irmão.
• A trajetória do ex-chefe de gabinete do deputado Marcos Aurélio Sampaio, que virou sócio de uma construtora milionária oito dias após deixar a Câmara, firmando contratos no Piauí com recursos indicados pelo parlamentar.
• O esquema do deputado Duda Ramos, cujas emendas beneficiaram uma empresa ligada à sua ex-mulher, sua atual esposa e sócios de confiança.
• A brecha na legislação eleitoral e de licitações: por que a lei proíbe prefeituras de contratarem parentes de seus próprios funcionários, mas não impede o favorecimento a parentes dos parlamentares que enviam os recursos.
Acompanhe os fatos, as respostas dos políticos citados e as análises de especialistas em transparência pública sobre os riscos do conflito de interesses na distribuição do orçamento federal.
Assista, deixe sua opinião nos comentários e compartilhe esta investigação. Inscreva-se no canal para acompanhar os próximos episódios da nossa série de reportagens sobre política, economia e fiscalização do dinheiro público.
A utilização de algoritmos por empresas para avaliar o desempenho de funcionários chegou à pauta da Justiça do Trabalho. Decisões tomadas na gestão de pessoas sem supervisão humana têm gerado riscos jurídicos para empregadores.
É o caso de uma funcionária que voltou da licença-maternidade e não recebeu a promoção prometida. O motivo alegado foi sua produtividade abaixo da média: o algoritmo usado pelo RH havia considerado o período em que ela ficou afastada como queda de rendimento.
A história é discutida no novo episódio do podcast UOL Prime, que recebe o colunista Graciliano Rocha. Ele conversa com o apresentador José Roberto de Toledo sobre a chamada “discriminação algorítmica" e os riscos jurídicos para empresas que deixam decisões sobre seus funcionários nas mãos dessas ferramentas.
O mercado editorial mudou. Hoje, um contrato de livro vai muito além da versão física, exigindo formatos em e-book e, cada vez mais, em audiolivro. Mas qual é o segredo de um audiolivro de sucesso?
Neste vídeo, discutimos o crescimento do formato em áudio no mercado brasileiro e internacional. Abordamos a importância da narração — seja por locutores profissionais, inteligência artificial ou, como tem se tornado uma grande tendência, pelos próprios autores.
Exploramos exemplos reais, como a decisão de ter a própria voz da autora em biografias (como o caso da Mariah Carey), e como isso cria uma conexão única com o leitor/ouvinte. Afinal, o principal objetivo da literatura e da leitura é garantir que todos tenham acesso às histórias.
Se você é autor, editor ou simplesmente um apaixonado por livros que quer entender os bastidores do mercado editorial em 2026, este vídeo é para você.
Correção: diferentemente do informado anteriormente na descrição, a empresa Sonho.it não é investigada pela Procuradoria de Lucca, mas seus sócios. A informação foi corrigida.
Comprar uma casa de baixo custo na Itália e reformá-la com recursos do governo parecia a realização de um sonho para muitos estrangeiros. O mercado, aquecido no pós-pandemia e apoiado por incentivos públicos, trouxe oportunidades legítimas. Imóveis na Toscana vendidos por até 100 mil euros (cerca de R$ 600 mil) atraíram brasileiros. Mas pelo menos uma dezena deles viu a promessa terminar em terrenos abandonados, dívidas e uma investigação na Itália.
No novo episódio do podcast UOL Prime, José Roberto de Toledo conversa com a colunista do UOL Alicia Klein sobre a apuração feita em parceria com a repórter Janaina Cesar que revela detalhes da atuação da empresa especializada em imóveis Sonho.it. Os fundadores da empresa, um brasileiro e um italiano, são investigados pela Procuradoria de Lucca, na Toscana.
Leia a íntegra do posicionamento da Sonho.it: https://www.sonhoit.com/esclarecimentos-oficiais-sobre-os-projetos-relacionados-ao-superbonus
O centrão passou a influenciar, nos últimos anos, uma área bilionária e que passa ao largo da opinião pública: a estrutura formada a partir do leilão do 5G.
O sistema criado pelo edital é vinculado ao setor público de Telecomunicações. Desde o começo do governo Lula, a área está sob influência do grupo político do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
No novo episódio do UOL Prime, o apresentador José Roberto de Toledo conversa com a repórter Julia Affonso, que se debruçou sobre as empresas contratadas por essa estrutura, que administra quase R$ 10 bilhões.
Uma licitação de R$1 bilhão para administrar um pátio de caminhões no Porto de Santos terminou com a vitória de um consórcio ligado à família de Bruno Dantas, ministro do TCU (Tribunal de Contas da União).
