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Ponto Encruza | Juliana Amaral

composição: Larissa Oliveira, Juliana Amaral
com
Juliana Amaral: voz
Thais Nicodemo: piano
Lua Bernardo: contrabaixo acústico
Larissa Oliveira: flugelhorn
gravação, mixagem e masterização por Florencia Saravia-Akamine.
fotografia: Marcelo Dacosta
direção de arte: Humberto Pio
edição e finalização: Marcio Yonamine
foto da capa: Marcelo Dacosta
álbum: "Cartas de marear"
direção musical e artística: Juliana Amaral
lançamento: Selo Circus
(p) 2024
:: sobre a faixa ::
Tema instrumental da trompetista Larissa Oliveira, inspirado na Cartografia 16, de Juliana Amaral. Após o tema pronto, Juliana versificou o texto original, em prosa, para compor a canção. O arranjo coletivo ressalta o improviso aveludado do flugelhorn, instrumento da compositora. A balada bluesy recebe acento pop, proposto pelo contrabaixo grooveado de Lua Bernardo, mas guarda a melancolia original, carregada pelo piano derramado de Thais Nicodemo.
:: letra ::
neste mapa
que costuro à custa de dor e paciência
minha pele
em camadas de ar, água e delicadeza
essas linhas que se cruzam no através
iluminam meu olhar
preu saber
que é pra lá que eu vou voltar
encontrar esse corpo que é meu
só
neste mapa
eu desenho o desejo do amor e da presença
minha pele
se compõe do traçado invisível da certeza
ponto encruza o através
e transborda meu olhar
preu saber
que é pra cá que eu vou voltar
enfrentar esse corpo que é meu
só
Este projeto foi contemplado pela 6ª edição do Edital de Apoio à Música da Cidade de São Paulo – Secretaria Municipal de Cultura.
Gutenberg Changelog #97 – WordPress 6.5, Gutenberg 17.8 and 17.9
American Elections: 1936
The election of 1936 saw FDR re-elected in a landslide. It was also an election in which fundamental questions about the future direction of America were at stake. David and Gary discuss what made it a turning point for American democracy and ultimately for the wider world. Could the power of the Supreme Court be tamed? What was the true nature of economic freedom? And what threatened the New Deal - dissent at home or looming dangers abroad?
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Coming up: The election of 1980 and the arrival of Reaganomics.
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O caso La Manada: as muitas vozes de Lucía
Governo e congresso: o cabo de guerra do orçamento - com Mateus Vargas
Mais tarde, no governo Bolsonaro, com as emendas do relator, apelidadas de Orçamento Secreto, a Câmara centralizou um poder inédito que deu a Arthur Lira status de um dos homens mais poderosos da política. Ainda que as Emendas do Relator tenham sido suspensas pelo STF em novembro de 2021, hoje o legislativo concentra boa parte do poder sobre os recursos do orçamento para interesses que muitas vezes não se alinham com o projeto político do governo, levando à chamada governabilidade a uma encruzilhada.
Essa disputa impacta como políticas públicas são aplicadas ou negligenciadas em áreas como Saúde, Educação, Segurança e Meio-ambiente e são especialmente decisivas em um ano eleitoral. Mas como funciona esse jogo político complexo e quais as possibilidades do governo para manobrar diante do poder cada vez maior da Câmara e, por consequência, do chamado centrão?
Para tentar entender um pouco mais sobre o cabo de guerra do orçamento entre o governo e o Congresso, o Pauta recebe o jornalista Mateus Vargas. Formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Mateus já passou por veículos como o Estado de S. Paulo e pelos sites JOTA e Poder360 e atualmente escreve para a Folha de S. Paulo.
Para saber mais:
https://www1.folha.uol.com.br/poder/2024/02/congresso-controla-ao-menos-30-da-verba-de-[…]l?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=comptw
https://www1.folha.uol.com.br/poder/2024/03/saude-aumenta-teto-para-emendas-e-tenta-aliviar-pressao-do-congresso.shtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=social&utm_campaign=compwa
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Between The Sheets
This week, Miranda France contemplates the final novel by Gabriel Garcia Marquez; and Nicola Shulman on what women write in their diaries.
'Until August', by Gabriel Garcia Marquez, translated by Anne McLean
'Secret Voices: A Year of Women's Diaries', by Sarah Gristwood
Produced by Charlotte Pardy
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American Elections: 1912
We’ve reached the twentieth century and today’s episode is about the decisive election of 1912. David and Gary discuss the year when the Republicans split, the Democrats recaptured the White House after an absence of twenty years, and American politics shifted decisively towards progressivism. Who were the real progressives? What was Theodore Roosevelt trying to achieve in setting up a new party? How did Woodrow Wilson mange to win the nomination and the presidency? And was this the election that saw the dawn of a new environmental politics?
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Coming up: How the election of 1936 sealed the New Deal.
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Como fazer a seleção do pastilhamento do cabeçote XRE300

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Why young men and women are drifting apart
🔪 Como Afiar Facas #shorts #gastronomia

