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O que falta para levar a sério os riscos da inteligência artificial?

Em "Techno-Negative: a Long History of Refusing the Machine" (University of Minnesota Press), o geógrafo belga Thomas Dekeyser mostra como, pelo menos desde os gregos, a tecnologia no Ocidente sempre veio acompanhada de sua negação. A constatação faz pensar na falta de uma resistência à altura da urgência e da rapacidade da inteligência artificial e na tendência um tanto imprevidente de descartarmos de saída, como ingênua ou infantil, toda manifestação "tecnopessimista". Leia mais (08/07/2026 - 10h00)
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