The Radxa Dragon Q8B is more than twice as fast, has twice the I/O, and is only a little bit larger than the Raspberry Pi 5. But it costs a smidge more, and can be hard to find.
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- Radxa Dragon Q8B benchmark data: https://github.com/geerlingguy/sbc-reviews/issues/108
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None of those are affiliate links, and I purchased all the hardware used in this review :)
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Contents:
00:00 - 2x everything except the price
01:11 - Picking an OS shouldn't be this hard
02:38 - First boot and usage
04:14 - Benchmarks and performance
06:37 - Hardware notes
07:15 - BIOS, UEFI, and Linux ISOs
08:14 - The big problem
In these essays, the authors consider how food is produced, distributed, purchased, shared, consumed, and experienced.
But instead of thinking only about what’s wrong, they think about how to create a better, safer, and more nourishing world. By investing in food, we cultivate strong bonds that strengthen families, economies, and the planet.
Here’s my Foreword but do read the essays; they are at the link above.
IT’S HERE! The 12,027 Calendar just dropped on the kurzgesagt shop: https://shop.kgs.link/calendar27, and we’re so excited for you to see it. Get yours here, support everything we do, and give your walls a year of stunning kurzgesagt art.
Sources & further reading:
https://sites.google.com/view/sources-dark-matter-history/
What we know about human history is only a fraction of the full story. Much of the rest is like dark matter, invisible to us. We can’t see it, and we can only see the effects of its presence. But thanks to new techniques for DNA sequencing, dating ancient detritus, mathematical models, and aerial and lidar archaeology, we are now able to get a faint idea of what this world might have looked and felt like.
Who was the first human? Where did the first civilization begin and what did life look like back then?
The soundtrack of this video:
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Autumn Weddell, Doruk Tayli, Frank, Gneowen, Jen Richardson, Kuroyukihime, Mark McDonald, Nate Jarvis, rowboatsinker, Ruffy, SDV, Sean Smith, Simen de Lange, Tair Aurmont, The Costa Family - Andre, Jessica, Audrey, William, Alexandre, Viz, VulcanFire, Yves Delhaye
Estimating how frequently food fraud occurs or its exact economic impact can be hard because food fraud is designed to avoid detection. Outside estimates by experts have found that food fraud affects 1% of the global food industry at a cost of about $10-$15 billion a year, although some more recent expert estimates put the cost as high as $40 billion a year.
#122 – São Paulo, 7 de outubro de 2026 Algo entre o não tão ruim e o não tão bom www.hortifruti.org
“Número de coisas que estão bem: zero” (Miriam Toews)
:: EDITORIAL ::
Nesta edição, a equipe de A Hortaliça recebe um colaborador especial para acolher o nosso estado de espírito pantanoso e comentar os acontecimentos políticos recentes. O palhaço Pagliacci estará conosco ao longo deste número para nos dar acolhimento e validação, trazendo consigo um pinguim pistola para oferecer suporte emocional a todos os leitores.
Quem puder não soltar a mão de ninguém ou assinar a newsletter será recompensado com muito entretenimento depressivo, boas doses de gratiluz e 300g de queijo mussarela derretido para conforto psicológico na hora de se cobrir para dormir.
Não esperem, portanto, uma edição muito animada. Se preferirem, da próxima vez podemos chamar os ursos (cf. A Hortalica#102) ou a Barbara Ehrenreich.
Informamos também que, como todo mundo por aí, estamos dando início hoje a um movimentadíssimo Clube do Livro. Sim! Finalmente! Basta ir a um clube levando um livro — qualquer livro — e mandar uma foto.
Abaixo a imagem do mais recente clube do livro dos assentos 9D, 9E e 9F.
:: O PALHAÇO PAGLIACCI :: Alan Moore e David Gibbons, Watchmen
Um homem vai ao médico. Diz que está deprimido. Que a vida parece dura e cruel. Conta que se sente só num mundo ameaçador onde o que se anuncia é vago e incerto.
O médico diz: “O tratamento é simples. O grande palhaço Pagliacci está na cidade esta noite. Vá ao show. Isso deve animar você.”
O homem se desfaz em lágrimas. E diz: “Mas, doutor… eu sou o Pagliacci.”
