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Rashid lança 'Depois do Depois' com Projota e celebra 20 anos de amizade

O rapper Rashid lança nesta sexta-feira (30) o remix de "Depois do Depois", com participação inédita de Projota. A faixa, originalmente presente no álbum "Portal" (2024), também traz Lenine nos vocais e ganha agora uma nova versão carregada de significado: além do reencontro musical, o lançamento celebra mais de duas décadas de amizade entre Rashid e Projota, forjada ainda na adolescência no bairro do Lauzane Paulista, na Zona Norte de São Paulo. Leia mais (05/29/2025 - 15h56)

Unearthed Treasures

This week, Magna Carta experts David Carpenter and Nicholas Vincent tell us how they discovered a rare original of the document; and Michael Caines on a spritely new staging of a Shaw play starring mother and daughter Imelda Staunton and Bessie Carter.


'Mrs Warren's Profession', by George Bernard Shaw, Garrick Theatre, London, until August 16


Produced by Charlotte Pardy


Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

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Politics on Trial: Thomas More vs the King

In today’s episode another trial that forms the basis for great drama: the case of Thomas More, tried and executed in 1535, events dramatised by Robert Bolt in A Man for All Seasons and Hilary Mantel in Wolf Hall. How did More try to argue that silence was no evidence of treason? Why was his defence so legalistic? Was he really ‘the Socrates of England’? And who was the true villain in this case: Thomas Cromwell, Richard Rich or the King himself?

Available now on PPF+: Socrates part 2, in which David explores the verdict of history on this case and the fierce arguments it still inspires. Sign up now to get this and all our bonus episodes plus ad-free listening https://www.ppfideas.com/join-ppf-plus

Next time in Politics on Trial: Mary Queen of Scots vs the Secret State

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KL Jay + Renato Noguera

No episódio de hoje, Mano Brown e Semayat Oliveira recebem duas referências potentes em suas áreas: o DJ e produtor KL Jay, um dos pilares do Racionais MC’s, e o filósofo e professor universitário Renato Noguera, doutor em Filosofia e pesquisador de temas como educação, masculinidades e ancestralidade. Numa conversa profunda e direta, os três trocam ideias sobre masculinidade, paternidade, educação, dinheiro e os caminhos possíveis para uma vida mais consciente, sem perder o pé na realidade. Reflexão, vivência e provocação reunidas num papo que vai além do óbvio. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

Sonia Hirsch + Luciana Ayer: O intestino como portal de cura

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Aqui falamos sobre algumas atitudes que podem transformar nossa saúde física, emocional e espiritual.
A nutricionista clínica Luciana Ayer, com 33 anos de experiência e uma visão profunda da nutrição como caminho sagrado, nos guia pela compreensão da disbiose intestinal: o desequilíbrio que afeta silenciosamente milhões de pessoas.
O que o intestino revela? Como ele pode ser um portal de cura? Pegue sua caneca de chá e venha!
Participe, comente, compartilhe!
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Contato Luciana Ayer: +5521 99801-7583

Sony FX2 announced – a cheaper FX3 with a7 IV sensor and EVF

This is like the higher-spec Lumix S9 with EVF and mechanical shutter I wanted Panasonic to make. For $2700 the Sony FX2 is an interesting beast but it does have a few major caveats. 1 – quite a slow sensor with a lot of rolling shutter in 24p. 2 – Sony still doesn’t have an internal RAW recording codec to call their own, or even ProRes RAW in the FX2 – it has external RAW output only via HDMI and only in APS-C crop. 3. Unfortunately there’s still also no internal ND of any kind, which is strange considering the electronic ND equipped Sony FS5 is now over 10 years old. Sort it out Sony!

Although it doesn’t break any new ground, the FX2 at least brings some welcome new features for video users for not much more money than the Sony a7 IV.

The new dynamic steady-shot looks fantastic for handheld walking shots of moving subjects, although it does incur a very big crop. Autofocus is the best on the market and far ahead of Panasonic. The FX2 is also the first full frame hybrid video-focused Sony camera to feature a fully articulated EVF, which sets it apart from the more expensive FX3 in a nice way, it being far better for stills for a start. Much higher resolution 33mp vs 12mp too.

The solid 33MP sensor (from the a7 IV) has a very nice image and unlike the Panasonic S9 the FX2 has a mechanical shutter, in part because the sensor is rather slow and can’t get by without it. It has quite a bit of rolling shutter in the full pixel readout modes, and there’s no 4K/120p like the a7S III or FX3, and 4K/60p 10bit 422 is limited to Super 35mm crop mode only like the a7 IV.

