As polêmicas do acordo petrolífero entre EUA e Venezuela



Girl bands from the Philippines, Indonesia, Malaysia and Thailand are going global with their fusion of traditional and modern sounds
“We all know that music is a universal language,” says Maloi Ricalde from Filipina girl band BINI, which mixes tropical pop with traditional songs, English with Tagalog, and silver knee highs with pastel colours.
“Incorporating Filipino language, Filipino culture, Filipino sound, into our music, it really gives identity and meaning to our music,” Ricalde tells the Guardian.
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© Photograph: Natt Lim/In Time Media

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Investigamos o que importa para os brasileiros além do que passa na campanha eleitoral. Leia mais reportagens como essa clicando aqui.
Após a série de atos que estremeceram o Supremo Tribunal Federal (STF) nesta semana, o ministro André Mendonça foi alçado ao posto de um dos principais ícones dos evangélicos e um pólo de mobilização para a militância bolsonarista nos atos de 7 de Setembro. Pedidos de oração e abaixo-assinados em apoio ao ministro mobilizaram lideranças políticas e religiosas que apoiam o candidato Flávio Bolsonaro nos últimos dias.
Em posts em redes sociais como X e Instagram, Mendonça é colocado como um contraponto ao ministro Alexandre de Moraes e ao governo Lula. Algumas publicações apresentam a disputa como uma escolha entre dois lados: de um, Lula e Moraes; de outro, Mendonça e o combate à corrupção. Há, inclusive, hashtags de apoio ao ministro, como #EuApoioAndréMendonça.
A “igreja evangélica se une em oração” no episódio descrito como “a maior batalha espiritual das últimas décadas”, diz um texto publicado no portal Gospel Mais, que foi replicado em várias outras páginas evangélicas. Um site que coleta assinaturas em apoio ao ministro recebeu mais de 14 mil adesões nas primeiras horas em que esteve no ar.
Pastores e observadores do mundo evangélico relataram à Agência Pública que os pedidos de orações para Mendonça têm sido a forma de adesão mais notável entre grupos cristãos conservadores na véspera de 7 de setembro – o meio costuma ser um dos mais engajados nos atos em apoio ao bolsonarismo.
O pastor presbiteriano e doutor em Sociologia, Valdinei Fernandes, reparou que não tem visto grandes mobilizações de evangélicos para o ato que deve ocorrer no 7 de setembro em São Paulo – programado para ser o maior do dia, com a presença do candidato Flávio Bolsonaro (PL). “O que tem circulado são pedidos de oração pelo ministro André Mendonça”, disse.
O fato de Mendonça ser evangélico ajudou a criar uma aproximação maior com o público – ele é o ministro “terrivelmente evangélico” escolhido por Jair Bolsonaro durante o seu governo. “Mendonça está quase virando um mártir. A extrema direita coloca a situação como se a esquerda estivesse perseguindo um pastor. Não um ministro do Supremo, mas sim um ministro evangélico”, afirma Sérgio Dusilek, pastor batista e teólogo.
No dia em que os novos detalhes do caso Master vieram à tona, 1º de setembro, a dupla sertaneja Zezé di Camargo e Luciano louvou o ministro durante um show em Blumenau, em Santa Catarina. “Vamos pedir uma oração para este homem. Um homem que não tem medo de colocar aquilo que ele crê, aquilo que ele acredita”, disse Luciano, que também relatou que frequenta a Igreja Presbiteriana de Pinheiros, na qual Mendonça é reverendo em São Paulo.
Pastores evangélicos influentes, como o apóstolo Estevam Hernandes, fundador da Igreja Renascer em Cristo e presidente da Marcha para Jesus, e o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, um dos principais mobilizadores de protestos de rua do bolsonarismo, declararam apoio a Mendonça.
“Neste momento, minha oração é para que Deus continue lhe dando sabedoria, coragem e firmeza para cumprir sua missão”, disse Hernandes. Malafaia publicou uma série de vídeos em defesa de Mendonça e com duras críticas a Moraes, discurso que deve ser reproduzido na manifestação programada para a Avenida Paulista, em São Paulo, quando ele prometeu a sua fala “mais dura” contra Moraes.
