Mesmo com as mulheres negras produzindo literatura nos últimos séculos, parte dessas obras só começou a ser reconhecida recentemente. Em 2025, Ana Maria Gonçalves, autora de “Um Defeito de Cor”, tornou-se a primeira mulher negra imortal na Academia Brasileira de Letras, fundada em 1897. Um marco que expõe a baixa representatividade no mercado cultural brasileiro.
Para refletir sobre esses atravessamentos das desigualdades e o papel da escrita para repensar o país, Andrea Dip recebe no Pauta Pública desta semana a escritora, professora e jornalista Bianca Santana, autora de “Como me descobri negra” e “Apolinária”. Destaque na literatura brasileira contemporânea, , a autora ressalta que, ao contar histórias silenciadas, a literatura negra é um passo na cura dos traumas deixados pela escravidão e pelo colonialismo.
Confira o episódio completo e não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública e também deixar sua opinião nos comentários.
● Apresentação e entrevista: Andrea Dip ● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira ● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz ● ID Visual: Tayná Gonçalves ● Coordenação de podcast: Sofia Amaral ● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana ● Chamadas e teasers: Ethieny Karen ● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro ● Trilha original composta por Pedro Vituri
contato: podcasts@apublica.org
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