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Blockbase: A parent theme for block themes

Phase 2 of Gutenberg introduces Full Site Editing to WordPress; to make this possible, we need a new way of building themes – using blocks.

How do block themes work?

Block themes use templates made entirely of blocks. The layout is configured using a combination of theme.json and CSS. The settings in theme.json are used to generate CSS – this is part of the Global Styles feature. The theme CSS is added after the theme.json CSS and together these rules define the layout for a theme. If you’re just getting started with block themes, this guide should help.

Can I style my whole theme with Global Styles?

Global Style allows us to set styles for some aspects of the theme, but many common customisations are not yet available. We are actively helping to add more customisations to Global Styles, but in the meantime we have been working on a mechanism to define a lot more theme styles in a custom section of theme.json, until they are available in Global Styles.

The result of this work is a new theme called Blockbase, loosely based on the classic theme Blank Canvas. This block theme attempts to make all the common theme styles configurable in theme.json, and provides the CSS needed to make them work until the blocks themselves support these settings. As more of these configurations are added to Global Styles, we will remove the corresponding CSS from Blockbase.

Can Blockbase be used to build more block themes?

We are currently using Blockbase as a parent theme for all of our block themes; in time we hope that it won’t be needed. This means that child themes only need to define their settings in a theme.json file, and the parent theme CSS will adjust to these settings. This approach gives us an agreed standard when configuring block styles. It also will make it trivial to move to the Global Styles implementation when that becomes available in core.

Blockbase is intended to be a representation of all the theme style settings that we believe should eventually live in Global Styles and be configurable by users. Some themes need customizations beyond what would be possible with Global Styles. These more unique styles continue to be defined in the theme CSS file.

How it works

Style configurations live in the “styles” section of theme.json. Rules can be defined for both “blocks” and “elements”, and these will be interpreted by Global Styles and generate the appropriate CSS.

The theme.json file also contains a section for “custom” configurations, inside the “settings” property. Settings defined in “custom” are output by Global Styles as CSS variables. These variables are used by the theme CSS files to style blocks and other elements.

Child themes of Blockbase are able to redefine these CSS variables by setting different values in its theme.json. The child theme inherits the Blockbase CSS, but with the new CSS variables defined in theme.json.

To avoid a child theme needing to redefine every value in the theme.json file, child themes can create a child-theme.json file and a script will generate a theme.json file, taking the defaults from Blockbase and updating it with the new values from the child theme.

This mechanism will be particularly useful as more customizations are added to Global Styles; in many cases it will only be necessary to update Blockbase itself and rebuild each child theme, to update the theme.json files. You can find out more about this in the theme’s readme file.

Code size

Aside from the benefits outlined above, we have also found that this approach to building themes has resulted in a drastic reduction in the amount of code we need to write for both the parent theme and any child themes. As much as possible we rely on the styles that come with Gutenberg, and only add extra rules where necessary. Blockbase CSS is, at the time of writing about 1000 lines of code, whereas Seedlet CSS is over 4000.

As more of these customizations are added to Global Styles, we will be able to remove the corresponding CSS from Blockbase, so we anticipate the size of the theme CSS to reduce over time.

How Can I Use This?

Blockbase is available on the Automattic themes repo. If there is interest from others in using this approach to build themes we can investigate making it available as an npm package for others to use.

D. H. Lawrence in Flames

This week, Thea Lenarduzzi and Lucy Dallas are joined by Gerri Kimber to discuss a bold new biography of D. H. Lawrence, 'the most judged writer of his age'; twenty-odd writers share their formative encounters with nature, including the novelists Maaza Mengiste and Ali Smith; plus, reviews of the television adaptation of Nancy Mitford’s 'The Pursuit of Love' and 'Harm', a new play about loneliness and social media addiction


Burning Man: The ascent of D. H. Lawrence, by Frances Wilson

'Sinister, sublime, exhausting, hungry – formative encounters with the natural world', see the-tls.co.uk

The Pursuit of Love by Nancy Mitford, BBC iPlayer

'Harm' by Phoebe Eclair-Powell, the Bush Theatre, London


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#49 – Conspirações psicodélicas em busca de cérebros livres

Cientistas de várias partes do mundo têm descoberto que psicodélicos como ayahuasca, LSD, psilocibina, MDMA e ibogaína podem auxiliar no tratamento de vários tipos de doenças mentais.