The Venice UI for filmmakers and a quick video access panel, along with active cooling and 16bit RAW HDMI output round out an impressive feature-set for the price, with the camera being aimed at a very broad section of the market – enthusiasts and pros alike, including the people formerly known as artists and filmmakers that our modern corporate dystopia likes to call “content creators” and “influencers” instead, whose job it is to create content for consumption and influencing consumers to spend more money.

What use are we if we’re not either creating or consuming?

So just to TLDR…

a7 IV spec in an FX3 form factor, with nice articulated EVF, great stabilisation, mechanical shutter, but quite a slow sensor readout and no internal RAW codec or ND.

It’ll certainly be a nice camera to pick up used for under $2k in a few months.

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RX 9060 XT: SUA PRÓXIMA PLACA DE VÍDEO ?!

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Cópia & Desvio - clipe

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“A cópia na era de sua proliferação técnica” ocorreu ao vivo em 24 de outubro, às 19h, no BaixaCultura (link na bio). Nela, Rafael Bresciani e Leonardo Foletto remixaram artefatos sonoros e visuais em live-coding (no Hydra/Flok) para compor a conferência, centrada nesta primeira parte nas práticas e reflexões de cópia no início do século XX. Teve participação nas vozes (e textos) de Walter Benjamin, Marcel Duchamp, Conde de Lautréamont e Tommaso Marinetti. Na música, Neu!, Talking Heads e Kaisoku Tokyo. Nas imagens, Pablo Picasso, Okumura Masanobu, Kunisada, J Borges, Louis Daguerre, Hugo Ball, Kurt Schwitters, Man Ray, Niepce, Abraham Salm, Marinetti, entre outros.

O vídeo é parte de uma investigação que estamos fazendo desde 2023 sobre o papel da cópia ao longo dos últimos séculos na história da arte, o que passa pela questão histórica do desvio - como se sabe, a arte é marcada pelo plágio, o roubo, o desvio, a cópia e apropriação. A segunda parte irá centrar-se na segunda metade do século XX, período essencial da proliferação técnica das cópias a partir dos gravadores, samplers, fotocopiadoras, vídeos, computadores, algoritmos.

“Tanto a poesia sonora, as colagens e o cinema são artes que foram potencializadas nessa primeira metade do século XX com a expansão da reprodução técnica. Os aparatos técnicos são protagonistas tanto como método de produção (caso das collages) quanto de gravação e apresentação ao público (poesia sonora e o cinema).

Eu intuo também que as tecnologias digitais de reprodução tornam mais difícil a negação e a escolha. É como um loop da desintegração: o meio é abstraído na hiperconexão do e e e, com menos possibilidade de ou ou. Às máquinas de reprodução técnica digital não é facultado a possibilidade de fim, mas sim a reprodução contínua e infinita de presente. Tudo passa a ser conectado ao propósito da reprodução contínua de cópias. Nada mais é criado, tudo passa a ser apenas repetição sem diferença. Todas as obras já existentes remixam as anteriores: tudo é cópia.”

Walter Benjamin (Benja), remixado no vídeo

Cópia & Desvio - trecho 2, Marcel Duchamp

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Marcel Duchamp é um dos personagens em “A Cópia na Era de Sua Reprodutibilidade Técnica”, primeira parte do projeto Cópia & Desvio. Ele fala sobre o ready-made, prática que consistia em pegar objetos em relação aos quais se era indiferente e recontextualizá-los de maneira a deslocar seus significados. Foi uma das práticas artísticas pioneiras no mundo da arte ocidental em usar e deixar explícita a recombinação de informações e outros elementos para criação de uma nova obra. No vídeo, é a voz de Duchamp - treinada no Eleven Labs por diversos vídeos e áudios disponíveis no Youtube - que fala um texto seu publicado em 1961:

“Em 1913 tive a feliz ideia de fixar uma roda de bicicleta a uma banqueta de cozinha e vê-la girar. Uns poucos meses depois comprei uma reprodução barata de uma paisagem de uma noite de inverno, a qual chamei de “Farmácia” depois de adicionar dois pequenos pontos, um vermelho e um amarelo, no horizonte. Em Nova York em 1915 comprei numa loja de ferramentas uma pá de neve na qual eu escrevi “À frente do braço quebrado”. Foi por essa época que a palavra “ready-made” me veio à mente para designar esta forma de manifestação. Um ponto que desejo muito esclarecer é que a escolha destes “ready-mades” nunca foi ditada pelo deleite estético. Essa escolha era baseada numa reação de indiferença visual com ao mesmo tempo uma total ausência de bom ou mau gosto... de fato uma completa anestesia.