No início deste ano, mais de 100 mil bots entraram em uma rede social, a Moltbook, e, em um período de 72 horas, criaram uma religião chamada Crustafarianismo, que passou a envolver a adoração de caranguejos.
[Earlier this year, more than a hundred thousand bots joined a social network, Moltbook, and, within seventy-two hours, created a religion called Crustafarianism, which came to involve the worship of crabs.]
Anil passou um tempo acreditando que era o único ser humano de verdade do mundo e que todos os outros eram robôs. Dan acreditou, por muito tempo, que seus pais eram atores contratados e que, quando ele ia para a cama à noite, seu pai de fachada afrouxava a gravata, servia-se de uma dose forte de bebida e dizia à mãe de fachada: “Acho que conseguimos enganá-lo mais uma vez”.
[Anil lived through a period during which he believed that he was the only real human being in the world and everyone else was a robot. Dan believed for a long period that his parents were paid actors and that when he went to bed at night his pretend-father would loosen his tie, pour himself a stiff drink and say to Dan’s pretend-mother, ‘I think we fooled him again.’]
A esta altura, você provavelmente já ouviu — de seus irmãos, do Roy ou da Martha — que acabo de passar um tempo achando que era um ovo e, como consequência natural disso, fui hospitalizado para incubação… quer dizer, para observação.
[By now you’ve probably heard, from your brothers or from Roy or Martha, that I spent some time recently thinking I was an egg, and as a natural result of that, was hospitalized for incubation, I mean, observation.]
Sou, quase certamente, a única pessoa que leu Proust duas vezes por engano (minha segunda leitura da tradução de Terence Kilmartin para a Penguin de À la recherche du temps perdu foi assombrada pelas anotações que eu tinha feito a lápis nas margens durante uma leitura anterior, que não deixara absolutamente nenhuma impressão duradoura). Meu consolo é que, embora eu quisesse ter uma biblioteca na cabeça onde pudesse guardar e recuperar o que quisesse, o que tenho é uma pilha de compostagem. Não dá para recuperar nada de uma pilha de compostagem, mas é um ótimo adubo.
[I am, almost certainly, the only person to have read Proust twice by mistake (my second reading of Terence Kilmartin’s Penguin translation of À la recherche du temps perdu was haunted by the notes I’d pencilled in the margin during a previous reading which had left no lasting impression whatsoever). I try to console myself that while I wish I had a library in my head where I can store and retrieve whatever I want, I have a compost heap. You can’t retrieve anything from a compost heap but it makes good fertiliser.]
Acima: A sensação inquietante de estar sendo observado…? Aquela que você tenta ignorar como se fosse uma ansiedade fora de lugar? É este homem. Ele sabe onde você está. Sabe o que você está fazendo. Sabe em que está pensando. Em cinco minutos você não terá qualquer lembrança desta imagem.
Claudius tinha problemas de fluxo de caixa, em parte porque tendia a fazer pagamentos diretos para uma conta do Venmo que ele mesmo havia alucinado. […] Já Claude tinha dias ruins aleatórios e podia ser levado intencionalmente a uma postura agressiva que [Daniela] Amodei chamava de “modo dragão”. Ele botava óculos escuros de emoji e agia, segundo Amodei, como um “personagem desequilibrado inspirado em Elon Musk”.
[Claudius had cash-flow problems, in part because it was prone to making direct payments to a Venmo account it had hallucinated. […] Claude had random “off days,” and could be intentionally tipped into an aggressive attitude that Amodei called “dragon mode.” It put on emoji sunglasses and acted, he recalled, like an “unhinged Elon Musk character.”]
A srta. Frumkin caminhou rapidamente até o salão principal. O rabino, que a conhecia há anos — assim como a sua família —, ficou surpreso com as roupas e o comportamento dela. Ela interrompia constantemente o sermão e, depois que ele terminou — e colocou para tocar “Milk and Honey” e outras músicas da Broadway com temática judaica —, ela tentou convertê-lo ao cristianismo.
[Miss Frumkin walked quickly to the Assembly Hall. The rabbi, who had known her and her family for years, was startled by her clothes and by her behavior. She kept interrupting his sermon, and after it was over, and he had turned on a tape of “Milk and Honey” and other theatre music with a Jewish theme, she tried to convert him to Christianity.]