Políticos bolsonaristas, como os senadores Magno Malta (PL-ES), Marcos Pontes (PL-SP) e Carlos Viana (PSD-MG), também convocaram correntes de oração ao ministro Mendonça. Magno Malta declarou que o magistrado não deve recuar diante de pressões e convocou aliados a fazerem um “clamor de oração” por ele.
Na biblioteca de anúncios do Meta, que congrega conteúdo patrocinado no Instagram e Facebook, há mais de 20 posts impulsionados com pedidos de oração para Mendonça nos últimos dias. A maioria foi paga pelas campanhas de candidatos bolsonaristas.
“Tem um homem em Brasília precisando da oração da igreja hoje”, diz um post de Davi Sacer, cantor gospel e candidato a deputado federal pelo Republicanos por São Paulo, com 1,5 milhão de seguidores. “O ministro André Mendonça está à frente de um dos casos mais importantes do Brasil. (…) Ore com a gente. E compartilha com a sua igreja e o seu grupo de oração: quanto mais gente intercedendo, mais forte essa corrente pelo Brasil.”
Outro post patrocinado é de Marcos Dias, presidente do Podemos no Rio de Janeiro e candidato ao Senado pelo estado. “Diante deste momento decisivo, faço um chamado à oração pelo ministro André Mendonça. Que Deus o proteja, fortaleça seus passos e lhe dê sabedoria para cumprir sua missão”, ele escreveu. Cada uma das publicações tem alcance estimado em mais de 1 milhão de usuários.

No dia 1º de setembro, Mendonça tirou o sigilo de um relatório que aponta comunicações entre o banqueiro Daniel Vorcaro, do banco Master, e autoridades, como o ministro Moraes (principal alvo do documento), o procurador-geral Paulo Gonet e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.
O relatório mostra que o escritório de Viviane Barci, esposa de Moraes, fechou com o Master um contrato de R$ 131 milhões assinado 12 dias depois de um suposto almoço de Moraes numa propriedade de Vorcaro em Campos do Jordão. Os metadados da versão final do arquivo do contrato indicam um usuário com nome de “Ministro Alexandre de Moraes” como o último a editar o documento.
Dois dias depois, Moraes rebateu: usou relatórios da inteligência da Polícia Federal para acusar Mendonça de, “em tese”, ter cometido improbidade administrativa, crimes de responsabilidade e de abuso de autoridade, com “favorecimento a determinados grupos políticos”. A crise aberta no STF escalou tão rapidamente que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), chegou a cogitar abrir processos de impeachment cruzados contra os dois ministros.

En nuestra última edición informamos que el subsecretario de Ambiente, Oscar Caputi, fue apoderado del argentino Eduardo Costantini, inversor del barrio privado que se pretende construir en los bañados de Carrasco.
La penetración en roles clave del Estado de empresarios y desarrolladores inmobiliarios, de creciente relevancia en términos patrimoniales en Uruguay, es un tema al que Brecha viene prestando especial atención.
En nuestra portada web pueden encontrar una compilación de investigaciones periodísticas que abordan el fenómeno. La serie se abre con nuestra publicación del pasado viernes –ahora de lectura abierta– y se completa con «Cosecha canaria» –sobre desarrolladores que ocupan cargos públicos, fueron beneficiados durante las gestiones de Yamandú Orsi en la Intendencia de Canelones y financiaron sus campañas electorales– y “El descarte” –investigación que probó que los bañados de Carrasco habían sido excluidos, sin argumento, de la lista de humedales protegidos a estudio, hecho que se revirtió gracias a esa publicación–.








Aunque no hay una hora universal perfecta para comer, sí conviene favorecer la regularidad y sincronizar bien el ciclo día y noche, buscando coherencia entre alimentación, sueño y actividad
—Pregunta enviada por Luis Fuentes
Consultas anteriores - ¿Qué efecto pueden tener fármacos como el Ozempic sobre el envejecimiento?