No Brasil, o Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte efetuou um estudo pioneiro sobre o uso da ayahuasca.

Foi o primeiro estudo randomizado, duplo cego, para avaliar o impacto de um psicodélico no combate à depressão.

A bebida, utilizada na religião do Santo Daime e em vários outros cultos, mostrou resultados promissores. E o melhor: em pessoas resistentes a terapias com antidepressivos tradicionais.

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– Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas.

Clique aqui.

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– Mergulhe mais fundo

Pisconautas – Viagens com a ciência psicodélica brasileira (LINK PARA COMPRA)

– Entrevistados do episódio

Marcelo Leite

Escritor e jornalista especializado em ciência e meio-ambiente. Colunista do Jornal Folha de S.Paulo e autor do recém-lançando Psiconautas – Viagens com a ciência psicodélica brasileira (Fósforo, 2021).

Júlio Delmanto

Jornalista, historiador, autor de História Social do LSD no Brasil (Elefante, 2020)

Dráulio Barros de Araújo

Físico, doutor em física aplicada à medicina e biologia pela Universidade de São Paulo de Ribeirão Preto, onde também obteve o título de livre docência e foi professor até 2009.  Professor do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Atua na área de Neurociências, com ênfase na utilização da imagem funcional por ressonância magnética e eletrocenfalografia na avaliação das bases neurais dos estados alterados de consciência induzidos pelo psicodélico ayahuasca.

Camila Patah

Pedagoga, mosaicista e psicóloga especialista no tratamento de pessoas com dependência química.

– Ficha técnica:

Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini

Trilha sonora tema: Paulo Gama

Mixagem: Vitor Coroa

Trilha incidental: Blue Dots

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Gabriela Prioli: influencer da democracia

Advogada criminalista, comentarista política e apresentadora, Gabriela Prioli é uma das grandes difusoras de informação política de qualidade no país. Polarização, discurso de ódio, controle de armas, política de drogas, saúde mental e, claro, engajamento cívico estão entre os temas da conversa com Ilona Szabó para o último episódio desta temporada de Você Pode Mudar o Mundo.

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Choque de Cultura: Herbert Vianna sabe criar nome de banda

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Veja mais episódios do #ChoquedeCultura pela Globoplay: http://bit.ly/CHOque
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Quarta: Rapidinhas (vídeos curtos para deixar com gostinho de quero mais)
Quinta: #TBT (episódios clássicos na íntegra)
Sexta: Clipes de shows e de programas musicais

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Alan Alda Discusses Center for Communicating Science

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The following is an excerpt from Columbia University SPS Reporter Night where Alan discusses his motivation to start the Alan Alda Center for Communicating Science. To see the video in its entirety, visit the Columbia SPS channel at https://bit.ly/347yk3K

17 | O Ano da Cólera na América Latina - com Sylvia Colombo

Neste episódio, Andrea Dip e Thiago Domenici conversam com a correspondente Sylvia Colombo que lança o livro "O Ano da Cólera" (Editora Rocco) onde traça um panorama do impacto político e social da pandemia numa região em constante ebulição. Além de tratar do que está acontecendo em países como Chile, Bolívia, Venezuela, Argentina e Uruguai, na entrevista também é abordado os recentes conflitos na Colômbia, além dos desafios de escrever sobre uma região tão complexa.

Para entender o que está acontecendo no Brasil é preciso estar de olho nos nossos vizinhos. Sylvia Colombo é correspondente internacional em Buenos Aires e especialista em América Latina. Atualmente está na Folha de S.Paulo e já foi repórter e editora de cultura, além de correspondente em Londres e em Bogotá. Já realizou coberturas na Colômbia, na Venezuela, no Equador, no Chile, no Uruguai, no Panamá, em Cuba e em outros países. Ela também mantém o blog Latinidades na Folha.

*
Quando você apoia a Pública, sua contribuição se transforma em jornalismo investigativo sério e corajoso, com impactos reais. R$ 10 por mês já fazem uma grande diferença. Nos ajude a revelar as injustiças, abusos de poder e violações de direitos que se agravam em meio à pandemia. Seja nosso Aliado!

