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Quem são os eleitores do Rio que aprovam Cláudio Castro e Bolsonaro

O instituto Atlas Intel finalizou esta semana a primeira pesquisa de cenário eleitoral no Estado do Rio. Nesse momento, as sondagens de intenções de voto têm pouca precisão sobre a disputa que ocorrerá somente no próximo ano, quando as campanhas estarão oficialmente na rua.

Os cenários testados agora ajudam mais os partidos e lideranças na construção das estratégias. Se olharmos com essa devida cautela, as várias combinações de possíveis candidaturas mostram o deputado Marcelo Freixo (PSB) liderando a disputa, com índices que vão de 32% a 33%. O atual governador do Rio, Cláudio Castro (PL), aparece em segundo lugar, variando entre 19% e 20%.

Como o Atlas também mediu a avaliação do governador e do presidente Bolsonaro no Estado do Rio, reuni esses dois dados em um conjunto de gráficos interativos.

Como sabemos, o presidente deve apoiar Castro ao Governo do Rio e espera que isso também resulte em apoios locais. A comparação das avaliações ajuda a verificar qual faixa do eleitorado apresenta proporções parecidas ou muito diferentes sobre Castro e Bolsonaro.

Esses cruzamentos, no entanto, têm alguma imprecisão porque a margem de erro geral da pesquisa (+ ou – 3 pontos percentuais) costuma ser mais que o dobro, sobrepondo, muitas vezes, os percentuais das categorias como escolaridade, renda, faixa etária, entre outros. Por conta disso, é mais interessante considerar quando há mais diferenças em pontos percentuais entre as categorias.

O primeiro dado que chama atenção é que Bolsonaro tem uma avaliação positiva no Rio bem superior ao registrado por Castro. Cerca de 46% dos eleitores aprovam Bolsonaro, enquanto o governador tem apenas 24%. Ou seja, aparentemente Castro tem mais a ganhar colando com o presidente do que o contrário. Sua desaprovação é bem superior também que a de Bolsonaro no Rio.

O recorte por escolaridade mostra uma distribuição da avaliação de Castro e Bolsonaro muito parecida no grupo que tem apenas o ensino fundamental: aprovação maior que a desaprovação. Entre aqueles que têm o ensino médio, o comportamento é parecido, mas com sentido invertido. Mais reprovação que aprovação. No caso de Bolsonaro, esse dado é um pouco mais equilibrado (45% aprovam e 54% desaprovam). Essa distribuição é parecida entre os eleitores com ensino superior. Tanto Castro como Bolsonaro são mais reprovados que aprovados nesse grupo.

Já avaliação do governador e do presidente por faixa de renda do eleitor mostra que Castro é reprovado entre aqueles que ganham até R$ 2 mil (51%), enquanto Bolsonaro tem mais aprovação (53%) nesse grupo do que reprovação (36%). Tanto Bolsonaro quanto Castro são mais reprovados do que aprovados na faixa que ganha entre R$ 2 mil e R$ 3 mil.

A maior reprovação de Castro e Bolsonaro ocorre entre aqueles que ganham acima de R$ 10 mil. Castro é reprovado por 80% desses eleitores, enquanto Bolsonaro, 70%.

Cláudio Castro e Bolsonaro são reprovados entre os eleitores de 16 a 24 anos (64% e 53%). Bolsonaro, no entanto, tem um percentual elevado de aprovação nesse grupo: 43%. O governador e o presidente registram aprovação maior que a reprovação no grupo que tem entre 25 e 44 anos (42% e 60%). A maior reprovação de Castro por faixa etária do eleitorado ocorre entre aqueles que têm entre 35 e 44 anos (75%), já Bolsonaro entre os que têm de 16 a 24 anos (53%)

A religião costuma ser um recorte importante no Rio, especialmente no grupo dos evangélicos. Aparentemente, Castro pode se beneficiar colando sua imagem em Bolsonaro. Ele é aprovado por 67% dos evangélicos do Rio, enquanto Castro é mais reprovado (41%) do que aprovado (32%). Entre os católicos, tanto Castro (64%), quanto Bolsonaro (62%) são amplamente reprovados.

