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- Placa Maciza
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- Placa fácil
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O #SemCensura Especial desta sexta (12/12) celebra o artista que aproximou o trio elétrico do coração da MPB, juntou o samba com o baião e o frevo com o rock conquistando uma diversidade de fãs por onde passava. E para celebrar todo esse talento, Cissa Guimarães recebe pessoas capazes de contar e cantar essa história, como a filha do artista, Cecília Moraes, que cuida do acervo do pai. Na bancada teremos também o caçula do artista, Davi Moraes – guitarrista e outro guardião do legado de Moraes Moreira. Além deles, o músico Moreno Veloso participa contando histórias que viveu com esta família e como mantém viva a obra do artista pelos carnavais do Brasil. Cissa Guimarães também vai bater um papo com um dos maiores baixistas do país, Dadi Carvalho, que fez parte do grupo Novos Baianosl. Fechando a bancada, a jornalista, que entende tudo de música brasileira, Fabiane Pereira, participa como debatedora do dia.
O programa vai ao ar de segunda a sexta, das 16h às 18h, na TV Brasil e também pode ser acompanhado pelo YouTube e pelo app TV Brasil Play.
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O Curso de Formação Histórica e Social será realizado entre setembro e dezembro de 2025, no formato híbrido, com encontros presenciais no Departamento de História da FFLCH-USP (Av. Lineu Prestes, 338 – Cidade Universitária, Sala de Vídeo – 1º andar) e transmissões online. A inscrição e a participação são gratuitas.
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No ano de 2025, tivemos as palavras como catalisadoras das crises do nosso tempo. Discursos usados como arma de guerra e opressão, termos em disputa e a luta pelas narrativas. A linguagem desenhando o mundo, o tempo e os corpos que os habitam. E neste episódio que encerra a quinta temporada do Pauta Pública, falamos sobre a linguagem como ato político, social e também como código de pertencimento e resistência. No caso, o pajubá ou bajubá.
Uma mistura de palavras da línguas africanas com um português “devorado”, a linguagem começou a ser praticada entre as travestis, principalmente durante a ditadura, para se protegerem nas ações policiais e de pessoas hostis. Desde então, a linguagem tem se espalhado pela cultura popular através das trocas cotidianas entre a comunidade LGBTQAIP+, e aparecido em músicas, filmes e na literatura.
A convidada para refletir sobre o tema é Amara Moira, autora de "Neca: romance em bajubá". A escritora, professora e ativista brasileira, traz nesta obra histórias sobre o trabalho sexual, o amor, o sonho e a palavra, de uma forma sofisticada, sem filtro, às vezes escatológica e sempre bem humorada. Um dos nomes mais promissores da literatura contemporânea brasileira, Amara também fala de como essa linguagem já faz parte da história do país e destaca a importância da iniciativa da ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transsexuais), junto com o mandato da Erika Hilton, para o reconhecimento do Bajubá como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.
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Por que tantas pessoas se encantam por líderes autoritários? O psicanalista e tradutor Paulo Schiller, autor do ensaio A Paixão Pela Mentira: a Família e as Tiranias (Todavia), discute neste episódio as origens do fascínio por tiranos. A partir do seu trabalho na psicanálise, Schiller diz que a ascensão do totalitarismo no século passado e seus ecos do mundo de hoje têm raízes nas relações familiares e nos silêncios a que nos acostumamos desde a infância. Na conversa, ele ainda fala sobre a experiência de traduzir o escritor húngaro László Krasznahorkai, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura de 2025, que também explora o poder da mentira no seu romance Sátántangó (Companhia das Letras).
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