E MAIS:

|| No quadro PERSONAGEM DA SEMANA, Natalia Viana faz uma importante reflexão sobre o que significa ser um ser político.

|| No A BOA DO POVO, dicas culturais temáticas da América Latina *

Thiago: As veias abertas da América Latina, o clássico de Eduardo Galeano |
Dip: Sudor Marika (banda) |
Sylvia: Camino a Macondo, (G. García Márquez), Operação Massacre (Cia das Letras) |



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CARTINHA PÚBLICA *

Você acha que o Brasil vai ficar pra trás na América Latina? Conta pra gente pelo e-mail: podcasts@apublica.org


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E não esqueça de seguir o Pauta Pública no seu tocador favorito.

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PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA

E o Budejo, podcast parceiro do Pauta Publica na Rede Guarda-Chuva traz em seu episódio 84 "Ideias para sobreviver ao fim do mundo". O podcast convidou seus apoiadores no Telegram para uma espécie de sessão coletiva: contar o que eles andam fazendo para atravessar esse momento e chegar do outro lado com a saúde mental em dia - ou na medida do possível. Seja uma prática de autocuidado, um novo hobby ou uma maneira de se fazer de doido (para não endoidar). Para ouvir o que eles compartilharam, escuta lá no seu tocador favorito.


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Apresentação: Andrea Dip e Thiago Domenici ||
Produção: Ricardo Terto ||
Pauta e Roteiro: Andrea Dip, Ricardo Terto e Thiago Domenici ||
Roteiro e Apresentação Personagem da Semana: Natalia Viana ||
Edição e Mixagem Final: Ricardo Terto ||
Artes: Bruno Fonseca e Larissa Fernandes ||
Trilha original composta por Pedro Vituri e Capitão Foca ||

Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.
Contamos com seu apoio!

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#41 - Bye, Contardo!

A psicanalista Maria Homem fala sobre luto, perda e a trajetória de Contardo Calligaris, seu companheiro de vida amorosa e intelectual, morto em março.

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#6 The Joker una mirada antropológica de Gotham City

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La película de Todd Philips, protagonizada por Joaquin Phoenix se convirtió en un suceso de los últimos tiempos de la cultura pop. A través de un ejercicio de "imaginación sociológica" vamos a hablar del contexto social en el cual se desarrolla la personalidad quebrada del joker: una gotham city colapsada debido a un paro de recolectores de residuos, un estado que se contrae y recorta en el sistema de salud, y un empresario -Thomas Wayne - en pleno raid político postulándose a Alcalde de la ciudad. También tenemos de invitada a Julieta Desmarás para hablar de Jason C. Frank, un músico folk que aparece en la banda sonora y que comparte con el protagonista de la película una historia de fragilidad y sensibilidad del alma humana. En este viaje antropológico, donde una cosa lleva a la otra, hablaremos también del artista ibérico-taiwanés PUTOCHINOMARICON y del antropólogo mexicano-norteamericáno Renato Rosaldo.
El músico y antropólogo Juan Manuel López Manfré (A.K.A. Biografía Mutante) habla de música desde una perspectiva antropológica, cruzando artistas musicales con autores de las ciencias sociales. A veces, entrevista personas claves para construir nuevas miradas a fenómenos musicales como la música urbana, el pop, el rock, etc. "La idea es que hablemos de música como si se nos jugara la vida en ello, fieles a la premisa de que hay algo tan lindo como hacer y escuchar música, y eso es conversar sobre música."
Música y antropología para la vida.

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#5 Gustavo Cerati y el Pensamiento Salvaje

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Hoy ahondaremos en el mundo creativo de Gustavo Cerati para descubrir lo que el antropólogo Claude Levi-Strauss llama "el pensamiento en estado salvaje". Mucho se habló de su forma de componer y producir música utilizando samples, pero pocos descubrieron que esa misma lógica -la de cortar y pegar- también opera en la composición de sus letras, utilizando fragmentos de obra de autores como Jorge Luis Borges o Roland Barthes. La forma de componer de Gustavo Cerati nos remite a aguas más profundas y nos sirve como excusa para explorar lo que Levi Strauss llama "el pensamiento bricolleur": echar mano de lo que uno tiene a disposición para crear algo nuevo.
El músico y antropólogo Juan Manuel López Manfré (A.K.A. Biografía Mutante) habla de música desde una perspectiva antropológica, cruzando artistas musicales con autores de las ciencias sociales. A veces, entrevista personas claves para construir nuevas miradas a fenómenos musicales como la música urbana, el pop, el rock, etc. "La idea es que hablemos de música como si se nos jugara la vida en ello, fieles a la premisa de que hay algo tan lindo como hacer y escuchar música, y eso es conversar sobre música."
Música y antropología para la vida.

