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Between The Sheets

This week, Miranda France contemplates the final novel by Gabriel Garcia Marquez; and Nicola Shulman on what women write in their diaries.


'Until August', by Gabriel Garcia Marquez, translated by Anne McLean

'Secret Voices: A Year of Women's Diaries', by Sarah Gristwood


Produced by Charlotte Pardy


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American Elections: 1912

We’ve reached the twentieth century and today’s episode is about the decisive election of 1912. David and Gary discuss the year when the Republicans split, the Democrats recaptured the White House after an absence of twenty years, and American politics shifted decisively towards progressivism. Who were the real progressives? What was Theodore Roosevelt trying to achieve in setting up a new party? How did Woodrow Wilson mange to win the nomination and the presidency? And was this the election that saw the dawn of a new environmental politics? 


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Coming up: How the election of 1936 sealed the New Deal.


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O Guia Definitivo de Afiação Para Iniciantes

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Afiar facas bem não precisa ser complicado nem caro, nesse vídeo a gente aprende como fazer em casa com uma pedra de menos de 20 reais.

Artigo com detalhes extras:
https://riqmonteiro.com/guia-definitivo-de-afiacao/

00:00 Por que Afiar as Facas
00:57 Sua Faca Precisa Afiação?
01:25 Amolar vs Afiar
02:15 A Pedra de Afiação
03:15 A Afiação

American Elections: 1896

This episode in our series on the Ideas Behind American Elections looks at 1896, when a single speech nearly upended American politics. The speech was William Jennings Bryan’s ‘Cross of Gold’ address at the Democratic Party convention, which won him the nomination. How did a 36-year old outsider from Nebraska get so close to reaching the White House? What made the issue of silver coinage the driving force behind American populism? And why was 1896 the template for a new kind of campaigning, in which the power of oratory had to square off against the power of money?


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Next time: 1912 and the great Republican split


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Meu corpo não esquece | Juliana Amaral

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"Meu corpo não esquece"
composição, vozes e arranjo: Juliana Amaral
gravação, mixagem e masterização por Florencia Saravia-Akamine.

fotografia: Humberto Pio
edição e finalização: Estúdio Risco
foto da capa: Marcelo Dacosta

álbum: "Cartas de marear"
direção musical e artística: Juliana Amaral
lançamento: Selo Circus
(p) 2024

:: sobre a faixa ::
Composição polifônica de Juliana Amaral, no limite da canção, feita com uma base de texturas vocais, melódicas e rítmicas, mixadas espacialmente. Sobrepostas a ela, duas linhas de texto complementares e simultâneos – uma melodia-baixo de sustentação, e outra de entoação canto-falada, que por vezes se replica, ecoa. Em camada superior, efeitos vocais aéreos. “Meu corpo não esquece” é corpo-voz-canção e anuncia a aposta de Juliana no risco, no encontro e no rodopio, fundamentos do seu novo álbum “Cartas de Marear”.

:: letra ::

(derme, epiderme, subterrâneo, líquido, inferior, inferior de dentro, depois, escuro e rés do sangue)

Em alguma camada subterrânea da pele vive o mapa dos trajetos que se perdem, das travessias interrompidas, da vida que resta derramada desde os desencontros. Linhas molhadas e carmim riscam arcos invisíveis que mantém conectadas as veias pulsantes dos amantes apartados, para além da dor e do amor.

Isso eu sei porque meu corpo não esquece.

Em alguma camada subaquática do meu corpo reside um mapa que registra os percursos dos meus amores, dores e alegrias, desenhando rios convulsos que correm pra minha boca, meus olhos, minhas mãos, se espraiam sob minha pele fina, conformam meu gesto, me são.

O corpo pressente.
O corpo predestina.

A luta em Marajó para além do sensacionalismo - com Irmã Henriqueta

"A nossa população marajoara precisa sim de oportunidades não de esmola. Muitas pessoas estão desesperadas com essas falsas notícias."

Desde que em 2019, a ex-ministra do governo Bolsonaro e agora senadora, Damares Alves, fez acusações alarmantes e sem provas sobre casos de abusos sexuais na região de Marajó, no Pará, de tempos em tempos a região passou a ser alvo de campanhas de fake news.

Recentemente voltou a ser veiculado o boato de que na ilha crianças eram mutiladas para facilitar abusos e que bebês recém-nascidos sofriam violência sexual, tendo grande repercussão inclusive entre influenciadores digitais.

Mas o que está por trás desse tipo de difamação e qual é a verdadeira vulnerabilidade social no território? Para se aprofundar melhor nessa história o Pauta Pública recebe a ativista Irmã Henriqueta Ferreira Cavalcante, um dos nomes mais reconhecidos na luta contra a exploração sexual no Pará, cuja a trajetória a fez bater de frente com abusadores e oportunistas a ponto de precisar andar com escolta policial devido às ameaças de morte que sofreu.

Neste episódio Irmã Henriqueta detalha o impacto que esses boatos tem na vida das crianças da comunidade e como se dá a verdadeira atuação contra casos de abusos sexuais na região de Marajó, para além do sensacionalismo.


