Campanha Manifestos Cypherpunks

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Nelson Rodrigues foi um mestre do romance e do folhetim, gêneros talvez ideais para narrar suas obsessivas histórias de amor, sexo e traição. Mas de onde ele tirava tudo aquilo? A resposta está neste terceiro episódio da série Narradores do Brasil, que percorre a geografia sentimental de O Casamento, Asfalto Selvagem e outros folhetins.
Com Mary Del Priore, Luiz Antonio Simas, Humberto Werneck e Paulo Henriques Britto. Participação especial: Martha Nowill e Reinaldo Moraes. Apoio: HarperCollins
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Throughout August, we are revisiting the very best of the podcast during the last year.
In this episode; the comedian David Baddiel joins Toby Lichtig to talk about his book 'Jews Don't Count' which explores the insidious, pervasive, exclusionary nature of ‘progressive’ antisemitism, Éadaoín Lynch remembers fully and truthfully the relationship between the poets Wilfred Owen and Siegfried Sassoon, and Lucy Scholes reviews a clutch of novels in the British Library's Women Writers series, dedicated to once-popular writers.
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Producer: Ben Mitchell
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In this bonus TLS long read, the writer and author of Mind the Gap, Ferdinand Mount, asks - how much is too much meritocracy?
www.the-tls.co.uk/articles/the-aristocracy-of-talent-adrian-wooldridge-book-review-ferdinand-mount
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Em 11 de setembro de 2001, Simone Duarte entrou ao vivo de Nova York na TV Globo para noticiar um atentado de violência até então jamais vista e que hoje ainda tem consequências fortes na vida de pessoas comuns. A repórter perfila em livro os destinos de cidadãos afegãos, paquistaneses e iraquianos ao longo dos 20 anos que separam o ataque às Torres Gêmeas da retomada de Cabul pelo Talibã. Assine a revista e apoie o podcast 451 MHz: https://bit.ly/Assine451

Throughout August, we are revisiting the very best of the podcast during the last year.
In this episode; the TLS's Classics editor Mary Beard emphasizes the importance of teaching Classics in context, the medievalist Hetta Howes reviews a female take on 'Beowulf', and Ruth Scurr reveals the true history of the secretive Freemasons.
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Producer: Ben Mitchell
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A partir da história de um soldado iraniano que se recusa a lutar, este episódio fala sobre a revolução islâmica no Irã, sobre intolerância religiosa, e sobre como golpes de estado e governos em colapso impactam a vida das pessoas comuns.
A revolução islâmica no Irã hoje é vista como uma resposta à operação Ajax, um golpe de estado patrocinado por Estados Unidos e Inglaterra, efetivado décadas antes. A operação Ajax é apontada também como a origem do ódio aos EUA, que alimenta Al-Qaeda, Talibã e outros grupos terroristas. O atentado de 11 de setembro e a recente crise no Afeganistão, por exemplo, são ecos da operação Ajax.
A resposta a ela, a revolução islâmica, ocorreu no final da década de 1970. Ela levou o Aiatolá Khomeini ao poder, demoliu o governo do Irã e causou profundas rupturas. Liberdades individuais foram tolhidas, iranianos passaram a ser perseguidos e executados por serem homossexuais ou por professarem uma fé diferente do islamismo.
Entre os mais perseguidos, estavam os praticantes da Fé Bahá’í, uma religião moderna e progressista, que prega a união global e a aceitação da diversidade. E entre esses praticantes da Fé Bahá’í estava um homem chamado Mohsen Javidan Samani. Um homem que, em meados da década de 1980, se viu obrigado a ir à guerra, lutar pelo Irã que o perseguia. Monhsen foi a guerra. Mas se recusou a lutar.
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Mergulhe mais fundo
A Revolução Iraniana, por Osvaldo Coggiola (link para compra).
Oração entoada por Renata Bahrampour
– Entrevistados do episódio
Refugiado iraniano, ex-soldado, adepto da Fé Bahá’í, atualmente trabalha como analista de sistemas.
Advogada, coordenadora de ações voltadas a violações dos direitos-humanos dos Bahá’í no Irã e no Iemen, do escritório de assuntos externos da comunidade Bahá’í no Brasil.
Historiador e professor da Universidade de São Paulo, autor de A Revolução Iraniana (Unesp, 2008).
– Ficha técnica do episódio:
Concepção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini
Pauta, produção e pesquisa: Bruno Bartaquini
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Mixagem: Vitor Coroa
Design das capas: Cláudia Furnari
Trilha incidental: Blue Dots