Robots Working, Humans Reading

This week: How far off is a world in which robots do most of our jobs? Thea Lenarduzzi and Lucy Dallas are joined by Benjamin Schneider, a DPhil Candidate in Economic and Social History at Merton College, Oxford, to explore Artificial Intelligence, societal change, real and imagined, and the future of work; what will our writers, from Andrew Motion to Joyce Carol Oates, be reading this summer?; plus, it’s Independent Bookshop Week and the nominations came thick and fast… 


'Summer books 2021 – Our contributors provide their seasonal reading lists' www.the-tls.co.uk/articles/summer-books-2021


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Universal themes: Some ideas

With the Full Site Editing project well underway, theme developers need to be thinking about what the future holds for themes. 

Why block themes?

To take advantage of the Site Editor, themes need to be built out of blocks – this is why we need block themes. Block themes are an entirely new way of creating themes. Classic themes bundle all of the code needed to control the presentation and functionality of the site, with the theme itself. This often means that themes contain extra code to add features (e.g. a slideshow) as well CSS to control the layout.

With block themes, much of the theme’s functionality and presentation is provided by Gutenberg. This means that themes have a shared set of features and style rules, which brings several benefits for users:

  1. The user experience for customising themes is more consistent.
  2. When users switch themes, they won’t lose features, as Gutenberg provides the same features to all themes.
  3. Users can mix and match aspects of different themes – e.g. the header of one theme with the footer of another.

There are also some benefits for developers:

  1. Less code is needed to build a highly functioning theme.
  2. Features that are used by many themes are now provided by the community, so that everyone benefits from the work done to maintain and improve them.

Can I use block themes today?

Block themes are the future and they will provide users great tools when Full Site Editing launches. For now, only those who are running the latest Gutenberg plugin and are willing to use experimental features like the Site Editor are able to use block themes.

Although the Site Editor is not yet ready, many aspects Full Site Editing will be available in WordPress 5.8. There is an opportunity to start building some form of block themes before Site Editor is ready.

Two editing modes

Full Site Editing brings a new editing mode for themes. For the sake of this article we’ll call the current editing mode, “classic” (Site Editor disabled) and the Full Site Editing mode, “FSE” mode (Site Editor enabled).

Users with classic themes will (probably) need to switch themes if they want to start using the Full Site Editing features. However if we can build block themes in a way that works in “classic” mode, then users will be able to take advantage of Full Site Editing once the tools are available. We have been calling themes like this “universal” themes.

Universal themes

The vision for universal themes is that a user could create a site using WordPress without the Site Editor enabled. Then, when the Site Editor is more mature, users could switch to using that, with all the extra tools that Full Site Editing will bring. 

A universal theme would work in both editing modes.  A user should be able to build a site in classic mode and switch to FSE mode when the Site Editor is more mature or when they are ready to try all the extra tools that Full Site Editing will bring. Changes to a theme in classic mode should be reflected when I enable the Site Editor.

Side note: It is not expected that users would toggle between these two modes. The plan will be for everyone to migrate to the Site Editor at some point. The intention of universal themes is to allow people to easily migrate from classic to FSE, not to encourage switching between them.

Future-proof

We that know that the Site Editor is coming. Building themes in this way will allow users to transition from classic themes to block themes when they are ready without requiring them to switch themes.

To achieve this we need to consider several aspects of themes:

Templates

In classic themes, templates live in the root directory and, by convention, `template-parts`. In block themes they live in `block-templates` and, by convention, `block-template-parts`. We could build templates for both classic and block themes and put them in the respective directories but the problem with this approach is that if users make changes to their templates when in classic mode they will not be reflected if they switch to the Site Editor.