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Humberto Maturana para pensar la música - Antropología Pop

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¿Jugar o trabajar? El biólogo y epistemólogo Huberto Maturana definió el juego y la acción de jugar como "acciones centradas en sí mismas", es decir que no esperan ninguna recompensa más que la de estar haciéndolo. El músico uruguayo Eduardo Mateo se confiesa un autodidacta de la música y que siempre se dedicó a jugar con la sonoridad que generaba con la g uitarra. Sostengo que el disco CUERPO Y ALMA (1983) es un documento sobre lo que es el juego en la especie humana. También, el disco 30 Minutos de vida (1969) del musico argentino Moris refleja otra forma del estar presentes: la catarsis.

FE DE ERRATAS: el disco de Eduardo Mateo se llama CUERPO Y ALMA.

Para escuchar CUERPO Y ALMA: https://youtu.be/mpwYO2YxVtY

Para escuchar 30 MINUTOS DE VIDA: https://youtu.be/Zo2Skx9Ykq8

Un muy lindo mini documental de Moris: https://youtu.be/QF06vdbABCw


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Jane Austen and Abolition

This week, Thea Lenarduzzi and Lucy Dallas are joined by Devoney Looser, Regents Professor of English at Arizona State University and the author of ‘The Making of Jane Austen’, to discuss new research into the Austen family’s ties with slavery; Colin Grant, critic and writer, introduces Writers Mosaic, a new platform for writing and recordings; and Mary Beard considers the Roman love of temple-building and Euripides as reimagined by a poet and a comic-book illustrator.


Jane Austen & Co

writersmosaic.org.uk/

The Trojan Women: A comic book by Anne Carson and Rosanna Bruno


This episode of The TLS podcast is sponsored by Curtis Brown Creative. Go to www.curtisbrowncreative.co.uk to find out more about their creative writing courses. Use code YOURWRITINGSUMMER for £20 off any six-week course.


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Changelog #44 – Gutenberg 10.6 Release, Features Coming to WordPress 5.8, and Theme Settings in Theme.json

Birgit Pauli-Haack and Grzegorz Ziolkowski discuss the Gutenberg 10.6 release, Features Coming to WordPress 5.8, Theme Settings in Theme.json and What’s in Active Development. Music: Homer Gaines Editor: Sandy Reed Logo: Mark Uraine Production: Pauli Systems Show Notes / Transcript Subscribe to the Gutenberg Changelog podcast via your favorite podcast apps!🎙️ Spotify | Google | iTunes | PocketCasts | Stitcher |🎙️ Pod Bean | CastBox | Podchaser | RSS Feed  Show Notes Tweet that started a great discussion: […]

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Alessandra Korap: pela defesa dos povos indígenas e do meio ambiente

Nascida no Pará em 1985, Alessandra Korap, do povo Munduruku, vem lutando pela proteção das terras indígenas e a demarcação desses territórios, denunciando atividades ilegais de garimpo e da indústria madeireira. Ilona Szabó conversa com esta ativista que é uma das maiores vozes na defesa dos povos indígenas, do meio ambiente, dos direitos das mulheres e da democracia brasileira.

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Choque de Cultura: ainda tem cinema ou só sobrou cinema chinês?

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#4 Música urbana y teoría queer Bad Gyal, Judith Butler

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¿Que diferentes imágenes de lo femenimo se están construyendo en la música urbana? Hoy analizaremos a la artista de música urbana Bad Gyal a través de la mirada de la filósofa queer Judith Butler. Utilizaremos el concepto de performatividad para pensar a la catalana Bad Gyal, qué además de ser un exito másivo, hoy en día enfrenta acusaciones de "denigración a la mujer, mercantilización del cuerpo femenimo y machismo" debido a lo explícito de sus letras y a su imagen de belleza hegemónica. Butler plantea que el género es una construcción cultural, y ser hombre y mujer son asignaciones que no vienen dadas naturalmente por nuestra genitalidad. Podemos entrar y salir de esas categorías, incluso transformarlas. Bad Gyal sorprende y enoja porque escapa a lo que esperamos como imagen de lo femenino, es decir, rompe con lo socialmente asignado, construyendo una mujer poderosa, que disfruta de su sexualidad y del dinero que consigue fruto de su trabajo.