Um outro aspecto do “ready-made” é sua impossibilidade de ser único. A réplica de um “ready-made” carrega a mesma mensagem. De fato quase que nenhum dos “ready-mades” existentes hoje é um original no sentido convencional”.

#artificialintelligence #duchamp #copy #arthistory

#139 – Manual prático para saída à esquerda

Este episódio analisa possíveis saídas para o campo democrático diante do avanço da extrema-direita no Brasil e no mundo.

O avanço da extrema-direita com tendências autoritárias tem causado perplexidade no campo democrático, em especial, nos setores mais progressistas. Forças políticas tradicionalmente associadas à esquerda parecem incapazes de se opor de maneira eficiente e duradoura ao avanço de figuras como Donald Trump, Nayib Bukele e Jair Bolsonaro.

Para tentar entender o que está por trás desse fenômeno e quais são as saídas para os setores democráticos e de esquerda, conversamos com quatro analistas políticos, e dividimos o episódio em três partes.

Na primeira, são apresentados alguns dos fatores que que ajudaram a extrema-direita a se estabelecer. Na segunda, o foco é na criação de um sistema paralelo de comunicação e no uso da desinformação como arma. E, na última, são apresentadas propostas para o futuro da esquerda e a manutenção da democracia.

Mergulhe mais fundo

⁠Menos Marx, mais Mises: O liberalismo e a nova direita no Brasil (link para compra)

⁠⁠Limites da democracia: De junho de 2013 ao governo Bolsonaro (link para compra)⁠

O pobre de direita: A vingança dos bastardos (link para compra)

Episódios relacionados

#71: Por que votam no mito?

#79: Os pobres de direita e o futuro da política

#126: O futuro(?) com Trump

Entrevistados do episódio

⁠Jessé Souza⁠

Sociólogo e escritor. Autor de livros como “A elite do atraso” e “O pobre de direita: A vingança dos bastardos”.

Marcos Nobre

Cientista político, professor do departamento de filosofia da Unicamp e pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). Autor de “Limites da Democracia”, “Como nasce o novo” e “Imobilismo em movimento”.

⁠Isabela Kalil⁠

Antropóloga, professora de ciência política na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) e coordenadora do Observatório da Extrema Direita.

⁠Camila Rocha⁠

Doutora em ciência política pela Universidade de São Paulo (USP), diretora científica do Centro para Imaginação Crítica (CCI) do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). Finalista do Prêmio Jabuti com o livro “Menos Marx mais Mises. O liberalismo e a nova direita no Brasil”.

Ficha técnica

Produção e edição: Matheus Marcolino.

Mixagem de som: Vitor Coroa.

Trilha sonora tema: Paulo Gama

Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari

Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini

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Politics on Trial: Joan of Arc vs the Church

Today’s political trial took place in 1431 though it was still being re-litigated right through to the twentieth century: the case of Joan of Arc, charged with heresy by the Church and burned at the stake. Why was a political prisoner tried in an ecclesiastical court? Why were her interrogators so obsessed by her choice in clothes? How did Joan seek to explain her visions? And was this trial any more of a fix than the later trials that exonerated her?

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Next time in Politics on Trial: Thomas More vs the King


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Tudão Crocodilo, potência sonora de Belém, estreia na Virada; veja os horários

Neste fim de semana, a Virada Cultural de São Paulo recebe pela primeira vez a aparelhagem Tudão Crocodilo, uma das estruturas mais imponentes da cultura popular de Belém. Conhecida por seus paredões de som, luzes coreografadas e repertório que mistura tecnobrega, carimbó, brega-funk e pop internacional, a Crocodilo percorreu mais de 3.000 km até o Vale do Anhangabaú para transformar o centro da capital paulista em uma grande festa amazônica de 24 horas. Leia mais (05/23/2025 - 18h23)

Estamos à beira de um conflito global?

Com as tensões crescentes entre as grandes potências e o avanço da corrida armamentista nuclear, uma nova guerra de proporção mundial parece cada vez mais próxima. Trump, nos Estados Unidos, considerando a possibilidade de deixar a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), as tensões em Taiwan, novas investidas de Putin na guerra contra a Ucrânia e Netanyahu dobrando a aposta no Oriente Médio com o genocídio palestino, são alguns dos exemplos de que passo a passo o mundo parece caminhar em direção a a um novo conflito mundial. Em 2024, as despesas militares em todo o mundo atingiram 2,7 trilhões de dólares, o maior aumento anual desde pelo menos o fim da Guerra Fria.