To use the same templates when in classic and FSE mode we can put our templates in the `block-template-parts` directory. We can include them in our block templates in our template file like this:

block-templates/page.html:

<!-- wp:template-part {"slug":"page"} -->

For classic templates we can include the same file using `gutenberg_block_template_part`, which will execute `do_blocks` on this template:

/page.php:

echo gutenberg_block_template_part( 'page' );

This approach means that users can switch from classic to FSE mode without losing their changes.

Navigation

Classic themes use `wp_nav_menu` to render theme navigation elements, which can be customised in the Dashboard, or in the Customizer. On the other hand, Block themes rely on the Navigation block to display their navigation. A recent change to the Navigation block means that we can connect these interfaces together:

By passing the navigation block an `__unstableLocation` attribute with the location of the classic menu, we can display classic menus inside the Navigation block:

<!-- wp:navigation {"__unstableLocation":"primary"} --><!-- /wp:navigation -->

This allows us to edit menus in the Customizer and the Dashboard when in classic mode, and in the Navigation block when in FSE mode.

Sidenote: A short-coming of this approach is that once the navigation has been edited in FSE mode, it will not be possible to edit it in classic mode.

Customization

In classic mode, the Customizer is the main tool for editing theme settings. Aside from Menus (see above), by default the Customizer allows users to edit Site Identity and Homepage Settings. These are WordPress settings that are editable elsewhere in the Dashboard, and are also available to block themes. The exception to this is “Additional CSS” which is not editable when the Site Editor is enabled. The hope is that the Site Editor will allow users to edit their site directly so that they won’t need to use additional CSS.

Often themes add more customisation options – for example colors and fonts. Global Styles offers some of the same customisations. Using the Global Styles API it is possible to make changes to Global Styles in the Customizer. This would allow users to customise their site using both the Customizer and Global Styles. We’ve been playing with this idea in this PR: Quadrat: Add color customization.

Opting in and out of the Site Editor

One unresolved challenge for universal themes is how to opt-in users to the Site Editor. At present the Site Editor is enabled for all block themes, which includes universal themes (if your theme has a file in the location `block-templates/index.html` it will be treated as block theme).

To be able to launch universal themes before the Site Editor is ready, we will need a mechanism to temporarily disable it. There is more discussion on this issue.

What’s next?

At the moment universal themes are just an idea; there are still many unresolved questions about how we could achieve this vision. For an example of a theme that tries to take a universal approach see Quadrat.

Look out for more posts about this idea as we keep experimenting with it.

Estado do RJ tem R$ 3 bi em obras paralisadas

O Estado do Rio tem hoje um conjunto de 106 obras paralisadas em áreas como urbanização, saneamento e transporte. Esses projetos somam mais de R$ 3,2 bilhões, dos quais mais de 71% já foram desembolsados pelo governo.

É um canteiro com obras iniciadas, na maior parte das vezes, há mais de dois anos (98% dos casos), e que pararam pelos mais diversos motivos. Quanto mais tempo paradas, maiores os prejuízos: sem o serviço, deterioração do material e maior custo para reiniciar as obras.

Os dados organizados neste post fazem parte de um levantamento produzido pelo Tribunal de Contas do Estado do RJ (TCE-RJ). O estudo demostra bem uma das dimensões da crise pela qual passa o Rio.

Pelo dados, o maior pico de obras paradas ocorreu em 2015, quando 21 foram suspensas. Aquele ano expressou uma tendência iniciada em 2013, quando houve um aumento substantivo das obras paralisadas (total 17 e 19/ano) . Esse período coincide com a crise política no Estado do Rio, início da Operação Lava-Jato e a crise política e econômica em nível federal.

Além da perda de tempo e do serviço, os projetos paralisados já custaram R$ 2,3 bilhões do total de R$ 3,2 bilhões contratados. Ou seja, em média, para cada R$ 10 reais do projeto, R$ 7 já foram repassados para as empresas contratadas.

