O Pauta 105 aborda as acusações de espionagem ilegal envolvendo a Agência Brasileira de Inteligência, a Abin, que, segundo a Polícia Federal, no período em que foi comandada por Alexandre Ramagem, entre 2019 e 2021, teria monitorado políticos, jornalistas e figuras públicas através de um software israelense chamado FirstMile.
No total, a PF acredita que só por este software, pelo menos 30 mil pessoas tenham sido monitoradas.Porém, reportagens indicam que a Abin não é o único órgão que pode ter utilizado sistemas de espionagem irregulares no Brasil e nem o FirstMile é o único software desse tipo adquirido por secretarias e governos nos últimos anos.
No novo episódio do Pauta, o repórter Caio de Freitas Paes, que está apurando essa história na Agência Pública há meses, traz informações preocupantes sobre qual pode ser a extensão do uso dos sistemas de monitoramento.
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A fusão entre o real e o digital proporcionou o surgimento de novos paradigmas sociais que influenciaram todos os campos da nossa vida e estão no centro das transformações políticas dos últimos anos.
Teorias da conspiração, vídeos manipulados com inteligência artificial e campanhas de difamação estão entre os elementos desse novo contexto que pode gerar eventos como o ataque aos três poderes em 08 de janeiro de 2023, em Brasília.
Em um ano de eleições que já começou agitado, como entender esse processo que parece não ser mais transitório, mas um estado de crise permanente?
Para falar sobre isso o Pauta recebe a antropóloga Letícia Cesarino, autora de O Mundo do Avesso, lançado pela editora Ubu em 2022, que tem trabalhado e publicado sobre cibernética e teorias de sistemas, plataformização, neoliberalismo e desinformação.
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“Conversas que não podemos mais adiar”: esse é o tema da quarta temporada do Pauta Pública, que começa seus trabalhos em 2024 trazendo para os microfones o professor, psicólogo e psicanalista Christian Dunker, autor de, entre outras obras, “Mal-estar, sofrimento e sintoma” de 2015 e “Lacan e a democracia” de 2022, ambos publicados pela editora Boitempo. Como emoções e crenças são mobilizadas para atrair pessoas para discursos de ódio?
Como essas ideias se infiltram no cotidiano ao serem instrumentalizadas, geralmente pela extrema-direita, numa suposta luta do bem contra o mal? Cancelamento, angústia com o colapso climático e outros assuntos fazem parte dessa conversa no Pauta 103. Ouça agora.
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Enquanto o Pauta Pública prepara sua nova temporada, estamos publicando episódios especiais com alguns dos momentos mais marcantes do podcast em 2023.
Neste episódio, você vai ouvir as vozes de (em ordem de aparição): Raquel Rolnik, Fábio Luís Franco, Leonardo Sakamoto, João Pedro Stédile, Giovana Girardi e Erika Berenguer.
O Pauta volta com episódios inéditos sexta que vem, dia 19 de janeiro.
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Enquanto o Pauta Pública prepara sua nova temporada, estamos publicando episódios especiais com alguns dos momentos mais marcantes do podcast em 2023.
Neste episódio, você vai ouvir as vozes de (em ordem de aparição): Maria Betânia Ávila, Eliza Capai, Joana Varon, Laura Molinari, Semayat Oliveira e Marie Declerqc.
O Pauta volta com episódios inéditos em 19 de janeiro de 2024.Não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública nas plataformas de áudio.
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Episódio de férias traz compilação de reflexões sobre o Brasil e sua complexidadeEnquanto o Pauta Pública prepara sua nova temporada, estamos publicando episódios especiais com alguns dos momentos mais marcantes do podcast em 2023.
Neste episódio, você vai ouvir as vozes de (em ordem de aparição): Marcos Nobre, Sidarta Ribeiro, Ludmila Abílio, Bruno Santana, Eugênia Gonzaga, Bruno Paes Manso e Luiz Antônio Simas.
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Enquanto o Pauta Pública prepara sua nova temporada, estamos publicando episódios especiais com alguns dos momentos mais marcantes do podcast em 2023.
Neste episódio, você vai ouvir as vozes de (em ordem de aparição): Semayat Oliveira, Juliana Borges, Vera Lúcia Araújo, Tiago Rogero e Lia Vainer. O Pauta volta com episódios inéditos em 19 de janeiro de 2024.
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O Pauta de hoje fala sobre o poço sem fundo do crime ambiental no Brasil. Desta vez, as vítimas são milhares de moradores de Maceió, uma cidade que afunda diante dos nossos olhos, resultado das atividades de mineração da gigante Braskem, ao longo de 40 anos.
