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First ever Denisovan artwork?

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Was the first ever Denisovan artwork found on Sulawesi?

At 67.8 thousand years old it predates the arrival of modern humans by at least 10-15 thousand years.

DANIEL CHONG | NO HAY NEGROS EN EL TÍBET: Episodio 54 | Podium Podcast

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Bienvenides a No hay negros en el Tíbet. En nuestro segundo episodio de la temporada, FrankT, Asaari Bibang y Lamine Thior reciben la visita del diseñador de origen chino-ecuatoriano Daniel Chong. Ellos lo pasan bien, y se nota. Te esperan momentos aún no vistos ni escuchados en este videopodcast. Estamos ante uno de los capítulos más graciosos y divertidos que hemos hecho, aunque parezca imposible. Y un poquito de spoiler: el episodio se grabó poco después de Halloween.
De chico de las mochilas a empresario de éxito. Chong fue estudiante entre dos mundos: Diseño y Comunicación Audiovisual en Buenos Aires, Marketing y Publicidad en Valencia, España. Sus primeros pasos como emprendedor fueron en Pamplona, confeccionado él mismo sus mochilas. Hoy tiene 6 tiendas entre Madrid y Barcelona.
Daniel tiene su propia marca de accesorios sostenibles. Un reconocido diseñador de moda y complementos que, posiblemente influenciado por la época del año en que tuvo lugar el encuentro, entra al trapo sin dudar en la locura/reflexión de la que es imposible escapar en este Tíbet nuestro y vuestro.

00:00 - Empezamos
01:30 - ¿Os acordáis de Halloween? Nosotros sí
03:12 - ¿Qué une a Asaari y a Ivanka Trump?
06:30 - Espíritus, ¿sí o no?
10:40 Entrevista con Daniel Chong
15:03 - El pequeño taller de Pamplona
17:13 - La sexualidad según los padres
20:40 - La llegada a España de Daniel Chong
25:15 - "Mamá, soy gay"
34:07 - El premio de Almeida
45:03 - Racismo en la comunidad LGTBIQ+
50:20 - Daniel es Virgo y tiene un superpoder
55:30 - Antagonismo falocéntrico
58:30 Algo más que bolsos

#podcast #entrevista #humor

Brizola: os olhos fixos na fogueira e um sorriso maroto no rosto

Leonel Brizola (Foto: reprodução).

Leonel de Moura Brizola faria 104 anos nesta quinta-feira, 22.

‘Parecia estar num voo acima de tudo’

Estamos em 1982. Três anos após voltar do exílio, Leonel Brizola é candidato a governador do Rio de Janeiro. Abrindo a biografia de Brizola escrita por Clovis Brigagão e Trajano Ribeiro, o fotógrafo Aguinaldo Ramos conta a história da foto “Brizola pula a fogueira”, feita no subúrbio carioca durante um ato daquela histórica campanha eleitoral.

Conta Aguinaldo Ramos:

Um dia [do ano de 1982], saí da redação do JB com o repórter J. Paulo para acompanhar o então candidato a governador [Brizola] num roteiro pela Zona Norte da cidade. No começo da tarde estávamos no conjunto Amarelinho, em Irajá, junto à Avenida Brasil. As lideranças locais aproveitaram a promissora visita para fazer, além da luta pela reforma do conjunto, uma manifestação pela paz na comunidade, cercada de favelas. Promoveram a queima, em grande fogueira à frente do conjunto, das armas de plástico recolhidas das crianças. Brizola ganhou a honra de atear o fogo, o que fez com prática de gaúcho churrasqueiro. De repente, vira-se para o mais destacado cabo eleitoral local e pergunta: “tens coragem de pular a fogueira, tchê?!... então vai na frente que eu vou atrás!”.

Os assessores, até mesmo o futuro prefeito Marcelo Alencar, também na campanha, tentaram preservar o chefe. Nada adiantou, Brizola estava tranquilo e ia pular.