No existe una hora universal —como la una de la tarde— a partir de la cual, comer sea menos sano. Lo que sí indica la evidencia científica es que el momento de la ingesta importa. En términos generales, concentrar una mayor parte de la energía en las horas activas del día y evitar desplazar comidas abundantes hacia la noche parece más favorable para la salud metabólica. Aun así, el horario debe interpretarse junto con la calidad y cantidad de la dieta, el sueño, la actividad física, el cronotipo y las circunstancias de cada persona.
Pero también tengo que decirte que los estudios más relevantes sí indican algo en la dirección de tu pregunta. La pionera de esta investigación es Marta Garaulet, catedrática de nutrición en la Universidad de Murcia. Fue la primera que, en Estados Unidos y con el profesor José María Ordovás, empezó a estudiar un área derivada de la cronobiología que se denomina crononutrición.
La cronobiología es la ciencia que estudia cómo los procesos biológicos de los seres vivos cambian de forma rítmica a lo largo del tiempo, y eso lo vemos en la naturaleza. Por ejemplo, hay flores que por la mañana se abren y por la noche se cierran. Los seres humanos no somos ajenos a ese entorno ambiental y funcionamos con ritmos. Eso es lo que estudia la cronobiología, esas variaciones periódicas. Estos ritmos pueden ser mensuales, como el de la menstruación, o pueden ser circadianos, ritmos de 24 horas que participan en la regulación del sueño y la vigilia, la temperatura corporal, la presión arterial, la secreción hormonal y también el metabolismo de la glucosa y de los lípidos.
El principal reloj circadiano se encuentra en el núcleo supraquiasmático del hipotálamo. Actúa como un director de orquesta que ayuda a sincronizar numerosos relojes periféricos presentes en órganos como el hígado, el páncreas, el tejido adiposo y el aparato digestivo. La señal ambiental más potente para ajustar el reloj central es el ciclo luz-oscuridad, que llega al cerebro a través de la retina.
Durante la mañana, la luz favorece el estado de alerta y contribuye a sincronizar el sistema circadiano. El cortisol —una hormona que producen las glándulas suprarrenales— tiene un marcado ritmo diario, con concentraciones habitualmente elevadas alrededor del despertar. Al anochecer, en condiciones de poca luz, aumenta la secreción de otra hormona, la melatonina, y el organismo se prepara para el sueño. No se trata de un simple interruptor día-noche, sino de una regulación fisiológica compleja.
La exposición a luz intensa por la noche, el trabajo a turnos, el jet lag, dormir a horarios irregulares o comer repetidamente durante la noche pueden favorecer la desalineación circadiana. La evidencia epidemiológica y experimental relaciona esta situación con peor regulación de la glucosa, menor sensibilidad a la insulina y un perfil cardiometabólico menos favorable. La asociación con obesidad y dislipemia que es la alteración de los niveles de grasa en sangre, existe, aunque es cierto que intervienen muchos otros factores y no puede atribuirse únicamente al horario de las comidas.
Aquí aparece la crononutrición que es la parte de la nutrición que estudia cómo afecta el momento del día en el que comemos a nuestra salud metabólica, independientemente de qué y cuánto comemos. Es decir, que no solo se trata de calorías y nutrientes, que sí son muy importantes, por supuesto, sino de la interacción entre la comida y nuestros ritmos biológicos. Y aunque, como te decía, no hay una hora universal perfecta para comer, sí conviene favorecer la regularidad y sincronizar bien el ciclo día y noche, buscando coherencia entre alimentación, sueño y actividad. Pero hay que tener en cuenta cada cronotipo individual.
Las personas de cronotipo matutino —alondras— tienden a adelantar el sueño, se despiertan antes y son más activas por la mañana, que es su momento de máximo rendimiento; las de cronotipo vespertino —búhos— los retrasan, rinden más por la tarde-noche. Esto significa que no hay un horario rígido para todos, sino un principio fisiológico claro: es más sano comer más temprano dentro del día biológico de cada persona y evitar comidas copiosas cerca del sueño.