Do total contratado, 50% tem como principal financiador o “contratado de financiamento”; outros 26% são resultado de convênios assinados com o Governo Federal; enquanto 22% são diretamente contratados pelo Governo do Rio.

Chama atenção as obras da “administração” e “transporte” que, embora paralisadas, já tiveram mais desembolsos que o restante dos projetos.

Há tantos motivos de paralisação que a base do TCE precisou criar uma categoria “Outro” para designar o maior conjunto de justificativas para a suspensão dos projetos. Nesse grupo, estão mais de R$ 2,2 bilhões do valor total dos contratos.

Em segundo lugar, vem “fatores vinculados à gestão/administração”, com um total de R$ 520 milhões dos projetos. O terceiro maior motivo de paralisações, segundo o valor dos contratos, foi o “bloqueio do repasse de convênios”, com R$ 167 milhões.

Já as paralisações das obras segundo seu objeto principal e o valor dos contratos indicam que a maior parte foi de ações voltadas para “urbanização”, com mais de R$ 1,4 bilhão. O abastecimento de água vem em segundo lugar com R$ 523 milhões, seguido de mobilidade urbana com R$ 335 milhões. Há também obras do setor de saúde, com R$ 61,7 milhões em projetos paralisados.

Episode 11: WordCamp Europe 2021 in Review

In this episode, Josepha Haden Chomphosy does a mini deep dive into WordCamp Europe 2021, specifically the conversation between the project’s co-founder, Matt Mullenweg, and Brian Krogsgard formerly of PostStatus. Tune in to hear her take and for this episode’s small list of big things. Have a question you’d like answered? You can submit them […]

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19 | CPI e Desinformação - com Natália Leal da Agência Lupa

O Pauta Pública conversa com a jornalista que está a frente de uma das maiores agências de fact checking do Brasil

Antes de 2016, conforme mostra o gráfico do Google Trends, o termo Fake News era praticamente irrelevante. De lá para cá, a busca por determinar o que é fato ou opinião, dado ou boato, notícia ou narrativa, tem sido a tônica do debate político. Com isso surgiram as chamadas agências de checagem de fatos, jornalistas que focam no difícil e criterioso trabalho de apontar desde mentiras delirantes à informações sutilmente distorcidas em discursos e compartilhamentos de origem duvidosa. Neste episódio conversamos com Natália Leal, jornalista premiada por sua atuação na Agência Lupa e falamos sobre como tem sido o trabalho de checagem em tempo real durante a CPI da Covid, o que esperar de 2022 e os desafios do presente e do futuro desse tipo de jornalismo cada vez mais indispensável.



Quando você apoia a Pública, sua contribuição se transforma em jornalismo investigativo sério e corajoso, com impactos reais. R$ 10 por mês já fazem uma grande diferença. Nos ajude a revelar as injustiças, abusos de poder e violações de direitos que se agravam em meio à pandemia. Seja nosso Aliado!

E MAIS:

|| No quadro PERSONAGEM DA SEMANA, Natalia Viana traz uma personagem que não pode ser nomeada, mas que ficou na boca do povo.

|| Por falar em povo, como sempre temos dicas culturais imperdíveis No A BOA DO POVO:
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O CASO EVANDRO - Série Globoplay, "Um suco de Brasil", decreta Thiago.
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"AMILCAR DE CASTRO: NA DOBRA DO MUNDO" - exposição no MUBE, "vá de PFF2 e no fim da tarde num dia de sol" recomenda Dip.
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Natália: MARE OF EASTOWN (HBO) "Kate Winslet está perfeita", e THE MORNING SHOW (Apple TV) "É tipo um The Newsroom, mas com uma história de assédio sexual e moral de pano de fundo", indica Natália.

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CARTINHA PÚBLICA
Não é fake news, pode mandar suas dúvidas, elogios e sugestões para podcasts@apublica.org que nós vamos ler no próximo programa


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E não esqueça de seguir o Pauta Pública no seu tocador favorito.


