William Shakespeare, the writer who – above all others, perhaps – keeps giving and giving. Michael Caines takes us through the latest research, theories and discoveries (or not, as the case may be); Why do women read more fiction than men? Lucy Scholes returns to the age-old conundrum
Death by Shakespeare: Snakebites, stabbings and broken hearts by Kathryn Harkup
Untimely Death in Renaissance Drama by Andrew Griffin
Shakespeare in a Divided America by James Shapiro
Shakespeare and Trump by Jeffrey R. Wilson
‘Infecting the teller – The failure of a mathematical approach to Shakespeare’s authorship’ by Brian Vickers, in this week’s TLS
Why Women Read Fiction: The stories of our lives by Helen Taylor
A pandemia de coronavírus tem feito o mundo mudar com rapidez inédita. Diante disso, nos próximo episódios, Escafandro vai mergulhar nessas mudanças para tentar descobrir que lições poderemos tirar delas. Será que o mundo pós-pandemia pode ser um mundo melhor?
No primeiro episódio, o assunto é economia. Será que seremos capazes de aprender algo com essa que talvez seja a maior crise da história do capitalismo?
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Economista com mestrado, doutorado e pós doutorado pela Universidade Estadual de Campinas – Unicamp, nas áreas de desenvolvimento econômico, economia social e economia do trabalho. Foi consultor do PNUD e da OIT e é coordenador e professor do programa de pós-graduação da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO).
Today an edition of our new daily podcast - Stories of our times. Our new free daily news podcast takes you to the heart of the stories that matter, with exclusive access and reporting. Published for the start of your day, it is hosted by Manveen Rana and David Aaronovitch.
If you want to hear more please search for Stories of our times and subscribe wherever you get your podcasts.
With reading on the rise under the lockdown, TLS editor Stig Abell suggests three books for a little escapism during these uncertain times.
Stories of our times is the new daily podcast from The Times. Listen to more episodes here
Ellen Crowell investigates an early-twentieth-century tale of doomed lesbian romance, decadent cryptography, morphine-induced suicide and more; Richard Smyth on the joys of bird-watching during lockdown; Michael Caines reads his poem “Decadence”
Uma edição especial dedicada ao escritor Amyr Klink, que em 1984 cruzou o Atlântico num barco a remo. A aventura rendeu o clássico Cem dias entre céu e mar, recém-lançado em audiobook. Confinado em casa durante a crise do coronavírus de março de 2020, Klink falou sobre ansiedade a bordo e em terra firme, medo, superação, viagens, literatura, ambiente, sociedade, entre perrengues e anedotas.
A recovering Alexander van Tulleken shares some thoughts on the British response to Covid-19; What cultural things are people doing to pass the time in isolation? We asked a selection of our writers, and Lucy Dallas joins us (from what sounds like a small tin box) to pluck at the results
Por conta da pandemia do novo coronavírus, boa parte da população mundial vive hoje uma experiência inédita: a do isolamento. Um isolamento que pode acontecer de duas formas: solitária ou em família.
Diante disso, trazemos o ponto de vista de dois navegadores que são profundos conhecedores de experiências desse tipo.
Heloisa Schurmann, que há mais de trinta anos navega pelo mundo com a família, conta das vantagens e dos desafios do isolamento compartilhado.
E Amyr Klink, primeiro homem a atravessar o Atlântico Sul sozinho num barco a remo, conta sobre as dores e belezas de se isolar em solidão completa.
Eles também falam dos desafios do momento atual, das diferenças de viver isolado num barco e em terra firme, e dão dicas de como sobreviver ao confinamento com a mente em ordem.
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Escritor e navegador, primeiro homem a atravessar o Atlântico Sul num barco a remo em solitário. Autor de “Cem dias entre céu e mar” e “Paratii – entre dois pólos”.
In this episode, Birgit Pauli-Haack and Mark Uraine discuss the Gutenberg plugin release 7.8 – WPBlockTalk – online conference, news on Block Patterns and experimental APIs. Music: Homer Gaines Editor: Sandy Reed Logo: Mark Uraine Production: Pauli Systems Show Notes / Transcript Show Notes Block Patterns Will Change Everything Elementor recently released their version of […]
Samuel Graydon reviews two new albums, by the folk troubadour Sam Lee and indie rock band Cornershop, both of which offer innovative and intelligent musical perspectives on modern England; the TLS’s arts editor Lucy Dallas presents this month’s ‘Audio/Visual’, a monthly round-up of listening and watching; Josephine Livingstone grapples with the 'omnivore paradox' in the arts sector: why broader tastes in art have not led to wider participation
Featured works
Old Wow by Sam Lee
England is a Garden by Cornershop
Audio: ‘Reply All’, the podcast
Visual: ‘Five Guys a Week’, Channel 4
Entitled: Discriminating tastes and the expansion of the arts by Jennifer C. Lena
Steal as Much as You Can: How to win the culture wars in an age of austerity by Nathalie Olah
Smashing It: Working class artists on life, art and making it happen, edited by Sabrina Mahfouz
Tim Parks talks us through the lockdown from Milan; A. N. Wilson explains the Prayer Book Controversy of the 1920s, and why it's a bit like Brexit; and Anna Girling looks back on the - failed - poetic and critical career of Richard Aldington
Richard Aldington, Two volumes, by Vivien Whelpton
Uma conversa sobre a mania de acumular papéis com o colecionador Pedro Corrêa do Lago, a historiadora especializada em arquivos Silvana Goulart e a jornalista Mariana Delfini. Em seguida, os professores de direito Luciana Silva Reis e Rafael Mafei, do centro de pesquisas Laut, que inicia parceria de conteúdo com a Quatro Cinco Um, falam sobre a presença autoritária na história do Brasil.