Mesmo que uma nova guerra não se concretize, o fato deste cenário ser considerado já mexe muitas peças do tabuleiro geopolítico e transforma o aspecto da economia global. Para tentarmos entender o que realmente toda essa movimentação significa, o quanto estamos mais próximos deste conflito global, a entrevista do Pauta Pública da semana é com Monica Herz, professora associada do Instituto de Relações Internacionais da PUC - RJ. Ela analisa as tensões entre as grandes potências mundiais,como fica todo esse contexto de instabilidade para América Latina e para o Brasil e avalia se tem algo que possa impedir essa escalada.

Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.
Contamos com seu apoio!

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#139 Uma cronista em Hollywood — Adriana Ferreira Silva e Cecília Madonna Young

Entre artistas, roqueiros e Hollywood, Eve Babitz retratou com leveza e humor a era de sexo, drogas e rock and roll da Los Angeles dos anos 70. A redescoberta da escritora norte-americana nos últimos anos e seu livro Dias Lentos, Encontros Fugazes (Amarcord), recém-publicado no Brasil, são o tema deste episódio do 451 MHz. Paulo Werneck e a colunista Bruna Beber recebem duas grandes leitoras de Babitz, a jornalista Adriana Ferreira Silva e a escritora e tradutora Cecília Madonna Young, para falarem sobre os casos curiosos, a mistura de gêneros literários e ainda da amizade e rivalidade entre Babitz e Joan Didion, precursora do novo jornalismo americano.

O episódio foi realizado com apoio da Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais.

Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451

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Camera prices – Have the Japanese taken leave of their senses?

A Fujifilm JPEG-only half-frame toy for 850 smackers, the latest Sony flagship for 7000 something + tax, and the new mid-range “standard model” S1 II from Panasonic yours for a bargain $4000 with ‘basic’ kit zoom. It all begs the question, have the Japanese lost the plot?

In the UK right now, I look at the “real” price of cameras – that is used items in very good condition. These are the prices that the customer decides are worth paying. The Panasonic S9 which launched for £1699 just a few months ago (body only) is now fetching a measly £750 at most retailers in mint condition, with the box and all accessories. It has been a total and abject failiure, the point where Panasonic has had to discount up to £800 off the box price (new) with the new 18-40mm kit lens. The fact remains this – Panasonic was asking for more than double what people were willing to pay, and for a “influencer camera” £700 more than the latest iPhone 16 Pro with a cutting edge camera.

I look at the global market situation, and the prices were crazy long before crazy US tariffs. Most foreign currency like the British pound or the Euro when converted to Japanese Yen now has a very favourable exchange rate for the Japanese corporations. When they repatriate their foreign income, they’re making more per £, € or $ than they did before, and unlike at the peak of Japanese industry most of their costs and manufacturing are outsourced to China or Vietnam, with cheaper labour and less need than before to pay so many more expensive Japanese wages. Camera sales have been generally going down and surely the way one encourages better sales is to lower prices. The Japanese have done the opposite, they have price gouged their most loyal customers on everything, from lenses to lens hoods, from cameras to lens adapters, it is an absolute joke of a business.

Overall meanwhile the price of consumer electronics continues to fall, you get more and more capability for your money, even from Apple. In every way, the Japanese camera companies are bucking the trend and giving us higher and higher prices, and shipping fewer and fewer units. Even at $7000 the Sony a1 II has been almost impossible to get hold of because they are shipping so few of them.

The depreciation when you drive your new camera off the forecourt is in some cases extremely scary.

There’s also now a trend for the popular mid-range models to cost the same as a flagship camera from a few years ago – in the region of $3500 to $4000. Panasonic who are forever chasing market share and trying to establish their new full frame line-up, officially took leave of their senses only this month with the launch of the S1 Mark II at over $3000, and closer to $4000 if you want a basic zoom lens.

Then again, looking at just the average price of full frame cameras over the last 12 months results in a new “normal retail price” of $4350. Looking at unit shipment levels of cameras and we are almost at 1999 levels, before even the launch of the first affordable DSLR and first decently performing compact camera.

And now presumably thinking they are being clever, Fujifilm have come along with a small sensor compact camera that doesn’t shoot RAW, with a slow to autofocus, slow aperture 10mm F2.8 lens (not even F1.8), that takes worse photos than a smartphone with less capability and no zoom, but appeals to the crowd of hipsters who want a compact film camera without the effort and don’t realise the Sony RX1 exists for $750 on eBay.

For this admittedly cute and different fashion trinket, Fuji has for some reason decided to aim for the $850 mark which is in X-T30 II territory, or similar to a used X100F. APS-C money for a 1 inch vertical crop sensor and terrible AF?

It’s getting to the point where I might never buy a new camera again.

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