Em 2018 o solo da cidade começou a tremer causando rachaduras e fissuras em casas e estabelecimentos comerciais e afundando o chão onde uma das minas da Braskem começou a se deteriorar.
Em 2019, um laudo do Serviço Geológico Brasileiro foi conclusivo: foram as atividades de mineração as causadoras dos tremores. De lá pra cá, milhares de moradores tiveram que deixar suas casas, os bairros onde cresceram e criaram suas memórias e começaram uma ingrata jornada em busca de reparação.
Agora, em 2023, o caso, que é o maior desastre ambiental em curso numa zona urbana no país, finalmente ganhou repercussão nacional, a partir de novos tremores e o afundamento cada vez mais acelerado do solo da cidade, indicando o possível iminente colapso de pelo menos uma das 35 minas de extração da Braskem.
Para traçar um panorama da situação até agora o Pauta recebe novamente a repórteres Alice Maciel e Mariama Correia, em uma conversa que também reflete sobre as recorrências desse tipo de crime que, no Brasil, parece sempre compensar.
=== O episódio 102 encerra também a temporada 2023 do Pauta Pública, que retorna com episódios inéditos em janeiro de 202. Até lá, episódios especiais com um compilado de momentos marcantes serão publicados no feed toda sexta-feira de manhã. ===
====PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA A dica de hoje é escutar a série investigativa “O Pastor” do podcast Rádio Escafandro, produzida por Thomas Chiaverini.
Ao todo "O Pastor" terá sete episódios narrativos, com frequência semanal, dos quais 5 já estão no ar, falando sobre a atuação potencialmente criminosa de um pastor na cidade de Itacoatiara (AM). A reportagem exclusiva conta como o pastor evangélico Arison Farias de Aguiar, responsável pelo projeto Resgatando Cativos, tem exposto dependentes químicos para enriquecer. A instituição que ele coordena tem o suposto objetivo de resgatar e recuperar usuários de drogas, mas não oferece tratamento especializado. Apesar disso, tanto os resgates quanto o cotidiano nas casas de alojamento são transmitidos ao vivo pelo Facebook, no estilo de reality show. Além da exposição de pessoas fragilizadas, as lives revelam abusos, como supostos tratamentos em que o pastor pendura drogas no pescoço de dependentes químicos.Ao longo da série, o podcast trará relatos de usuários que dizem ter sido submetidos a trabalho análogo ao escravo, ter sofrido ameaças, e que tiveram a vida fora do projeto manipulada pelo pastor, com o provável objetivo de aumentar a visualização dos vídeos e a arrecadação de dinheiro.
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"Dói viver sem água em pleno Pará", resume Maria Eva Martins, agricultora em um Projeto de Desenvolvimento Sustentável localizado no sudeste do estado. Nos entornos dos municípios de Marabá e Canaã dos Carajás, famílias rurais sofrem com a ausência de nascentes, o pouco volume de águas nos rios durante o verão e as consequências da mineração e do garimpo. No último episódio da série, investigamos conflitos ocasionados pela escassez de água.
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A COP28, Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas (ONU), encerra sua primeira semana em meio a polêmicas e controvérsias. A começar pela escolha da sede, Dubai, capital dos Emirados Árabes Unidos, país que é um dos 10 maiores em produção de petróleo do mundo.
A diminuição do uso de combustíveis fósseis, como o petróleo, é uma das condições fundamentais para que o mundo consiga atingir as metas de combate às mudanças climáticas. Acontece que conferência vem, conferência vai, e a impressão que se tem é de que as ações necessárias para mitigar os efeitos do aquecimento global estão estagnadas em meio a interesses conflitantes, enquanto assistimos o planeta aquecer cada vez mais. Um estudo da Organização Meteorológica Mundial (OMM) revelou que 2023 será o ano mais quente registrado na história.
No meio disso tudo, a participação do Brasil na COP28 começou conturbada a partir da notícia de que o país passaria a integrar a Opep+, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados, o que foi visto como uma postura contraditória do país que tenta se colocar na liderança global do debate sobre clima. Para entender o que está em jogo nesta conferência que é tão fundamental para os rumos do nosso futuro global, o Pauta Pública conversa com as jornalistas da casa Giovana Girardi, chefe da cobertura socioambiental, e com a repórter Anna Beatriz Anjos, diretamente de Dubai.
Em "Pele negra, máquinas brancas” podcast conta como novas tecnologias podem reproduzir velhos preconceitos. A inteligência artificial e todas as suas aplicações aparentam ser neutras – ora, uma máquina não pode ser preconceituosa. Acontece que, por trás dessa suposta imparcialidade, há diversos vieses discriminatórios, que ganharam o nome de racismo algorítmico. Neste episódio, o Ciência Suja revela como sistemas de computação podem ser sabotados pela discriminação, e o que pesquisadores do Brasil e do mundo estão tentando fazer para contornar esse cenário problemático.
