❌

Reading view

A cruzada contra o aborto legal - com Amanda Audi

São Paulo tinha um dos hospitais referência no procedimento de aborto legal, o Hospital Vila Nova Cachoeirinha. Vale lembrar que, no Brasil, o aborto legal é garantido nos casos de estupro, quando o feto é diagnosticado com anencefalia e quando a gravidez causa risco de vida à pessoa gestante.

Ainda assim, a prefeitura de São Paulo suspendeu o serviço de aborto legal prestado na unidade, alegando suspeitas de procedimentos ilegais.No entanto, conforme apurou uma reportagem publicada no site da Agência Pública, feita pela jornalista Amanda Audi, essa é uma história muito mal contada. Informações obtidas via Lei de Acesso à Informação mostram que não houve nenhuma denúncia de aborto ilegal no hospital desde 2019. Em outras palavras, o serviço foi suspenso sem nenhuma justificativa.

O que aconteceu com o Hospital Vila Nova Cachoeirinha não é uma situação isolada e inclui a perseguição a profissionais de saúde que decidem cumprir com a obrigação ética e legal de realizar procedimentos de aborto nos casos permitidos pela lei. Para falar sobre essa apuração e a atuação contra o aborto legal no Brasil, o Pauta conversa hoje com a própria Amanda Audi e também com a ginecologista Helena Paro, que discorre sobre as investidas do Conselho Federal de Medicina contra pacientes que precisaram realizar o aborto legal e médicos que realizaram o procedimento.

Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.
Contamos com seu apoio!

💾

#112 - Livros e Livres — Renan Quinalha

Casamento homoafetivo, lei que pune a homofobia: não há dúvida de que, no papel, os direitos da população LGBTQIA+ avançaram nos últimos anos. Mas como é a situação na prática? No 112º episódio do 451 MHz, o convidado é o professor de direito e colunista da seção Livros e Livres da Quatro Cinco Um, Renan Quinalha. Quinalha está lançando "Direitos LGBTI+: novos rumos da proteção jurídica" (Edições Sesc), coletânea de artigos organizada em conjunto com Emerson Ramos e Alexandre Melo Franco Bahia. Ele fala sobre os avanços e embates jurídicos da população LGBTI+ na última década. O episódio foi realizado com apoio da Lei de Incentivo à Cultura e Casa de Cultura do Parque. Apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451

💾

How Medieval Readers Customized their Manuscripts

Medieval manuscripts resisted obsolescence. Made by highly specialised craftspeople (scribes, illuminators, book binders) with labour-intensive processes using exclusive and sometimes exotic materials (parchment made from dozens or hundreds of skins, inks and paints made from prized minerals, animals and plants), books were expensive and built to last. They usually outlived their owners. Rather than discard them when they were superseded, book owners found ways to update, amend and upcycle books or book parts.

These activities accelerated in the fifteenth century. Most manuscripts made before 1390 were bespoke and made for a particular client, but those made after 1390 (especially books of hours) were increasingly made for an open market, in which the producer was not in direct contact with the buyer. Increased efficiency led to more generic products, which owners were motivated to personalise. It also led to more blank parchment in the book, for example, the backs of inserted miniatures and the blanks ends of textual components. Book buyers of the late fourteenth and throughout the fifteenth century still held onto the old connotations of manuscripts—that they were custom-made luxury items—even when the production had become impersonal.

Owners consequently purchased books made for an open market and then personalised them, filling in the blank spaces, and even adding more components later. This would give them an affordable product, but one that still smacked of luxury and met their individual needs. They kept older books in circulation by amending them, attached items to generic books to make them more relevant and valuable, and added new prayers with escalating indulgences as the culture of salvation shifted.

From: M Rudy, Kathryn. Piety in pieces: how medieval readers customized their manuscripts. Open Book Publishers, 2016.

Image: Parchment diptych with the measurements of Christ’s length and side wound, inserted into a French book of hours. Paisley, Renfrew District Museum and Art Gallery, Ms. 1, fol. 13–14 forming a diptych. Photo © Author, CC BY 4.0.

