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#141 – Tchau, Rio
Este episódio explica como as milícias cresceram, evoluíram e se tornaram uma parte do que é o Rio de Janeiro, e analisa como isso se relaciona com o restante do Brasil.
Com a desculpa de combater a criminalidade durante os anos 60, policiais começaram a formar equipes para matar criminosos (ou supostos criminosos) das periferias e subúrbios. O primeiro destes grupos a se tornar conhecido foi a Scuderie Le Cocq, formada em 1964 por doze policiais que decidiram “fazer justiça” com as próprias mãos. A população gostou da ideia, e os grupos de extermínio cresceram.
Esses grupos, hoje conhecidos como milícias, evoluíram e se modificaram com o tempo. Hoje, o leque de serviços é maior, e matar deixou de ser a única atividade comercial. O dinheiro pode vir do monopólio do gás, da TV a cabo, e da segurança, por exemplo. Milicianos cobram taxas de comerciantes e até de moradores, e o não pagamento delas é motivo para a violência.
De acordo com levantamento feito pelo Instituto Fogo Cruzado e pelo Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense (Geni/UFF), o número de áreas dominadas por milicianos cresceu 387% entre 2006 e 2021. Atualmente as milícias são o maior grupo criminoso do RJ, e são responsáveis por metade dos territórios sob controle do crime organizado. Não parece que há escapatória – a expansão pode até ir além do Rio.
Episódios relacionados
#40: Mil dias de Marielle presente
#81: Sobre chacinas e milícias
Mergulhe mais fundo
Como nasce um miliciano: A rede criminosa que cresceu dentro do Estado e domina o Brasil (link para compra)
Entrevistados do episódio
Jornalista, pós graduada em Criminalidade e Segurança Pública pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Fundadora do Instituto Fogo Cruzado e cofundadora do The Intercept Brasil.
Tenente coronel da reserva da Policia Militar do Estado de São Paulo. Bacharel em direito, mestre em Direitos Humanos pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). Membro da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo. Autor do livro “O Guardião da Cidade”.
Ficha técnica
Edição: Matheus Marcolino.
Mixagem de som: Vitor Coroa.
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari
Produção, direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
The History of Bad Ideas: The Decisive Battle
In today’s episode about the power of bad ideas, David talks to historian and podcaster Dan Snow about the myth that wars are settled on the battlefield. Why are we so drawn to the idea of the decisive military showdown? Is Napoleon to blame? What are the forces that actually settle military conflicts? Plus: were Abba really so wrong that Waterloo won the war?
Out tomorrow: A bonus episode in which David and Dan explore a range of battles to see what got settled and what didn’t: Yarmuk, Hastings, Agincourt, Trafalgar, Warsaw 1920, Stalingrad. To get this and all our bonus episodes plus ad-free listening sign up now to PPF+ https://www.ppfideas.com/join-ppf-plus
Next time on The History of Bad Ideas: Charisma
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O genocídio em Gaza nas palavras de um palestino
Ele lembra que os crimes de Israel são conhecidos há décadas e, mesmo com a intensificação nos últimos 600 dias, ainda há certa cumplicidade da mídia e dos governos ocidentais em silenciar essa realidade “e ainda assim, seguem fornecendo armas, apoio político e legitimidade [...] estamos lidando com psicopatas que perderam a própria humanidade,” afirma.
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Asha Ismail y Hayat Traspas | No hay negros en el Tíbet: Episodio 51 | Podium Podcast

#podcast #podiumpodcast #nohaynegroseneltibet #laminethior #frankt #asaaribibang
00:00 Inicio
01:30 Así ha sido nuestra semana
05:50 Presentación de Asha y Hayat
07:15 Nombres africanos en documentos oficiales
16:50 ¿Cómo nació su ONG?
18:15 El día de la ablación de Asha
26:00 La enfermera que salvó la vida de madre e hija en Mogadiscio
37:35 La mutilación genital femenina no ocurre solo en África
45:50 Proyectos en Kenia de "Save a Girl, Save a Generation"
51:40 Las consecuencias médicas
55:35 Creando una red de mujeres
Can men and women be just friends?
Seasons in the Sun
This week, what TLS contributors are reading this summer; and Catherine Taylor on a trio of novels highlighting the growing pains of adolescence.
'Back in the Day', by Oliver Lovrenski, translated by Nichola Smalley
'Fun and Games', by John Patrick McHugh
'Girl, 1983', by Linn Ullmann, translated by Martin Aitken
Produced by Charlotte Pardy
Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
The History of Bad Ideas: Genius
Today’s bad idea is ‘genius’, the label that has enabled all sorts of terrible behaviour through the ages. Writer and broadcaster Helen Lewis explains how and why the idea of genius gets misapplied to people and things that just aren’t. Why are geniuses meant to be tortured? Why are individual geniuses prized over the collaborations that lie behind most innovations? Why do we think that people who are brilliant at one thing will be good at everything else? Plus, David makes the case for Dickens as a bona fide genius.
The Genius Myth by Helen Lewis is out from today wherever you get your books https://bit.ly/3FSAKda
David’s new 20-part series Postwar – about the 1945 general election and the making of modern Britain – is available now on BBC Radio 4 and BBC Sounds. https://www.bbc.co.uk/programmes/m002d8v1
Next time on The History of Bad Ideas: The Decisive Battle w/Dan Snow
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Presidente Lula
In Trumpworld, toppling rulers is taboo
Using a Pantograph to Make Watch Parts | Pocket Watch Ep. 2

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Gutenberg Changelog 118 – WordCamp Europe, WordPress New AI Team, the Pride Photo Drive, Gutenberg 20.9 and 21.0
The History of Bad Ideas: Austerity
For the first episode in our new series about how bad ideas take hold, David talks to economist Mark Blyth about austerity, the cost-cutting idea that refuses to die. Why is it an article of faith that states need periodic purging to stop them getting too greedy? Why does this so often happen at times when it does most harm, from the 1930s to the financial crisis that began in 2008? And how is the politics of austerity playing out today, in Starmer’s Britain, in Milei’s Argentina and in the DOGE wars happening in Trump’s America?
David’s new 20-part series Postwar – about the 1945 general election and the making of modern Britain – is available now on BBC Radio 4 and BBC Sounds https://www.bbc.co.uk/sounds/series/m002d8v1
Next time on The History of Bad Ideas: Genius w/Helen Lewis
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Gastropolítica En Vivo en Estación Podcast (Madrid)

Libros citados:
Tata Vizcacha y Hokusai, Washington Benavides
El secreto de la comida japonesa, Ryoko Sekiguchi
Canciones:
El instrumento, Darnauchans/Benavides
Suzanne, You Want It Darker y The Goal, Leonard Cohen
Infinitas gracias a Maxi Martínez, Vermut Flores y a los colegas podcasters y equipo técnico del Festival.
Quem decide o que é real?
Para analisar esse momento e pensar em alternativas que assegurem o direito à informação real, o entrevistado do Pauta desta semana é Ergon Cugler, pesquisador sobre políticas públicas, desinformação, conspiracionsimos, IA e Big Techs. Ele também avalia o Projeto de Lei 2338/2023, atualmente em tramitação na Câmara dos Deputados, que propõe o Marco Legal da Inteligência Artificial no Brasil. Para Cugler, é fundamental ter uma legislação regulatória que também leve em conta os riscos de aplicação de cada I.A. “[se tiver] risco de aumentar a desigualdade ou colocar vidas em perigo, por exemplo, ela não pode operar.”
Ouça o episódio completo e não deixe de seguir e curtir o Pauta Pública
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