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PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA


E o próximo episódio do excelente FINITUDE, parceiro do Pauta Pública na Rede Guarda Chuva, é praticamente um A Boa do Povo literário. Juliana Dantas, Renan Sukevicius e o Fininho, sepultador e filósofo, vão falar sobre cinco livros que tratam dos temas que o podcast aborda, como morte e luto. Para um tema com tantas camadas de complexidade, realmente a literatura pode ser um bom caminho para reflexões e descobertas. O Finitude tem novos episódios disponíveis toda terça-feira, no seu tocador favorito. E uma boa notícia é que jornalistas dos podcasts Finitude, Vida de Jornalista, Põe na Estante e o Escafandro, todos da Rede Guarda-chuva, estão concorrendo ao Prêmio Comunique-se 2021 que está aberto a votação. Dá aquela força e vote: Prêmio Comunique-se




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Apresentação: Andrea Dip e Thiago Domenici ||
Produção: Ricardo Terto ||
Pauta e Roteiro: Andrea Dip, Ricardo Terto e Thiago Domenici ||
Roteiro e Locução Personagem da Semana: Natalia Viana ||
Edição e Mixagem Final: Ricardo Terto ||
Artes: Wagner Toneli ||
Vídeos teasers: Ravi Spreizner ||
Trilha original composta por Pedro Vituri e Capitão Foca ||
Pesquisa de áudios || Raphaela Ribeiro



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Este episódio usa áudios da Agência Senado.

Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.
Contamos com seu apoio!

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#43 - O indizível do horror

Autoras de um romance e de uma crônica que narram um estupro e as suas consequências na vida de duas mulheres, Tatiana Salem Levy e Paloma Franca Amorim conversam sobre as representações literárias da violência sexual.

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Mozart the Happy Harlequin and Lost British Labourism

This week, Lucy Dallas and Toby Lichtig are joined by Paul Griffiths to discuss the beauty and grace of Mozart, the untortured genius; David Edgerton talks us through the decline and fall of British coal mining and its relationship with the Labour Party; plus, new discoveries about Locke and Leviathan, obituary codes and the Buddha's wife


'La Clemenza di Tito' by Wolfgang Amadeus Mozart

'Mozart in Prague' by Daniel E. Freeman

'Mozart: The reign of love' by Jan Swafford

'The Shadow of the Mine: Coal and the end of industrial Britain' by Huw Beynon and Ray Hudson

'Yasodhara and the Buddha' by Vanessa R. Sasson


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Changelog #45 – WordPress 5.8, Upcoming Live Q&A, and Gutenberg 10.7 and 10.8

Birgit Pauli-Haack and Grzegorz Ziolkowski discuss WordPress 5.8, Upcoming Live Q&A, and Gutenberg 10.7 and 10.8. Music: Homer Gaines Editor: Sandy Reed Logo: Mark Uraine Production: Pauli Systems Show Notes / Transcript Subscribe to the Gutenberg Changelog podcast via your favorite podcast apps!🎙️ Spotify | Google | iTunes | PocketCasts | Stitcher |🎙️ Pod Bean | CastBox | Podchaser | RSS Feed  Show Notes New Podcast Review by Dave Smith Announcements Core Editor Improvement: Improve your workflow with […]

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Kids Teach Alan Alda and Steven Pinker How to Talk

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In this Patreon Extra clip, Alan Alda and Steven Pinker sit down with a group of kids to learn how humans approach grammar, language and speech. Plus, we get a rare appearance from producer Graham!
This video was available for early access to Clear and Vivid Patreon subscribers.
To enjoy this and many other exclusive benefits, visit patreon.com/clearandvivid

A Bengali Polymath and an ‘Accidental Modernist’