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Nos entornos de Santarém, nos últimos 20 anos a soja vem tomando conta da paisagem. Junto com as lavouras, chegam também os agrotóxicos e seus resíduos que se espalham nas águas, terra e ar. Comunidades indígenas e camponesas cercadas pelos cultivos de grão relatam casos de intoxicação, adoecimento crônico e contaminação dos cursos d'água. No quinto episódio da série, investigamos conflitos ocasionados pela utilização de produtos químicos legalizados e permitidos em todo o país.
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Na última semana de novembro, o Instituto Fogo Cruzado lançou um site especial que revela dados detalhados sobre as chacinas policiais que ocorreram na região metropolitana do Rio de Janeiro nos últimos sete anos. De cara, o levantamento divulgado revela uma realidade assustadora: a cada mês, ocorreram 3 chacinas policiais na região metropolitana do Rio de Janeiro. De 2016 a 2023, as operações policiais na região resultaram na morte de 1.117 civis. Neste final de ano, está impossível não pensar e não se preocupar com as guerras que acontecem pelo mundo. Mas parece que no Brasil o alto número de civis mortos em decorrência de ações das forças de segurança do Estado não choca, não atrai atenção ou preocupações proporcionais à quantidade de vítimas. As guerras que se desenrolam nas grandes cidades brasileiras, diluídas no cotidiano, parecem ter sido naturalizadas.
Para conversar com a gente sobre o que os dados de mortes civis em conflitos com policiais indica, o Pauta conversa hoje com a Maria Isabel Couto, uma das diretoras do Fogo Cruzado. Couto é doutora e mestre em sociologia pelo IESP/UERJ e atua com segurança pública há mais de 10 anos, em pesquisas e na articulação entre sociedade civil e poder público.
E tem mais: bloco especial No último bloco do programa, Andrea Dip, Clarissa Levy e Ricardo Terto respondem mensagens enviadas pelos ouvintes.
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Mesmo fora das manchetes, os conflitos perduram na maior terra indígena do país. Um mergulho na mega-operação governamental contra invasores e seus efeitos.
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Para comemorar, no episódio que vai ao ar na sexta-feira que vem, além da entrevista regular, teremos um bloco especial da audiência onde Andrea Dip e Clarissa Levy vão responder e comentar alguns recados e perguntas que vocês poderão mandar pela caixa de comentários do Spotify, aqui mesmo desse recado, ou no e-mail podcasts@apublica.org
A gente quer saber o seguinte: Qual episódio do Pauta você foi importante pra você? Quem você gostaria de ouvir na próxima temporada? Que temas quer que a gente aborde? Tem alguma dúvida curiosidade dos bastidores sobre o Pauta? Algumas das perguntas e comentários enviados, iremos responder nesse bloco especial do nosso episódio 100, mas precisa enviar até quarta à noite, combinado?
Participe dessa pauta!
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Em outubro de 2023, o Amazonas declarou estado de emergência ambiental, registrando o pior outubro em termos de queimadas dos últimos 25 anos. Esses índices preocupantes surgem, contudo, em um período em que o desmatamento, considerado uma das principais causas das queimadas, teve uma redução significativa, alcançando 22,3% de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
O que explica então esse aumento nos incêndios? Diversos fatores, incluindo as mudanças climáticas e a ocorrência do fenômeno El Niño.Para compreender os impactos de um cenário tão alarmante e ponderar sobre quais medidas poderiam contribuir para mitigar o problema, o Pauta conversa hoje com Erika Berenguer, Pesquisadora sênior das universidades de Oxford e Lancaster, no Reino Unido, integrante do Scientific Panel for the Amazon da UNSDN, uma extensão da ONU, e uma das coordenadoras da Rede Amazônia Sustentável.
====PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA Você já conhece o podcast Economia do Futuro.?Direto de Berlim, a jornalista Melina Costa comanda conversas que abordam a necessidade de mudarmos a forma que produzimos e consumimos quase tudo, se quisermos evitar um desastre climático. O Economia do Futuro vai estrear agora uma cobertura especial sobre a COP 2023, a Conferência do Clima da ONU. Então, aproveita o embalo da conversa de hoje sobre aa Amazônia e já coloca o Economia do Futuro pra tocar depois do Pauta.
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Uma cavalgada, um projeto sustentável destruído e uma operação contra crimes ambientais. Na região mais desmatada da Amazônia, uma história sobre o que desaparece junto com o sumiço da floresta.