Building the ENDGAME invisible PC

💾

Let's build the ENDGAME invisible PC! Thanks to FlexiSpot for sponsoring this project - they're having their Brand Day sale right now! Use code DIYPERKS to get $50 off on their E7 PRO and E7 PLUS desks: https://bit.ly/4d4HD71

Let the Games Begin!

This week, writers including Andrew O'Hagan, Rose Tremain, Ayobami Adebayo and Marian Keyes select their most memorable sporting moments; and we drop in on the European Writers' Festival at the British Library.


Produced by Charlotte Pardy


Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

💾

The Great Political Fictions: Middlemarch (part 1)

Our series on the great political novels and plays resumes with George Eliot’s Middlemarch (1872), which has so much going on that it needs two episodes to unpack it. In this episode David discusses the significance of the book being set in 1829-32 and the reasons why Nietzsche was so wrong to characterise it as a moralistic tale. Plus he explains why a book about personal relationships is also a deeply political novel.


To get two bonus episodes from our recent Bad Ideas series – on Email and VAR – sign up now to PPF+ and enjoy ad-free listening as well www.ppfideas.com


Next time: Middlemarch (part 2) on marriage, hypocrisy, guilt and redemption.


Coming soon on the Great Political Fictions: Phineas Redux, Dr Jekyll and Mr Hyde, The Time Machine, Mother Courage and her Children, and much more.


Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

💾

Em 'Salve-se!', Bebé desafia as barreiras da música popular brasileira

Após o sucesso de seu álbum homônimo de estreia em 2021, Bebé retorna com um novo e aguardado projeto: "Salve-se!". Esta obra, que se destaca pela profundidade emocional e autenticidade, apresenta uma combinação única de pop eletrônico com influências de indie, R&B, pagode, funk e trap. "Salve-se!" transmite narrativas complexas, refletindo o crescimento e a maturidade artística de Bebé. Leia mais (05/21/2024 - 20h04)

Perspectiva de Esquerda: Análise da treta entre Elon Musk e Alexandre de Moraes por Juliane Furno

💾

🌹💥 Prepare-se para os melhores momentos de uma análise crítica sob uma perspectiva de esquerda! 🌹💥

A briga entre Elon Musk e Alexandre de Moraes está provocando debates intensos, e agora Juliane Furno traz uma visão centrada nos valores da esquerda. Neste vídeo, Juliane explora como as ações e declarações dos envolvidos refletem questões de desigualdade, justiça social e poder corporativo.

Aperte o play e junte-se a Juliane Furno nesta reflexão sobre como a política, a economia e a justiça social se entrelaçam nessa controvérsia. Inscreva-se para mais análises progressistas e compartilhe suas opiniões nos comentários abaixo. Vamos fortalecer o diálogo em busca de um mundo mais justo e igualitário! 💬✊

Live originalmente exibida no @omundi
❤️ Seja um apoiador do canal: https://apoia.se/jufurno
✨ Minhas Redes:
Insta: https://www.instagram.com/julianefurno/
Twitter: https://twitter.com/julianefurno
Tiktok: https://www.tiktok.com/@jufurno
Telegram: https://t.me/JulianeFurno
Código:Kwai532091142 https://s.kwai.app/w/qj9228Xu

Roteiro e apresentação: Juliane Furno
Edição e Produção: Guilherme Gandolfi @Guifrodu

❤️ Seja um apoiador do canal: https://apoia.se/jufurno
✨ Minhas Redes:
Insta: https://www.instagram.com/julianefurno/
Twitter: https://twitter.com/julianefurno
Tiktok: https://www.tiktok.com/@jufurno
Telegram: https://t.me/JulianeFurno
Código:Kwai532091142 https://s.kwai.app/w/qj9228Xu

Roteiro e apresentação: Juliane Furno
Edição e Produção: Guilherme Gandolfi @Guifrodu

No Tech Reader #48: Digital Technology

The History of Bad Ideas: Mesmerism

For our last episode in this series David is joined by Helen Lewis to discuss Mesmerism – aka animal magnetism – an eighteenth-century method of hypnosis for which great medical benefits were claimed. Was its originator, Franz Mesmer, a charlatan or a healer? Was his movement science or religion or something in between? And what can it tell us about twenty-first century phenomena from online social contagion to hypnotherapy? 