This week, Thea Lenarduzzi and Lucy Dallas are joined by Rosinka Chaudhuri, the author of ‘The Literary Thing: History, poetry and the making of a modern cultural sphere’, to discuss Rabindranath Tagore, who, in 1913, became the first non-white and non-European to win the Nobel Prize in Literature – since which he has been largely overlooked; Kate Kennedy, the author of ‘Dweller in the Shadows’, a new Life of the war poet Ivor Gurney, considers the “peculiarly direct, urgent intensity” of the later work, composed while confined in an asylum; plus, let’s hear it for independent bookshops


'Rabindranath Tagore' by Bashabi Fraser 

'The Cambridge Companion to Rabindranath Tagore', edited by Sukanta Chaudhuri


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#50 – Gente invisível não estraga parede

Um episódio em dois atos.

No primeiro ato, um mergulho em histórias de pessoas que desaparecem nas grandes metrópoles. São muitas. Só em São Paulo, a polícia registra, em média, 20 casos de pessoas desaparecidas todos os dias. Felizmente, muitas acabam reencontradas.

E isso se deve, em boa medida, ao trabalho de um homem: Darko Hunter, responsável pela Divisão de Localização Familiar e Desaparecidos da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania.

No segundo ato, um mergulho em histórias de pessoas que arriscam tudo para aparecer por meio da pichação. E especialmente um mergulho em uma história, do pichador que ousou desafiar o mundo das artes plásticas.

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– Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas.

Clique aqui.

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– Entrevistados do episódio

Darko Hunter

Responsável pela Divisão de Localização Familiar e Desaparecidos da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, da Prefeitura de São Paulo.

Luciano Pereira

Empresário.

Alcirene Campos

Cabelereira

Cripta Djan

Pichador, artista e ativista.

– Ficha técnica:

Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini

Trilha sonora tema: Paulo Gama

Mixagem: Vitor Coroa

Trilha incidental: Blue Dots e Paulo Gama

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LA OBSESIÓN ANTROPOLÓGICA DE JORGE DREXLER

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#podcast #antropología #análisis
Hoy vamos a explorar un aspecto del que se habla muy poco cuando se mencionan las virtudes del cantautor uruguayo, Jorge Drexler. Resulta que a lo largo de toda su carrera podemos rastrear temáticas recurrentes en sus canciones: migración, la vida en las fronteras, la trashumancia de la especie humana, la exploración de las raíces del propio árbol genealógico, las paradojas del mundo global y las tradiciones, entre otras. Resulta también, que estas temáticas son también objeto de estudio de la antropología, y todas las ciencias sociales. Repasaremos algunas canciones de sus discos e iremos desarrollando estas temáticas, siempre desde una perspectiva antropológica, uniendo los puntos de este vasto universo.

El músico y antropólogo Juan Manuel López Manfré (A.K.A. Biografía Mutante) habla de música desde una perspectiva antropológica, cruzando artistas musicales con autores de las ciencias sociales. A veces, entrevista personas claves para construir nuevas miradas a fenómenos musicales como la música urbana, el pop, el rock, etc. "La idea es que hablemos de música como si se nos jugara la vida en ello, fieles a la premisa de que hay algo tan lindo como hacer y escuchar música, y eso es conversar sobre música."
Música y antropología para la vida.

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Jorge Drexler comparte obsesiones con la antropología - Antropología Pop

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El episodio "La obsesión antroplógica de Jorge Drexler": https://youtu.be/Hy20AETSFfg

"La idea es eternmente nueva. Cae la noche y nos ponemos a bailar en la cueva." Canta Drexler y con esta imagen nos lleva a las temáticas que le interesan a la antropología y hasta incluso la biología: migración, la continuidad de la vida y la evidencia científica que comprueba que somos individuos de una especie que comparte muchísimo más de lo que nos separa.