As mudanças trazidas pela inteligência artificial devem, em poucos anos, causar uma revolução na saúde. Hoje já estão em fase de testes algoritmos que vão auxiliar os médicos em tarefas diversas.
Eles poderão, por exemplo, cruzar milhares de dados sobre um paciente para prever as chances de cura em casos diversos. Para criar diagnósticos. E para auxiliar na aplicação de tratamentos e prescrição de drogas.
Eles poderão acessar bancos de dados em tempo real, e ter atualização instantânea sobre cada nova doença ou nova terapia. Eles poderão preencher prontuários automaticamente enquanto o médico se dedica ao atendimento do paciente. E poderão fazer com que clínicos gerais tenham a opinião dos maiores especialistas em cada área.
Há também pontos controversos nessa tecnologia. Porque os algoritmos são alimentados por dados. Então vale perguntar: quem coleta esses dados? O que impediria, por exemplo, que planos de saúde reajustassem suas mensalidades de acordo com os riscos que cada paciente tem de adoecer?
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Economista, professor do Departamento de Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública da USP na área de estatísticas de saúde, diretor do Laboratório de Big Data e Análise Preditiva em Saúde (Labdaps) da FSP/USP.
Médico infectologista, doutor em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Campinas (1996), pós-doutor na área de Bioética Clínica na Universidade Cornell, em Nova York. É professor da Unicamp na Faculdade de Ciências Médicas, onde coordena a Área de Ética e Saúde.
Mark Uraine and Birgit Pauli-Haack discuss the release of Gutenberg 7.7 Release, #WPBlockTalk Conference and Block Patterns as well as bug fixes, experiments and what’s in active development. Music: Homer Gaines Editor: Sandy Reed Logo: Mark Uraine Production: Pauli Systems Show Notes / Transcript Show Notes Announcements WordPress VIP webinar: “Build an enterprise newsletter in […]
Frances Wilson gets implausibly angry about the hypocrisy of Patrick O’Brian; Michèle Roberts makes the case for the forgotten author of the nineteenth century, George Sand; Miranda Seymour turns literary detective to identify a new work by Ada Lovelace. And Roz Dineen fails to be enticed by cakes.
Romans 1 & 2 George Sand; Edited by José-Luis Diaz and Brigitte Diaz
Patrick O’Brian – A very private life Nikolai Tolstoy
O apresentador conversa com Mário Magalhães, autor da biografia de Carlos Marighella, recém-adaptada para o cinema, e com a atriz Maria Marighella, neta do líder revolucionário, que atua no filme e trabalha na publicação dos escritos do avô. Em seguida, a ensaísta Bianca Tavolari fala sobre a seção que passa a editar na Quatro Cinco Um, sobre a história, a vida e o futuro das cidades.
In this episode, Birgit Pauli-Haack and Mark Uraine discuss the release of Gutenberg 7.5 and 7.6 as well as WordPress 5.4, Global Styles and using Block Editor outside the editor screen — plus community contributions and WordCamp Miami. Music: Homer Gaines Editor: Sandy Reed Logo: Mark Uraine Production: Pauli Systems Show Notes / Transcript Show […]
Edmund Gordon discusses whether Hilary Mantel's final Cromwell novel lives up to its billing - and whether, at 900-odd pages, it is the right length; Muriel Zagha looks at the female gaze in French cinema, with respect to the new film Portrait of a Lady on Fire; Irina Dumitrescu talks about how to write well, and when to break the rules
Dois dias de caminhada pela cidade de São Paulo. Um total de 50 quilômetros percorridos, partindo da Zona Oeste, até a fronteira com São Caetano, na Zona Leste. Dezenas de entrevistados. Histórias surpreendentes que revelam a alma da maior cidade do país.
Pra completar, uma trilha sonora feita exclusivamente com os sons colhidos durante a caminhada.
No início do mês, faleceu o famoso crítico literário, filósofo, ensaísta, romancista e educador franco-americano George Steiner (1929-2020).