Es decir, que el refrán español que dice “desayuna como rey, come como un príncipe y cena como un mendigo” está en lo cierto, aunque no es necesario aplicarlo literalmente. Sin embargo, sí recoge una idea que la crononutrición actual considera plausible: para muchas personas resulta metabólicamente más favorable no trasladar la mayor carga energética del día a las últimas horas de la noche.
En resumen: no hay una frontera mágica a la una de la tarde. La evidencia actual favorece la regularidad, una mayor alineación de las comidas con el periodo activo del día y evitar ingestas abundantes muy tardías. El horario importa, pero forma parte de un conjunto en el que siguen siendo esenciales la calidad de la dieta, la cantidad total de energía, el sueño, la actividad física y las características individuales.
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María José Castro Alija es médica especialista en nutrición clínica, investigadora y profesora titular en la Facultad de Enfermería de la Universidad de Valladolid, miembro del grupo de investigación VIMAS+ (Valoración e Intervención Multidisciplinar en Atención Sanitaria y Estilos de Vida Sostenibles).
Coordinación y redacción: Victoria Toro.
Pregunta enviada por Luis Fuentes.
Investigadoras al rescate es un consultorio científico semanal, patrocinado por el programa `L’Oréal-Unesco ‘For Women in Science’ y por Bristol Myers Squibb, que contesta a las dudas de lectores y lectoras sobre ciencia y tecnología. Son científicas y tecnólogas, socias de AMIT (Asociación de Mujeres Investigadoras y Tecnólogas), las que responden a esas dudas. Envía tus preguntas a nosotrasrespondemos@gmail.com o por Bluesky o Instagram como #investigadorasalrescate.

No solo su pareja, Alberto González Amador, tiene causas pendientes que se resolverán en los próximos meses. En los juzgados también avanzan otros casos como los de la alcaldesa de Alcalá de Henares o el del ático comprado por la Comunidad de Madrid
Más Madrid lleva al Tribunal de Cuentas la compra del ático del Gobierno de Ayuso por posible menoscabo de dinero público
A la presidenta de la Comunidad de Madrid, Isabel Díaz Ayuso, le espera un inicio de curso político entretenido. Después del verano, no solo los políticos vuelven de vacaciones, también los juzgados. Y en el caso de la líder del PP son varias las causas que afectan a su entorno y que avanzarán en los próximos meses: desde el caso de su pareja, Alberto González Amador, hasta el de algunos de sus alcaldes más próximos, como los de Móstoles o de Alcalá de Henares. Ahora también se ha añadido la polémica compra de un ático por parte de la Comunidad de Madrid por 6,3 millones de euros y que tanto particulares como partidos políticos han denunciado. Estos son los casos que evolucionan en los juzgados de Madrid y que pueden sumar más presión a la líder madrileña:
Las muertes de ancianos en las residencias durante la pandemia de la COVID-19 en la Comunidad de Madrid y los conocidos como “protocolos de la vergüenza” siguen persiguiendo a Ayuso. Hace solo unos días una jueza ha vuelto a pedir una macrocausa para investigar este hecho. En su escrito, al que ha tenido acceso elDiario.es, rechaza estudiar de forma “fragmentada” la muerte de una anciana, ya que, a su juicio, todas las muertes comparten un “núcleo común”: determinar si se produjo una “exclusión sistemática” de los residentes más dependientes en las residencias.
A finales de junio, un juzgado de Arganda del Rey decidió aplazar la declaración como imputada de la jefa de Geriatría del Hospital Gregorio Marañón después de que fuera señalada como supuesta autora de los protocolos, que acabaron con la no derivación de los ancianos. Carlos Mur, el ex alto cargo de Sanidad de Ayuso que firmó los protocolos, declaró ante la jueza que había sido ella quien los presentó “inicialmente”. Ahora hay varios ex altos cargos imputados: Mur y Francisco Martínez Peromingo, su sucesor como exdirector de Coordinación Sociosanitaria. También está siendo investigado Pablo Busca, responsable en ese momento del SUMMA 112, y Antonio Burgueño, exasesor de Ayuso.