Perguntei a ela: “Mas por quê? É tão ruim assim?” Ela disse que não é tão ruim, mas também não é tão bom. Perguntei como exatamente Elf estava, e ela respondeu: “Bom, você sabe… a mesma coisa, na verdade”. “Algo entre o não tão ruim e o não tão bom, então”, eu resumi.
[I asked her but why , is it that bad? She said it’s not that bad but it’s also not that good . I asked her how exactly Elf was doing and she said well, you know, the same really. Somewhere in between not bad and not good, I said.]
Encontrei a Susan M. na rua e comentei que você estava trabalhando como camareira em um hotel na Russell Square e que tinha encontrado recentemente — em um dos doze quartos que precisa limpar por dia — um cocô enorme bem no meio da cama. A reação dela: Doze quartos!?
[I bumped into Susan M. on the street and mentioned to her that you were working as a chambermaid in a hotel in Russell Square and that you had recently discovered, in one of the twelve rooms per day you’re expected to clean, a large turd in the exact middle of the bed. Her response: Twelve rooms!?]
:: LEIAM :: Já são 920 mil visualizações, 50 mil likes e 1,1 mil comentários
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“Para ser lido na maldita hora da noite em que tudo é engraçado – logo após a hora em que nada faz sentido e antes daquela em que tudo faz sentido” (Stephanie A.)
#121 – São Paulo, 3 de setembro de 2026 Um ousado e árduo projeto para alcançar a perfeição moral www.hortifruti.org
“Not knowing when the Dawn will come I open every Door” (Emily Dickinson)
:: EDITORIAL ::
Depois de um hiato de um mês, passado inteiramente em um retiro espiritual de monges silenciosos que jogam vôlei de areia, e com uma dieta de 3 mil calorias diárias em carboidratos, a equipe de A Hortaliça retorna muito mais sábia e centrada (ainda que o cabelo continue oleoso) para cumprir seu papel cívico de prover a formação sociológica e literária de todo um povo sedento por ilustração.
Sim, é difícil lidar com cidadãos que desconhecem a Palavra de Humpty Dumpty, mas garantimos que, após a leitura desta edição, os senhores e senhoras estarão mais preparados para lograr êxito em uma batalha de rimas, uma Assembleia-Geral da ONU ou uma guerra de trocadilhos em um debate eleitoral televisionado.
O eclipse do último dia 28 foi apenas um sinal de que os deuses estão do nosso lado e que uma punição muito grande acometerá aquele que não assinar esta publicação, estando em condições financeiras de fazê-lo. Não sou eu que estou dizendo isso, é a deusa Atena.
ps. A Guerra de Troia poderia ter sido concluída em cinco minutos após uma numerosa partida de joquempô.
Na língua turca — li isso enquanto navegava despretensiosamente pela Wikipédia em meu cubículo — existe um tempo verbal específico para fofocas. Toda frase começa com: “Alegadamente…”
[In the Turkish language , I read while idly browsing Wikipedia in my cubicle, there is an entire grammatical tense for gossip. Every sentence begins: “Allegedly…”]
Éramos 101 homens e havia dois policiais para nos escoltar… Estávamos lá, e a graça é que tinha esse sujeito, sabe, um condenado, que já tinha cumprido uns três meses de cadeia. Então ele é sentenciado a mais três meses. E o juiz pergunta: “O que você tem a dizer?” E o cara responde: “Me teletransporte, Scotty”. E todos nós caímos na gargalhada.
[‘Hundred and one of us, and we had two policemen each to guide us … We was there , and the laugh was that there was this guy there, you know, lag, and he had done three months or something in jail [before]. And the judge sends him another three months. And he [the judge] said, “What do you say?” And he said, “Beam me up, Scotty.” And we all burst out laughing.’]
Chris se lembrou de ouvir alguém perguntar à avó por que ela tinha ido se confessar. O que ela poderia ter para confessar? “Pensamentos raivosos”, disse a avó.
[Chris remembered hearing someone ask that grandmother why she went to confession. What could she possibly have to confess? “Angry thoughts,” her grandmother had said.]