El músico y antropólogo Juan Manuel López Manfré (A.K.A. Biografía Mutante) habla de música desde una perspectiva antropológica, cruzando artistas musicales con autores de las ciencias sociales. A veces, entrevista personas claves para construir nuevas miradas a fenómenos musicales como la música urbana, el pop, el rock, etc. "La idea es que hablemos de música como si se nos jugara la vida en ello, fieles a la premisa de que hay algo tan lindo como hacer y escuchar música, y eso es conversar sobre música."
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Using Blockbase for a theme experiment

Last week I spent a little time putting Blockbase to the test. I had some explorations into warping text and images using CSS and SVG filters gathering dust, and I thought it would be fun to explore pulling those into a highly-opinionated block theme.

In the past when I’ve done a theme experiment like this, I’ve generally started with something like the emptytheme generator in the WordPress theme-experiments repository. This provides you with just the required files for building a block theme, so it’s a good minimal way to get started.

This time around, I used Blockbase. While it doesn’t yet include a quick generator script like emptytheme does, there is one in the works. In lieu of that, I just created a child theme like I normally would: by adding style.css, functions.php, and index.php files. I also copied over the child-theme.json file from the in-progress Quadrat theme, since I knew that would get me started.

My work in child-theme.json was very brief — I just changed a few variables and used Blockbase’s compiler script once. Then I copied and pasted over the block style effects from the plugin mentioned above.

Once that was all in place, I jumped into custom templating. I created just two templates, plus a custom header that featured a video loop of me waving at the camera (but filtered into oblivion using the tools at photomosh.com). I used a “Warped and Stretched Photocopy” block style on the header’s text, and “Photocopy” style on the featured images. Combined together, this created a highly stylized look and feel, reminiscent of (for better or for worse) the old days of Flash animations:

This all worked pretty well in the editor too! Due to a combination of Gutenberg limitations and browser bugs, I ran into an issue getting my SVG filters loaded into the Site Editor’s iFrame, but aside from that, things looked just like the frontend:

The filters did work great in the post editor though, so I can show you how that’s supposed to work by loading the header there:

In the end, the filters bug is not really a fault of the theme, and something I’m sure I could resolve if I choose to devote some more time to this exploration.

The theme is obviously a little over-the-top, but that was really the point of the experiment! I’m amazed I was able to fold my earlier block styles work into such a distinctive, full-featured theme with minimal effort.

Overall, I found that the benefit to using Blockbase was peace of mind. Compared to starting fresh or using emptytheme, Blockbase ensured that I had a fully-functional block theme immediately. It already contained extra templates for pages like 404 and search, and it was full of little CSS fixes for things that full-site editing just doesn’t quite support yet.

This eliminated a lot of extra busywork, and allowed me to dive right in and focus on the theme-building aspect that’s most exciting for me: the theme’s design and creativity.

The code for the theme is over here in case anyone would like to poke around:

https://github.com/Automattic/themes/tree/try/glitchy-theme-experiment/glitchy

I look forward to seeing Blockbase spark the creation of many more themes!

Episode 10: Finding the Good In Disagreement

To Agree, disagree, and everything in-between. In this episode, Josepha talks about forming opinions and decision-making in the WordPress project. Have a question you’d like answered? You can submit them to wpbriefing@wordpress.org, either written or as a voice recording. Credits Editor: Dustin Hartzler Logo: Beatriz Fialho Production: Chloé Bringmann Song: Fearless First by Kevin MacLeod […]

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3d printed woodturning jigs

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Woodturning glass lids ("Deckelche"): In this video we will turn glass lids
on the wood lathe using a few 3d printed woodturning tools and jigs.