Para saber mais:Referência no combate à violência sexual diz que Damares não protegeu crianças do Marajó: https://apublica.org/2022/10/referencia-no-combate-a-violencia-sexual-diz-que-damares-nao-protegeu-criancas-do-marajo/

Políticos bolsonaristas pagaram para impulsionar denúncias falsas sobre Marajó:
https://apublica.org/2024/02/politicos-bolsonaristas-pagaram-para-impulsionar-denuncias-falsas-sobre-marajo/



Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.
Contamos com seu apoio!

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#107 - Atentas e fortes — Heloisa Teixeira e Adriana Ferreira Silva

Uma geração que revolucionou a cultura e o comportamento em plena ditadura, mas que também era machista, racista, sem espaço para diversidade. É assim que a professora e crítica literária Heloisa Teixeira descreve a geração da qual é personagem e observadora, a que dedicou boa parte da sua carreira. Ela acaba de lançar Rebeldes e Marginais: Cultura nos Anos de Chumbo (1960-1970) pela editora Bazar do Tempo e, nesse 107º episódio do 451 MHz, conversa com a jornalista Adriana Ferreira Silva sobre os avanços, contradições e legado do efervescente movimento cultural daqueles anos. Adriana também entrevistou Heloisa na edição de março da Quatro Cinco Um, que examina os 60 anos do golpe de 1964 na visão das mulheres, já nas bancas. O episódio foi realizado com apoio da Lei de Incentivo à Cultura e da Companhia das Letras. Apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451

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A Worm’s-eye View

This week, novelist William Boyd praises a polyphonic account of a pivotal wartime moment; and Sarah Richmond explores how we may escape ceaseless toil.


‘November 1942: An Intimate History of the Turning Point of World War II’, by Peter Englund, translated by Peter Graves

‘Hijacked: How Neoliberalism Turned the Work Ethic Against Workers and How Workers Can Take it Back’, by Elizabeth Anderson

‘After Work: A History of the Home and the Fight for Free Time’, by Helen Hester and Nick Srnicek


Produced by Charlotte Pardy


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American Elections: 1860

In the third episode in our series on the Ideas Behind American Elections David and Gary talk about what was maybe the most significant election of all: 1860, when Lincoln became president and the country careened into civil war. How did the newly formed Republican Party break the stranglehold of the established parties? Why could the South neither unite against it nor accept its victory? What enabled Lincoln to wrestle the Republican nomination at the party's convention in Chicago and what might have happened if he had failed?


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Coming up: 1896 and the populist revolt


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HONDA CBR 650R 2024 EM DETALHES!

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Hoje o #chinaibmm traz todos os detalhes da nova #cbr650r 2024 e um pouco mais sobre essa moto da #honda

Conheça o IBMM:
https://www.ibmecmoto.com.br/

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#109 – General bom, general mau

Por que a tentativa de golpe aconteceu depois de o presidente eleito tomar posse? Por que os militares precisariam de uma operação de garantia da lei e da ordem (GLO) para tomar o poder? Por que o alto comando das forçar armadas sempre manteve um discurso duplo em relação a Jair Bolsonaro?

No episódio 109 a gente tenta responder a essas perguntas por meio da tese de que, há alguns anos, os militares estão efetuando uma operação em pinça no teatro político brasileiro.

 Mergulhe mais fundo

8/1 A rebelião dos manés⁠ (link para compra)⁠

O Brasil no Espectro de uma Guerra Híbrida: Militares, Operações Psicológicas e Política em uma Perspectiva Etnográfica ⁠(link para compra)⁠

Episódio relacionado

⁠70: Os generais e o cerco a Brasília⁠

Entrevistados do episódio

⁠Piero Leirner⁠

Antropólogo, professor titular da Universidade Federal de São Carlos. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em antropologia da guerra e em sistemas hierárquicos, atuando principalmente nos seguintes temas: hierarquia, individualismo, estado, guerra e militares. É autor do livro “O Brasil no Espectro de uma Guerra Híbrida: Militares, Operações Psicológicas e Política em uma Perspectiva Etnográfica” (Alameda Casa Editorial, 2020).

⁠Pedro Arantes⁠

É arquiteto e urbanista, professor associado da Unifesp e atua na Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas-EFLCH e no Instituto das Cidades-IC. Foi Pró-Reitor Adjunto (2013-2017) e Pró-Reitor de Planejamento da Unifesp (2017-2021). É autor de diversos artigos sobre arquitetura, cidades, políticas públicas, movimentos sociais, cultura e política.

Ficha técnica

Apoio de edição: Matheus Marcolino.

Mixagem de som: Vitor Coroa.

Trilha sonora tema: Paulo Gama.

Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.

Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini.

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Episode 74: Kickstart (Or Level-Up) Your Contributor Journey

Explore the impact you can make on WordPress without coding in this WordPress Briefing episode hosted by Executive Director Josepha Haden Chomphosy. She'll guide you through diverse non-coding contributions suitable for all skill levels, including content translation, photo submissions, event organization, and software testing. Listen and discover how you can enhance the WordPress community in ways that align with your interests and expertise.

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