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#3 La construcción de Rosalía - Antropología Pop #podcast T1E3

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"Rosalía es un invento". Ese fue el comentario más estúpido que escuché decir a alguien que trabaja en la industria de la música y que sirve como puntapié para este episodio. En 2018 la artista catalana llamó la atención de TODOS con el lanzamiento de dos videoclips: Malamente y Pienso en tu mirá. No sólo nos cautivó el timbre de su voz, sino también el sonido innovador de las canciones y lo poderoso de las imágenes de sus videos. Es que, probablemente el talento màs grande de Rosalía haya sido entender aquello que plantea el curador y crítico de arte Nicolas Bourriaud: el arte está en las relaciones que establecemos entre las cosas y no en las cosas en sí mismas. Rosalía es la punta de una pirámide que comenzó a construirse 10 años atrás en el underground de Barcelona: junto a ella han trabajado el productor El Guincho y la productora audiovisual CANADA, treintañeros con muchos años innovando en la música y las artes visuales. También, el fenómeno Rosalía esconde algunos conflictos: entre el flamenco y la música urbana; lo local y lo global; la idea esencializada de tradición y la mirada romántizada sobre la innovación. NOTA. Si este episodio te gustó, te recomiendo que escuches los discos: El Mal querer (2018) de Rosalía, Pop Negro (2010) de El Guincho. Que leas: Culturas híbridas. Estrategias para entrar y salir de la modernidad (1990) del antropólogo Nestor García Canclini. Googlear también está bien.

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#2 Ser mujer negra duele - Antropología Pop #podcast T1E2

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Hoy hablé con Kenia (En instagram Karmin & Charol), mujer afrocaribeña venezolana e inmigrante en Buenos Aires. Usamos de excusa la obra de Nathy Peluso para hablar de los conceptos de apropiación e hibridación cultural, y también me contó como vivió la discrminación siendo una niña afro en el caribe venezolano. Entre otras cosas nos preguntamos si Argentina es una sociedad racista. A los 9 años la llevaron por primera vez a la peluquería para alisar su cabello, porque de donde ella viene, usar afro es sinónimo de pobreza y marginación. "Llevar mi cabello duele." Esa frase me impactó muchísimo. Ella opina que Nathy Peluso representa una versión irrespetuosa del ser afrocaribeña. Conversamos de cuestiones musicales y políticas. De racismo, biología, cultura y al final de todo, nos recomendó algunos artistas venezolanos y latinoamericanos que la rompen como Betsayda Machado, Parrande el Clav, LADAMA , Y La Bamba.

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Nathy Peluso: ¿Apropiación cultural o hibridación?

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#podcast #antropología #pop
Cuando comenzó a hacerse conocida, allá en 2018 se acusó a la artista argentina residente en España de música urbana Nathy Peluso de reproducir un estereotipo de la mujer afro-caribeña desde su imagen y sonido. Debido a esto, se la acusó de "apropiación cultural", es decir, "robar" elementos de grupos culturales subalternos y usarlos para su propio beneficio. Lo cierto es que hay otros conceptos que pueden describir mejor estos fenónemos de cruces culturales, que ocurren sobre todo, en metrópolis cosmopolitas como Buenos Aires, New York ó Barcelona. Por ejemplo, el concepto de "Hibridación Cultural", el cual el antropólogo Nestor García Canclini ha trabajado bastante, nos permite ver no sólo lo que se queda afuera del cruce de culturas, si no también qué es lo novedoso e innovador que se produce de todo esto. La idea de este podcast es, hablar de música como si se nos jugara la vida en esto. Porque hay algo tan lindo como hacer y escuchar música, y eso es conversar sobre música.
El músico y antropólogo Juan Manuel López Manfré (A.K.A. Biografía Mutante) habla de música desde una perspectiva antropológica, cruzando artistas musicales con autores de las ciencias sociales. A veces, entrevista personas claves para construir nuevas miradas a fenómenos musicales como la música urbana, el pop, el rock, etc. "La idea es que hablemos de música como si se nos jugara la vida en ello, fieles a la premisa de que hay algo tan lindo como hacer y escuchar música, y eso es conversar sobre música."
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