BLOG: http://wayofwood.com/3d-printed-woodturning-jigs

LASER CUT VENEER: https://youtu.be/VNXfQ4X4MwA
3D PRINTED WOODWORKING TOOLS: https://youtube.com/playlist?list=PL9VmYdF0sBymAL6hj4S5DvkObn_iozuiG
WOODTURNING A BABY RATTLE: https://youtu.be/z_PXBQnamYM

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18 | O cara da casa de vidro - com Sérgio Ramalho

Em seu episódio 18, o podcast recebe o jornalista Sérgio Ramalho e sua série de reportagens publicadas no site Intercept Brasil sobre as ligações entre o miliciano Adriano da Nóbrega, morto em fevereiro de 2020, e a família Bolsonaro. A terceira reportagem da série foca na revelação a partir de grampos do Ministério Público do Rio de Janeiro de que cúmplices de Adriano teriam entrado em contato com um certo Jair, ou melhor "o cara da casa de vidro". Além de trazer detalhes dessa apuração, conversamos com o jornalista sobre as repercussões do caso e o que podemos esperar dessa história que é uma das investigações mais complexas da história do país.


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E MAIS:

|| No quadro PERSONAGEM DA SEMANA, Natalia Viana conta o destaque da primeira semana de junho

|| Enquanto não volta a quermesse, temos dicas culturais No A BOA DO POVO:
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Thiago: "Deixando Nerverland" (HBO/ documentário) https://www.hbobrasil.com/movies/detail/deixando-neverland--parte-1/ttl728594
Dip: Roda Viva Randolfe Rodrigues (com a ilustre presença de Thiago Domenici) https://www.youtube.com/watch?v=iFetC5Mlak8
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Sérgio: livro A REPÚBLICA DAS MILÍCIAS de Bruno Paes Manso - (que foi tema do nosso episódio 04, se perdeu, ouça lá). https://todavialivros.com.br/livros/a-republica-das-milicias

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CARTINHA PÚBLICA

Não tem festa junina, mas a barraca da Cartinha Pública está aberta. Mande dúvidas, elogios e sugestões para podcasts@apublica.org


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E não esqueça de seguir o Pauta Pública no seu tocador favorito.



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PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA


Quanta vida cabe em algumas linhas de jornal ou num episódio de podcast? O último episódio do Finitude, parceiro do Pauta na rede Guarda Chuva, conta mais detalhes de uma das muitas histórias já publicadas no maior jornal do país, a Folha de S.Paulo. Detalhes, inclusive, dos bastidores de como estes textos sobre quem morre são feitos. Em que esse registro pode influenciar no luto? Ouça lá no Finitude em mais um episódio imperdível.



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Apresentação: Andrea Dip e Thiago Domenici ||
Produção: Ricardo Terto ||
Pauta e Roteiro: Andrea Dip, Ricardo Terto e Thiago Domenici ||
Roteiro e Apresentação Personagem da Semana: Natalia Viana ||
Edição e Mixagem Final: Ricardo Terto ||
Artes: Bruno Fonseca e Larissa Fernandes ||
Trilha original composta por Pedro Vituri e Capitão Foca ||

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Contamos com seu apoio!

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#42 - Mais ideias para adiar o fim do mundo

Uma conversa de Paula Carvalho com o escritor Ailton Krenak sobre cultura e literatura indígena, escrita e tradição oral, meio ambiente, capitalismo e os ataques do governo brasileiro aos povos indígenas do país.

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‘But Where’s the Poetry?!’

This week, Thea Lenarduzzi and Michael Caines are joined by the critic and literary scholar Marjorie Perloff to discuss an encyclopedic work that sets out to tackle ‘Art and thought in the Cold War’, from Jean-Paul Sartre to Elvis Presley; the English professor and literary critic Rohan Maitzen explores the meticulously observed world of Olivia Manning’s Balkan novels; plus, the unhappy story of a youthful romance between Eric Arthur Blair and Jacintha Buddicom, played out in poetry


‘The Free World: Art and thought in the Cold War’ by Louis Menand

‘The Balkan Trilogy’ by Olivia Manning

‘“Dracula’s Daughter”: The rediscovery of a love poem for George Orwell’, by Eileen M. Hunt, and ‘Annotating George Orwell’, by D. J. Taylor ­– both in this week’s TLS: the-tls.co.uk


A special subscription offer for TLS podcast listeners: www.the-tls.co.uk/buy/pod


Producer: Ben Mitchell


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