O Guia Definitivo de Afiação Para Iniciantes

Artigo com detalhes extras:
https://riqmonteiro.com/guia-definitivo-de-afiacao/
00:00 Por que Afiar as Facas
00:57 Sua Faca Precisa Afiação?
01:25 Amolar vs Afiar
02:15 A Pedra de Afiação
03:15 A Afiação
American Elections: 1896
This episode in our series on the Ideas Behind American Elections looks at 1896, when a single speech nearly upended American politics. The speech was William Jennings Bryan’s ‘Cross of Gold’ address at the Democratic Party convention, which won him the nomination. How did a 36-year old outsider from Nebraska get so close to reaching the White House? What made the issue of silver coinage the driving force behind American populism? And why was 1896 the template for a new kind of campaigning, in which the power of oratory had to square off against the power of money?
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Next time: 1912 and the great Republican split
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🌡️ Peito de Frango Suculento #shorts #receita #frango

Meu corpo não esquece | Juliana Amaral

composição, vozes e arranjo: Juliana Amaral
gravação, mixagem e masterização por Florencia Saravia-Akamine.
fotografia: Humberto Pio
edição e finalização: Estúdio Risco
foto da capa: Marcelo Dacosta
álbum: "Cartas de marear"
direção musical e artística: Juliana Amaral
lançamento: Selo Circus
(p) 2024
:: sobre a faixa ::
Composição polifônica de Juliana Amaral, no limite da canção, feita com uma base de texturas vocais, melódicas e rítmicas, mixadas espacialmente. Sobrepostas a ela, duas linhas de texto complementares e simultâneos – uma melodia-baixo de sustentação, e outra de entoação canto-falada, que por vezes se replica, ecoa. Em camada superior, efeitos vocais aéreos. “Meu corpo não esquece” é corpo-voz-canção e anuncia a aposta de Juliana no risco, no encontro e no rodopio, fundamentos do seu novo álbum “Cartas de Marear”.
:: letra ::
(derme, epiderme, subterrâneo, líquido, inferior, inferior de dentro, depois, escuro e rés do sangue)
Em alguma camada subterrânea da pele vive o mapa dos trajetos que se perdem, das travessias interrompidas, da vida que resta derramada desde os desencontros. Linhas molhadas e carmim riscam arcos invisíveis que mantém conectadas as veias pulsantes dos amantes apartados, para além da dor e do amor.
Isso eu sei porque meu corpo não esquece.
Em alguma camada subaquática do meu corpo reside um mapa que registra os percursos dos meus amores, dores e alegrias, desenhando rios convulsos que correm pra minha boca, meus olhos, minhas mãos, se espraiam sob minha pele fina, conformam meu gesto, me são.
O corpo pressente.
O corpo predestina.
Minhas mulheres, em cada grão de arroz
A luta em Marajó para além do sensacionalismo - com Irmã Henriqueta
Desde que em 2019, a ex-ministra do governo Bolsonaro e agora senadora, Damares Alves, fez acusações alarmantes e sem provas sobre casos de abusos sexuais na região de Marajó, no Pará, de tempos em tempos a região passou a ser alvo de campanhas de fake news.
Recentemente voltou a ser veiculado o boato de que na ilha crianças eram mutiladas para facilitar abusos e que bebês recém-nascidos sofriam violência sexual, tendo grande repercussão inclusive entre influenciadores digitais.
Mas o que está por trás desse tipo de difamação e qual é a verdadeira vulnerabilidade social no território? Para se aprofundar melhor nessa história o Pauta Pública recebe a ativista Irmã Henriqueta Ferreira Cavalcante, um dos nomes mais reconhecidos na luta contra a exploração sexual no Pará, cuja a trajetória a fez bater de frente com abusadores e oportunistas a ponto de precisar andar com escolta policial devido às ameaças de morte que sofreu.
Neste episódio Irmã Henriqueta detalha o impacto que esses boatos tem na vida das crianças da comunidade e como se dá a verdadeira atuação contra casos de abusos sexuais na região de Marajó, para além do sensacionalismo.
Para saber mais:Referência no combate à violência sexual diz que Damares não protegeu crianças do Marajó: https://apublica.org/2022/10/referencia-no-combate-a-violencia-sexual-diz-que-damares-nao-protegeu-criancas-do-marajo/
Políticos bolsonaristas pagaram para impulsionar denúncias falsas sobre Marajó:
https://apublica.org/2024/02/politicos-bolsonaristas-pagaram-para-impulsionar-denuncias-falsas-sobre-marajo/
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#107 - Atentas e fortes — Heloisa Teixeira e Adriana Ferreira Silva
Uma geração que revolucionou a cultura e o comportamento em plena ditadura, mas que também era machista, racista, sem espaço para diversidade. É assim que a professora e crítica literária Heloisa Teixeira descreve a geração da qual é personagem e observadora, a que dedicou boa parte da sua carreira. Ela acaba de lançar Rebeldes e Marginais: Cultura nos Anos de Chumbo (1960-1970) pela editora Bazar do Tempo e, nesse 107º episódio do 451 MHz, conversa com a jornalista Adriana Ferreira Silva sobre os avanços, contradições e legado do efervescente movimento cultural daqueles anos. Adriana também entrevistou Heloisa na edição de março da Quatro Cinco Um, que examina os 60 anos do golpe de 1964 na visão das mulheres, já nas bancas. O episódio foi realizado com apoio da Lei de Incentivo à Cultura e da Companhia das Letras. Apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451