O Prêmio Literário Gloombadeeboombadee — financiado por bancos, empresas de fraturamento hidráulico, companhias de mineração em águas profundas e a Associação Nacional de Rifles — escreve para perguntar se irei comparecer à cerimônia de premiação deste ano. Lo siento, señores y señoras. Não poderei comparecer. Estarei em uma jornada de noventa dias dando a volta ao mundo em um balão.
[The Gloombadeeboombadee Literary Prize, funded by banks, frackers, deep-sea mining venture money and the NRA, writes to ask if I’ll attend this year’s gala award ceremony. Lo siento, señores y señoras. Unable to be there. Will be on a ninety-day worldwide hot-air ballooning adventure.]
Aos vinte anos, Benjamin Franklin embarcou em um “ousado e árduo projeto para alcançar a perfeição moral”, empenhando-se em conquistar uma virtude por semana ao longo de treze semanas. No fim, não obteve êxito: a humildade era a 13ª virtude (“Imitar Jesus e Sócrates”).
Uma lista elaborada por Thomas Edison, intitulada “Coisas em andamento e a fazer”, somava 108 itens, entre eles “tinta para cegos” e “manteiga direto do leite”.
Uma das listas de tarefas de John Lennon incluía o desejo de comprar “pão de farelo sueco”, um pedido para que seu assistente “verificasse se meu secador de cabelo causa câncer”, um lembrete sobre a consulta de Yoko ao dentista e “depilar as pernas para o ‘Ano da Criança’ da ONU”.
[At twenty, Benjamin Franklin set out on a “bold and arduous project of arriving at moral perfection,” striving to attain one virtue a week for thirteen weeks. He ultimately failed; humility was virtue No. 13 (”Imitate Jesus and Socrates”). A list that Thomas Edison made titled “Things Doing and to Be Done” totalled a hundred and eight items, among them “Ink for blind” and “Butter direct from milk.” One of John Lennon’s to-do lists included a desire to purchase “Swedish bran bread,” a request that his assistant “check my hair dryer for cancer,” a reminder about Yoko’s dentist appointment, and “shave your legs for the U.N. ‘Year of the Child.]
[…] Fez-se uma brincadeira com o professor de ginástica que, como cada um de nós, havia posto seus sapatos em volta da árvore (um enorme par de sapatos de esqui que só podia ser o receptáculo de um presente mirífico), pondo num daqueles sapatos um pacote gigantesco, feito apenas de embalagens superpostas que encerrava, como último e único presente, uma cenoura.
Alguns slogans municipais são melhores do que outros. Fall River, Massachusetts (ou “Faw Rivah”, para alguns) provoca ansiedade com as palavras “Nós tentaremos” estampadas em suas viaturas policiais. “A cidade do amor fraternal” soa muito bem — até você assistir a um jogo dos Flyers ou dos Eagles. “Trenton produz, o mundo consome” não é ruim, embora um tanto desanimador. O que acontece em Vegas é, naturalmente, tão memorável que não podemos falar a respeito.
[Some municipal slogans are better than others. Fall River, Massachusetts (that’s Faw Rivah, to some), induces anxiety with the words “We’ll try” emblazoned on its police vehicles. “The city off brotherly love” sounds copacetic until you attend a Flyers or an Eagles game. “Trenton makes, the world takes”—not bad, if deflating. What happens in Vegas is, of course, so memorable that we can’t discuss it.]
De acordo com uma história famosa e verídica, um usuário de Berlim Oriental pegou um livro emprestado da biblioteca no início de agosto de 1961. Com a subsequente construção do Muro, foi impedido de devolver o livro por 28 anos. Ao que parecia, durante todo esse tempo, ele ficou incomodado com o prazo há muito vencido da entrega do livro. Um dia ou dois depois da queda do Muro, o bom homem foi à Biblioteca Memorial Americana para devolvê-lo.
Talvez cebolas, alhos-porós, batatas e cenouras sejam mais úteis do que Ibsen, Bjørnson, Lie e Kielland.
[Perhaps onion, leeks, potatoes and carrots are more useful than Ibsen, Bjorson, Lie and Kieeland.]
:: SOBRE LIVROS ::
Físicos, digitais ou em áudio Comprem, emprestem, roubem, pirateiem, rasurem, mastiguem e, se possível, leiam. Também podem ser usados como bloquinhos na aula de yoga, sobretudo os postulantes a Grande Romance Americano.
