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Rock Star, Freak, Agitator

This week, Thea Lenarduzzi and Lucy Dallas are joined by the critic Nelly Kaprièlian and the TLS’s French editor Russell Williams to discuss ‘Anéantir’, the latest novel by France’s best-known and maybe most controversial writer, Michel Houellebecq; the TLS’s Toby Lichtig talks us through a new memoir by the ‘pre-eminent author of British Jewish novels’, Howard Jacobson, and we consider a masterclass in sympathy from Anne Tyler, a tale of revenge by Japan’s ‘Queen of mysteries’, and a wartime reckoning in Finland.


‘Anéantir’ by Michel Houellebecq

‘Mother’s Boy: A writer’s beginnings’ by Howard Jacobson

‘French Braid’ by Anne Tyler

‘Lady Joker: Volume one’ by Kaoru Takamura, translated by Marie Iida and Allison Markin Powell  

‘Land of Snow & Ashes’ by Petra Rautiainen, translated by David Hackston


Produced by Sophia Franklin


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A opinião dos ucranianos sobre a guerra em 4 gráficos

Apesar da maior força bélica dos russos, os ucranianos estão dispostos a pegar em armas para defender o seu país. A maioria aprova o presidente Volodymyr Zelensky (60%). Muitos também se mostram contrários a fazer concessões à Rússia para finalizar os conflitos.

A pesquisa Opinion Research Business International (ORB) foi realizada entre os dias 3 e 4 deste mês, com 1.024 entrevistados. Segundo o instituto, o questionário foi aplicado por telefone e é representativo para toda população ucraniana.

Nenhuma das quatro hipóteses colocadas para um possível acordo de paz é aceita pelos ucranianos. Mais de 75% são contra o reconhecimento da Criméia como parte da Rússia; 55% são contrários à proibição da Ucrânia entrar na OTAN como condição para encerrar os conflitos. O tema menos unânime é a implementação do acordo de Minsk. Cerca de 46% se mostram contrários a essa hipótese, enquanto 23% se dizem favoráveis. O que é o acordo de Minsk

Mais de 37% dos ucranianos estão fortemente dispostos a pegar em armas para defender o país, quanto 30.8%, dispostos a fazer o mesmo.

A disposição para pegar em armas é maior entre os homens (47.6%) quando comparado com as mulheres (28.5%). No grupo daqueles que afirmam terem alguma disposição para participar dos conflitos há um empate. Cerca de 30% de homens e mulheres têm essa opinião.

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