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Em 2023, o ENEM pautou como tema da redação os "Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher no Brasil", provocando grande repercussão. A proposta convocou os estudantes a refletirem sobre um tópico ainda pouco discutido: os trabalhos de cuidado e a jornada intermitente das mulheres. Na realidade brasileira, as mulheres são condicionadas socialmente a prestarem suporte tanto doméstico a familiares, quanto a exercerem profissões de cuidado em setores como saúde e assistência social, geralmente sendo subremuneradas.
Os trabalhos de cuidado, trabalhos produtivos e trabalhos reprodutivos realizados por mulheres têm sido estudados por especialistas feministas mundo afora, com destaque para a filósofa italiana Silvia Federici. Ela é autora de obras fundamentais para a compreensão da questão, como "O Ponto Zero da Revolução: Trabalho Doméstico, Reprodução e Luta Feminista".
No Brasil, ONGs, coletivos e ativistas articulam-se para produzir materiais de pesquisa que aumentem a visibilidade sobre o assunto, como é o caso do livro "Trabalho Remunerado e Trabalho Doméstico no Cotidiano das Mulheres". A publicação reúne artigos que interpretam e aprofundam o debate sobre os resultados da pesquisa “Trabalho Remunerado e Trabalho Doméstico – Uma Tensão Permanente”, realizada em 2012 pelo Instituto Data Popular, SOS Corpo e Instituto Patrícia Galvão, com objetivo de esmiuçar o cotidiano de trabalho das mulheres brasileiras.
No novo episódio, o Pauta Pública conversa com uma das autoras deste livro, a doutora em Sociologia pela Universidade Federal de Pernambuco, Maria Betania Ávila, que também é coordenadora da SOS Corpo e pesquisa temas relacionados ao feminismo, mulheres, direitos reprodutivos, trabalho, participação política e movimento de mulheres.
Hoje a dica é conferir o podcast Cirandeiras, que exercita a escuta de mulheres brasileiras ousadas que modificam vidas, padrões e territórios, tudo a ver com o tema do Pauta de hoje.
Produzido e apresentado por Joana Suarez e Raquel Baster, no último episódio da temporada "Justiça Reprodutiva" o podcast desembarca no sertão nordestino onde a ciranda termina com mãe Dôra, referência em parteria tradicional e saúde para sua comunidade e para além dela. Patrimônio Vivo de Pernambuco, mãe Dôra já realizou mais de mil partos entre aldeias e também ajudou mulheres em situação de aborto.
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Seguranças privados, facções criminosas ou um grupo de pistoleiros. Um episódio para entender por que há tanto medo e insegurança na região do Xingu
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A Argentina está às vésperas de uma das eleições mais decisivas de sua história, marcada por reviravoltas e transformações sociais. O segundo turno, previsto para o dia 19 de novembro, será entre o peronista Sérgio Massa e o economista de extrema-direita Javier Milei. Autoproclamado "anarco-capitalista", Milei desperta grande interesse midiático e defende propostas alinhadas às pautas e à retórica da extrema-direita, como a desregulamentação do porte de armas e a dolarização do peso, além de propor reformas liberais radicais. Não é por acaso que seu nome frequentemente é comparado ao de Jair Bolsonaro. Mas a Argentina seguirá o mesmo caminho que o Brasil em 2018? O que representaria uma vitória de Javier Milei e como se explica sua ascensão? Para discutir essas questões, o Pauta convida o professor e doutor em História Valério Arcary, autor do livro "Ninguém disse que seria fácil", publicado pela Editora Boitempo. O programa conta também com a participação especial da professora Silvia Adoue. Nascida na Argentina, Silvia é mestre em Integração da América Latina pelo PROLAM-USP (2001), atua como docente na Escola Nacional Florestan Fernandes e é professora doutora na UNESP/Araraquara. Junto a Valério, ela comenta os caminhos que levaram a Argentina a este momento crucial e o que está em jogo nesta eleição presidencial.
PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA O Vida de Jornalista, podcast produzido pelo Rodrigo Alves, está com aquela série imperdível com perfis de jornalistas contando de uma maneira especial suas trajetórias. E dessa vez temos quase um crossover, porque o perfil da vez é da Marina Amaral, uma das fundadoras da Agência Pública. Então fica hoje essa recomendação especial de fazer essa dobradinha de Agência Pública, ir no feed no Vida de Jornalista e emendar na sua escuta depois do Pauta.
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Uma terra cercada, um rebanho de búfalos e cinco lideranças quilombolas assassinadas. As histórias de quem não desistiu de lutar por uma parte da Amazônia que parece o Pantanal.
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