Vez ou outra, Steiner privilegiava também a nós, musicófilos, expressando a sua paixão pela música. Em 2010, à ocasião das NEXUS Conferences, no Concertgebouw de Amsterdã (sede da famosa orquestra holandesa), Steiner palestrava sobre o tema: “What’s Next for the West?” (“O Que Vem a Seguir para o Ocidente?”), e encerrou a sua apresentação com um belo discurso sobre o mistério da música. Que um dos maiores críticos literários da atualidade tenha dito que a música lhe parece superior à literatura como “força de uma possibilidade transcendente” não é coisa que Euterpe poderia ignorar e, há algum tempo, postamos uma bela montagem deste vídeo (infelizmente não mais disponível) em nossa página no Facebook.
Compartilhamos agora o vídeo original, portanto, como homenagem ao mestre, com uma tradução logo abaixo por nossa cortesia.
Música, o mistério da música. O que Nietzsche chamou tão corretamente de o mysterium tremendum. O mysterium tremendum do último ato de Tristão [e Isolda], e tantos outros casos: pode ser uma Étude de Chopin, uma frase ou mais em Mozart, que nos fala que há algo além, que paradoxalmente pertence a nós profundamente, mas que de algum modo toca em um significado universal de impossibilidade. Que não somos apenas um conjunto fisiológico eletro-químico e neural, que há mais na consciência do que fiação eletrônica. A música para mim parece, mais do que a literatura, a grande força, a esperança de uma possibilidade transcendente.
Essa é a razão pela qual é vitalmente importante que nossas crianças tenham acesso, desde a mais tenra idade, a boa música. Eu soo como um velho chato reacionário, e não me desculpo por isso, mas nada me aterroriza mais do que a exclusão de música séria das vidas de milhões de crianças pequenas: a substituição de muitas formas de música pelo horror de barulho ordenado, pelo barbarismo de barulho ordenado, a derrocada ensurdecedora de não deixar uma criança encontrar boa música, de não lhe ensinar um instrumento, se possível, de não lhe ensinar a cantar, se possível.
Houve um tempo na vida diária, no século XIX e começo do século XX na Europa, em que apresentações amadoras eram uma realização natural de pessoas educadas. Não precisava ser muito bom, não precisava ser muito grande, mas era parte de se reunir e estar em contato com aquele mysterium tremendum do transcendental. Se levarem isso embora de nós, estaremos realmente em apuros. Não acho que conseguirão. Durante os piores períodos de despotismo e tirania, pessoas podiam aprender partituras de cor. Mesmo quando a música era proibida, ela ainda podia ser confiada à memória. A música é algo muito difícil de se censurar – sim, ela pode ser interrompida, ela pode ser suprimida, músicos podem ser caçados, e perseguidos, e torturados. Mas, ainda, ela está lá, e sempre o seu estranho mistério permanece.
O Concertgebouw é um lugar para se lembrar dos últimos concertos daquele gênio muito ambíguo, [Wilhelm] Furtwängler. A luz caía regularmente e temos gravações em que você ouve o tiroteio da artilharia russa se aproximando de Berlim. Em uma gravação de Beethoven e uma de Haydn daquele tempo, tocados no escuro, as pessoas na plateia, sabendo que estavam condenadas a um destino horrível…, e não há gravações ou interpretações, que eu conheça, maiores daquela música. Há algo na música que é muito mais forte mesmo nas nossas maiores apresentações, a música em certo sentido nos toca, somos tocados por ela. Isso não significa que haverá consenso sobre os seus significados, não significa que não continuaremos debatendo ferozmente sobre a escolha de um andamento lento de uma sinfonia de Bruckner para marcar a morte do Führer. Temos uma gravação e ela também é fantástica, assim como outras gravações excelentes.
Por muitos e muitos anos, eu tentava entender por que a música não diz “não” em certas ocasiões. Dachau, como vocês sabem, fica nos arredores de Munique, muito próxima, e os trens com as pessoas morrendo dentro deles de sede e de fome a caminho para Dachau costumavam passar não muito longe da sua grande sala de concerto. Nessa sala, [Walter] Gieseking apresentava o seu ciclo de Debussy, e bons críticos dizem que nunca houve uma interpretação superior de Debussy. E a minha pergunta era, para estudantes alemães – e comecei a perguntá-la imediatamente após a Guerra –, para crianças de escolas alemãs, por que a música não disse “não”? – o que é uma pergunta sem sentido. Mas é uma pergunta sem sentido? Ainda não sei a resposta. Poderia a música ter se recusado a ser tocada? É claro que poderia. Poderia ser tocada de modo errado pelo menos? Poderia Gieseking tocar notas erradas pelo menos? Não tocou.
Então o mistério permanece, mas também permanece a forte e urgente esperança de que não deixaremos que nos levem embora essa experiência sobrepujante, esse privilégio de existir, que é a grande música.
This week the TLS is running an extract from The Mirror & the Light, the long-awaited third and final volume of Hilary Mantel’s Thomas Cromwell novels. In 1538 Thomas Cromwell, Lord Privy Seal, questions Geoffrey Pole, the youngest son of a great family. Pole is accused of conspiring against Henry VIII and attempting to bring back the old religion and reinstate the Pope as head of the Church. (The Mirror & the Light will be published on March 5 by Fourth Estate. The audio book is published by W F Howes and narrated by Ben Miles.)