Eu me preparei como pude... Busquei uma posição lateral, pus a 24 mm (a maior grande angular que tinha ali), me agachei, mantive o dedo no obturador. O líder local, com a maior desenvoltura, cumpriu sua parte. Acompanhei de rabo de olho, sem apertar, preocupado com Brizola, que podia nem esperar o salto do outro. Ou, refugar... Brizola tinha os olhos fixos na fogueira e um sorriso maroto no rosto. Com suas botinas de gaúcho exilado, camisa azul-clara de mangas arregaçadas, arredou um pouco a garotada, abriu uma roda, concentrou-se e, sem considerações, partiu! No meio do caminho, abriu os braços, parecia estar num voo acima de tudo. aterrissou com perfeição, sem qualquer escorregão ou derrapagem.

E quase estourou a guerra no Hotel da Paz

Outra história de Leonel Brizola contada no livro de Clóvis Brigagão e Trajano Ribeiro:

Na década de 1970, durante o turno de Ernesto Geisel à frente da ditadura civil-militar no Brasil, Brizola, no exílio, foi a Roterdã para fazer contatos com o Partido Trabalhista Holandês e encontrar outros brasileiros exilados, após participar de uma reunião da Internacional Socialista na Alemanha. O engenheiro estava acompanhado de Trajano e sua esposa, Maria Ribeiro, e Moniz Bandeira.

Ao final do seu primeiro dia na Holanda, Brizola recebeu o pernambucano Maurílio Ferreira Lima, ex-deputado cassado, e seu irmão, Bruno Ferreira Lima. À noite, Brizola, Trajano e os irmãos Ferreira Lima conversavam no átrio do Hotel da Paz sobre a situação no Brasil. Durante a conversa, Trajano notou que um homem encostado na recepção prestava atenção no que diziam e sugeriu que o grupo se retirasse para um local mais reservado.

No caminho para o elevador, Trajano alertou Brizola sobre o homem que os observava e disse que, “pela pinta”, era brasileiro. “Não é possível. Tu estás vendo guampa em cabeça de égua”, replicou Brizola.

Segue o relato do livro:

Trajano foi até o recepcionista e perguntou-lhe se o homem que estivera algum tempo encostado no balcão era brasileiro, e o holandês confirmou. Voltou ao grupo em frente ao elevador:

- É brasileiro, governador.

- Mas onde ele está?

- Entrou naquela sala.

Trajano apontou para uma sala ao lado do salão de recepção, onde o homem acabara de entrar. Brizola dirigiu-se a passos largos para lá. Trajano e os Ferreira Lima os seguiram. Era uma sala de estar, onde um grupo assistia a televisão. Trajano mostrou a Brizola o homem. Para seu espanto e dos irmãos pernambucanos, Brizola dirigiu-se ao indivíduo, sentado numa poltrona, postando-se à sua frente:

- Boa noite.

- Boa noite.

- Brasileiro?

- Sim, sou brasileiro.

- Passeando?

- Não, trabalhando. Na verdade, fazendo um curso.

- E o amigo trabalha em quê?

- Sou da Marinha do Brasil.

Refazendo-se do impacto da surpreendente resposta, Brizola disparou:

- Eu sou Leonel Brizola e lhe desejo sucesso na sua missão. Boa noite.

This Be The Verse

This week, Tristram Fane Saunders surveys the poetic landscape; and Toby Lichtig on a rediscovered slice of life in 1930s Berlin.


'A History of England in 25 Poems', by Catherine Clarke

'Rhyme and Reason: A short history of poetry and people (for people who don't usually read poetry)', by Mark Forsyth

'Endless Present: Selected articles, reviews and dispatches, 2010-23', by Rory Waterman

'The Privatisation of Poetry', by Andy Croft

'Beautiful Feelings of Sensitive People: Screen grabs of British poetry in the 21st century', by Andrew Duncan

'Berlin Shuffle', by Ulrich Alexander Boschwitz, translated by Philip Boehm


Produced by Charlotte Pardy


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