O pátio ocupa uma área de 242 mil metros quadrados e terá 530 vagas para caminhões. A licitação teve apenas um concorrente na etapa final e está suspensa na Justiça desde 16 de junho, sob suspeita de ter sido desenhada para restringir a concorrência.
No novo episódio do UOL Prime, o apresentador José Roberto de Toledo conversa com os colunistas do UOL Natália Portinari e Fábio Serapião, autores da investigação sobre o possível beneficiamento do Consórcio Portolog, que tem entre seus integrantes empresas ligadas ao sogro, ao cunhado e à mulher de Bruno Dantas.
Uma carta anônima foi ponto de partida da investigação que revelou que planos de saúde validam laudos da junta médica antes que eles sejam enviados a pacientes, comprometendo sua independência.
Criadas há oito anos para garantir decisões mais técnicas sobre pedidos feitos aos planos, as juntas médicas funcionam como uma segunda instância de análise, mas a suspeita é de que tenham se tornado instrumento para endossar as negativas das operadoras.
A investigação do UOL levou a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) a abrir um procedimento administrativo para apurar o caso, e é sobre ela que o apresentador José Roberto Toledo conversa com o colunista Thiago Herdy no novo episódio do podcast UOL Prime.
Duas operações da Polícia Federal em Minas Gerais, a Rejeito e a Parcours, desvendaram um esquema de corrupção dentro do bilionário setor de mineração, com tentáculos nos órgãos públicos mineiros e, também, na Agência Nacional de Mineração, órgão federal sediado em Brasília.
É sobre os detalhes dessas investigações, que resultaram no indiciamento de mais de 30 pessoas, entre elas grandes empresários e o diretor-geral da ANM, que José Roberto Toledo conversa com o colunista Fabio Serapião no novo episódio do podcast UOL Prime.
O DJ KL Jay, lendário integrante dos Racionais MC's, expandiu sua atuação na noite paulistana com o Katarina Bar, localizado no centro de São Paulo.
Neste vídeo, confira todos os detalhes sobre a proposta do estabelecimento, que une discotecagem de alta qualidade focada em música negra (jazz, soul, funk, trap e rap), coquetelaria autoral e um menu acessível com opções vegetarianas e veganas. Descubra a atmosfera do local, a estrutura com pista de dança no subsolo e como o artista movimenta a vida cultural da capital paulista.
Assista até o final para conferir os destaques do cardápio, a curadoria musical e as informações de funcionamento.
Uma investigação exclusiva do UOL revela como uma estatal federal utilizou um convênio de R$ 35 milhões com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para irrigar uma rede de cabos eleitorais e aliados políticos no Estado do Rio de Janeiro.
Documentos e folhas de pagamento sigilosas obtidos pela reportagem mostram que verbas da PortosRio (antiga Companhia Docas do Rio de Janeiro), destinadas originalmente a estudos científicos e projetos de integração entre portos e comunidades, foram parar nos bolsos de pré-candidatos, ex-assessores, parentes e militantes ligados ao grupo político do ex-prefeito de Belford Roxo, Waguinho Carneiro, e da deputada federal Daniela do Waguinho.
Analisamos os registros de 544 supostos bolsistas pagos pela primeira parcela do contrato e identificamos que mais de 300 possuem vínculos diretos com a classe política. O vídeo detalha casos de pré-candidatos que receberam bolsas acadêmicas de até R$ 150 mil enquanto organizavam eventos de campanha, levavam militantes em ônibus para atos políticos e articulavam entregas de maquinário público na Baixada Fluminense.
Confira as respostas oficiais da PortosRio, da UFRJ, de Waguinho e de Daniela Carneiro sobre as irregularidades apontadas na reportagem.
Deixe seu comentário: qual a sua opinião sobre o uso de convênios universitários para pagamentos na política? Inscreva-se no canal para acompanhar nossas investigações exclusivas, reportagens de bastidores e análises de política nacional.
As empresas offshores em paraísos fiscais já foram uma das principais opções para ocultar patrimônio e lavar dinheiro. Mas acabaram substituídas por uma teia financeira montada dentro do próprio Brasil, com fundos de investimento, sociedades anônimas e fintechs, explicou a repórter Amanda Rossi, em entrevista ao videocast UOL Prime, apresentado por José Roberto de Toledo.
A nova estratégia foi revelada pelas operações Carbono Oculto e Compliance Zero, da Polícia Federal. No caso da Carbono Oculto, fundos e fintechs teriam sido utilizados para lavar dinheiro do PCC. Já a Compliance Zero mostrou como fundos e sociedades anônimas serviram para ocultar patrimônio e pagar propina no caso do Banco Master.