To get two bonus Bad Ideas episodes – on Email and VAR – sign up now to PPF+, where you will also get all our past and future bonus episodes plus ad-free listening www.ppfieas.com 


Coming next: The Great Political Fictions resumes with Middlemarch, the greatest of them all.


Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

💾

Troca do selo da bomba d'água Hornet carburada.

💾

🔥 ACESSO VITALÍCIO LIBERADO — Formação completa de mecânica de motos: 100cc a 1000cc. Diagnóstico, elétrica, injeção. Sem trocar peça no chute. Mais de 5.000 alunos formados.
👉 https://www.airtoncardoso.com

Massacre de Paraisópolis, a espera pela justiça - com Desirée Azevedo

Em dezembro de 2019, ocorreu o baile funk DZ7 na comunidade de Paraisópolis, São Paulo, com um público estimado entre 5 mil e 8 mil pessoas. Durante o evento, uma ação da polícia militar, conhecida como "Operação Pancadão", que visava reprimir festas de baile funk pela cidade, resultou na morte de nove jovens.

Na época, a polícia justificou a operação violenta alegando que estavam perseguindo suspeitos que teriam entrado na festa em motos e que depois teriam sido atacados pela multidão com pedras e garrafas. Inicialmente, a polícia divulgou que a morte dos adolescentes foi por pisoteamento, no que seria uma fatalidade decorrente da confusão.N

o entanto, a Defensoria Pública, juntamente com o Centro de Antropologia e Arqueologia Forense da Universidade Federal de São Paulo (CAAF - Unifesp) reconstitui a sequência de acontecimentos da noite em um trabalho minucioso de análise que acabou desconstruindo a versão inicial da PM. O relatório revelou que o que ocorreu foi um cerco aos participantes do baile. Graças a este relatório, o Ministério Público de São Paulo indiciou 13 policiais, 12 por homicídio doloso qualificado e por expor pessoas ao perigo ao soltar explosivos.

O Pauta conversa com a antropóloga e pesquisadora Desirée Azevedo, que conta detalhes sobre o trabalho realizado e discute as controvérsias envolvidas no caso. A criminalização da cultura periférica negra e a metodologia de violência policial são elementos que compõem o cenário do massacre de Paraisópolis e outras operações violentas das polícias em territórios periféricos. O programa também conta com a participação de Maria Cristina Quirino, mãe de Denys Henrique Quirino, morto aos 16 anos neste caso que não pode ser esquecido. 


Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.
Contamos com seu apoio!

💾

Ironwood Bicycles

The Ironwood bicycle is a wooden framed bike that people could make themselves with commonly available materials. It has a laminated wooden frame and fork to which standard bicycle components are bolted. The frame can be made with basic carpentry and metalwork skills, without the need for welding or soldering. The design is intended for small scale bicycle production that would support local employment as an alternative to importing bicycles from around the world. More: http://www.ironwoodbicycle.com.

Regeneration Games

This week, we look at the busy afterlives of two canonical characters: Nathalie Olah on Tom Ripley and Emelyne Godfrey on Sherlock Holmes.


'Ripley', on Netflix

'The Worlds of Sherlock Holmes: The inspiration behind the world’s greatest detective', by Andrew Lycett


Produced by Charlotte Pardy



Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

💾

The History of Bad Ideas: The Death of the Author

For our penultimate episode in this series David talks to Kathleen Stock about Roland Barthes’s idea of the Death of the Author (1967). Once very fashionable, the notion that readers not writers are the arbiters of what a text means has had a long and sometimes painful afterlife. As well as exploring its curious appeal and its persistent blindspots, Kathleen discusses her personal experience of how it can go wrong.


Two bonus Bad Ideas episodes for PPF+ subscribers – on Email and VAR – will be available very soon. Sign up now and get ad-free listening too! www.ppfideas.com


Coming Next: Helen Lewis on Mesmerism


Coming Soon: The Great Political Fictions Part 2, starting with Middlemarch


Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

💾

❌