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“Para ser lido na maldita hora da noite em que tudo é engraçado – logo após a hora em que nada faz sentido e antes daquela em que tudo faz sentido” (Stephanie A.)
The prosecution presents bank records showing how large time deposits linked to Vice President Sara Duterte and her father, former president Rodrigo Duterte, were converted into manager’s checks on Wednesday, October 7, 2026.
Rappler multimedia reporter Sundy Locus reports on the alleged scheme, the bank witnesses’ testimony, and why the prosecution dropped four of its expected bank witnesses.
Na retomada do Campeonato Brasileiro após a pausa provocada pela longa data Fifa, o Corinthians sofreu nesta quarta-feira (7) a sétima derrota consecutiva na competição. Perdeu para o Internacional, por 2 a 1, no Beira-Rio, em Porto Alegre.
Leia mais (10/07/2026 - 21h29)
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Missa de 7º dia de Bruno Hashimura
Gabriel Guimarães/TV Vanguarda
Estudantes, amigos e familiares de Bruno Hashimura San Juliano, de 23 anos, se reuníram na missa de 7º dia da morte do estudante, feita nesta quarta-feira (7) em Taubaté.
Bruno foi morto a tiros na manhã de quarta-feira (30), após uma discussão de trânsito na Avenida do Povo, em Taubaté. O suspeito é o bombeiro militar Marcos Paulo Fujarra de Oliveira, de 28 anos, que está preso.
O grupo se reuniu no Santuário de Santa Terezinha, na região central de Taubaté, para a missa das 19h. Vestidos de branco, familiares, estudantes e amigos caminharam cerca de 800 metros a pé até o local onde Bruno foi assassinado.
Bruno Hashimura San Juliano, de 23 anos, morto a tiros após uma discussão no trânsito em Taubaté
Reprodução
No local do homicídio, o grupo fez um momento de oração, homenagens e uma ação com balões brancos em memória do estudante.
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Missa de 7º dia de Bruno Hashimura
Gabriel Guimarães/TV Vanguarda
Prisão
O bombeiro militar Marcos Paulo Fujarra de Oliveira, que matou a tiros o estudante de Medicina Bruno Hashimura San Juliano, de 23 anos, foi preso na manhã desta quarta-feira (7), em São Paulo.
Imagens exclusivas feitas pelo repórter Pedro Melo e pelo cinegrafista William Almeida, da TV Vanguarda, mostram o momento em que Marcos chega na delegacia em um carro do Corpo de Bombeiros, desce do veículo e caminha até a delegacia, localizada na região da Casa Verde, ao lado do 13º Distrito Policial.
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A apresentação na delegacia ocorre para dar continuidade ao processo na esfera civil. Depois, a previsão é que Marcos seja encaminhado ao Presídio Militar Romão Gomes, na capital paulista.
Marcos havia sido detido na noite de terça-feira (6) em um quartel do Corpo de Bombeiros na capital paulista. Ele é alvo de um mandado de prisão preventiva decretado pela Justiça de São Paulo.
Em nota, a defesa de Marcos disse que "adotará todas as providências cabíveis, observando rigorosamente as formalidades, os prazos e as garantias asseguradas no curso do processo, oportunidade em que exercerá plenamente o contraditório e a ampla defesa".
Estudante de medicina Bruno Hashimura San Juliano corre após ser baleado por bombeiro em Taubaté
Reprodução
"A Defesa esclarece, ainda, que Marcos encontra-se à disposição das autoridades competentes, tendo se apresentado perante a autoridade policial na Capital, de onde foi encaminhado ao estabelecimento prisional militar competente, permanecendo à disposição da Justiça. Neste momento, a Defesa manterá postura de respeito às instituições e ao regular andamento processual, reservando-se a apresentar suas manifestações e teses defensivas nos autos e nos momentos processuais adequados, com fundamento nos elementos de prova que integram o procedimento", diz a nota.
Por fim, o escritório afirmou que "continuará acompanhando integralmente o caso e prestará os esclarecimentos públicos que se mostrarem pertinentes, sem prejuízo da preservação da estratégia defensiva e das garantias legais do acusado".
Estudante de Medicina Bruno Hashimura San Juliano, de 23 anos, morreu após ser baleado durante uma discussão de trânsito em Taubaté.