Marea de Residencias, la organización que desde hace más de seis años impulsa los procedimientos judiciales en representación de los familiares de ancianos fallecidos, han ampliado sus acusaciones al delito de prevaricación en hasta 60 juzgados de toda la región.
Todavía se desconoce la fecha en la que se juzgará a la pareja de Isabel Díaz Ayuso, pero lo que sí se sabe es que no será antes de 2027. El juzgado alega que tiene una “sobrecarga” de trabajo y que por eso se ha dilatado tanto en el tiempo, llevando la posible fecha hasta siete años después de que se cometiera el presunto delito.
Lo que se investigan son dos delitos fiscales y falsificación de documentos después de la inspección de la Agencia Tributaria, que se percató de dos fraudes en dos ejercicios distintos y una trama de facturas falsas que empleó para llevarlos a cabo entre 2020 y 2021.
Fue en noviembre de 2025 cuando la Audiencia de Madrid confirmó que la pareja de la presidenta regional se tendría que sentar en el banquillo después de rechazar dos recursos de Amador. La Fiscalía y la Abogacía del Estado pedían cada uno tres años y nueve meses de cárcel para el novio de Ayuso, sobre el que pesa un informe de 19 meses de inspección.
En 2024, Ayuso acudió a Alcalá de Henares a criticar los problemas que, según aseguraba, habían ocasionado un grupo de migrantes que el Gobierno central había destinado a un centro de acogida de la zona. Entonces, Ayuso acusó sin pruebas a las personas inmigrantes de haber cometido agresiones sexuales, e incluso de haber producido un brote de sarna.
Después de estas declaraciones, el delegado del Gobierno en la capital aseguró que había “ninguna investigación” sobre esto. El secretario general del PP de Madrid, Alfonso Serrano, publicó un tuit en el que acusaba al primero de mentir y ahí adjuntaba una fotografía de una nota policial con una denuncia de una mujer sobre una “agresión” en diciembre de 2023.
En el auto que coloca a la alcalesa, Judith Piquet al borde de sentarse en el banquillo de este mes de agosto, se recogen unas declaraciones que presuntamente habría dicho la alcaldesa: “Hay que salvar a la Presidenta. Hay que salvar a la Jefa”.
El pasado mes de julio, la jueza imputó a Manuel Bautista, denunciado por una exconcejala de su propio partido por acoso sexual y laboral. La fecha para su comparecencia está fijada para el próximo 9 de octubre y ese mismo día también tendrán que declarar cinco testigos vinculados. La magistrada rechazó archivar la causa como pedía el alcalde al entender que las acusaciones son “claramente constitutivos de ilícito penal”.
Después de que la jueza decidiera mantener la causa, Ayuso respondió así ante la pregunta de si continuaba apoyándole: “Está siendo ahora mismo acusado por algo que nadie ha demostrado diferente. Nadie ha demostrado nada que no sea una disputa laboral, que es lo que siempre fue. Por tanto, ¿cómo no voy a defender su trabajo y compromiso por Móstoles?”.
Además, la baronesa del PP aplaudió públicamente el trabajo de Bautista: “No voy a aplicarle la justicia de autor a una persona que he puesto ahí para que gobierne como lo está haciendo”, dijo.
A todo esto se suman los avances judiciales de las causas que investigan la polémica compra del ático de lujo comprado por la Comunidad de Madrid por 6,3 millones de euros y que aumentan la presión política sobre la presidenta regional.
El pasado 10 de agosto, la Fiscalía envió cuatro denuncias por el ático al juzgado de la capital que investiga el caso. El Ministerio Público remitió la “documentación” presentada por el PSOE y por tres particulares en sus denuncias y este martes supimos que tanto los socialistas como Más Madrid se han personado como acusación popular. Ahora será el juzgado de instrucción número 8 de la capital el que decidirá si admite las denuncias a trámite o no.
Mientras, de forma paralela, el partido de Mónica García ha presentado una denuncia al Tribunal de Cuentas al considerar que puede existir “menoscabo” de dinero público en la operación llevada a cabo por la empresa pública Planifica Madrid.