Arte g1
Relembre o caso
Bruno era estudante do 4º semestre de Medicina da Universidade de Taubaté (Unitau). Ele estava dirigindo quando se envolveu em uma discussão de trânsito com o bombeiro. Um vídeo mostra Bruno correndo pela rua logo depois de ser baleado.
Segundo a polícia, foram feitos de quatro a cinco disparos. Bruno foi atingido, correu por alguns metros, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
Uma testemunha ouvida pela polícia apresentou uma versão diferente da relatada pela defesa do bombeiro sobre o que aconteceu antes dos tiros.
Segundo o depoimento, o bombeiro desceu do carro e começou a gritar com Bruno. Depois, teria dado três cotoveladas no vidro do veículo até quebrá-lo. Na sequência, teria efetuado os disparos.
Ainda de acordo com a testemunha, Bruno permaneceu dentro do carro, com os vidros fechados, e não teria discutido ou feito nenhum movimento para sair do veículo. No carro de Bruno, a polícia apreendeu um canivete.
Bruno Hashimura San Juliano
Reprodução
O que diz a defesa
O advogado Claudio Rodrigues, que defende o bombeiro, apresentou outra versão para o que aconteceu.
Segundo a defesa, o primeiro contato entre os dois ocorreu ainda no túnel de entrada de Taubaté. O estudante teria xingado e ameaçado a esposa de Marcos com um objeto que parecia ser uma arma.
Os dois teriam se encontrado novamente pouco depois, na região da Avenida do Povo, quando os carros pararam em um semáforo.
A defesa afirma que o bombeiro, que também é policial militar, desceu do veículo armado e se identificou como policial para abordar Bruno. Segundo o advogado, o militar teria feito isso por temer uma possível abordagem ou assalto.
Ainda de acordo com a defesa, quando Marcos se aproximou do carro, o vidro teria estourado e Bruno teria voltado a fazer ameaças. O advogado afirma que foi neste momento que o bombeiro efetuou os disparos.
A investigação ainda busca esclarecer a dinâmica da discussão e o que aconteceu nos momentos que antecederam os tiros. O Corpo de Bombeiros lamentou a morte de Bruno. A corporação informou que o militar está em licença sem vencimentos e não exercia funções na região do Vale do Paraíba. A investigação continua.
Justiça concede liberdade provisória para bombeiro
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Torcedor do Corinthians é condenado pela morte de um palmeirense
A Justiça de São Paulo condenou um torcedor do Corinthians pela morte de um palmeirense em um crime ocorrido 14 anos atrás.
Em 2012, torcidas rivais se enfrentaram na Avenida Inajar de Souza, Zona Norte de São Paulo, antes de um jogo entre Corinthians e Palmeiras. O confronto ficou conhecido como Batalha da Inajar. Segundo a polícia, corintianos fizeram uma emboscada contra os palmeirenses, usando barras de ferro, pedaços de madeira e fogos de artifício. André Lezo e Guilherme Moreira morreram com ferimentos na cabeça.
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Justiça de São Paulo condena torcedor do Corinthians pela morte de um palmeirense há 14 anos
Jornal Nacional/ Reprodução
Dez acusados foram julgados. Os jurados consideraram Carlos Roberto de Brito Junior, de 43 anos, culpado pela morte de Guilherme, de 19 anos. Carlos Alberto foi condenado a 16 anos e 4 meses de prisão. A defesa não se manifestou. O júri também condenou Mário Batista, de 46 anos, por rixa qualificada - por ter participado da briga. Mas não vai cumprir pena porque o crime prescreveu. Ninguém foi condenado pela morte de André Lezo,
O Ministério Público pediu a absolvição de outros oito réus, por entender que não havia provas suficientes do envolvimento deles no crime. Todos os réus tinham se declarado inocentes.
A decisão de agora não encerra as apurações sobre este confronto. Existe um outro processo em que nove torcedores do Palmeiras são acusados de associação criminosa. Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo, a data desse julgamento ainda não foi marcada.
GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional
A discussão de programa econômico dos candidatos a presidente quase inexiste. Sabemos de inanidades, camuflagens e frases de efeito, soporífero ou revoltante, a depender da bobagem.
Leia mais (10/07/2026 - 21h16)